Artigos com o marcador Flavio Dias
Profs Claudio Moreira e Flavio Dias no Balanço Esportivo da CNT
08/10/12
O Balanço Esportivo, tradicional programa esportivo da rede CNT de Televisão, comandado por Edilson Silva, recebeu neste domingo a visita dos profs Claudio Moreira e Flavio Dias, do IGEC. Durante o programa foi entregue o voucher da bolsa ganha por Bruno Oliveira para o Curso Prático de Assessoria Esportiva, do Prof. Flavio Dias, em concurso realizado pelo Facebook do Balanço Esportivo. Veja as fotos do programa abaixo:
Palestra: Assessoria Esportiva. Oportunidades e Perspectivas
06/10/12
Grandes atletas, técnicos e dirigentes são foco constante da atenção da imprensa. Como eles lidam com isso? Como é este relacionamento? Quais os desafios e perspectivas dos assessores que acompanham estes profissionais?
No dia 22/10, Flavio Dias, Assessor de atletas como Juninho Pernambucano, Tenório e Loco Abreu contará como é este universo. Como é o mercado de trabalho e quais os desafios desta apaixonante carreira.
Palestra: Assessoria Esportiva. Oportunidades e Perspectivas.
Dia 22/10, 19:30h, no IGEC
Entrada: 3 ítens, de livre escolha, “Entrada: 3 ítens, de livre escolha entre esparadrapo, sacos de lixo, luvas descartáveis, avental plástico, Kalora gotas, Minilax (medicamento de trato intestinal) e sucos de garrafa.”. Estes itens serão doados ao orfanato Lar Maria de Lourdes, na Rua Pajurá, 256 Taquara – Jacarepaguá, Tel: 3392-9646 / 2435-0577 / 9617-5888.
Para inscrever-se, envie um e-mail para claudio@igec.com.br com nome e telefone.
SERÁ SORTEADA ENTRE OS PRESENTES UMA BOLSA DE 100% PARA O CURSO PRÁTICO DE ASSESSORIA ESPORTIVA. NÃO PERCA!
http://www.igec.com.br/curso-turma/61/129/pratico-de-assessoria-esportiva
Flavio Dias, assessor esportivo em ação
01/10/12
No dia 22/10, Flavio Dias, Assessor de atletas como Juninho Pernambucano, Tenório e Loco Abreu contará, em palestra, como é o universo da Assessoria Esportiva. Como é o mercado de trabalho e quais os desafios desta apaixonante carreira. Será a oportunidade de entender quais os desafios e perspectivas dos assessores que acompanham atletas, técnicos e dirigentes profissionais? http://www.igec.com.br/conteudos/23/3/institucional/eventos
Abaixo Flavio compartilha conosco alguns momentos de sua trajetória.
Sport e Ambev se reúnem para aparar “crise do vídeo”
22/05/12
RODRIGO CAPELO
Da Máquina do Esporte, São Paulo – SP
Comentários do Prof. Flávio Dias*
Patrocinadora tanto do Flamengo quanto do Sport, a Ambev assumidamente escorregou no último fim de semana. Antes do confronto entre ambos, a cervejaria publicou vídeo no qual um “repórter” desdenha da equipe pernambucana e finge sotaque nordestino: como consequência, irritou muitos torcedores. Após toda a repercussão negativa, a empresa decidiu se explicar pessoalmente a dirigentes.
“O vídeo realmente foi infeliz, e nós admitimos que ele passou de uma linha tênue, mas não o fizemos de nenhuma forma para ofender torcedores do Sport. É um clube que temos muito carinho, como todos que apoiamos, e nos vimos na obrigação de ir presencialmente explicar de maneira formal o que aconteceu”, esclarece Rafael Neves, gerente de marketing esportivo responsável pela Brahma na empresa.
O responsável pela produção do conteúdo, na verdade, é o Esporte Interativo, e executivos da emissora especializada em esporte também foram convidados a comparecer na reunião desta terça. O canal cuida não apenas do perfil flamenguista, mas do vascaíno, do botafoguense, enfim, de todas as equipes que são patrocinadas pela Brahma. Acionado pelo clube após a publicação, teve de agir rapidamente.
Logo depois que o vídeo ganhou escala, o diretor de marketing do Sport, Sid Vasconcelos, foi avisado sobre a publicação e, da Argentina, onde visitava a agência Pro Enter, entrou em contato para que ele fosse tirado do ar, pedido prontamente acatado. A Ambev e o Esporte Interativo, então, divulgaram nota de desculpas, afastaram quem produziu e aprovou o vídeo e determinou, internamente, novos limites.
