Artigos com o marcador jornalismo econômico
O momento do jornalismo econômico
29/03/12
*Por Claudio Moreira,
Não é de hoje que a editoria de economia vem ganhando destaque entre os leitores de jornais e revistas, afinal o leitor de economia que entende com clareza o que é informado, relaciona o assunto com o seu cotidiano. Fica a pergunta: Será necessário que ele saiba o mínimo de economia para apreciar esta leitura? Vejamos
“Copom segue expectativas e mantém Selic em 8,75%”
Agência Brasil/ Publicação: 21/10/2009 18:57 Atualização: 21/10/2009 19:03
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa básica de juros, Selic, em 8,75%, sem possibilidade de revisão até a próxima reunião do colegiado. A reunião desta quartafeira (21/10) terminou por volta das 18h40. Em nota, o Copom, afirma que o patamar definido “é consistente com um cenário inflacionário benigno”.
Tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 8,75% a.a., sem viés, por unanimidade. Levando em conta, por um lado, a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro, e por outro, a margem de ociosidade dos fatores produtivos, entre outros fatores, o Comitê avalia que esse
patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas ao longo do horizonte relevante e para a recuperação não inflacionária da atividade econômica.”
(Fonte: Correio Brasiliense, 21/10/2009)
Para tornar mais palatável a leitura, entra em ação a capacidade do jornalista econômico de adaptar a linguagem técnica, o famoso “economês” para a linguagem acessível a todos, mantendo sempre a integridade do tema. Selic, cenário inflacionário benigno, a flexibilização da política monetária, margem de ociosidade dos fatores produtivos podem ser explicados com habilidade pelo jornalista, já que:
• Taxa Selic é a taxa que rege juros financeiros.
• Cenário Inflacionário benigno é o momento de baixos índices de inflação
• Flexibilização da política monetária é a movimentação nas taxas de juros para estabilizar a economia.
O leitor, ouvinte ou telespectador que se interessa por matérias ligadas a economia e negócios quer fazer a conexão destas com seu dia-a-dia por isso, cabe ao jornalista econômico apresentar uma linguagem de fácil acesso eliminando as barreiras na comunicação, ilustrando de forma acessível a matéria na mente do espectador, por vezes exemplificando as matérias de economia com gráficos e infográficos.
A oportunidade de carreira no Jornalismo Econômico é grande, a economia brasileira está a pleno vapor e o mercado de jornalismo está em franca expansão no Brasil (diferentemente do que ocorre nos países ricos, onde este mercado está em crise). Crescem a audiência, vendas de jornais e receita publicitária. Enquanto nos EUA a circulação de jornais caiu 13,3% entre 2005 e 2009, no Brasil cresceu 20,7% neste período. No ano passado, a circulação de jornais no Brasil cresceu 3,5% (mais do que os 2,7% de crescimento do PIB) e bateu novo recorde histórico: 4,4 milhões de exemplares vendidos. Em 2011, a receita publicitária dos veículos de comunicação cresceu 8,5%. Na internet, esse acréscimo foi de 19,6%. TV paga: 17,8%. TV aberta: 9,2%. Jornais: 3,8%. Tudo isso é fruto do crescimento econômico do Brasil e, também, do fenômeno da nova classe média (exemplo: o tráfego de internet no Brasil deve crescer 52% ao ano até 2015, quando será oito vezes maior do que era em 2010, segundo estimativas da Cisco).
A hora é essa, aproveitem
*Claudio Moreira é Coordenador-Geral do IGEC e convida todos a conhecerem a pós-graduação em Jornalismo Econômico do IGEC/FACHA
Sucesso! Evento do IGEC/FACHA – Economia e Jornalismo em Debate
26/03/12
Um encontro memorável! Com o auditório lotado, Flávia Oliveira e os professores da pós-graduação em Jornalismo Econômico, Gilberto Almeida, Leonardo Muls e Claudio Moreira discutiram com os presentes as oportunidades que o crescimento econômico fluminense está trazendo para o jornalismo econômico.
Coube à Flávia Oliveira abertura do evento. Flávia revisitou sua carreira no jornalismo econômico, abordando épocas de descontrole inflacionário, cobertura jornalística durante a transição para a democracia e a mudança que o crescimento econômico vem trazando no foco das coberturas econômicas e afirmou: “as oportunidades no campo do jornalismo econômico são crescentes, para que gosta é uma grande oportunidade”.
Os debatedores discutiram a postura crítica que o jornalista deve ter frente às notícias de crescimento econômico ininterrupto, complementados por uma detalhada exposição do prof Leonardo Muls, acerca das condições deste crescimento.
