Artigos com o marcador Rodrigo Goecks
Nova turma do Programa Pense Alto
07/05/12
Começamos mais uma turma do Programa Pense Alto neste sábado (já são 5 anos!). Que alegria compartilhar este momento de pura energia positiva!
São 35 jovens em risco social que iniciam uma nova fase conosco. Serão 4 meses de expansão de conhecimentos e, principalmente, de auto-estima.
Neste sábado tivemos a aula inaugural e de integração na parte da manhã com as voluntárias Ticiane Barros do Espaço IGEC e Ariana e, na parte da tarde, nosso voluntário Flávio Cordeiro (sócio da agência de propaganda Binder F+C) compartilhou com o grupo uma introdução do mundo empresarial.
Para os que querem conhecer de perto, o Pense Alto está no RJ, o local tem uma ótima infraestrutura, é super seguro, com estacionamento ao lado (Supermercado Vienense, Av Brasil passarela 9).
O IGEC apoia o Pense Alto desde a 1a turma, alguns de nossos professores são voluntários do Programa, entre eles Rodrigo Goecks e Claudio Moreira
Veja as fotos do início da 5a turma
Link do Pense Alto: http://www.youtube.com/watch?v=I-P2tlwfJDI
A antropologia e o marketing: uma parceria feliz
26/08/11
Por Rodrigo Goecks*
É inegável que uma nova tendência em perceber o consumo e os consumidores seja balizada por processos de mudança e inovações que ocorrem na sociedade nos dias de hoje. Esta percepção de novos padrões de consumo mostra que é um processo fortemente influenciado por categorias culturais como estilo de vida, identidade do ser e suas visões sobre o mundo. As referências sociológicas tradicionalmente utilizadas como classe, gênero e idade já não refletem a realidade do mundo contemporâneo e, por isso, cresce o interesse por informação mais qualitativa e mais particularizada que possibilite ao profissional de marketing conhecer a lógica interna e as práticas de consumo provocadas pelo impacto dessas novas tendências e inovações.
Novos pesquisadores têm descoberto que ouvir, observar e relacionar o que as pessoas dizem que fazem e o que elas realmente fazem – bem como o significado atribuído ao que elas fazem e ao que realmente gostariam de fazer – revela o significado de respostas e práticas sociais que podem contribuir imensamente ao marketing. Consumidores não são sujeitos manipulados por técnicas de marketing, são ‘manipuladores ativos’, uma vez que alteram o modo de usar os bens adquiridos, ressignificando-os no contexto de suas vidas para melhor atenderem às suas necessidades.
Compreender a lógica e os valores atribuídos aos produtos e serviços, compreender os novos usos que lhe são atribuídos e as práticas a que são submetidos e, mais ainda, compreender como tudo isso pode ser inserido na vida cotidiana das pessoas é, sem dúvida, uma grande colaboração que a etnografia – metodologia utilizada por antropólogos – tem a oferecer ao marketing. A busca por um aporte antropológico tem valorizado bastante esse método de pesquisa, característico da antropologia. A julgar pelas informações apresentadas na literatura, a utilização do método etnográfico na gestão de marketing não constitui um delírio de executivos excêntricos.
É por meio de recursos metodológicos da etnografia, como citado por Barbosa (2003) “no processo de observar, participar e entrevistar o ‘nativo’ em suas condições reais de existência, tentando entender e mapear a completude de sua vida”, que a antropologia colabora de forma qualitativa com o marketing na obtenção de informações sobre como o consumo se conecta nas dimensões da vida do homem, desde o momento em que produtos e serviços saem das lojas pelas mãos do consumidor até penetrarem em suas casas, em seu mundo.
Especificamente no marketing etnográfico, informações de caráter sociocultural podem ser relacionadas com o consumo e transformadas para gerarem oportunidades de mercado, produtos e formas de acesso ao consumidor. Consequentemente, pela observação direta e da identificação da natureza da realidade social, métodos de avaliação da etnografia, consegue-se produzir um conhecimento diferenciado em relação à metodologia tradicional utilizada por pesquisadores. Um ganho, sem dúvida alguma!
