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Lançamento do livro “Garrincha x Pelé, a influência da mídia na carreira de um jogador”
28/11/12
Olá leitores do blog do IGEC. É com imenso prazer e orgulho que anunciamos o lançamento, no RJ, do livro “Garrincha x Pelé, a influência da mídia na carreira de um jogador”, do nosso querido Filipe Mostaro, jornalista e ex-aluno da 5a turma de pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do esporte (JENE5).
Fruto dos estudos de Filipe na JENE5, a questão quem foi melhor: Pelé ou Garrincha? tornou-se frequente nas discussões dos amantes do futebol e sempre esbarra no papel e interferência da mídia na carreira de um jogador. Mas será que esse fator pode ser realmente decisivo? Nos tempos atuais dos jogadores-celebridade, acompanhando a evolução da cobertura da mídia e do jornalismo esportivo sabemos que sim. Filipe analisa a transformação do esporte em fenômeno midiático, onde todo e qualquer jogador torna-se um produto em potencial que vai atingir algum público alvo e se tornar um garoto propaganda. Garrincha e Pelé tiveram um tratamento diferenciado em sua carreira e isso foi fundamental para formação da imagem que perdura ate hoje sobre os dois ídolos do esporte nacional.
O lançamento do livro será no IGEC, na Av Pres Vargas, 534/15 andar, dia 10/12/12, às 19:30h. Inscrições devem ser feitas através do e-mail livia@igec.com.br
Entrada: 3 ítens, de livre escolha, entre sacos de lixo, avental plástico, Minilax (medicamento de trato intestinal) e sucos de garrafa e gase (para curativos). Estes itens serão doados ao orfanato Lar Maria de Lourdes, na Rua Pajurá, 256 Taquara – Jacarepaguá, Tel: 3392-9646 / 2435-0577 / 9617-5888.
Assita Filipe Mostaro falando sobre o livro
http://www.youtube.com/watch?v=fQ1vwNzNPaU
JENE 9 no Engenhão
27/11/12
O domingo chuvoso no Rio de janeiro não foi um motivo para deixar de lado a tradição das aulas práticas promovida pelo professor José Paulo. A 9ª turma de Pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (JENE9) visitou o Engenhão para a aula de “Regras do Esporte”.
Na 37 ª rodada do Campeonato Brasileiro 2012, quem levou a melhor foi o Atlético-MG, vencendo o Botafogo por 3 a 2 no Engenhão.
Os alunos tiveram a oportunidade de analisar as regras da partida sob determinados aspectos que são abordados em sala, gerando discussões sobre as principais regras do esporte.
Foi um jogo morno, 4.629 torcedores tentavam animar os times e os lances polêmicos com expulsões tomaram conta do Estádio, causando indignação e emoção na torcida.
Os futuros especialistas esportivos prestavam atenção a cada jogada, sempre com os olhos no relógio e a caneta preparada para as anotações a cada regra descumprida.
A paixão pelo esporte, a descontração e a positividade marcaram presença, além dos olhares atentos da nova turma que promete fazer a diferença no meio esportivo.
Triatlon atrai a atenção do público ao redor do mundo
15/11/12
Por Roberta Monteiro*
2012 é o ano de comemoração dos 30 anos do esporte no Brasil
O Triatlon comemora 30 anos no Brasil, uma modalidade esportiva completa onde o atleta participa de três provas sequenciais e ininterruptas. Na distância olímpica só 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. O esporte vem atraindo olhares do mundo inteiro pela grande competitividade e emoção da modalidade.
Os seus principais benefícios são: emagrecimento, desenvolvimento do sistema cardiorrespiratório, fortalecimento dos ossos, ganho e manutenção da força,
prevenção e combate de várias doenças. Dessa maneira, os triatletas masculinos e femininos possuem condições físicas invejáveis.
No ano de comemoração do esporte, a mídia tem dedicado espaços cada vez maiores ao esporte, principalmente pela sua inclusão nos Jogos Olímpicos. Além da visibilidade, o triatlon vincula a imagem dos patrocinadores à saúde, determinação, esforço, dinamismo e outros aspectos positivos da formação do ser humano.
A modalidade no Brasil mudou nos últimos 30 anos com o avanço da tecnologia. O esporte ganhou seu espaço e hoje é o esporte com a maior expansão no mundo. Hoje existem três modos de triátlon: o Ironman, a ITU e as faixas etárias. Os três estão muito bem e crescendo aceleradamente.
