Artigos com o marcador jornalismo
Mauricio Menezes, Lula Vieira e Edilson Silva no IGEC/FACHA
03/12/12
Encerrando novembro com chave de ouro, o IGEC/FACHA promoveu uma palestra com 3 veteranos da comunicação. Na 6a feira, dia 30/11, Maurício Menezes, o “Mister MM” da Super Rádio Tupi e do programa Balanço Esportivo na CNT, Lula Vieira, publicitário destaque com longa estrada na propaganda e Edilson Silva, âncora do programa Balanço Esportivo e das transmissões esportivas na Rádio Transamérica FM juntaram-se para brindar os presentes ao evento com uma visão otimista e fundamentada do mercado de comunicação, além, claro, de contar causos hilariantes do jornalismo e da publicidade brasileira.
Os 3 palestrantes foram unânimes ao afirmar que o mercado está aquecido e sedento de talentos, quem se dedicar terá seu lugar ao sol. Lula Vieira afirmou que as novas gerações precisam ampliar seu espectro de leituras
Segundo Lula, “Machado de Assis é tão relevante quanto um livro técnico”.
Maurício e Edilson reforçaram que a curiosidade e o instinto natural do repórter fazem a diferença. Os dois fecharam a noite contando causos do jornalismo esportivo para risadas gerais da platéia.
Vejam as fotos abaixo:
Palestra “Plantão de Notícias” na FACHA
23/11/12
Dia 30/11/12 o IGEC/FACHA receberá os jornalistas Maurício Menezes e Edilson Silva e o publicitário Lula Vieira para uma palestra sobre jornalismo e publicidade. Os três estão promovendo o espetáculo “Plantão de Notícias” no Teatro Vannuci (Shopping da Gávea), que entra no seu 21o ano.
O criador do Plantão de Notícias, Maurício Menezes, está no programa do Clóvis Monteiro, de 6 às 8 da manhã, na Super Rádio Tupi AM, do Rio e é jurado nacional do Prêmio Embratel de Imprensa Começou em 1970, na Rádio Nacional, ficou 29 anos na Rádio Globo e foi repórter durante 25 anos na sucursal carioca de O Estado de S. Paulo. Durante oito anos foi assessor de imprensa do Tribunal de Justiça e do Tribunal Eleitoral do Rio.
Maurício, Edilson e Lula contarão causos, responderão à perguntas dos participantes e certamente promoverão um clima de conhecimento aliado a muito humor.
A palestra acontecerá no dia 30/11/12, às 19:30h no auditório da FACHA, na Rua Muniz Barreto 51, Botafogo, próximo ao Ed Argentina. A entrada é gratuita e as inscrições devem ser feitas através do e-mail claudio@igec.com.br

Para conhecer o espetáculo “Plantão de Notícias” acesse http://www.plantaodenoticias.com/
Os impasses do jornalismo 1.0
11/09/12
Por Carlos Nepomuceno*
A indústria de notícias é uma que mais sofre diretamente e mais fortemente a chegada da Internet, pois esta mexe com algo básico daquela indústria: a maneira de controlar e distribuir informação.

Todo dia saem notícias de seminários sobre o futuro do jornalismo.
A indústria de notícias é uma que mais sofre diretamente e mais fortemente a chegada da Internet, pois esta mexe com algo básico daquela indústria: a maneira de controlar e distribuir informação.
(O novo modelo de controle altera a gestão de todas as organizações, mas umas terão mais tempo, outras menos.)
Destaco o artigo do Valor, de 10/09/2012, no qual depois de muito texto, de uma página inteira do jornal, no último parágrafo temos o seguinte desfecho:
A relevância das redes sociais para o jornalismo, entretanto, não é um consenso. Para Ryaad Mynty, chefe para mídias sociais da TV Al Jazeera, todos os cidadãos são produtores de notícia e as empresas têm de criar a cultura da participação. “Os meios não são os primeiros a dar as notícias; são as pessoas. Nós as recolhemos, organizamos e distribuímos para todo mundo.” A opinião, que reserva ao jornalista um papel secundário, não encontrou muito respaldo na plateia.
Note que nesse parágrafo temos um tema para vários seminários, nele está contido:
- cidadãos são também produtores (ou reprodutores) de notícia;
- cultura da participação;
- Modelo de jornalismo: . “Os meios não são os primeiros a dar as notícias; são as pessoas. Nós as recolhemos, organizamos e distribuímos para todo mundo.”
- A opinião, que reserva ao jornalista um papel secundário, não encontrou muito respaldo na plateia.

No âmago dessa discussão, voltamos ao tema principal, colocado neste post.
É a rede social digital que vai se adaptar ao atual jornalismo ou é o jornalismo que vai se adaptar à rede social?
Vivemos um momento de crise de percepção, típico quando nos defrontamos com um problema complexo, no qual todos têm uma opinião apaixonada pelo tema.
Diria que temos que ver o cenário em três dimensões distintas para não nos atrapalharmos.
- O que aconteceu ontem?
- O que acontece hoje?
- E o que vai acontecer amanhã?
Sabemos, a olhos vistos, que o jornalismo, como a gestão, não pode mais ser vista no modelo das práticas que eram válidas até 2004, antes da forte participação dos consumidores/cidadãos nas redes sociais digitais.
Ou seja, há uma necessidade de mudar.
Isso me parece consenso.
As questões na mesa são:
- Mudar para onde?
- E quando?
- De que forma?