Com relação ao comportamento do consumidor, a antropologia oferece uma enorme contribuição aos estudos relacionados ao tema. Compreender porque as pessoas compram, de que forma consomem, como é que os grupos se classificam em relação a outros grupos a partir do uso de determinados objetos, por exemplo, são espaços explorados de forma inteligente pelos antropólogos quando transferem o significado do mundo cultural para o mundo material de objetos, produtos e serviços.
Atuando na sociedade de modo a classificar os indivíduos em grupos, a etnografia de grupos de consumidores busca mapear as motivações de compra entre os indivíduos, grupos de referência e produtos, quando estão inseridos num determinado ‘universo cultural’.
Os conceitos utilizados pelo marketing através de insights do consumidor são equivalentes às categorias nativas dos antropólogos e, de forma semelhante, às categorias lógicas e classificatórias usadas por consumidores quando organizam seu cotidiano. Os estudos antropológicos voltados para o consumo e consumidores se preocupam não somente em como os sujeitos são constituídos interiormente no universo material, mas também como estes sujeitos ‘percebem e utilizam’ os materiais deste universo.
Diante disso e motivados pelo papel que desempenham as dimensões culturais no universo do consumo, departamentos de marketing das empresas, bem como institutos de pesquisa de mercado e agências de publicidade têm recorrido mais ao aporte antropológico, com a certeza de que sua contribuição é cada vez maior para o avanço da gestão de marketing, prática de entender a cadeia de valores considerados importantes pelos clientes na avaliação de produtos e serviços.
No campo da comunicação, estudos etnográficos, quando utilizados para a área de publicidade, podem significar uma compreensão mais ampla sobre o entendimento e a visão do consumidor quanto às ações de propaganda. E o que vemos nos dias de hoje é que, tal procedimento, tem se tornado uma ferramenta de substituição à tradicional técnica de Focus Group.
Como comentário a destacar, havendo o risco de que o conhecimento antropológico seja apropriado de forma espúria no universo do marketing, antropólogos, provavelmente, deverão absorver esse risco ao entrarem no complexo jogo de interesses. Ao lançarem-se, será necessário adotar uma estratégia de dupla entrada: conciliar a inserção de antropólogos práticos em organizações empresariais, institutos de pesquisa de mercado e agências de publicidade, com a construção no ambiente acadêmico (nas universidades) de uma antropologia do consumo lastreada numa perspectiva crítica e política.
Essa disciplina certamente pode prestar excelente contribuição à compreensão do fenômeno do consumo a partir de uma de suas facetas, muito debatida, mas ainda pouco estudada com um aporte antropológico: o não-consumo.
Rodrigo Goecks é professor de Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional na pós-graduação de Gestão Estratégica da Comunicação.
Pós-graduação com 50% de desconto?
04/04/11
CONCURSO CULTURAL
Quer ganhar uma bolsa de 50% no curso da pós-graduação oferecida pelo Igec/Facha? Para concorrer, faça sua análise e publique um breve comentário – em até 500 caracteres, até 15 de abril, no campo ao final da página no site do Nós da Comunicação – sobre o case fictício CMAdMagic. O autor da melhor contribuição faz o curso pela metade do preço. Participe!
Já foi publicado o quarto e último artigo de uma série promovida pelo Nós da Comunicação com textos de professores do Instituto de Gestão Estratégica da Comunicação (Igec) das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha). Leia também ‘Avaliando sob a ótica dos processos empresariais’, ‘Análise do caso CMAdMagic pelo ângulo do planejamento estratégico’ e ‘Análise do caso CMAdMagic sob a ótica da Inteligência de Mercado‘.
A cada semana, os especialistas Claudio Moreira, Dulce Alcione, Elizabeth Souza e Rodrigo Goecks analisaram o case de uma agência fictícia – que enfrenta problemas de gestão – batizada de CMAdMagic, a partir de quatro pontos de vista: Processos Empresariais, Planejamento Estratégico, Inteligência de Mercado e Cultura Organizacional. Esse foi um exemplo de exercício de diagnóstico que será realizado no curso Gestão Estratégica da Comunicação.