Professor de Química Orgânica do Instituto Federal de Educação do Rio de Janeiro, Marcelo Sierpe, atleta, 46 anos, revela não ter muitas lembranças da Corrida Alegre, trazida para o Brasil pelo jornalista José Inácio Werneck.
“Recordo vagamente que nesta prova a ordem das modalidades foi invertida entre o ciclismo e a corrida. Depois da natação, corremos cerca de 7,7km e pedalamos 15km. A prova teve um caráter muito mais festivo do que competitivo. Não houve pódio nem premiações, só alegria!”, disse o atleta.
Ainda nas competições, o triatleta reclama da elitização da modalidade, o que se reflete no alto rendimento.
“O Ironman Brasil teve quase 2.000 participantes, além dos muitos que não conseguiram se inscrever. Os preços dos equipamentos e o próprio valor das inscrições, no entanto, tornaram-se mais elevados. Isto tem direcionado o esporte para um público de classes econômicas cada vez mais elevadas. Profissionalmente houve uma regressão. Em 2004 mandamos seis atletas às Olimpíadas de Atenas. Este ano teremos apenas três em Londres”, afirma Sierpe.
Segundo a Federação de Triatlon do Estado do Rio de Janeiro (FTERJ), O Rio de Janeiro foi pioneiro no passado, ao trazer o esporte para o nosso país no início da década de 80. Nos anos 90 e início deste século o pólo do triatlon nacional se deslocou para outros estados, especialmente o de São Paulo. O triátlon do Rio de Janeiro cresceu muito nos últimos cinco anos. Eram comum, em 2005 e 2006, as provas de triátlon no Rio terem pouco mais de 100 participantes.
Agora de volta com força total e com a união de triatletas, empresas e amigos que garantiu ao esporte um novo gás. O número de eventos cresceu de forma avassaladora nos últimos anos. Hoje temos provas com quase 1500 atletas, usando cronometragem com chip e pórticos de chegada gigantescos.
Naquela época, a mentalidade era mais ou menos de treinar natação com nadadores, ciclismo com ciclistas e corrida com corredores. Os treinamentos era baseado no erro e acerto ou na intuição dos atletas e técnicos. Agora, o esporte tem mais estudos a respeito de seu treinamento. Muitos ex-atletas tornaram-se técnicos de triathlon, facilitando e aprimorando seus métodos.
Carlos Dolabella, atleta que em 1982, com apenas 21 anos de idade, era o mais novo do primeiro grupo de brasileiros que foi tentar a sorte no Havaí. A competição era nada mais nada menos que o temido Ironman. Para o atleta sua participação na prova foi algo iluminado e marcou a sua vida.
“Foi realmente o momento certo para nós e ficamos muito orgulhosos em ver que nossa aventura tenha dados tantos bons frutos. Não posso dizer que ela tenha mudado algo por que eu era muito jovem. Mas por conta do Ironman de 1982 minha vida tomou um rumo e o triátlon nunca mais saiu de dentro de mim. Fico muito feliz em relembrar os velhos tempos, em que o triátlon era uma verdadeira paixão e um grande desafio a ser superado. E mais feliz ainda em, depois de tantos anos, continuar competindo profissionalmente no Brasil e no exterior”, afirma.
O triatlon é um “estilo de vida” que pode ser praticado por qualquer um independente de idade ou sexo. É esse método de vida que dar continuidade ao esporte até os dias de hoje com o intuito de oferecer saúde e o bem estar para todos, desafiando triatletas e gerando a vontade de superar metas. E quem venha os próximos 30 anos. Parabéns ao esporte!
*Roberta Monteiro é aluna da 9a turma da pós em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte
Roberta Monteiro da JENE9 revela sua trajetória e paixão por duas profissões
07/11/12
Conheça Roberta Monteiro, aluna da 9a turma de pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte
Roberta Monteiro, 26 anos, é uma jovem que já nasceu sabendo o que quer: ser jornalista e atriz. Como tantos brasileiros, Roberta buscou uma oportunidade no Rio de Janeiro, onde mora há oito anos. Hoje, ela se divide entre a cidade natal e a cidade maravilhosa. Tem o apoio da família e amigos.
