Artigos com o marcador google
Financial Times reduz impresso e investe mais em digital
23/01/13
Segundo editor da publicação, jornal tem de gastar menos dinheiro para produzir o impresso, para que possam investir na melhoria da sua presença online

Homem lê Financial Times: “nossa causa comum é o de garantir o FT futuro está em um mercado cada vez mais competitivo”, disse Lionel Barber
São Paulo – Um dos principais jornais britânicos, o Financial Times está migrando as suas forças para o meio digital. Não à toa, 25 pessoas da equipe do impresso estão arrumando as suas coisas para deixar a redação, foi o que anuncio o editor da publicação, Lionel Barber.
“A nossa causa comum é o de garantir o FT futuro está em um mercado cada vez mais competitivo, onde os títulos antigos estão sendo rotineiramente interrompido por novos operadores, como Google e LinkedIn e Twitter “, explicou.
“Nossos concorrentes são as empresa de tecnologia, que revolucionam o negócio de notícias através da mídia de personalização, agregação e social. Para se ter uma ideia, os dispositivos moveis, por exemplo, agora já respondem por 25% de todo o tráfego do FT digital. Seria imprudente para nós para ficarmos parados”, finaliza Barber.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Retrospectiva 2012 do Google traz Avenida Brasil e BBB12
12/12/12
Novale e Big Brother Brasil se consagraram como os programas televisivos mais buscados do mundo no Google ao longo de 2012; confira o vídeo de retrospectiva


Avenida Brasil: novela foi um dos programas de TV mais procurados do mundo no Google em 2012
São Paulo – O Google divulgou na manhã desta quarta-feira uma retrospectiva dos assuntos mais procurados ao longo de 2012 em seu serviço de busca. Para a surpresa dos brasileiros, na categoria de programas de TV, em âmbito mundial, os dois campeões foram o “BBB12”, referente última edição do Big Brother Brasil, e “Avenida Brasil”, a bem sucedida novela de João Emanuel Carneiro.
Na categoria relacionada aos dispositivos eletrônicos, o termo mais procurado do ano foi o “iPad 3”, em referência ao novo iPad com tela Retina lançado pela Apple no começo de 2012. Na segunda colocação está o arquirrival do iPhone 5, o Samsung Galaxy S III. O terceiro ficou com recém-lançado iPad mini, também da Apple.
Já no Brasil, os termos mais buscados foram “Face”, “BBB12”, o site “Ask”, a novela “Avenida Brasil” e o jogo “Zerg Rush”. Os cinco eventos mais populares de 2012 entre os brasileiros foram as eleições, o carnaval, as olímpiadas, o festival de música Lollapalooza e festa junina.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xY_MUB8adEQ
Fonte: http://exame.abril.com.br/
Começa hoje o Ciclo de Palestras de Marketing Digital
24/09/12
Olá leitores do blog do IGEC. A 1a palestra já tem lotação máxima
1o Ciclo de Palestras Marketing Digital IGEC
O IGEC inaugura seu ciclo de palestras sobre Marketing Digital. Profissionais do mercado compartilhando seus conhecimentos com você.
24/09 – Redes Sociais – Como elas podem gerar resultados para seu negócio? INSCRIÇÕES ENCERRADAS!
25/09- Por que a 1ª página do Google é a meta?
26/09 – Comércio eletrônico, como iniciar
27/09 – Como acertar nas campanhas de e-mail marketing
Horário: 19:30 às 21:00h
Temos 35 vagas disponíveis para cada dia de palestra
Entrada: 3 ítens, de livre escolha, de material de higiene pessoal, como sabonetes, pasta de dentes, escova de dentes, desodorantes, cotonetes, algodão e shampoo. Estes itens serão doados ao orfanato Lar Maria de Lourdes, na Rua Pajurá, 256 Taquara – Jacarepaguá, Tel: 3392-9646 / 2435-0577 / 9617-5888.