Acesse: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=395&tipo=G
CEOs nervosos costumam assumir menos riscos, diz estudo
04/01/11
Pesquisa indica que estado emocional do líder interfere em suas ações e na forma como encara as situações na empresa
Luciana Carvalho, de EXAME.com
Comentários do Prof Rodrigo Goecks*

Executivos nervosos são mais indicados para empresas que não gostam de assumir riscos
São Paulo – Os presidentes-executivos com personalidades tidas como “negativas”, como ansiosos e nervosos, costumam assumir menos riscos em nome do crescimento e da lucratividade. No entanto, a maturidade do profissional não causou muito impacto na escolha de assumir mais riscos. Essa é a conclusão de um estudo da Universidad de Burgos, na Espanha, divulgado pelo British Journal of Management, que também aponta que o nível de instrução também exerce um papel importante na hora de assumir mais riscos. Segundo a pesquisa, CEOs com maiores níveis de educação, tendem a optar por ações mais arriscadas.
O estudo foi baseado em um questionário enviado a todos os diretores de 70 bancos de investimento e 46 bancos de poupança espanhóis, em 2004. Em média, os pesquisados serviram o setor por 25 anos e atuaram como CEOs por, pelo menos, dez anos. Foram avaliadas as características demográficas e de personalidade, dividida em emoções positivas (como interesse e entusiasmo) e negativas (como forte preocupação e irritação).
A escolha de executivos do setor bancário foi feita pelo fato de que o gerenciamento de risco é mais central entre executivos de finanças e reguladores. Além disso, os relatórios financeiros de bancos costumam fornecer informações importantes sobre as características do risco tomado pelas instituições. Os pesquisadores usaram relatórios anuais e trimestrais entre 2001 e 2006, para avaliar esses riscos.
Tendo em vista o impacto das características positivas e negativas de personalidade na hora de assumir riscos, os autores do estudo recomendam bastante cautela no processo seletivo dos executivos. Segundo eles, pessoas com traços negativos de personalidade podem ser perfeitas para companhias que são contrárias a assumir muitos riscos.
Os pesquisadores também recomendam que os próprios executivos tenham consciência de seus traços psicológicos, para que estejam preparados para ir contra seus instintos, quando perceberem que isso pode afetar negativamente o andamento da empresa.
Comentário:
A estabilidade emocional é um grande desafio do mundo contemporâneo. Não é preciso fazer pesquisas para constatar que pessoas equilibradas tem maior capacidade e maturidade para tomar decisões. É por isso que o antigo QI (quoeficiente de inteligência) foi substituído pelo QE (quoeficiente emocional) quando se fala de desenvolvimento de lideranças. Mas agora, complementando, surge o chamado QA (quoeficiente de adversidade), que pode ser resumido como a capacidade de uma pessoa reagir às adversidades. Algumas pesquisas mostraram que gêmeos com a mesma criação e dificuldades encaravam a vida de forma totalmente diferente. Neste mundo de mudanças e adversidades constantes, a capacidade de enxergar a adversidade como uma oportunidade torna-se o diferencial para o sucesso. Adversidade e risco são irmãos, mas o que conseguem extrair daí as oportunidades são os que possuem o alto coeficiente de adversidade e, consequentemente, as conquistas.
*Rodrigo Goecks é professor de Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional na Pós-Graduação de Gestão Estratégica da Comunicação
Diretor do IGEC em palestra na Dufry
17/11/10
No dia 13/11, o Diretor do IGEC e professor das cadeiras de Gestão de Pesssoas e Cultura Organizacional e Marketing de Guerrilha e Eventos, Rodrigo Goecks ministrou palestra para 50 gerentes de todas as lojas Dufry e MAC do Brasil e Bolívia, no encontro nacional de gerentes operacionais Dutry e MAC, empresa multinacinal suiça que possui o controle do Duty Free em mais de 80 países e mais 7 lojas MAC (líder mundial no mercado de cosméticos) no Brasil.