Roberta participava de todas as apresentações artísticas da escola, fez a sua primeira peça aos 9 anos de idade e gostava de imitar as repórteres e atrizes em casa. Aos 17 anos mudou-se para o Rio de Janeiro para cursar Artes cênicas. “Minhas principais características são a determinação, sonho, coragem e a alegria de viver”, afirma.
“Sou uma mulher guerreira também. Eu saí de casa muito cedo pra estudar no Rio de Janeiro atrás de um sonho. Não foi fácil deixar a família e os amigos para lutar por um sonho, mas sempre acreditei muito em Deus e sabia que era preciso ir a luta. Sou muito batalhadora, aprendi a ser assim com a minha mãe. Ela é tudo para mim, e quando digo tudo é tudo mesmo.
É a pessoa que mais confio, e que sei que nunca vai me desapontar e nem me abandonar e mais que isso é um exemplo de vida, determinação, responsabilidade e sucesso. Se eu sou metade disso tudo, eu devo a ela”, completa.
Como jornalista trabalhou na Band TV, na TV Brasil e na CNT, mais precisamente como repórter no programa “Fuzuê na TV”.
“O ‘Fuzuê’ era um programa para os jovens de todas as idades, que saem na noite, curtem bares, gostam de badalação, boates, shows, teatro, esportes, diversão, mas não se limitam a um único estilo e, claro, adoram um fuzuê. Foi um grande aprendizado para minha carreira como jornalista”, conta.
A paixão de Roberta pelo jornalismo esportivo começou nas primeiras reportagens esportivas que fez no programa Fuzuê na TV. Roberta cobriu o Campeonato Estadual de Triátlon do Rio de Janeiro, Campeonato Brasileiro de Equipes de Jiu-Jitsue um passeio ciclístico promovido pela Sul América Night Bikers.
Um ano depois, ela deixou o agito das pautas sobre as badalações cariocas e começou a trabalhar na Band Rio, na produção dos Jogos Mundiais Militares, aumentando a paixão pelo jornalismo esportivo. Outra experiência que ficou marcada foi a cobertura do Torneio mundial de golf -HSBC LPGA Brasil Cup 2011. A jovem jornalista acredita que o esporte e arte podem mudar a vida dos jovens brasileiros.
“Quando meu pai faleceu eu tinha 7 anos, foi uma fase muito difícil para nossa família, minha mãe teve lutar muito para sustentar a casa e cuidar de mim e do meu irmão, então ficávamos muito tempo sozinhos em casa, enquanto ela trabalhava. A minha distração era a televisão e as novelas, então começou minha a paixão pelas artes. Minha mãe viu o meu interesse e me colocou em um curso de teatro. A arte mudou a minha, me fez sorrir novamente”. Declara emocionada.
Desde janeiro deste ano, ela assumiu um desafio importante. Roberta, assina uma coluna, na revista Fácil Nordeste sobre diversos assuntos do universo da Moda, sempre com ênfase em moda, beleza, saúde e bem estar.
Como atriz, Roberta fez participações no seriado da Rede Globo, Malhação e no programa Linha Direta. Na TV Brasil fez a minissérie História do Brasil, ano passado, o formato foi desenvolvido pela Conspiração Filmes a partir de uma ideia original da produtora Catarina Poiares Baptista. A história reproduz momentos da história brasileira, mesclando ficção e documentário, para mostrar um Brasil desconhecido da maioria dos brasileiros. A direção é de Arthur Fontes, da Conspiração Filmes, e a pesquisa histórica é de responsabilidade da equipe da RHBN.
No teatro, participou da Cia Prática de Montagem com direção do Michel Bercovitch com as peças Assim é se lhe parece do escritor e dramaturgo italiano Luigi Pirandellodo Pirandello e Jogos do Massacre do Eugéne Ionesco. Estudou por dois anos no Tablado enquanto conciliava o curso de Jornalismo.
Esse ano, ela começou a Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte com o intuito de aprimorar seus conhecimentos sobre o esporte para realizar o sonho de trabalhar na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.Uma só pessoa, duas profissões essa é Roberta Monteiro.“Acreditar que somos capazes é uma força que nos move nos projeta, para o reconhecimento, acreditarmos em nos mesmos, foi o que me incentivou a chegar onde cheguei, foram oito anos de muitos esforços, dedicação, lutas e objetivos alcançados, que não serão esquecidos”.