O prof Gilberto Braga salientou a importância da tradução do “economês” para os leitores dos jornais, já que é crescente o interesse pelo tema, enquanto o prof Claudio Moreira afirmou, categoricamente: “É de vocês, futuros jornalistas da área econômica, a responsabilidade de tornar este assunto palatável para os leitores”.
Veja fotos do debate abaixo:
Evento do IGEC/FACHA – Economia e Jornalismo em Debate
07/03/12
O Rio de Janeiro como polo de atração de investimentos e o impacto deste bom momento da economia fluminense no mercado de jornalismo econômico.
As Olimpíadas de 2016, a Copa de 2014, a exploração do pré-sal e a chegada de novas empresas ao Rio vão movimentar as redações dos grandes veículos de comunicação e as assessorias de imprensa. Como pautar uma cobertura econômica equilibrada dos grandes investimentos previstos para o Rio? Quais são as oportunidades e os desafios que surgem para os jornalistas especializados em economia?
Essas e outras questões serão discutidas por especialistas no auditório da Facha (Rua Muniz Barreto, 51, Botafogo), no dia 22 de março, às 14h30min. O evento é gratuito.
Flávia Oliveira – colunista do jornal “O Globo” e comentarista da GloboNews e da TV Globo.
Leonardo Muls – professor da Pós-Graduação em Jornalismo Econômico do IGEC/FACHA e doutor em Economia da Indústria e da Tecnologia pela UFRJ.
Gilberto Braga – economista, professor da Pós-Graduação em Jornalismo Econômico do IGEC/FACHA, mestre em administração pelo Ibmec e colunista do jornal “O Dia”.
Claudio Moreira - Coordenador-Geral do IGEC
As inscrições deverão ser feitas através do email claudio@igec.com.br até o dia 21/03
O jornalismo econômico no Brasil
29/02/12
A Macroeconomia moderna surgiu com a publicação, em 1936, da Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, de John Maynard Keynes. O objetivo de Keynes era explicar as causas das flutuações econômicas e mostrar o caminho de saída da Grande Depressão nas quais as principais economias do mundo ocidental haviam mergulhado na década de 1930. A partir desta obra fundamental, surgem então os princípios da análise macroeconômica moderna que norteiam até hoje as conduções das políticas econômicas nos países capitalistas: a busca pela estabilidade macroeconômica e o desvendamento dos caminhos da recuperação econômica, que se levado a bom termo levaria a um crescimento perene e autossustentável. Em outras palavras: estabilidade de preços e crescimento econômico, que juntos levariam também ao pleno emprego, evitando as flutuações no mercado de trabalho.
Manter a economia o mais próximo possível do pleno emprego evitando as flutuações econômicas, tal seria a dupla missão dos condutores da política econômica em seus respectivos países. Tarefa complexa e árdua de se manter na linha longa do tempo, uma vez que a economia está envolta em um ambiente de incerteza e as variáveis econômicas são afetadas por fenômenos complexos e por um jogo de interações múltiplas que envolvem relações sociais, políticas, diplomáticas, jurídicas, culturais e antropológicas, dentre outras. A compreensão da dinâmica e do processo econômico não pode se fundamentar apenas na ciência econômica, uma vez que o processo econômico é por essência multidisciplinar e multifacetado. A análise macroeconômica deve vir acompanhada de uma análise aprofundada da formação estrutural e histórica da sociedade onde se aplicam os princípios da macroeconomia, sem o que corre-se o risco de se fazer uma análise rasteira, superficial e atemporal dos eventos econômicos (portanto generalista e destituída de sentido).
Quando Keynes mencionou a estabilidade de preços, ele não se referiu apenas ao preço do Big Mac ou à constância dos valores dos aluguéis, mas a todos os preços de um sistema econômico: os preços da cesta básica, dos produtos necessários (bens básicos) e supérfluos (bens de luxo), da saúde, da educação, dos insumos, das commodities, dos salários, os preços dos serviços bancários, das moedas estrangeiras (taxa de câmbio), e até mesmo o preço do dinheiro (a famigerada taxa de juros). A estabilidade de preços é uma condição sine qua non para manter-se um estado de confiança (bom, diga-se de passagem) generalizado na economia, o que por sua vez é uma prerrogativa para uma robusta agenda de investimentos e para a manutenção de taxas positivas de crescimento econômico.
