Artigos com o marcador Andrei Scheiner
Professores do IGEC palestrando no WOB 2012
18/09/12
Começa nesta 5a feira o WOB 2012. (www.wob2012.com.br/)

O WOB é um evento internacional sobre Inovação com foco em Design, Tecnologia e Novas Mídias. O evento conta com a participação de grandes pensadores, líderes, formadores de opinião e profissionais atuantes para a troca de de conhecimento e networking. São esperados mais de 80 palestrantes, nacionais e internacionais. Alguns temas que serão abordados: Neuromarketing, design thinking, design de experiência entre outros. O evento acontecerá no Centro de Convenções SulAmérica na cidade do Rio de Janeiro, nos dias 20, 21 e 22 de setembro e contará com alguns docentes do IGEC entre os palestrantes:
Carlos Nepomuceno (Nepô) – Revolução Cognitiva e o Futuro das Organizações, dia 20, 11:00h
Andrei Scheiner – Nova Dinâmica do Mercado 3.0, dia 20, 16:00h
Paulo Teixeira – A Era Google, dia 22, 12:00h
Boa sorte mestres!
Especialista diz que falta orientação aos atletas que usam redes sociais
02/08/12
Por SporTV.comRio de Janeiro

Discussões com torcedores, xingamentos racistas e até mesmo atletas afastados das Olimpíadas. Nos primeiros dias dos Jogos de Londres, as redes sociais estiveram no centro de uma série de polêmicas. São consequências de uma interatividade que pode ser benéfica e, ao mesmo tempo, perigosa. A judocaRafaela Silva talvez tenha sido a que mais sofreu os efeitos distintos da interatividade digital. Após ser desclassificada por um golpe irregular, ela recebeu apoio, mas também foi xingada. Respondeu com palavrões e acabou excluindo o próprio perfil.

Rafaela Silva (Foto: Ary Cunha / Ag. O Globo)
Especialista em marketing digital, Andrei Scheiner possui 11 anos de experiência em estratégias de comunicação profissional e 14 no ramo da internet. Professor de e-branding na pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital, ele acredita que falta aconselhamento aos atletas na direção de evitar episódios negativos na grande rede.
- Falta às confederações orientar os atletas sobre como se comportar. Se eles têm um preparamento físico, um preparamento alimentar, psicológico e orientação, por que não ter uma orientação também de como dialogar com os fãs – afirma o especialista.
Alguns críticos passaram dos limites e ofenderam Rafaela com xingamentos racistas. Estes serão investigados pela Polícia Federal. A postagem de comentários considerados racistas, aliás, já tirou das Olimpíadas atletas como a grega Voula Papachristou, do salto triplo, e ozagueiro Michel Morganella, zagueiro da seleção suíça de futebol.

- Hoje em dia, as redes sociais são o contato mais próximo que o público tem com o atleta, com seu ídolo. Nós, indiretamente, jogamos a notícia para que milhares de pessoas acompanhem o nosso trabalho – opina a comentarista de vôlei do SporTV Carol Gattaz.
As redes também oferecem espaço para manifestações saudáveis. O ginasta Diego Hipolyto, eliminado dos jogos, usou a internet para agradecer o apoio. Já a nadadora Joanna Maranhão, após perder as semifinais dos 200 metros medley, de forma elegante, pediu respeito aos críticos virtuais. A lateral Maurine, da seleção feminina de futebol, é uma das atletas brasileiras que mais postam fotos de Londres.
- Se hoje já é comum ver pessoas querendo conversar com os atletas, querendo estimular os atletas ou as vezes criticar nas redes sociais, espera-se que em 2016 isso seja maior ainda, seja mais evidente ainda – explica Scheiner.
Fonte: http://sportv.globo.com
Agronegócios nas redes sociais
19/04/12
As redes sociais são usadas cada vez mais por empresas de varejo que observam aumento nas vendas e melhora no relacionamento com os clientes. No setor de agronegócios, esse movimento ainda é incipiente.
Os sites de relacionamento nas redes sociais na internet surgiram para que as pessoas pudessem encontrar amigos antigos e manter contato com novos. Essa utilidade evoluiu para ambientes de troca de informação e interação nunca imaginados. A publicidade, como sempre, logo soube aproveitar esse espaço virtual para divulgar marcas e produtos e se relacionar com seus clientes. Nos meses de julho e agosto deste ano, as vendas da Danette, sobremesa de mousse da Danone, subiram 44% após uma ação da marca no Facebook.