Quando Ryaad Mynty, chefe para mídias sociais da TV Al Jazeera fala da cultura da participação, ele introduz algo diferente do que é hoje consenso na indústria da mídia.
A sociedade, através do Governo Aberto, mais transparência, já aceitou que vai se abrir um pouco mais para a sociedade, dialogar mais.
Porém, a ideia da participação e da colaboração não é um consenso.
E é justamente esse o impasse da visão que temos pela frente.
Hoje, estamos na fase da interação maior e não da participação maior.
Ainda consideramos que o modelo de intermediador passado não estará completamente modificado no futuro.
No presente, não está claro de que iremos ampliar a participação dos consumidores/cidadãos/leitores no modelo de controle da gestão/informação, que são unha e carne, como defendi aqui.
Quando se fala em participação tem-se a impressão que o “o jornalista terá papel secundário”.
Ele terá um novo papel, nem secundário, nem primário, pois a demanda por significado é cada vez mais primordial na sociedade.
O problema é que não chegamos ainda ao novo modelo e nem conseguimos sair do atual, vivemos um limbo entre duas etapas.

O impasse é de que precisamos de um novo modelo de controle/gestão, no qual há um reposicionamento e gradual do papel do profissional de informação/comunicação.
Olhar o presente para um público pré-Revolução Cognitiva nos dá uma visão deturpada, pois é para os jovens e suas expectativas que temos que observar e criar projetos.
O impasse está justamente como harmonizar passado, presente e futuro.
Assim, surge a ideia de um modelo de gestão de inovação (que nada mais é do que gerenciar mudanças) que possibilite continuar a operando nestes três tempos em paralelo (passado, presente e futuro), sem prejuízo para a organização.
- Parte no modelo tradicional para quem ainda o consome;
- Experimentando modelos novos mais ainda na cultura sem a participação;
- E, por fim, projetos arrojados com a participação no centro do cenário.
Algo como zonas de inovação programadas, como defendi aqui.
Por aí, que dizes?
Carlos Nepomuceno (Nepô) é professor de Conversão 2.0 na pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Prêmio Sebrae valoriza veículos de norte a sul do país
28/01/11
Etapa estadual da premiação reconhece talentos nas redações e elege os melhores veículos de cada estado
O Prêmio SEBRAE DE JORNALISMO tem o objetivo de estimular e valorizar a produção de trabalhos jornalísticos veiculados na imprensa nacional relativos ao desenvolvimento das micro e pequenas empresas no Brasil. O prêmio conta com a participação promocional da Revista IMPRENSA e o apoio institucional da FENAJ e INTERCOM.
A novidade desta edição é que o prêmio acontecerá em três fases: estadual, regional e nacional. A inclusão da fase estadual aumenta as oportunidades de reconhecimento e visibilidade para os veículos dos 27 estados do Brasil que desenvolvem matérias e reportagens abordando desde empreendedorismo até inovação e políticas públicas.
Ainda dá tempo de produzir o trabalho que pode ser finalista do Prêmio SEBRAE. Podem concorrer matérias e reportagens veiculadas desde janeiro de 2010 até 28 de fevereiro de 2011. E o prazo final para inscrição é 5 de março.
Serão premiados os trabalhos inscritos nas categorias de jornalismo impresso, rádio, TV e web, com prêmios de R$ 12,5 mil. Além do Prêmio Especial do Júri SEBRAE – para trabalhos sobre a pauta Inovação, as Menções Honrosas para Fotojornalismo e Repórter Cinematográfico, e o Grande Prêmio de R$ 25 mil.
A ficha de inscrição bem como o regulamento completo do Prêmio SEBRAE DE JORNALISMO estão disponíveis no site.
Não perca tempo! Selecione as melhores matérias/reportagens desenvolvidas por seu veículo e faça já a sua inscrição.
Serviço:
Gisele Sotto
Revista IMPRENSA
Fone – (11) 2117-5300
premiosebrae2@portalimprensa.com.br
Aula de prática de Regras do Esporte no Maracanã
08/09/10
Veja abaixo as fotos da aula prática de Regras do Esporte, cuja ementa propõe gerar conhecimento específico dos esportes e suas regras, preceitos e especificações, e onde são estudadas as regras dos principais esportes olímpicos. Acompanhandos do Prof. José Paulo, a 4a turma de Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte, acompanhou in loco toda movimentação de um jogo de futebol, recebendo explicações sobre aplicação e interpretação de regras.
Sala de imprensa e o modelo internacional na área de saúde
10/03/10
Por Cris Dissat*
Quando se fala em preparar uma sala de imprensa para eventos como o Fashion Rio, diversas necessidades são avaliadas, e uma estrutura bem-feita é montada para atender os jornalistas. Mas por que não conseguimos ver pelo menos 50% desse tipo de iniciativa em eventos na área de saúde no Brasil? E saúde é algo que “vende” tanto em veículos impressos como on-line. Qual a dificuldade?