Jene 8 na Super Rádio Tupi
11/10/12
Chegou a vez da 8a turma de pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (JENE8) visitar o programa Giro Esportivo da Super Rádio Tupi. A visita foi parte da aula de Rádiojornalismo Esportivo, do prof Ruy Fernando. Veja as fotos:
Turma JENE7 e RIB ART gravam matérias para TV, no Jockey Clube
04/07/12
No último sábado, 30 de junho, o Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, conheceu o jockey campeão da temporada 2011/2012.
Seu nome é Vagner Borges (V.Borges), de apenas 19 anos.
Seu principal rival na competição foi o bi-campeão D.Duarte.
A 7a turma de Pós-graduação do IGEC, do curso de Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (JENE7), esteve presente ao evento para a cobertura da disputa final entre V.Borges e D.Duarte, quase empatados no número de vitórias, até as provas de sábado.
O resultado da disputa, com o novo campeão, só saiu no penúltimo páreo, vencido por V.Borges.
A RIB ART PRODUÇÕES foi a produtora que acompanhou a turma na gravação das matérias. Estão em fase de edição. A disciplina de Jornalismo Esportivo na TV é ministrada pelo jornalista de esportes Victorino Chermont, hoje na FOX.
Sport e Ambev se reúnem para aparar “crise do vídeo”
22/05/12
RODRIGO CAPELO
Da Máquina do Esporte, São Paulo – SP
Comentários do Prof. Flávio Dias*
Patrocinadora tanto do Flamengo quanto do Sport, a Ambev assumidamente escorregou no último fim de semana. Antes do confronto entre ambos, a cervejaria publicou vídeo no qual um “repórter” desdenha da equipe pernambucana e finge sotaque nordestino: como consequência, irritou muitos torcedores. Após toda a repercussão negativa, a empresa decidiu se explicar pessoalmente a dirigentes.
“O vídeo realmente foi infeliz, e nós admitimos que ele passou de uma linha tênue, mas não o fizemos de nenhuma forma para ofender torcedores do Sport. É um clube que temos muito carinho, como todos que apoiamos, e nos vimos na obrigação de ir presencialmente explicar de maneira formal o que aconteceu”, esclarece Rafael Neves, gerente de marketing esportivo responsável pela Brahma na empresa.
O responsável pela produção do conteúdo, na verdade, é o Esporte Interativo, e executivos da emissora especializada em esporte também foram convidados a comparecer na reunião desta terça. O canal cuida não apenas do perfil flamenguista, mas do vascaíno, do botafoguense, enfim, de todas as equipes que são patrocinadas pela Brahma. Acionado pelo clube após a publicação, teve de agir rapidamente.
Logo depois que o vídeo ganhou escala, o diretor de marketing do Sport, Sid Vasconcelos, foi avisado sobre a publicação e, da Argentina, onde visitava a agência Pro Enter, entrou em contato para que ele fosse tirado do ar, pedido prontamente acatado. A Ambev e o Esporte Interativo, então, divulgaram nota de desculpas, afastaram quem produziu e aprovou o vídeo e determinou, internamente, novos limites.
“Nós cuidamos de toda a produção de conteúdo da Brahma, e os canais foram constituídos de maneira individual para que cada torcida tenha sua página específica, com a linguagem dela. Em cada uma delas, reservamos espaço para brincadeiras, corremos riscos, e dessa vez percebemos que erramos a mão”, lamenta Mauricio Portela, vice-presidente de novas mídias do Esporte Interativo.
Os danos ainda estão sendo medidos. Sid Vasconcelos, por exemplo, leu comentários de vários torcedores que disseram não mais comprar nenhuma cerveja Brahma, como forma de resposta ao que chamaram de “discrimição aos nordestinos”. “Tenho plena convicção de que foi um erro, mas que não foi algo premeditado pela Ambev, porque eles não são assim”, pondera o diretor de marketing do clube.
De qualquer modo, as três partes envolvidas avaliam que dificilmente o episódio irá acabar em algum rompimento contratual. A Ambev, por meio da marca Brahma, prometeu se esforçar para reconquistar a simpatia dos torcedores pernambucanos. O Esporte Interativo, a se policiar melhor a respeito de piadas e brincadeiras. A princípio, pelo menos por enquanto, nenhuma parceria está ameaçada.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br
Comentário:
Quando iniciei minha carreira em busca de um mínimo de aceitação de quem me ouvisse ou lesse, tinha como norma algumas regras básicas, como credibilidade, seriedade e principalmente responsabilidade. Aqui quem fala é um jornalista que se considera extremamente atualizado apesar de ser de uma outra geração e que na sua vida tira graça com tudo, mas quando dirige uma opinião procura ser bastante imparcial e sabedor que quem lhe acompanha merece uma posição direta e séria. Jornalismo para mim é algo sério. Admito que hoje em dia as mídias sociais e alternativas fazem uso de humor em alguns momentos escrachado, mas não o vejo com olhos sadios, apesar de respeitar. Se o espaço é dado, surte efeito, o que fazer. Lutar contra o mundo?