No caso das empresas do setor de agronegócios, esse movimento ainda é muito incipiente, conforme apontou o estudo Agronegócios 2.0 da consultoria brasileira TerraForum. Atualmente, o consumidor confia cada vez mais nas redes sociais para tomar uma série de decisões, assim como ampliar virtualmente e mesmo exponencialmente suas experiências – positivas ou negativas De acordo com o estudo existe uma série de oportunidades para o agronegócio nas redes sociais como reaproximação do produtor e do consumidor final, agregação de valor às commodities,fortalecimento de iniciativas de incentivo regional, assim como mecanismos virtuais de integração vertical (ao longo da cadeia) ou horizontal (dentro de um elo da cadeia). Ao mesmo tempo, fica evidente uma série de temas que, por sua natureza, suscitam paixões e grande uso para as redes sociais no agronegócio, como segurança alimentar, fome, sustentabilidade, comércio justo, qualidade de vida, entre outros.
Impacto
Fazer publicidade de uma marca nas redes sociais é mais barato do que nas mídias tradicionais. Mas é preciso acompanhar os resultados e manter a comunicação com os clientes e priorizar a qualidade no atendimento. Caso contrário, a repercussão na internet pode acabar sendo mais negativa do que positiva.
“É preciso criar diálogo”
Para o consultor sênior da TerraForum, consultoria responsável pelo estudo Agronegócios 2.0, o potencial da utilização das redes sociais para agregar valor a empresas desse setor é muito grande. Leia a seguir alguns trechos da entrevista.
SERBRAE/PR- Como é a situação atual do agronegócios em relação às redes sociais?
ANDREI SCHEINER – O nosso estudo Agronegócios 2.0 , elaborado no segundo semestre de 2010, avaliou o nível de maturidade das empresas presentes no mercado brasileiro e externo também. Nós fizemos uma pesquisa geral e identificamos 13 casos relevantes do setor no mercado. Eles estão divididas em quatro blocos: Fornecedores de insumos e equipamentos; produção e beneficiamento; comercialização; e entidades de apoio ao agronegócio. Desses casos analisados, identificamos que nenhuma das empresas tem um nível de maturidade ideal em todos os quesitos. Algumas delas investem mais na parte de interação, com produção de conteúdo para os sites e para abastecer as redes sociais com informações relevantes para o negócio e para o usuário. Um exemplo de empresa que faz bem isso é a Monsanto, que fornece conteúdo focado no negócio, mas pensando também nos leitores mais leigos. Outra “empresa” que faz isso é a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Em relação à questão da utilização das redes sociais para interação eficaz, sem ser de mão única, nenhum exemplo foi encontrado. Essas empresas ainda tem uso muito pequeno de redes sociais, presença em Twitter, Facebook, para gerar relacionamento e percepção da marca na sociedade. A presença se restringe à produção de conteúdo. Há ainda pouca conversa com interessados.
SEBRAE/PR-Há algum exemplo externo de alguma empresa de agronegócios que faça isso bem?
SCHEINER- Não identificamos nenhum caso ainda. A maior parte dos casos até tem página nessas redes, mas usam mais como apoio para o blog ou site da empresa do que realmente interação e até comercialização inovadora de produtos pela internet.
SEBRAE/PR – Você acha que de fato essas empresas devem aproveitar melhor esse ambiente 2.0?
SCHEINER - Sim, é importante que elas estejam presentes na internet. Não necessariamente elas tem que estabelecer canais de venda, talvez aquelas que queiram se destacar como inovadoras na questão de tecnologia do agronegócio. Mas é importante na parte do relacionamento. Se a empresa tem um canal de comunicação direto com esses clientes, ela pode eventualmente começar a testar um canal de vendas via redes sociais, mas isso ainda é muito recente. Os grandes varejistas começam a fazer isso agora. O Magazine Luíza lançou há pouco tempo um canal de vendas pelo Facebook e não apenas pelo site. O mais importante a princípio é trabalhar o relacionamento e a troca de informações. É criar um diálogo com esse consumidor final e até com a sociedade em geral através das redes sociais. É interessante para que a sociedade entenda o que a empresa faz, esclarecer temas polêmicos como transgênicos, por exemplo. Esse ambiente possibilita um diálogo com pessoas normais, com um clima mais informal e mais humanizado da empresa. É importante criar esse diálogo e que ele seja franco. Muitas das empresas não têm diálogo. Elas simplesmente criam uma página e a abastecem com informações unilaterais. Não há equipes, ou empresas contratadas para fazer a manutenção desse relacionamento.