No evento Rodrigo abordou a liderança coaching, um estilo de liderança que visa empoderar as pessoas dando incentivo a criatividade e inovação. Um método que visa a alta performance da equipe através do desenvolvimento de novas competências.
A palavra coach vem do inglês medieval CACHE, que significa carruagem, algo que te leva de um ponto a outro.
Algumas barreiras para o exercício desta liderança foram trabalhadas:
- discrepância do processo decisório: a decisão e as respostas não precisam sair do líder, o líder precisa saber extrair da equipe as melhores decisões
- discrepância do entendimento: a mesma situação/problema possui diversas formas de interpretação. Uma equipe somente caminha para uma decisão produtiva quando estão alinhadas as visões do problema
- discrepância do auto-conhecimento: para a boa liderança é encessário se conhecer e entender suas potencialidades e dificuldades,
- ferramental: o método é o caminho que vc usa para chegar aos objetivos, logo ferramentas e métodos de liderança soa importantes para ajudar o desenvolvimento de lideres
No final foi realizado exercícios e desenvolvido um método para que a equipe possa exercer a decisão participativa em suas lojas logo aos o evento.
Diretores do IGEC participam de programa da MultiRio sobre as mudanças no mercado de trabalho
16/11/10
Os diretores do IGEC, Cláudio Moreira e Rodrigo Goecks participaram da gravação do programa “Cidade Inteligente”, produzido pela MultiRio, e que vai ao ar no próximo dia 22, a partir das 8 horas da manhã pela TV Bandeirantes, a BandRio, com reprise pelo canal 14 da NET às 13 horas. O programa é apresentado pela jornalista Vera Barroso, com a participação de Thiago Gomide. O tema colocado em debate girou em torno “As mudanças no mercado de trabalho e o reflexo no espaço urbano”. O professor Cláudio Moreira, coordenador executivo do IGEC/FACHA lembrou, durante o programa, da necessidade do profissional se aprimorar através do constante aprendizado. “Hoje em dia você tem que aprender sempre, continuamente, em qualquer lugar, em qualquer parte”. Já o professor Rodrigo Goecks, coordenador acadêmico, do IGEC/FACHA frisou a necessidade do profissional adotar uma postura empreendedora. “Tem que agir como se dono da empresa fosse. Até porque essa será a melhor maneira de agir na hora em que deixar o lado empregado e assumir o outro lado”. Não percam “Cidade Inteligente”. O programa discute questões da cidade tendo como pano de fundo a educação. Dia 22, 8 horas da manhã, pela TV Bandeirantes e pelo canal 14 da NET.. Com reprise às 13 horas pelo canal 14 da NET e no dia 27 de novembro às 13 horas, também pelo canal 14 da NET. “Cidade Inteligente” trará informações interessantes para quem quer estar antenado com as novidades em relação ao mercado de trabalho, com uma análise franca de dois especialistas da área.
Indústria Láctea prevê oportunidades com novo perfil de consumo
19/07/10
Rio de Janeiro – A indústria láctea terá novas oportunidades com o aumento e o envelhecimento da classe média urbana. É o que aponta a terceira edição do relatório Tetra Pak Dairy Index, estudo que apresenta fatos, números e tendências mundiais da indústria láctea global.
O perfil mais velho da população, a urbanização e o crescimento da classe média estimulam a busca por novos tipos de produtos lácteos líquidos tanto nos países desenvolvidos quanto nos que estão em desenvolvimento. A demanda por produtos saudáveis é a tendência para os consumidores acima de 60 anos que já compram leite fortificado com cálcio, vitaminas e minerais que reduzem o colesterol e os protegem contra a osteoporose.