Para inscrever-se, envie um e-mail para claudio@igec.com.br com nome, telefone e a palestra de sua preferência
Professores do IGEC palestrando no WOB 2012
18/09/12
Começa nesta 5a feira o WOB 2012. (www.wob2012.com.br/)

O WOB é um evento internacional sobre Inovação com foco em Design, Tecnologia e Novas Mídias. O evento conta com a participação de grandes pensadores, líderes, formadores de opinião e profissionais atuantes para a troca de de conhecimento e networking. São esperados mais de 80 palestrantes, nacionais e internacionais. Alguns temas que serão abordados: Neuromarketing, design thinking, design de experiência entre outros. O evento acontecerá no Centro de Convenções SulAmérica na cidade do Rio de Janeiro, nos dias 20, 21 e 22 de setembro e contará com alguns docentes do IGEC entre os palestrantes:
Carlos Nepomuceno (Nepô) – Revolução Cognitiva e o Futuro das Organizações, dia 20, 11:00h
Andrei Scheiner – Nova Dinâmica do Mercado 3.0, dia 20, 16:00h
Paulo Teixeira – A Era Google, dia 22, 12:00h
Boa sorte mestres!
Ciclo de palestras Marketing Digital IGEC
21/08/12
Redes Sociais, SEO, e-mail marketing, e-commerce. À partir de setembro o IGEC promove um ciclo de palestras dedicado a assuntos em voga no mundo digital. As palestras terão 1h30min e são a oportunidade de saber todas as novidades deste crescente mercado. Veja a programação abaixo:
24/09 – Redes Sociais – Como elas podem gerar resultados para seu negócio?
25/09- Por que a 1ª página do Google é a meta?
26/09 – Comércio eletrônico, como iniciar
27/09 – Como acertar nas campanhas de e-mail marketing
Horário: 19:30 às 21:00h
Entrada: 3 ítens, de livre escolha, de material de higiene pessoal, como sabonetes, pasta de dentes, escova de dentes, desodorantes, cotonetes, algodão e shampoo. Estes itens serão doados ao orfanato Lar Maria de Lourdes, na Rua Pajurá, 256 Taquara – Jacarepaguá, Tel: 3392-9646 / 2435-0577 / 9617-5888.
Para saber mais, clique aqui
Marcas só conquistam o Olimpo quando se tornam mitos
25/07/12
Por Flavio Cordeiro
O que marcas têm a ver com mitologia?
Muito é a minha resposta, mas a resposta não é simples nem curta.
Há muita mitologia no dia a dia, tão incorporada à nossa cultura, que nem sequer percebemos. Há mitologia aonde quer que exista uma narrativa, mais ou menos fantástica, que dê algum significado às necessidades espirituais humanas, rituais que revivam experiências marcantes e símbolos que ajudem a fixar na memória essa narrativa.
Nossa sociedade, científica e racional, dessacralizou os mitos. Ninguém mais acredita neles, eles simplesmente perderam a função e deixaram de existir, certo? Errado! Os dramas humanos pouco se alteraram em muitos milênios: continuamos a temer a morte, a nos emocionar com o milagre do nascimento e assim como nossos ancestrais, vivemos a insegurança das transições da vida, com toda a dramaticidade dos ritos de passagem. Flertamos com pulsões e vícios, duelamos com a natureza, somos assombrados por tsunamis, erupções vulcânicas e enchentes, como o mais primitivo dos povos e isso, apesar de toda a ciência. Segundo Joseph Campbell, os mitos têm auxiliado a humanidade ao longo dos tempos a conferir sentido aos arranjos, nem sempre racionais, da nossa existência.
Nosso vocabulário é testemunha da importância dos mitos para explicar os dilemas humanos. Ele esconde muitos temas mitológicos: narcisista (Narciso), hermético (Hermes), erótico (Eros), psicológico (Psiquê), afrodisíaco (Afrodite), Dionisíaco (Dionísio), hercúleo (Hércules), Cronológico (Cronos), Pânico (Pan), Hipnotizado (Hipnos), Ecologia (Eco): a lista é riquíssima.