Manter a economia próxima do pleno emprego tampouco é uma tarefa fácil quando se considera o ritmo acelerado do desenvolvimento tecnológico, o acirramento da competição internacional (globalização), a revolução feminista que praticamente dobrou a oferta de mão-de-obra a partir do final do século passado, os diversos fluxos migratórios nacionais e internacionais que caracterizam a época moderna e, em se tratando do Brasil, a longa tradição de informalidade, trabalho escravo e trabalho infantil que permeiam as relações trabalhistas. Como podemos observar, as variáveis são muitas, e escapam do domínio exclusivo da ciência econômica. E como o Brasil tem lidado com as variáveis econômicas ao longo das últimas décadas?
Na década de 1970, após o Milagre Econômico que coroaria (do ponto de vista econômico) o regime militar em sua alcunha nacional desenvolvimentista, coube ainda um impulso industrializante ancorado pelo IIº PND, que conduziu a economia a um último suspiro de crescimento econômico antes de seu mergulho na chamada ‘década perdida’.
Na década de 1980, sufocadas por um choque dos juros (aplicado em 1979 pelo Governo Reagan) e pelo início de uma espiral financeira que se autoalimentaria até se tornar gigante nos anos 1990 e neste início de século XXI (vide da crise asiática de 1997 até a crise americana do subprime de 2008, sem nos esquecermos da crise europeia atual), as economias dos países subdesenvolvidos conviveram com a crise da dívida e com uma inflação galopante, que culminaria (no caso do Brasil) com uma ameaça latente de hiperinflação no final dos anos 80.
Como a inflação era uma doença recorrente nos países subdesenvolvidos, uma equipe de economistas formados em Chicago, a partir de um diagnóstico forjado em cima da ineficiência do setor público e na leniência na condução das políticas fiscal (excesso de gastos públicos, tamanho desmesurado do Estado) e monetária (excessos na emissão monetária para cumprir compromissos populistas), receitou um plano de estabilização que seria aplicável a todos os doentes, não importa a sua origem. Tal plano continha, em seu âmago, a redução do tamanho do Estado, a diminuição dos gastos públicos e a âncora cambial.
Nasceu então o Plano Real, implantado em julho de 1994. O Brasil, um dos últimos países emergentes a tomar este remédio, cumpriu com rigor a lição da estabilização monetária, mas ao custo de uma âncora cambial fictícia que elevou a taxa de juros a níveis estratosféricos, repercutindo imediatamente na elevação da dívida pública, no aumento da fragilidade financeira do país e de sua vulnerabilidade externa, uma vez que dependente dos fluxos internacionais de capitais (voláteis, volúveis e de curto prazo).
Entramos no século XXI com a economia estabilizada, após mais de duas décadas de um combate fervoroso contra a inflação. Estabilidade monetária resolvida, restava-nos agora combater a má distribuição de renda, a histórica concentração de riqueza e a exclusão social. Mas como reverter séculos de exclusão social, instaurar um modelo de crescimento inclusivo com participação social sem alterar o curso dos fundamentos macroeconômicos e, sobretudo, sem alterar a estrutura social vigente e a distribuição dos direitos de propriedade sobre os ativos físicos e financeiros (em outras palavras, sem assustar o mercado)? Após a Carta ao Povo Brasileiro, a população brasileira elegeu, em outubro de 2002, Luiz Inácio Lula da Silva, cujo Governo foi marcado por um forte viés de inclusão social, sem abrir mão, no entanto, do pacto com o setor financeiro que garantiria a estabilidade monetária arduamente conquistada.
A segunda década do século XXI, iniciada sob os auspícios do Governo Dilma, permanece com os desafios históricos que sempre foram relegados em governos anteriores, ou talvez nunca tenham sido de fato priorizados pela sociedade brasileira: a consolidação de uma democracia de fato (e qual modelo de democracia queremos?); a inauguração de um ciclo de crescimento econômico que seja inclusivo a autossustentável; a inserção da reforma da educação e da saúde no topo da agenda política brasileira, inaugurando um novo sistema de gestão nestas duas áreas que rompam totalmente com os vícios e as deturpações que ainda prevalecem; prover as cidades brasileiras, suas periferias e também os territórios adjacentes, de uma infraestrutura decente, que inclua redes de saneamento e de transportes que permitam a interligação dos espaços de maneira rápida e segura; e promover, finalmente, uma Reforma Agrária neste país, que mude a correlação de forças entre o campo e a cidade e que estabeleça a pequena propriedade fundiária como base da estrutura produtiva rural, fixando a população no campo e revertendo os fluxos migratórios das cidades para o campo.