A urbanização faz com que os produtores de lácteos ofereçam produtos mais elaborados, com itens de valor agregado como o leite enriquecido e o iogurte. Outra medida adotada é a alteração dos modelos de distribuição. Já o crescimento da classe média e seu maior poder de compra acarreta a busca por outros produtos lácteos líquidos como o leite aromatizado.
O estudo prevê que o consumo global de leite e de outros produtos lácteos líquidos cresça 2,4% a em média por ano. De 2009 a 2012 é possível que o setor atinja 283 bilhões de litros, aumento de 0,2% sobre a última previsão. O relatório da Tetra Pak espera que o crescimento anual do setor seja mais acentuado em países do Pacífico Asiático, com média de 8,7%. A América Latina fica em segundo com 7,1%, seguida pela África, com 6,9%.
A importância dos suplementos de vitaminas e minerais aumenta com a idade
% de consumidores que dizem que a atividade é importante vs % que geralmente faz atividades:

Fonte: http://portalexame.abril.com.br
Comentário: O mercado de suco foi reinventado nos últimos 7 anos com o DelValle e o Ades. Um produto com sabor aprimorado e um novo modelo de distribuição fizeram o mercado se expandir em progressão geométrica (aliados ao aumento de poder de compra da classe C). O leite tem a mesma oportunidade. Embalagens menos caretas, novos sabores e um modelo de distribuição que vá além das gôndolas dos supermercados são caminhos interessantes para mudar hábitos e tirar o leite do tradicional café da manhã e do achocolatado. Hoje, na loja de conveniência, pedimos um mate, um DelValle, um refrigerante…..nunca um leite! Será que uma embalagem com pegada, um sabor agradável e um marketing de ponto de venda agressivo este hábito de consumo não poderia mudar?
*Rodrigo Goecks é professor de Gestão de Pessoas e Liderança na Pós-Graduação de Gestão Estratégica da Comunicação.
Copa não altera percepção em relação às marcas, diz GFK
01/06/10
Pesquisa indica ainda que a televisão é o produto mais desejado entre os consumidores
por Sylvia de Sá,
Comentários: Prof. Rodrigo Goecks

Rio de Janeiro – A Copa do Mundo não muda a percepção do consumidor em relação às empresas. Pelo menos é o que indica uma pesquisa realizada pela GFK, em que 70% dos entrevistados afirmam que o fato de uma marca se associar ao mundial não altera a visão que eles têm sobre ela. Destes, 74% das opiniões são femininas, enquanto 65% masculinas. Dos que acreditam que a associação de uma marca ao evento esportivo altera a percepção, 27% dizem que a mudança é positiva, enquanto apenas 3% acham que a imagem da marca torna-se negativa.
Segundo o levantamento, os atributos mais associados a uma marca vinculada à Copa são uma marca global/internacional, com 58% de respostas; qualidade, 53%; uma marca líder, 50%; confiável, 49%; moderna, 47%; alegre, 45%; inovadora, 41%; acessível, 40%; orgulho de ter em casa, 36%. Do total de entrevistados, 9% não associam qualquer atributo a uma marca vinculada com a Copa.
Em relação aos produtos, a televisão é o item mais desejado para 20% dos pesquisados. A intenção de compra do aparelho é maior entre os consultados das regiões norte e centro-oeste (29%), com idades entre 35 e 44 anos (26%) e das classes C e D (21%).
Os consumidores também desejam comprar peças de vestuário esportivo devido ao torneio. Os jovens com idades de 18 a 24 anos são os que mais demonstram esse interesse (28%), ao lado dos entrevistados das regiões norte e centro-oeste (23%). Por outro lado, apenas 8% dos idosos com mais de 65 anos não apresentam tal intenção de compra.
Como já era esperado, as marcas relacionadas ao setor esportivo são as mais lembradas, com 26% das menções. Entre elas, a mais citada é a Nike, que obteve 14% do total de respostas, em seguida aparece a Adidas, com 5%. A Nike é a mais lembrada pelos homens (21%) e jovens (19%), contra apenas 8% das mulheres.