A mitologia se oculta também no repertório iconográfico da humanidade: das religiões (que ressurgiram com força no final do século XX e início do século XXI), das culturas nacionais, que hoje se opõem fortemente à uniformização da Globalização. A mitologia se esconde igualmente nas subculturas urbanas, pois são elas que fornecem o abundante material antecipador das tendências que serão paulatinamente incorporadas pelo mundo das marcas e lentamente digeridas pelo mercado de consumo (Hip Hop, Emos, Neo-Hippies, Góticos, Frequentadores da Raves, Geeks, Patricinhas, Funkeiros, Skatistas, Surfistas, Operadores do Mercado Financeiro, etc.).
O mundo do consumo apreende os ícones das subculturas urbanas. Estas, por sua vez, bebem abundantemente na fonte da mitologia, e logo vemos a releitura da iconografia mitológica sendo projetada na arte, na música, no cinema, nas camisetas, bolsas, capas de celular e sapatos.
Os temas mitológicos clássicos povoam as capas das revistas, como uma sombra por trás dos “Reis” dos negócios da Forbes, nos “Magos” da Tecnologia da Wired, dos “Heróis” do Cotidiano da Times, nas “Musas” da Playboy e a lista continua. Essas pessoas nada mais fazem do que repetir à exaustão temas mitológicos. Mudam os rostos, sai o preto e branco, entra o colorido, mas o papel é rigorosamente o mesmo.
As marcas só conquistam um lugar no Olimpo dos consumidores quando se transformam em mitos. Quando entram para o Panteão das Marcas Mitológicas como fizeram Coca-Cola, Apple, Walmart, Facebook, Microsoft, Google, Ford, Petrobras, Luis Vuiton, Prada, Chanel, Orient Express, Rolex, HStern, Adidas, Mercedes e um número muito reduzido de outras. É só então que conseguem escapar ao filtro da razão e exercer o papel compensatório, exclusivo dos mitos.
E o que as torna “marcas-mito”? Segue uma lista incompleta de razões:
1 – Uma saga heróica reconhecida e bem contada (Jonny Walker, Petrobras, Amazon, Casas Bahia);
2 – Um “mito de origem” geográfico (Prada, Mido, L’Occitane, Água de Petrópolis, Cachaça de Salinas, Café Colombiano);
3 – Uma série de histórias mais ou menos fantásticas reforçadas por rituais através dos tempos. (Walmart, Apple, Facebook);
4 – Um “pai” ou “mãe) fundador à frente de seu tempo, que ganha dimensão mitológica (Steve Jobs, Michel Bloomberg, Luiza Trajano);
5 – Pátina (Luis Vuiton, Hèrmes, Leite de Rosas, Granado);
6 – A invenção e contínua reinvenção do futuro como mantra (Google, 3M, Intel, IBM);
7 – A reinvenção do Eden sob forma de loja ou lugar-físico ou virtual (Apple Store, Starbucks, Facebook, E-Bay, Livraria Cultura, ClubMed);
8 – Uma visão altruísta de mundo (Natura, BodyShop, Patagônia);
9 – Uma projeção patriarcal de força e poder (Rolex, Mercedes, Armani, Charutos Cubanos, HP 12C, EBX);
10 – Oferta Dionisíaca de Prazer e Luxúria (Victoria’s Secret, Dolce Gabana);
11- Um artefato que auxilia magicamente na superação de obstáculos ou uma atitude incansável de superação (Nike, Adidas, Gatorade, UFC);
12 – Bárbaros e Rebeldes (Virgin);
13- Uma combinação de um ou mais desses elementos.