Mas qual é a relação destes desafios e desta agenda social com o jornalismo econômico e a análise macroeconômica feita atualmente pelos grandes veículos de comunicação? Como dissemos, as variáveis macroeconômicas estão intimamente articuladas com as questões macro do país, que perpassam por questões políticas, por decisões sociais e por escolhas que a sociedade, constantemente, faz. Cabe aos veículos de comunicação prover meios para que a sociedade brasileira entenda que as variáveis econômicas são o resultado de uma complexa interação entre eventos, fenômenos e variáveis históricas, políticas, sociológicas, jurídicas e antropológicas. E que este conjunto de eventos e variáveis sociais também é corroborado e estimulado pela forma de condução da política econômica.
A análise econômica não deve vir só, mas acompanhada de uma análise profunda e estrutural da sociedade brasileira, de seus fundamentos históricos, políticos e sociológicos. O jornalismo econômico deve aliar análise estrutural da evolução histórica brasileira com a interpretação dos fatos econômicos; este não deve pautar-se pela análise de conjuntura nem pela análise de curto prazo, mas pela análise da estrutura e do longo prazo. Quais são os determinantes históricos da situação macroeconômica atual do Brasil? Esta é a pergunta que deve estar subjacente em qualquer análise econômica feita pelos veículos de comunicação. A análise econômica deve estimular a reflexão. Descolada desta reflexão sobre os fundamentos históricos da sociedade brasileira, ela se torna rasteira, superficial, conjuntural e atendendo apenas às demandas do mercado, correndo-se inclusive o risco de não ser sequer informativa.
Leonardo Marco Muls é Professor de Macroeconomia Aplicada na pós-graduação em Jornalismo Econômico do IGEC, doutor em Economia da Indústria e da Tecnologia pelo Instituto de Economia/UFRJ.
Você acredita em cliente interno?
12/01/12
Por Claudio Moreira*
“Se você não estiver atendendo o cliente, é melhor que atenda alguém que o esteja fazendo”. Esta frase de Karl Albrecht, um dos papas no estudo da prestação de serviços, é ao mesmo tempo correta, coerente e distante. Deveria ser uma regra de ouro tão disseminada quanto dar bom dia ao colega de trabalho, mas está tão distante da realidade em algumas empresas quanto uma viagem à Saturno. O interessante neste caso é pensar porquê esta afirmação tão simples não se torna um credo nas organizações, afinal prestar um bom serviço para os clientes internos não exige nenhuma força paranormal, apenas pressupõe espírito de equipe e cooperação em toda organização.
Podemos pensar que falta glamour ou charme na prestação de um bom serviço ao cliente interno. Os verdadeiros atores estão no palco, ou seja, na “linha de frente”, atendendo ao cliente e recebendo os louros da vitória quando tudo dá certo, enquanto o pessoal dos bastidores nada recebem. Nada mais ingênuo de se pensar, pois só quem já atuou no contato direto com o cliente final sabe a que níveis chega a pressão quando algo não dá certo. O cliente final não admite erros, não quer se aborrecer, reclama, grita e se for embora, leva com ele parte de nosso faturamento. Nada mais justo para quem lida com esta pressão portanto, que um justo reconhecimento público. Não falta charme na atuação dos bastidores e sim o mesmo reconhecimento que os “atores” da organização recebem.
Talvez o cliente interno não seja prestigiado porque não paga por seus serviços. Nosso cliente final deposita dinheiro em nossos caixas ou contas correntes, e sabemos que o dinheiro por vezes move montanhas. Talvez falte esta noção aos prestadores de serviço, de que nossos clientes internos também pagam por nossos salários. Pagam em eficiência no contato com o cliente final, gerando mais vendas, pagam em maior faturamento para a organização, garantindo nossos bônus no final do ano. Talvez devêssemos adotar uma moeda interna para caracterizar o pagamento por um serviço bem prestado ao cliente interno. Quem sabe não funciona?
Por último, acredito que nem todos os gerentes ou chefes de departamento, enxerguem suas áreas como unidades prestadoras de serviço. Não analisam as operações sob este ponto de vista. Seria muito salutar adotarmos os 5 passos, 7 regras, 18 S ou qualquer que seja a regra de referência na prestação de serviços ao cliente final, também com o cliente interno, definindo os padrões e qualidade desejada deste serviço interno e realizando auditorias tão rigorosas quanto às que realizamos para o contato com o cliente externo.