SEBRAE/PR-Você acredita que esse tipo de iniciativa é interessante mesmo para micro negócios?
SCHEINER – Claro. Pode ser muito interessante. Principalmente para produtores que trabalham com orgânicos, que tem um público específico, que na maioria das vezes, infelizmente, ainda é mais elitizado. Mas é importante que isso seja feito com a devida atenção e investimento. Muitas vezes direcionam uma pessoa que entende do produto, mas não da ferramenta, ou vice-versa. É preciso trabalhar de forma integrada, ter alguém que saiba operar as ferramentas da internet, mas também ter alguém que domine o conhecimento sobre os produtos da empresa, pois a internet demanda agilidade na troca de informações. Se as respostas não forem rápidas, não funciona. Estar na rede social não pode ser encarado como um gasto, mas sim como um investimento, que pode variar de acordo com a empresa.
SEBRAE/PR- Por que você acha que existe essa certa resistência desse setor em utilizar essas ferramentas, em comparação a outros setores como varejo, por exemplo?
SCHEINER- Talvez seja falta de cultura de uso mesmo, de percepção, de entender que não vale à pena estar na internet e vender pela internet porque a cadeia produtiva desse setor já é muito consolidada. Talvez seja resistência a correr risco. Na verdade, isso tem um potencial muito grande, o agronegócio 2.0 é algo que ainda está engatinhando, não só no Brasil, mas fora também. Acho que o principal seria trabalhar com colaboração, estabelecer diálogo, ouvir e conversar com o consumidor, pedir para ele ajudar a criar coisas, dar ideias, trocar experiências.
SEBRAE/PR- Tem alguma dica das coisas que não se deve fazer nas redes sociais?
SCHEINER- A primeira coisa é não achar que copiar o caso de sucesso de alguma empresa vai funcionar. Não existe uma fórmula mágica. É preciso entender melhor as coisas, cada caso é um caso. Outra coisa importante é não achar que basta ter o site na internet. É preciso estar presente e estabelecer o diálogo com o consumidor. Além disso, é importante monitorar os comentários na rede. Com isso, é possível gerenciar possíveis crises, mas também captar novas ideias, como, por exemplo, uma forma de embalagem diferente. Isso ajuda a gerar inovação para a empresa.
SEBRAE/PR- Quais os benefícios que esse posicionamento pode trazer?
SCHEINER- A área de agronegócio ainda está engatinhando nesse sentido. É importante que as empresas leiam e se informem sobre esse assunto. Ainda não existe um exemplo perfeito, mas têm algumas iniciativas, como as do estudo, que já estão dando certo. É preciso pensar a web 2.0 como um canal para trabalhar melhor o seu negócio, gerar valor não apenas de relacionamento, mas também de renda, evitando intermediários dependendo do tipo de produto. Isso pode acontecer principalmente para pequenos produtores, que tem dificuldade de entrar em algum mercado por questões de barreiras na parte de fornecimento e distribuição… A web 2.0 pode ajudar nisso. Sempre vale a pena correr risco. Se a empresa não correr risco, algum concorrente vai correr e passar na frente, de certa forma. É preciso correr risco, mas sem dar tiro no escuro.##
Fonte: http://www.focosebrae.com.br/boletim.aspx?codBoletim=65
Andrei Scheiner é professor de e-branding na pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital e de branding na pós-graduação em Gestão Estratégica da Comunicação
Novo evento do calendário digital carioca: Conexões Digitais
15/08/11
O calendário de eventos digitais carioca ganhou um novo evento, o Conexões Digitais, promovido pelo IGEC. A 1a edição do Conexões Digitais aconteceu no auditório da FACHA, em Botafogo, e contou com a presença do professor de e-branding e consultor de branding e marketing online da Terra Forum, Andrei Scheiner (@inobvio), do Sócio-Diretor da Ideia S.A e mais novo pós-graduado em Gestão Estratégica do Marketing Digital (6a turma), Vitor Guerra (@vitor_guerra), dos fundadores da Bemfeitoria (@benfeitoria), Tatiana Leite e Murilo Farah e encerrando com Paulo Coimbra (@paulocoimbra), Arquiteto da Informação na Globo.Com. O evento foi apresentado pela Coordenadora da Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital, Letícia Bade (@leticiabade).