Mais uma vez, Joseph Campbell coloca uma questão importante a respeito da vitalidade atemporal dos mitos:
“Por que sempre que o homem procurou algo sólido sobre o qual fundar sua vida, escolheu não os fatos, que são abundantes no mundo, mas os mitos, de uma imaginação imemorial? … é fato que os mitos de nossas várias culturas agem sobre nós, consciente ou inconscientemente, liberando energia, motivando a vida e orientando seus agentes…”
Para Jung, os mitos condensam experiências vividas repetidamente durante milênios, experiências típicas pelas quais passaram (e ainda passam) os seres humanos. Para ele, os mitos são fenômenos psíquicos que revelam a própria natureza da psiquê.
A ideia desse blog é procurar respostas consistentes para uma importante questão: por que as marcas, como a maior fonte de representação simbólica do mundo capitalista, seriam imunes a tão poderosa influência?
Na minha opinião, há nas marcas líderes, um forte motivo mitológico, consciente ou não, presente não apenas em seus produtos, lojas, propaganda, mas, sobretudo, na cultura ou subcultura empresarial. Acredito que é possível utilizar todo esse arsenal mitológico para construir ou revitalizar marcas e negócios e, assim, beneficiar empresas e pessoas (sejam elas consumidoras, funcionárias ou acionistas). A vida é muito curta para perdermos tempo com empresas sem imaginação!
Fonte: http://marcasemitos.com.br
Há vagas no mercado de Marketing Digital. Mas…
04/06/12
Uma coisa que eu sempre ouço e leio por aí é que o mercado de Marketing Digital está oferecendo várias oportunidades, com bons salários e boas condições de trabalho. Parece até conto de fadas , né? Mas, pesquisas mostram que, por mais incrível que possa parecer, é verdade.
O e-commerce, assim como os diversos novos modelos de negócios na internet tem registrado vários recordes de faturamento. Mais de 30 milhões de consumidores virtuais por ano confirmam isso, e apenas o varejo virtual já fatura mais de 15 bilhões por ano (no Brasil), superando o varejo tradicional em várias categorias de produtos. Ainda é preciso considerar que não estamos somando as vendas de bens duráveis (Imóveis, automóveis e outros), e nem de prestações de serviços, publicidade online e outros tipos de negócios na internet. A coisa está crescendo em ritmo acelerado!
Uma ótima notícia para os profissionais que efetivamente investem em suas carreiras é que os salários neste setor estão em alta. Profissionais qualificados chegam a receber salários acima de R$ 12 mil e já somam 8% do mercado, sendo que 67% dos profissionais do setor recebem, em média, mais de R$ 3 mil reais por mês, segundo a edição 24 da pesquisa WebShoppers (realizado pelo conceituado instituto e-Bit – Empresa que reune mais de 2.000 lojas virtuais no Brasil).
Sendo assim, certamente, a primeira pergunta que você deve estar se fazendo é: “Se o mercado de Marketing Digital está contratando e se está remunerando bem, por que ainda tem tantas vagas a serem preenchidas?“
Essa pergunta pode ser respondida com certa facilidade se você analisar o contexto do mercado.
Em primeiro lugar, é fato que AINDA FALTA GENTE QUALIFICADA no mercado. Saber fazer excelentes planilhas, lindos gráficos e ser o “Ás” das ferramentas de mídias sociais é importante, mas não é fundamental. Honestamente, qualquer um faz isso. Sério!
As empresas estão procurando profissionais capazes de PENSAR (que é uma capacidade que parece estar em extinção, infelizmente), com talentos analíticos e com atitude. Hoje em dia, as empresas – as boas, pelo menos – não querem mais apenas o funcionário “carimbo”, que faz o “seu trabalho”: Elas querem o profissional com talentos diversos, capaz de operar em grupo e remotamente. As empresas procuram aquele tipo de profissional que diz “deixa comigo” ao invés daquele profissional que pergunta “o que eu devo fazer agora?”
Sim, é verdade: Decidir dá medo, é arriscado e pode dar errado. MUITO ERRADO! Mas, só erra quem faz, e as empresas sérias sabem disso! E é justamente aí que entra a importância de uma boa formação acadâmica – que nada tem a ver com o “nome” da instituição, mas do proveito que você tira da sua experiência acadêmica – de cursos de formação complementar (como as certificações Google) e bons cursos de Pós Graduação em Marketing Digital.