Podemos elucubrar soluções mirabolantes durante páginas e mais páginas, mas nada disso terá valia alguma se as organizações não adotarem a afirmação de Karl Albrecht como verdade absoluta. Talvez você nunca tenha contato com um cliente final, mas isso não significa que as pessoas que chegam à você como clientes internos, não precisem ter suas necessidades atendidas da mesma maneira, com eficácia e cortesia. Lembre-se, a magia do cinema não existiria sem o contra-regra.
*Claudio Moreira é Coordenador Geral do IGEC, professor nas pós de Gestão Estratégica da Comunicação, Gestão Estratégica do Marketing Digital e Jornalismo Econômico. Em março ministrará o curso de Marketing de Serviços no IGEC
Volta às aulas
09/01/12
Feliz 2012! Hoje, dia 09/01/12, iniciamos um novo período letivo no IGEC (na verdade dia 07 marcou a volta, com o início do Curso Prático de Reportagem Esportiva na TV, com o prof Victorino Chermont) com grandes expectativas. Algumas turmas de pós-graduação estão na reta final, atarefadas em seus TCCs enquanto outras iniciam as últimas matérias. Este ano teremos as 10as turmas de pós em Gestão Estratégica do Marketing Digital e Gestão Estratégica da Comunicação, esta última com atualizações importantes na ementa, veja as novas matérias:
Gestão de Produtos
Esta disciplina trabalhará aspectos decisórios de marketing como que produtos produzir e vender; que novos produtos acrescentar, equilibrando o portfólio de produtos, avaliando e administrando seu posicionamento. Trabalha também questões referentes ao Ciclo de Vida do Produto, buscando espaço privilegiado na mente do consumidor em um determinado mercado.
Redes Sociais
Muitos sites institucionais brasileiros são meros “brochureware”, e as intranets também são muito pouco exploradas no Brasil. Os portais corporativos podem ser aproveitados como fontes de informação e aprendizagem sobre clientes, funcionários, gerência e socialização do conhecimento, relacionamento com fornecedores e parceiros, comunicação e marketing interno, entre outros. O estudante verá como utilizar estes veículos para moldar um forte elo com seus diferentes públicos e, assim, ganhar vantagem competitiva.
Branding
Branding é o conjunto de ações ligadas à administração das marcas visando levá-las além da sua natureza econômica, passando a fazer parte da cultura. Consiste em buscar a otimização do valor desta em relação ao faturamento gerado.
Marketing de Serviços
Esta disciplina abordará como criar estratégias de marketing para posicionar o serviços de uma organização e alavancar suas vendas, agregando valor na prestação de serviços, definindo um sistema eficiente para a entrega dos serviços e estabelecendo critérios de avaliação de satisfação dos clientes.
Outra grande novidade é o lançamento da pós-graduação em Jornalismo Econômico, elaborada a partir da demanda do mercado por profissionais com conhecimento específico e experiência prática, principalmente diante da perspectiva de fortes investimentos estrangeiros no Brasil e, especialmente, no Rio de Janeiro nos próximos anos. Seguindo a tradição do IGEC, o corpo docente é formado por profissionais de mercado, destaques em suas áreas. Uma ótima oportunidade.
Na área de cursos teremos as novas turmas do Curso Intensivo de Marketing Digital, do Curso Prático de Redes Sociais, do Curso de Google Analytics, entre outras. Também lançaremos novos formatos de educação, ampliando o leque de possibilidades de formação, todas alinhadas com as crescentes exigências do mercado.
Sejam bem vindos novamente, desejamos a todos um 2012 produtivo!
Claudio Moreira*
*Claudio Moreira é Coordenador-Geral do IGEC e não acredita que o mundo acabará em 2012…
Nova pós-graduação, Jornalismo Econômico
01/12/11
Titulos da dívida soberana, Antidéficit fiscal, Eurobônus…complicou?
Dow Jones subiu 2,59% enquanto S&P e Nasdaq avançaram 2,92% e 3,52%. entendeu o significado?
Entrevistar a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde? Quem sabe?
Com a nova fase de crescimento do Brasil e o crescente interesse do público pela conjuntura econômica mundial, as oportunidades de carreira no jornalismo econômico são cada vez maiores. A cada dia surgem novos veículos dedicados ao tema. Pensando neste cenário promissor aos talentos, o IGEC lança a pós-graduação em Jornalismo Econômico. Com lançamento previsto para maio de 2012, a nova pós conta com um corpo docente de 1a linha e vasta experiência na cobertura de assuntos ligados à economia e aos negócios.
As matrículas estão abertas, para saber mais, clique aqui









Comentários