O setor de refrigerantes aparece em segundo lugar (12%), seguido do cervejeiro (11%). A Coca-Cola se destaca com 9% das respostas entre os entrevistados que mencionaram os refrigerantes. A maior parte das mulheres citou a marca, 9%, contra 8% dos homens, enquanto o grupo de consultados com idades entre 18 e 24 anos é o que mais relaciona a marca com a Copa, 16%. Em relação às cervejas, a Brahma é a líder, com 6%, e a mais lembrada pelos idosos, já que 11% fizeram referência à marca.
Comentário: O estudo do impacto da copa nas vendas e na percepção das marcas é de grande interesse, o volume de dinheiro que o evento movimenta em todo o planeta é impressionante. Há algumas categorias que o impacto nas vendas é óbvio e imediato, como a venda de televisores e cerveja. Contudo, há outras categorias que o impacto nas vendas e, principalmente, na percepção de marca torna-se mais difícil de tangibilizar.
É aí que entra a dificuldade de pesquisar percepções tão intangíveis. Dificilmente os métodos tradicionais de pesquisa conseguem captar isso com propriedade. São valores gerados para marca que trabalham em conjunto, que não andam sozinhos, que respondidos simplesmente em uma pesquisa tradicional não são capazes de refletir a verdadeira geração de valor criada por uma ação como esta.
Questiono quando se diz que 70% dos entrevistados afirmam que a associação ao evento não altera a visão sobre a marca. O entrevistado fala o que o racional manda, não o que o emocional sente! Não é o fato de participar de um evento que eu vou mudar minha percepção da marca, pensa a grande maioria. Mas não necessariamente é o que a maioria sente e faz!
A resposta para esta pergunta? Eu não tenho, sei apenas que um questionário tradicional não é capaz de tangibilizar percepções tão complexas. Sei também que marcas tão poderosas e competentes não investiriam tanto se não entendessem ser vantajoso. E você, o que acha?
Rodrigo Goecks é Coordenador do IGEC e professor de Gestão de Pessoas e Liderança.
Fonte: http://portalexame.abril.com.br
Palestra do Prof Rodrigo Goecks na ConfraRio RH
30/01/10
Na última terça-feira, 26/01, o Prof Rodrigo Goecks ministrou a palestra “Gestão de Carreira – A importância da Formação Continuada” na Confra-RioRH.
Tivemos a presença de aproximadamente 50 profissionais de várias áreas que vieram compartilhar suas experiências sobre uma economia mais rápida e inovadora onde os trabalhadores vão precisar de aperfeiçoamento contínuo. Várias ocupações hoje inexistentes estarão em voga daqui há 5 ou 10 anos, afinal, nossa sociedade vem passando por transformações rápidas e constantes, com evolução tecnológica, envelhecimento populacional e uma nova geração muito mais antenada e conectada. Veja detalhes da palstra abaixo
TÓPICOS PRINCIPAIS:
* Gestão de carreira: de quem é a responsabilidade?
* Geração X, geração Y, qual a próxima?
* Dá para acompanhar a evolução tecnológica?
* Brasil 2020: Dez profissões do futuro
PALESTRANTE: Prof. Rodrigo Goecks
Mestre em Administração de Empresas (IAG – PUC), Pós-graduado em Marketing (FGV), Graduado em Administração de Empresas (Puc) e Ciências Náuticas (Marinha do Brasil), Coordenador do IGEC (Instituto de Gestão e Comunicação), liderou equipes de marketing e vendas na Gafisa e L’Oreal. Foi Diretor de Marketing e Vendas da Embelleze e Diretor de Vendas da Niely. Sua expertise em andragogia (ensino a adultos) tornou-o referência no tema no meio acadêmico e empresarial (www.andragogia.com.br). É Coach certificado pelo ICI (associado ao ICF – International Coaching Federation).
Veja mais: http://blog.pepelavandeira.com.br/
Local: Instituto Rio Carioca – Rua Barão do Flamengo 32/12º andar – Flamengo – RJ http://www.institutoriocarioca.org.br/centro_excelencia.php





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