Quando você tem uma formação sólida, baseada em aprendizado prático, resolução de problemas e convive com outros profissionais, sua capacidade de assumir responsabilidades e tomar decisões cresce absurdamente. Você SABE o que deve ser feito. E mesmo quando não sabe, tem embasamento sólido sobre o que está sendo feito no mercado, o que tem funcionado e o que tem sido #FAIL. Assim, você acaba tendo o “feeling” de como agir, mesmo quando a dúvida bate.
Com isso em mente, recomendo que você estude profundamente os fundamentos do Marketing, Administração, Comunicação, etc. (sim, estou falando de Kotler, Drucker, McLuhan e outros na mesma linha). Além disso, é importante estudar estratégia, sem a qual, nada acontece. Se você é da área técnica, já sai na vantagem, pois é mais fácil aprender a teoria acadêmica do Marketing do que a parte técnica (na minha visão, ao menos). Mas se você conhece a teoria e não tem muita intimidade com a parte técnica, não desanime: Isso pode ser contornado com alguns cursos, certificações e formações. É claro que cada profissional tem seu lugar no mercado, então, não adianta “surtar”: Estude, qualifique-se e as coisas vão acontecer. Sorte é quando a oportunidade chega e te encontra preparado!
Dica da Semana, por Letícia Bade
06/03/12
E quando se achava que não tinha mais espaço para um sucesso fulminante em redes sociais eis que entra em cena o Pinterest. Uma rede social para colecionar. Colecionar conteúdo que considere importante para você ou para seus amigos. A proposta do Pinterest é “fixar” todo tipo de conteúdo em boards visuais. O uso varia de acordo com a vontade de cada um: você pode guardar referências, artigos para ler mais tarde, fazer listas de compras, itens para casa, organizar eventos, livros que deseja ler, etc.
Baseada em um modelo de negócios já conhecido – ganho de comissão a partir da geração de tráfego e vendas para sites destino – a empresa mostra que veio para ser lucrativa e seus investidores apostarem mais 37 Milhões desde outubro de 2011.
O número de usuários ultrapassa os 10 milhões de o trafego gerado é maior que o Twitter, MySpace, Google+ e LinkedIn JUNTOS. E ainda dizem que é brincadeira de mulherzinha. =]
A startup possui apenas 16 funcionários. Isso é que é ser lean!
Para participar, basta acessar o site Pinterest.com e solicitar um convite. É necessário ainda fazer o login com o Twitter e Facebook.
Tutorial do TechTudo: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2012/02/como-usar-o-pinterest.html
Para saber um pouco mais no Mashable: http://mashable.com/2012/02/14/pinterest-daily-users-are-up-125-percent/
Abraços e boa semana
Leticia
–
Se você tem alguma crítica, dúvida ou sugestão, me envie um e-mail.
Leticia Bade é Coordenadora da Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Patentes de busca ajudam a entender o SEO
03/10/11
Por Paulo Teixeira*
Ainda está rolando um bate boca entre Google e Microsoft sobre as patentes relacionadas ao sistema Android. Um dos impactos foi a compra da Motorola (mobile), pois ela também tem inúmeras patentes relacionadas a sistemas móveis. As Patentes são importante para o mercado, pois elas servem de proteção e estimulo a pesquisa e desenvolvimento. Claro que realmente podem ocorrer abusos como patentes ridículas e sem fundamento, mas o importante da história é entender que empresas como o Google criam diversas patentes para suas buscas e sobre novos recursos tanto de navegação como de decisão de rankeamento.
Uma boa maneira de se aprofundar no estudo de SEO é tentar entender o que estas patentes podem nos ensinar sobre a ótica da busca. Por exemplo, acho que todos os profissionais que trabalham com SEO já devem ter lido The Anatomy of a Large-Scale Hypertextual Web Search Engine. Saber coisas como que a patente original do PageRank deixará de ser exclusiva no fim deste ano pode de repente ser útil. Saber estes fatos pode representar um melhor entendimento não apenas em SEO mas até em links patrocinados. Mas qual será o processo para aproveitar o conhecimento das patentes?