Fui recentemente convidado para um projeto de rede de televisão na internet, a Rede Zyo. Composta por gente jovem mas com sentido de competência no que realiza, a Zyo terá pessoas de um porte como Daniela Escobar, atriz de ponta da Rede Globo e o cantor e produtor Vinny. É claro que os muitos “sem noção” e que chamam a atenção, sendo uma tendência das pessoas adorarem, principalmente a juventude, necessitada de uma descontração que o conturbado e globalizado mundo não dá (hoje é tudo muito sisudo, apesar de vivermos numa democracia…será?), farão parte do canal. Só que ao assinar meu contrato fiz questão de exigir ser o contra ponto. Não que seja sisudo, mas minha formação é de jornalismo sério, como disse anteriormente. Até para fazer humor você precisa ser sério. Precisa ser muito inteligente. Chaplin faz as pessoas sorrirem até hoje pela sua pureza no humor. Forrest Gump faz as pessoas chorarem, sorrirem e se divertirem pela visão de um homem simples. E que mensagem passa este filme de um homem tido como bobo. Pois é.
Fiz questão de dizer tudo isto para dar minha opinião sobre este caso. A Brahma paga e sustenta os clubes com ações diretas. Sustentação em clubes que dependem muito desta grana e deste suporte. É claro que isto não dá direito a empresa de sacanear publicamente quem quer que seja, apesar de ser comum no futebol a brincadeira depois do resultado. Diga quem nunca ”gozou” com seu amigo torcedor de outro clube? Acho que esta situação específica envolve algumas coisas básicas, como complexo de inferioridade, conflito político pela Copa União de 1987, quando Sport e Flamengo brigaram e brigam até hoje pelo reconhecimento de quem é o campeão e também um pouco de liberdade demais para quem elaborou a matéria. Conheço o trabalho dos canais Brahma. Acho sagaz e diferente, mas quem faz no dia a dia precisa entender que nem sempre dá para fazer piada com tudo. É minimamente pensar que não só torcedores do Flamengo estariam ligados na fan page do Fla Brahma. Como foi o anúncio na Nissan dos vice campeões. Logo se fez uma revolta com os vascaínos que reclamaram pois o primeiro comercial era de uma camisa como a do Vasco. De forma inteligente, a agência ampliou para outras camisas e passou a polêmica. Todos podiam ser vice. A Brahma tem outros canais de clubes e todos brincam com adversários, como é no dia a dia. Mas reclamar do sotaque, da sacanagem com o Sport, é querer achar que faz parte do centro do mundo. Todos brincam. O que se pode discutir é o limite do canal, já que foi editado por uma rede de TV que faz jornalismo esportivo e do bom, como a TV esporte Interativo. Só acho ser uma tempestade em um pires de água. Nem copo é. Cada um deveria rir do outro e a Brahma deveria fazer agora uma brincadeira igual com as férias do Flamengo, sendo menos sisudo este episódio. O nordestino precisa entender que ter sotaque é inerente a vontade dele. Só que todo o Brasil tem sotaque. Vamos parar de olhar o próprio umbigo e achar que o mundo conspira contra você.
A minha preocupação é com a separação do jornalismo da brincadeira. Falar com o torcedor é algo muito importante, mesmo usando a linguagem da sacanagem. Quando ela é pública, pode machucar. Mas ela não acontece sempre? Acho que é muita areia pro caminhão que venderam. Vida que segue, sem complexos, sem bairrismos e talvez com um pouco mais de bom senso e noção de quem edita e faz este material. Mas sem cara fechada, represálias e brigas. Vida leve, minha gente. Tomem uma Brahma e façam as pazes.
Fonte: www.maquinadoesporte.com.br
Flávio Dias é professor de Assessoria Esportiva na pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte
OS COMENTÁRIOS AQUI POSTADOS REFLETEM UNICA E EXCLUSIVAMENTE A OPINIÃO DO PROFESSOR.