Se, no Brasil, o processo é feito, na grande maioria das vezes, em cima da hora, era bom se espelhar em outras estruturas, que podem ser facilmente adaptadas a nossa realidade.
Em Montreal
O último World Diabetes Congress, realizado em Montreal (Canadá) e organizado pela International Diabetes Federation (IDF), reuniu jornalistas do mundo inteiro para acompanhar as novidades científicas e epidemiológicas da área. Os jornalistas da equipe da IDF, coordenados por Phil Riley, trabalharam duro durante todos os cinco dias de evento, ou melhor, a preparação começou bem antes.
O centro de imprensa foi montado dentro do Palais de Congress, que também era sede do evento. Além das salas de trabalho, os jornalistas tinham uma exclusiva para as refeições, fornecidas pela organização. Para ter uma noção do espaço de trabalho, registrei os locais em um vídeo.
Conversei com uma das jornalistas da IDF, integrante da equipe, Kerrita McClaughlyn, que relatou como foi feito o trabalho. Uma equipe reduzida, mas que teve total apoio da IDF para a montagem da estrutura.
Quantas pessoas trabalharam?
Kerrita – Quatro funcionários do IDF trabalharam no Centro de Mídia IDF World Diabetes Congress: Kerrita McClaughlyn – IDF Media Relations Manager; Merry Rivas Gonzalez – IDF Spanish Media Coordenador; Phil Riley – IDF Communications Manager; e Alain Baute – IDF Communications Manager Online. Eu e Merry ficamos responsáveis pela comunicação social da IDF no Centro de Convenções; Phil e Alain também foram responsáveis por outras áreas de divulgação dentro do Congresso, atendendo a presidência da IDF. Contamos, também, com a assistência de um casal de voluntários canadenses a cada dia.
Quantos dias você trabalhou para preparar a estrutura para a imprensa?
Kerrita – Comecei em fevereiro de 2009 (o evento aconteceu em outubro). Trabalhei com Pedro Engels da equipe do Congresso da IDF para criar o layout e a estrutura da sala de imprensa e para fornecer os equipamentos necessários, como computadores, estações portáteis, impressoras, cópias, fax, telefone. Também estudamos, no layout, a capacidade das salas de conferência de imprensa.
Além da estrutura, em Montreal, também foi criada uma área para a imprensa no site do Congresso, desenvolvida com a ajuda de Merry Rivas Gonzalez e Lorenzo Piemonte. Eu escrevi as matérias e orientações para os jornalistas. Merry ficou responsável por toda a tradução do material em outras línguas, e Lorenzo atualizou o site. Também foi incluída uma área para o registro on-line dos profissionais, processados até o Congresso.
Quantos comunicados de imprensa foram produzidos?
Kerrita – IDF lançou dez comunicados de imprensa durante os cinco dias do Congresso Mundial de Diabetes. Os lançamentos estão disponíveis no site da entidade. A tradução do material também ajudou a imprensa na agilidade da distribuição das informações em seus países.
Você acha que o número de conferências de imprensa foi o suficiente?
Kerrita – Foram seis conferências da IDF para a imprensa e quatro da indústria farmacêutica. Acho que foi o suficiente, considerando que tínhamos uma equipe muito pequena. A correria foi grande para atender a todos os pedidos dos jornalistas que estavam no Centro de Convenções e para os outros de diversas partes do mundo. Foi necessária a criação de diversos materiais informativos durante o período do evento, enquanto aconteciam as conferências de imprensa. Foi muito difícil, mas conseguimos, e estou grata a Merry, Phil e Alain pelo trabalho duro.
*Cristina Dissat é jornalista, sócia-editora da Informed Jornalismo (www.informedjornalismo.com.br) e editora do jornal da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (www.endocrino.org.br). Especialista em desenvolvimento de conteúdo para websites, é membro da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (www.abjc.org.br/). Foi aluna da Pós-Graduação em Gestão Estratégica em Marketing Digital
Fonte: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna_col.asp?panorama=332&tipo=C
Sábado das campeãs
22/02/10
Completei 10 carnavais trabalhados na Sapucaí. Já fiz concentração, dispersão e muitos camarotes. Durante todos esses anos o meu alvo sempre foi o mesmo: os famosos. Seja na avenida ou em uma área vip é impossível não perceber a ansiedade de quem vai desfilar e a euforia de quem assiste. Isso nunca muda no carnaval. O que vem mudando é a maneira como os famosos se comportam na folia. Pelo menos no Rio, os convidados vips estão mais discretos. Ou estão mais espertinhos (risos). Antigamente, quando dois famosos queriam curtir um romance de carnaval não se importavam com os flashes e se beijavam na fila do banheiro, na pista de dança… Hoje em dia não é mais assim. Para conseguir flagrar um novo casal na folia é difícil! Só em Salvador…
Até a próxima!
Um abraço, Roberta Escansette











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