Uma recomendação de leitura é o SEO by The Sea do Bill Slawski. O blog do Bill é especializado em patentes e whitepapers. Lá você pode conferir a visão dele sobre os novos papers lançados e até atualizações de patentes antigas. Ele faz quase que um resumo se você não quiser se aprofundar. Agora se você quer ir direto a fonte, ai vão algumas sugestões.
O departamento de patentes dos EUA tem uma ferramenta de busca eficiente. Basta procurar um termo e ele irá varrer o banco de dados para recuperar o material que ele considera relevante. Só que agir assim é como acertar um tiro no escuro. Um macete é usar o campo assignee name como o termo Google ou se preferir “Google Inc“. Ele irá mostrar as patentes das mais novas para as mais antigas o que é uma grande vantagem. Assim você fica sabendo as novidades do Google. Mas nem todas a patentes são feitas pelo Google. Tem uma patente do Larry Page que explica a pontuação de documentos por links, que não é atribuída ao Google. É essencial ler uma patente desta, mas talvez você não encontrasse facilmente. Outro ponto é que empresas como IBM tem patentes relacionadas a PageRank por mais que você não imaginasse. Encontrar patentes úteis é muitas vezes trabalho de mineração.
Outra dica de consulta é o Google Patents (dê algumas atualizações de página inicial para ver algumas patentes interessantes). Lá existem mais de 7 milhões de patentes e a busca dele é muito mais amigável, fora a página de apresentação das patentes que é uma maravilha comparada com a primeira sugestão. Fora que tem o recurso de mostrar as patentes que foram citadas em um documento e quais as patentes que citaram a que você lê, assim você encontra outras relacionadas. A busca avançada também é útil. Como você viu na busca do departamento de patentes, eles tem também o campo de assignee para ir direto para as empresas.
Agora se você achou difícil entender estes textos complexos das patentes, uma alternativa razoável é ver as figuras. Não estou brincando não. Quando perguntam, “não entendeu, quer que desenhe?” é por que visualmente as patentes são mais fáceis de serem entendidas. Alguma patentes fazem todo o sentido quando vemos as imagens relacionadas. Procure por “drawing” que é onde você tem acesso as imagens. Agora é se preparar, pois tem muito texto pela frente.
*Paulo Teixeira (@webpaulo) é professor de Marketing de Busca e Inteligência Digital na pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Fonte: www.marketingdebusca.com.br
Lançamento do Google, “Think Quarterly”
01/08/11
Por Letícia Bade*
A Google anunciou oficialmente, em seu blog, o lançamento da Think Quarterly, uma revista online concebida para “retratar os debates que têm inspirado a Google e outros líderes da indústria”.
Com a “Think Quarterly”, gigante das buscas quer “retratar os debates que inspiram a Google e outros líderes da indústria”.
Uma edição de estreia da “Think Quarterly” já havia sido publicada em março deste ano. À época, contudo, a Google não a mencionou oficialmente em seus blogs.
“A primeira edição tem como foco o amplo conceito de inovação e oferece algumas perspectivas sobre como é possível, ao mesmo tempo, liderar e mudar o rumo de uma indústria”, afirmou Susan Wojcicki, vice-presidente sênior de publicidade, no blog da empresa.
Susan, que é a funcionária número 16 da Google, assina um dos artigos da revista, que também traz uma entrevita com o CEO do WPP (maior grupo de serviços de comunicação do mundo), Sir Martin Sorrell, além de pequenas doses de informação – onde revela, por exemplo, que “metade dos fundadores de empresa no Vale do Silício são estrangeiros”.
O conteúdo da revista (em inglês) pode ser conferido em www.thinkwithgoogle.com/quarterly.
*Letícia Bade é coordenadora da pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital






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