“Nós cuidamos de toda a produção de conteúdo da Brahma, e os canais foram constituídos de maneira individual para que cada torcida tenha sua página específica, com a linguagem dela. Em cada uma delas, reservamos espaço para brincadeiras, corremos riscos, e dessa vez percebemos que erramos a mão”, lamenta Mauricio Portela, vice-presidente de novas mídias do Esporte Interativo.
Os danos ainda estão sendo medidos. Sid Vasconcelos, por exemplo, leu comentários de vários torcedores que disseram não mais comprar nenhuma cerveja Brahma, como forma de resposta ao que chamaram de “discrimição aos nordestinos”. “Tenho plena convicção de que foi um erro, mas que não foi algo premeditado pela Ambev, porque eles não são assim”, pondera o diretor de marketing do clube.
De qualquer modo, as três partes envolvidas avaliam que dificilmente o episódio irá acabar em algum rompimento contratual. A Ambev, por meio da marca Brahma, prometeu se esforçar para reconquistar a simpatia dos torcedores pernambucanos. O Esporte Interativo, a se policiar melhor a respeito de piadas e brincadeiras. A princípio, pelo menos por enquanto, nenhuma parceria está ameaçada.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br
Comentário:
Quando iniciei minha carreira em busca de um mínimo de aceitação de quem me ouvisse ou lesse, tinha como norma algumas regras básicas, como credibilidade, seriedade e principalmente responsabilidade. Aqui quem fala é um jornalista que se considera extremamente atualizado apesar de ser de uma outra geração e que na sua vida tira graça com tudo, mas quando dirige uma opinião procura ser bastante imparcial e sabedor que quem lhe acompanha merece uma posição direta e séria. Jornalismo para mim é algo sério. Admito que hoje em dia as mídias sociais e alternativas fazem uso de humor em alguns momentos escrachado, mas não o vejo com olhos sadios, apesar de respeitar. Se o espaço é dado, surte efeito, o que fazer. Lutar contra o mundo?
Fui recentemente convidado para um projeto de rede de televisão na internet, a Rede Zyo. Composta por gente jovem mas com sentido de competência no que realiza, a Zyo terá pessoas de um porte como Daniela Escobar, atriz de ponta da Rede Globo e o cantor e produtor Vinny. É claro que os muitos “sem noção” e que chamam a atenção, sendo uma tendência das pessoas adorarem, principalmente a juventude, necessitada de uma descontração que o conturbado e globalizado mundo não dá (hoje é tudo muito sisudo, apesar de vivermos numa democracia…será?), farão parte do canal. Só que ao assinar meu contrato fiz questão de exigir ser o contra ponto. Não que seja sisudo, mas minha formação é de jornalismo sério, como disse anteriormente. Até para fazer humor você precisa ser sério. Precisa ser muito inteligente. Chaplin faz as pessoas sorrirem até hoje pela sua pureza no humor. Forrest Gump faz as pessoas chorarem, sorrirem e se divertirem pela visão de um homem simples. E que mensagem passa este filme de um homem tido como bobo. Pois é.
Fiz questão de dizer tudo isto para dar minha opinião sobre este caso. A Brahma paga e sustenta os clubes com ações diretas. Sustentação em clubes que dependem muito desta grana e deste suporte. É claro que isto não dá direito a empresa de sacanear publicamente quem quer que seja, apesar de ser comum no futebol a brincadeira depois do resultado. Diga quem nunca ”gozou” com seu amigo torcedor de outro clube? Acho que esta situação específica envolve algumas coisas básicas, como complexo de inferioridade, conflito político pela Copa União de 1987, quando Sport e Flamengo brigaram e brigam até hoje pelo reconhecimento de quem é o campeão e também um pouco de liberdade demais para quem elaborou a matéria. Conheço o trabalho dos canais Brahma. Acho sagaz e diferente, mas quem faz no dia a dia precisa entender que nem sempre dá para fazer piada com tudo. É minimamente pensar que não só torcedores do Flamengo estariam ligados na fan page do Fla Brahma. Como foi o anúncio na Nissan dos vice campeões. Logo se fez uma revolta com os vascaínos que reclamaram pois o primeiro comercial era de uma camisa como a do Vasco. De forma inteligente, a agência ampliou para outras camisas e passou a polêmica. Todos podiam ser vice. A Brahma tem outros canais de clubes e todos brincam com adversários, como é no dia a dia. Mas reclamar do sotaque, da sacanagem com o Sport, é querer achar que faz parte do centro do mundo. Todos brincam. O que se pode discutir é o limite do canal, já que foi editado por uma rede de TV que faz jornalismo esportivo e do bom, como a TV esporte Interativo. Só acho ser uma tempestade em um pires de água. Nem copo é. Cada um deveria rir do outro e a Brahma deveria fazer agora uma brincadeira igual com as férias do Flamengo, sendo menos sisudo este episódio. O nordestino precisa entender que ter sotaque é inerente a vontade dele. Só que todo o Brasil tem sotaque. Vamos parar de olhar o próprio umbigo e achar que o mundo conspira contra você.