Marcelo Ribeiro, o “Filmmaker” da JENE7
02/05/12
Quer aprender Final Cut e Filmmaker? Fala com o Marcelo Ribeiro, aluno da 7a turma de Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. Marcelo Ribeiro é arquiteto, jornalista, fotógrafo, cameraman, editor, diretor artístico de cinema e TV e ator profissional, com grande experência em direção e edição de programas para TV, tendo trabalhado para a TV Globo, TV Manchete, TVE, Rede TV e SporTV, entre outras emissoras no Brasil e exterior. Recentemente viveu por 4 anos na Itália trabalhando com produção audivisual em vídeo para TVs e nos últimos 3 anos foi responsável pelas produções de todos os programas da Record TV Network, emissora da Rede Record, em Londres, na Inglaterra.
Veja seus cursos aqui:
http://www.facha.edu.br/extensao_curso.php?ID=101
http://www.facha.edu.br/extensao_curso.php?ID=42
A ditadura dele acabou, mas o sistema político ainda é o mesmo
17/03/12
Por Fábio Tubino*
O ditador caiu. Depois de seu reinado absolutista, o Brasil pode comemorar a queda anunciada do Sr Teixeira. É evidente que esperei este dia chegar, já que acompanhei sua postura arrogante especialmente nos anos 90.
Ele foi eleito em 1989 sob a tutela do então sogro João Havelange, sempre valorizando as Federações estaduais de Futebol, cujos presidentes chegaram ao poder pela maioria do voto unitário e se perpetuam nestes cargos.
A política sem dúvida é uma arte de negociações e trocas, mas também é verdade que o Futebol envolve paixão e que a CBF administra a maior marca do mundo, a Seleção Brasileira. Diante disto, o Sr Teixeira chegou num momento de abertura global, de contratos elevados e de jogadores super valorizados. Um gestor voltado para o crescimento de sua marca, de seus clubes e dos eventos promovidos, ganharia a credibilidade política por um determinado período. Mas Teixeira sempre fez outro tipo de política, a voltada aos
interesses próprios, a da busca pela riqueza pessoal e pela troca dos favores. Mas do que nunca foram 23 anos com o discurso cada um tem seu preço.
Um país que vai ser sede da Copa não poderia ficar atrelado a esta imagem. O Brasil é o país do Pelé, do Mané, do Didi, do Zagallo, do Zico, do Romário, do Ronaldo e de tantos outros que conquistaram o mundo dentro de campo. Este país que de alguma maneira conseguiu ser sede da Copa, representa hoje a sexta maior economia do mundo, está na vitrine das grandes empresas internacionais, é local de demanda turística e realiza importantes eventos.
Foram inúmeros os agravantes, desde os contratos com a Nike, os desvios da verba pública na organização de amistosos e o recebimento de propina da empresa de marketing esportivo ISL para defender seus interesses na Fifa. Vale ressaltar que este caso ainda está sendo investigado na Suíça.
Algumas pessoas atribuem qualidades ao Sr Teixeira que não consigo como a das conquistas de títulos da Seleção Brasileira. Acredito que se não tivéssemos competentes profissionais não conseguiríamos os resultados. A realização da Copa do Brasil na verdade era uma necessidade de adequação as competições dos mesmos moldes disputadas em outros países. Vale sim destacar o completo abandono ao Futebol Feminino que mesmo assim conseguiu representativos resultados em competições olímpicas e mundiais.
É uma pena que o Futebol brasileiro continue com os mesmos dirigentes apesar dos importantes avanços políticos e jurídicos, como por exemplo com o cumprimento do Estatuto do Torcedor.
O país enfim se livra do Sr Teixeira, mas internamente o poder continua a ser disputado pelos mesmos que o elegeram.
Fábio Tubino é Jornalista e Professor na pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte
As opiniões aqui contidas refletem unicamente o pensamento do autor.

Robson Silva, formado em Informática há 17 anos e analista de Negócios em uma empresa de Informática, sempre foi um apaixonado por esportes, principalmente Tênis, Futebol e Fórmula 1. Há algum tempo percebeu que sua profissão não o satisfazia mais como antes, foi quando surgiu uma enorme vontade de trabalhar com Jornalismo Esportivo.














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