Com auditório cheio, o Conexões Digitais apresentou o tema “Crowd: o poder das multidões” , mostrando como empresas podem alcançar resultados através da força da coletividade. Tatiana e Murilo abriram o dia apresentando o Bemfeitoria, a a primeira plataforma de realização colaborativa gratuita do mundo. A dupla apresentou projetos campeões com arrecadações impressionantes e resultados robustos, certamente novos projetos farão parte da plataforma.
Andrei Scheiner apresentou os modernos conceitos de inovação aberta, passeando da clássica definição de Arthur Schopenhauer, pelas definições modernas e pelos resultados que as organizações podem obter através da inovação (“Inovação não é criar maquininhas”, lembrou ele).
Vitor Guerra trouxe o divertido case “Guaraná Jesus: como a participação do público pode influenciar de forma surpreendente o resultado de uma campanha”. Apoiado em números vistosos e numa estratégia vencedora, Vitor apresentou vídeos e ações que impulsionaram o conhecimento da marca do refrigerante, trazendo um universo regional desconhecido para boa parte dos presentes.
Paulo Coimbra fechou a parte expositiva do evento, trazendo uma mensagem de realização e poder de prática de projetos em rede bastante interessante.
Ao final todos compuseram a mesa para debater os conceitos e resultados com a platéia, que participou intensamente. Pelas menções entusiasmadas coletadas no twitter (#conexoes), não há dúvidas que o Conexões Digitais entrou definitivamente para o calendário digital carioca. O próximo evento, em 2012.
Quem quiser saber o que rolou, basta acessar o site do IGEC e entrar em nossos canais nas redes sociais para ver fotos e vídeos
Aqui, uma pequena amostra
Prof. Andrei Scheiner em entrevista à Carta Capital
09/09/10
A revista Carta Capital dessa semana (edição 612) traz uma entrevista com o professor de e-branding, Andrei Scheiner em matéria sobre o uso de tatuagem pela publicidade e o caso da Unilever (Axe) ter patrocinado uma tatuagem temporária na Larissa Riquelme (a “modelo-celebridade” da vez).
Para seguir o prof Andrei no Twitter:
Debate sobre e-Branding no RJ
08/03/10
No dia 13 de março, de 10h às 13h, teremos o primeiro #SouMaisWeb de 2010. O tema será eBranding e os debatedores convidados são:
- Gabriel Rossi (vem de SP, é um dos principais nomes de branding no mercado digital brasileiro – @digitalbranding)
- Andrei Scheiner (da agencia TerraForum – @inobvio)
- Daniela Meirelles (consultora da DBrand, com atuação internacional – @dmeirelles)
- Fabio Carvalho (da Textual Comunicação – @fabiocarvalho), será o moderador desta edição
O #SouMaisWeb é uma série permanente de debates sobre temas variados relacionados à comunicação e marketing digital.
Já tivemos edições sobre Redes Sociais, Webdesign, Marketing de Busca, Marketing Móvel e Esportes na Internet, entre outros.
Alguns colegas da lista já passaram por lá, debatendo ou moderando (como o Mário Lima Cavalcanti, a Cris Dissat e o Alex Carvalho).
É um ambiente bem diferente, aberto e participativo, estou certo que vocês irão aproveitar a experiência.
O papo acontece no auditório do Ibeu em Copacabana (mapa > http://migre.me/mohT)
Informações e inscrições (gratuitas) estão em > http://godfathertheblog.wordpress.com/category/eventos/soumaisweb-eventos/
Sei que não tenho postado muito por aqui, mas além de ler frequentemente a lista, mantenho contato com muitos de vocês por Twitter e email.
Por isso mesmo, reforço o convite acima (venham ao #SouMaisWeb!) até para continuarmos os laços (e formar novas amizades face-to-face).
Mais info sobre o que é o #SouMaisWeb > http://godfathertheblog.wordpress.com/soumaisweb/
O que falam no Twitter sobre o evento > http://twitter.com/#search?q=%23SouMaisWeb
Fiquem à vontade para entrar em contato.
Grandes abraços,
Nino Carvalho – twitter.com/ninocarvalho
Consultor em Estratégia de Marketing Digital
Prof Ms Coordenador da Pos em Gestao Estrategica de Mkt Digital













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