Artigos com o marcador atendimento
Pequenas empresas criam mais empregos
24/08/10
Os negócios de pequeno porte do setor de serviços foram os que mais geraram postos de trabalho no mês de julho
Dilma Tavares, da Agência Sebrae de Notícias,
Comentários do Prof. Claudio Moreira*

Brasília – As micro e pequenas empresas, principalmente as menores, mantêm a liderança na geração de empregos com carteira assinada, ultrapassando com larga vantagem os médios e grandes empreendimentos.
Dos 181.796 empregos criados no mês de julho, 135,5 mil (74,5%) foram gerados pelo segmento.
Em junho essa participação foi de 71,8% do saldo total de empregos gerados.
Só as microempresas com até quatro empregados geraram 68,6% dos empregos criados em julho, respondendo por 124,7 mil do total. As pequenas empresas, com 20 a 99 trabalhadores, geraram 8,1% dos postos de trabalho.
As microempresas com cinco a 19 trabalhadores tiveram saldo negativo de 2,2% do saldo total. Já as médias e grandes responderam por pouco mais de 25,5% dos postos de trabalho criados no período.
Os dados produzidos pelo Sebrae foram extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego. Eles mostram que as micro e pequenas empresas geraram mais empregos no setor de serviços (23,8%), seguido pela construção civil (20,1%) e pela indústria de transformação (14,5%).
“Ressalte-se que os saldos de empregos líquidos dessas empresas foram positivos em todos os demais setores”, reforça o analista de políticas públicas do Sebrae”, Leonardo Mattar. Ele lembra o segmento teve performance positiva na geração de emprego em todo o primeiro semestre de 2010.
As pequenas empresas com 20 a 99 empregados geraram mais empregos na construção civil, com 3,8%, seguida pela indústria de transformação com 2,9%. As maiores perdas das microempresas que empregam entre 5 e 19 trabalhadores ocorreram no comércio, com -3,8%, um problema verificado pelo quarto mês consecutivo, conforme o analista Leonardo Mattar.
Comentário: As PME’s estão no Brasil em numero esmagadoramente maior que as empresas de grande porte, mostrando sua importância para a economia do país. No contexto mundial, as PME’s sempre ocuparam seu lugar de grande importância na economia, foram elas as responsáveis pela alavancagem econômica do país. Como exemplo, podemos citar os Estados Unidos, França, Itália, entre outros. Em Portugal, As PME’s representam 99,5% do tecido empresarial, geram 74,7% dos empregos e realizam 59,8% do volume de negócios nacional, (dados de 1998).
Para atender a este imenso mercado consumidor de serviços de vários tipos como campanhas de comunicação, programas de capacitação de funcionários, ações de marketing digital, programas de qualidade no atendimento, entre outras, devemos atentar para a simplicidade (sem ser simplória) na abordagem a um cliente que nem sempre está familiarizado com jargões corporativos e novíssimas tecnologias, mas que sabe exatamante “onde o calo aperta”. É necessário esmero na compreensão da realidade deste cliente, por vezes pouco estudado, mergulhando em seu mundo, vivenciando seu cotidiano e entendendo sua cultura. Pragmatismo aliado à práticas consagradas e uma boa base teórica costumam funcionar bem quando servimos à pequenos empresários, que em boa parte das vezes, começou seu negócio batalhando sozinho, mas que tem muito a nos ensinar.
*Claudio Moreira é Diretor Executivo do IGEC e professor de Postura Consultiva e Prestação de Serviços.
Serviço isento de falhas?
30/03/10
A reportagem de capa da revista EXAME que está nas bancas traz o resumo de uma pesquisa que mostra que a maior parte das empresas brasileiras acredita que presta ótimo serviço a seus consumidores, mas na prática o consumidor avalia de modo muito diferente.
Os bordões “foco no consumidor”, “ cliente em primeiro lugar”, “satisfação total do cliente” são na prática apenas bordões. Segundo a pesquisa, 98% das empresas afirma ter uma estrutura de atendimento eficiente, mas 23% dos consumidores pesquisados afirmam não terem sido bem atendidos por NENHUMA empresa nos últimos 12 MESES! E apenas 48% das empresas pesquisadas conseguem obedecer as leis de defesa do consumidor.
Apenas 37% das empresas pesquisadas têm software de gestão que ajudam a identificar falhas e a conhecer o consumidor. Cerca de metade das empresas pesquisadas pela revista EXAME em conjunto com o Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) treina pouco seus funcionários; apenas 39% das analisadas na pesquisa solucionam problemas mostrados pelos clientes na primeira tentativa, e somente 69% das que pesquisam a satisfação de seus clientes usam as informações da pesquisa pra melhorar a qualidade do atendimento.
Fonte: revista Exame, ed 964, março, 2010
Como dá para constatar pela reportagem acima, não é fácil manter um serviço isento de falhas, mas dá para aprender como atender o cliente de forma profissional. Veja só:
Pós-Graduação em Gestão de Serviços
Este curso tem como objetivo prover, por intermédio de foco intenso e contextualizado, conhecimentos técnicos e científicos de modo a propiciar a especialização e a atualização de profissionais que atuam na gestão de atividades de serviços.
Ao término do curso o aluno deverá ser capaz de gerir competentemente atividades de serviços, atuando nas mais diversas ramificações, como serviços de saúde, educacionais, profissionais, financeiros, de manutenção, transportes, entretenimento, turísticos, cuidados pessoais, entre outros.
Inscrições abertas:
Início: 27 de Abril de 2010, 3as e 5as, 19:00h Às 22:00h
Local: Campus Centro, Rua Buenos Aires 90 – pavimento 4, próximo à estação Uruguaiana do Metrô e a poucos passos da Avenida Rio Branco.
Para saber mais acesse: http://www.igec.com.br/index.php/Cursos/gestao-de-servicos

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