A minha preocupação é com a separação do jornalismo da brincadeira. Falar com o torcedor é algo muito importante, mesmo usando a linguagem da sacanagem. Quando ela é pública, pode machucar. Mas ela não acontece sempre? Acho que é muita areia pro caminhão que venderam. Vida que segue, sem complexos, sem bairrismos e talvez com um pouco mais de bom senso e noção de quem edita e faz este material. Mas sem cara fechada, represálias e brigas. Vida leve, minha gente. Tomem uma Brahma e façam as pazes.
Fonte: www.maquinadoesporte.com.br
Flávio Dias é professor de Assessoria Esportiva na pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte
OS COMENTÁRIOS AQUI POSTADOS REFLETEM UNICA E EXCLUSIVAMENTE A OPINIÃO DO PROFESSOR.
Por dentro da Festa de premiação do Campeonato Carioca 2012 no Vivo Rio
16/05/12
Por Flavio Dias*
A festa de encerramento do campeonato carioca realizada na noite desta segunda-feira foi recheada de constatações. Uma que o Flamengo anda em baixa; o Fluminense foi o melhor time pelo investimento (até os ternos dos jogadores eram mais bonitos) e o Vasco não deve desanimar, afinal até o melhor torcedor foi um seu.
Lotada de dirigentes e bicões, a festa da FFERJ mostrou que a entidade passa por uma austeridade financeira invejável, capaz de, de repente, ajudar times da segunda e terceira divisões do estado, que disputam uma competição deficitária e sem o mínimo de interesse. Será? Mas não é o caso agora. Vamos voltar a realidade.
O torcedor Hugo, menino cego vascaíno de coração e que foi homenageado pelo atacante do Vasco Alecsandro em uma comemoração de um gol no estadual, foi o melhor momento de uma festa meio fria, sem emoção em que Alex Escobar e Luis Roberto tiveram que botar o talento pra fora para tirar um sorriso do “animadíssimo e interativo” público.
Sobre a seleção, justiça no gol com Diego Cavalieri. Fágner esteve bem em algumas partidas e em outras não. Na esquerda, Carlinhos foi razoável. A zaga, tirando Dedé, o melhor do país, todos se equivaleram, incluindo um jovem do Madureira, que se empregou depois que ganhou o troféu. Precisava? Do meio pra frente nomes como Wágner Love (justíssimo) e Kléberson reforçaram o mau momento do Flamengo e um campeonato ruim, já que o clube foi pouco representado na festa. Do Botafogo, vice campeão, nomes como Renato e Loco Abreu também deram um caldo sem sal do que foi este estranho time no Estadual. Invicto, mas sem encantar.
A parte boa foi guardada para o Vasco, que mesmo sem chegar foi premiado com alguns jogadores, artilheiro e até o torcedor. E o Fluminense, justo campeão como clube que mais investe e corre atrás para ter um time competitivo e capaz de ganhar títulos. Só não valeu pela gafe da falta do hino na chamada do time ao palco. E a falta de um capitão para receber o troféu. Cadê o Fred? Fred, o troféu vai te pegar!! No restante, só esperar que o carioca de 2013 mostre mais público, entusiasmo e acima de tudo respeito ao torcedor. Já teremos o nosso Maracanã e o frio Engenhão não fará parte desta engrenagem fria que é o estadual do Rio de Janeiro. Que chegue 2013! E sirvam o jantar. Opa, não teve. Acabou o milho, acabou a pipoca!
Abraço a turma toda!
Valeu, meu time.
Flávio Dias
*Flavio Dias é professor de Assessoria Esportiva na pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte e vai dar um Curso Prático Assessoria Esportiva à partir de 21/05.
Lidando com ídolos
09/02/12
Por Flávio Dias*
Me considero uma pessoa nova. Aos 42 anos de idade, no entanto, volta e meia me pego tendo lembranças de um passado distante em que você ia ao estádio de futebol com amigos, via os jogos nos vídeo tapes na TVE (era assim mesmo que se falava!) com Januário de Oliveira ou José Cunha e comprava o Jornal dos Sports na segunda-feira antes de ir para o colégio e depois faculdade. Era uma adoração estar nos treinos dos clubes, e eu ia em muitos, sempre reconhecendo craques e destaques da época. Lembro quando ainda morador da Urca, fui ver a seleção de 1982 na Escola de Educação Física do Exército e ficava encantado com Zico, Sócrates, Falcão e outros, somente por estar bem perto. Ter um ídolo é muito bom para a formação de uma personalidade, desde que este ídolo seja grande e capaz de bons exemplos. Sou torcedor do Vasco, confesso, mas sempre tive Zico como o grande cara, encantando com aquele 10 que jogava muita bola. Como o queria em meu time, mas não tinha! E este foi um ídolo que marcou por ser sempre correto, familiar, perfeito para um jovem que o admirava. Tenho certeza que formou-se uma geração de fãs como pessoas boas, de caráter, por que tinham em Arthur Antunes Coimbra um homem na acepção da palavra.
Cresci com este conceito, pensando que um dia ia ter filhos e que gostaria muito que pudessem nutrir sua formação de opiniões pela postura de um ídolo. Os meus iriam mudar, por certo. Políticos? Era uma esperança de um grande país, mas infelizmente cresci frustrado sem um ícone na política nacional. Lembro quando Tancredo Neves surgiu para a minha geração. Era como se fosse o novo Mártir da Independência. Santa carência. Há muito não se chorava tanto a morte de um homem da política como foi aquele. Meus ídolos não apareceram mais nas mais diversas áreas e voltei ao esporte. Sempre ele. Saudável na prática e sano na mente, como diz o ditado em latim. Ayrton Senna alegrava nossos domingos. Mas ele se foi, tragicamente. Surgiu Guga. Neste meio tempo o futebol voltou a conquistar. Mas não sei por que razão, a idolatria mudou de foco. Minha filha nasceu e ela gosta de meninas que cantam, grupos teen e alguns poucos franguinhos que se esgoelam. Só que são ícones, como foram para mim. Preciso respeitar, entender e dar força dentro do possível.
Sabe por que contei esta trajetória de fã? Por que entendo o que é isto e sei o quanto é importante para quem trabalha na mídia, seja ele pedra, seja ele vidraça, jornalista ou assessor de imprensa, que possa compreender este “diferente” no mundo. Trabalho com esporte. Continuei com ele. E por incrível que possa parecer a coincidência, lido com ídolos da atual geração diariamente. São pessoas normais, estrelas é verdade, porém muitos com coração e alma. Pessoas carentes, pessoas do bem, pessoas fortes e frágeis, com dúvidas e certezas. Só que para cumprir meu papel de formador de boas imagens e apagador de incêndios, preciso administrar jornalistas que se misturam como fãs e/ou profissionais, tietes, “malas” queridas e “malas” difíceis e principalmente filtrar o humor do atleta.
Jogador de futebol é um ser cíclico, que independente de ser conhecido demais ou pouco conhecido tem as mesmas manhas e manias e que por conta disto diz não a autógrafos e não a entrevistas, sem saber que tais posturas podem ser marcantes para seu futuro, tornando-o antipático e pouco querido pela opinião pública. O papel do bom assessor é sempre aconselhar e forçar a situação para que ele esteja presente. Recentemente tive duas experiências como estas. Uma envolveu o craque e ídolo do Vasco da Gama, Juninho Pernambucano. E envolveu o IGEC. Sair de casa, dar uma palestra para mais de 100 alunos e distribuir sorrisos e autógrafos. Qualquer um poderia reclamar e não ir. Juninho é diferente. Reclama igual, mas ouve quem ele sabe que pode trazer benefícios, no caso o assessor. Inicialmente o medo do contato no auditório da FACHA, local da palestra. Depois, o agradecimento por um momento particularmente leve e descontraído e que agregou valor a imagem dele e o tornou mais ídolo dos muitos que achavam que ele não iria lá. Ponto a favor de quem conhece a palavra ídolo.
Outra experiência foi com o ídolo do Botafogo, Loco Abreu. O canal de esportes FOX estava organizando uma grande festa no Copacabana Palace. Já havia conversado com ele sobre esta chance de se aproximar de um grande meio de comunicação para um atleta em fim de carreira e que poderia seguir o rumo de um comentarista da FOX América Latina. No início, um momento claudicante. No fim, um convite para comentar um jogo e a possibilidade de um contrato. Imaginem a decepção que seria se Loco não aparece no evento, pela figura que é e o que representa.
Sinto isto. Vivo com isto e sei o quanto as pessoas querem um retorno. Quando em um restaurante, lugar público que seja, uma pessoa pede autógrafos ou fotos e dizem sempre as mesmas frases “sou botafoguense doente”, “meu pai é o maior vascaíno de todos”, “meu filho só fala de você”, “você é o Loco Abreu,né? (mais velhos!)”, dou força e sou eu que entro com o “sem problema, vai ser um prazer”, e ainda me travisto de fotógrafo e pego a máquina ou celular para fazer a imagem do ídolo e do fã. Esta é uma das coisas que mais insisto em minhas aulas. Saber e entender que torcedor e jornalista são necessários demais para o andamento desta engrenagem. Atender, dar satisfação, sorrir e mesmo engolir uma “cornetada” de um fã, faz parte. Respeitar quem tem um ídolo é parte deste aprendizado. Quem trabalha neste meio de assessoria deve ter um bom poder de persuasão mostrando ao seu cliente o quanto é importante usar de feedback. Desta forma se cresce e se estabelece uma relação de respeito e confiança. Até para falar mal, vai se pensar duas vezes. Palavra de quem conhece, já teve e admira os ídolos.
Flávio Dias é professor de Assessoria de Comunicação na pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte
Juninho Pernambucano na JENE5
21/10/11
Não poderia ser diferente, a participação do craque Juninho Pernambucano na aula de Assessoria de Comunicação do Prof. Flávio Silveira. Solícito, acessível, inteligente e articulado, Juninho demostrou ser diferenciado fora de campo também, respondendo de forma profissional todas as perguntas feitas por alunos de todas as JENEs, além dos alunos de graduação de jornalismo da FACHA. O auditório ficou lotado de estudantes de todas as torcidas que relevaram as paixões futebolísticas em nome de uma experiência acadêmica e prática memorável.
Agradecemos a todos da FACHA, especialmente aos executivos Márcia Alonso e Saulo Chagas por todo apoio dado a este evento. Um obrigado especial ao Juninho por sua generosidade em compartilhar conosco sua experiência. Abaixo as fotos do evento
Aula de Jornalismo e Direito no IGEC
01/10/10
Os alunos da turma de Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios de Esporte do IGEC/FACHA tiveram a oportunidade de entender, ontem, os motivos que levam muitos profissionais da área a não passarem a notícia correta quando o assunto é Direito versus informação. Mário Bittencourt, advogado do Fluminense Football Club, esteve no campus Botafogo do IGEC/FACHA e não só tirou dúvidas dos estudantes de Jornalismo Esportivo, como também deu conselhos, falou dos meandros do Direito Esportivo e da conturbada relação entre dirigentes de clubes e federações X jornalistas.
“A nossa linguagem é difícil e arcaica”, explicou Bittencourt. Entretanto, ele deixou claro que a pressa na apuração dos fatos contribui muito para que alguns profissionais acabem por dar “barriga” invés de “furo jornalístico”.
- São cerca de 432 sites sobre esportes, fora as Redes Sociais e os blogs, enumerou o profissional de Direito.
“Entretanto é necessário ao profissional de comunicação entender sobre o que está sendo dito para não escrever nada de forma equivocada”, analisou Bittencourt.
O professor Flávio Dias, titular da cadeira Assessoria de Imprensa na Pós-Graduação de Jornalismo Esportivo IGEC/FACHA, fez coro às palavras do advogado. Profissional da área com longa experiência no mercado, deu uma dica.
- Nós, jornalistas, devemos ter muito cuidado com o que falamos ou escrevemos, afirmou o professor, que defendeu a importância do assessor de imprensa ser um jornalista com formação na área.
O professor citou um caso onde Mário Bittencourt atuou que foi emblemático na mídia pelo bom trabalho de assessoria de imprensa realizado:
- Foi o do Leandro Amaral. Ali foi uma total blindagem, tanto do atleta, quanto da própria direção do clube, avaliou Flávio Dias.
E Bittencourt completou:
- Mas isso é uma coisa que para dar certo é porque o dirigente colabora nesse sentido.
Ao final da aula o professor Flávio Dias deu um conselho a turma de cerca de 25 estudantes:
- Vocês têm que estar preparados. Precisam estudar, ter embasamento.
E o advogado Mário Bittencourt complementou: “O jornalista se vende pela notoriedade. Tem que fazer a profissão ser diferente. Se vocês se corromperem uma vez para o mercado será assim sempre”, concluiu.
Abaixo as fotos da aula



































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