Revista Newsweek mata edição impressa e fica 100% digital
18/10/12
Pouco antes de completar 80 anos, a revista Newsweek vai deixar de ser impressa. A distribuição passa a ser apenas digital


Fundada em 1933, a Newsweek foi a segunda revista mais importante dos Estados Unidos, atrás da Time, durante a maior parte da sua existência
São Paulo — A Newsweek, segunda revista semanal de informação mais importante dos Estados Unidos, vai deixar de ser impressa. O último exemplar será o de 31 de dezembro. Depois disso, a revista, que completa 80 anos em 2013, vai circular apenas na forma digital. A notícia foi dada nesta manhã no site da revista, num texto assinado pela editora chefe Tina Brown e pelo CEO Baba Shetty.
Do dia 1º de janeiro em diante, a revista vai se chamar Newsweek Global. “Vai ser uma edição mundial única, dirigida a uma audiência formadora de opinião, com alta mobilidade, que quer saber sobre acontecimentos do mundo num contexto sofisticado”, diz o texto de Tina e Shetty. A revista já é oferecida em formato digital para a leitura em computadores pessoais, tablets e e-readers como o Kindle, da Amazon.
A Newsweek, fundada em 1933, tem se mantido como a segunda revista semanal mais lida na mídia americana, atrás apenas da Time, durante a maior parte dos seus 79 anos de existência. A publicação está em crise desde 2008, quando passou a registrar perdas financeiras e a passar por mudanças numa tentativa de evitar o colapso.
Em agosto de 2010, o grupo Washington Post vendeu a Newsweek para Sidney Harman, um pioneiro da indústria de equipamentos de áudio. Circulou no mercado a informação, não confirmada pela empresa, de que Harman teria pago 1 dólar pela revista, além de assumir suas dívidas.
Em novembro do mesmo ano, a Newsweek se uniu ao site de notícias The Daily Beast, fundado por Tina Brown, que passou a comandar também a revista. “The Daily Beast atrai mais de 15 milhões de visitantes por mês, número 70% maior que o do ano passado. Grande parte desse tráfego é gerado todas as semanas pelo jornalismo dinâmico e original da Newsweek”, diz o texto de Tina e Shetty.
Os dois afirmam que não estão abandonando a revista: “Esta decisão não é sobre a qualidade da marca ou do jornalismo. É sobre os custos desafiadores de imprimir e distribuir a revista em papel”. Eles admitem, porém, que haverá corte de pessoal: “Infelizmente, antecipamos que haverá redução da equipe e enxugamento das nossas operações editoriais e comerciais, tanto nos Estados Unidos como em outros países.”
Fonte: http://exame.abril.com.br
Comentário de Letícia Bade*: E a crise chega a mais um grande veículo, que para sobreviver decidiu manter apenas a sua versão online. Não é uma vitória do digital, ou do online sobre o offline. É mais uma vitimada crise econômica que já assola o mundo, especialmente os EUA desde 2008.
Felizmente nestes tempos, a adaptação é palavra de ordem. Não fosse a versão online, a Newsweek não teria chance de existir. Isso já é bom de ser comemorado. Como bem falou o executivo, não é um problema de qualidade ou momento do jornalismo. É apenas uma adaptação ao novo cenário mundial.
Os custos de distribuição e impressão que inviabilizam a versão offline são os mesmos que limitam a edição de livros que não sejam “Best sellers” e ajudam no crescimento extraordinário de edições de livros digitais. Nos EUA, a receita com a venda de livros digitais (e-books) superou a de edições impressas nos Estados Unidos, pela primeira vez, em março deste ano. Novos cenários, novos formatos.
Letícia Bade é Coordenadora da pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Vôlei, minha vida, o blog da Dabliu Ramos
17/10/12
Quer saber tudo sobre vôlei? Então acompanhe o blog “Vôlei Minha Vida” da Dabliu Ramos, aluna da 7a turma de pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. Dabliu acompanha o vôlei ha 34 anos, tem como ídolo o ex-jogador Renan Dal Zotto e graças à oportunidade que teve de conhecê-lo tornou-se sua amiga fazendo com que a partir daí tivesse contato com todas as gerações do voleibol até hoje e também conquistasse a amizade de jogadores, comentaristas, repórteres e outros. Veja alguns posts recentes do blog.
Rapha tira um tempinho do Mundial de Clubes no Qatar, para nos presentear com mais um episódio de nosso DIÁRIO
Nossa semana começou com os treinos voltados pra o Mundial de Clubes em Doha. Quinta feira embarcamos de Veneza para Doha. Sábado tivemos nosso primeiro jogo contra o time Al Rayan (donos da casa), que conta com o central brasileiro Rodrigão. Foi um jogo difícil mas conseguimos nossa primeira vitória na luta para tentar conquistar o tetra. Domingo jogamos contra o time mexicano Tigres de UANL, vitória mais fácil por 3 x 0. Segunda feira de folga e amanha entraremos em quadra contra o time Sada Cruzeiro(campeão sul americano). Os dois times já estão classificados para a fase final, esse jogo vale a primeira colocação na chave A.
A quarta feira vai ser sem jogo pro Trentino, quinta vão acontecer as semifinais e sexta as disputas de primeiro e terceiro colocado.
Nosso time está pronto para as finais e lutando para tentar ganhar o mundial de clubes pela quarta vez consecutiva. No próximo diário espero voltar com boas notícias! Conto com a torcida de vocês! Valeu! Fiquem com Deus.
Nebacetin lança plataforma digital “O Restaurador” para reparar fotos antigas dos consumidores
16/10/12
Ação desenvolvida pela marca Nebacetin tem como objetivo tratar as imagens tal como a pomada cuida da pele das famílias brasileiras.
Nebacetin, marca do laboratório farmacêutico Takeda, inova e lança a plataforma digital “O Restaurador”. O site www.orestauradornebacetin.com.br está no ar com a proposta de oferecer a reparação de fotos antigas dos consumidores, que estejam danificadas ou envelhecidas. A ação tem total alinhamento com a proposta de Nebacetin, que trata da pele (queimaduras, ferimentos e cortes) de todos os membros da família, reforçando seu conceito de comunicação “As famílias mudam. O jeito de cuidar não”.
A ferramenta digital desenvolvida pela agência Santa Clara proporcionará interatividade com o consumidor, permitindo que ele envie até três fotos que precisem ser restauradas por mês e acompanhe o andamento da restauração. Cada ferramenta de navegação do website foi pensada para proporcionar uma experiência próxima da realidade, por isso o internauta visualiza videos do restaurador, esse personagem que está cuidando pessoalmente das suas fotos restauradas. Após receber o resultado final, é possível compartilhar o resultado via Facebook. Além disso, pode-se realizar a busca por nome de fotos de amigos e familiares que também utilizaram o serviço.
Ainda, será possível tirar dúvidas e fazer comentários diretamente para o “O Restaurador”, que terá um perfil no Facebook (www.facebook.com/orestaurador) no qual os consumidores poderão falar sobre a ação. ”Esse ano, a marca decidiu investir na aproximação com as famílias e “O Restaurador” é a grande aposta para estreitar esse relacionamento. O projeto é interessante, gratuito e oferece um serviço de ótima qualidade, acreditamos que terá uma ótima aceitação dos consumidores” revela Juliana Tordin, gerente de marca OTC da Takeda.
“O cuidado com as famílias está no DNA de Nebacetin, marca usada há anos para o tratamento de ferimentos. ‘O Restaurador’, em uma analogia, trata um elemento importante para as famílias: imagens que fazem parte das memórias familiares e certamente merecem cuidados”, afirma Laís Rosin, diretora de marketing OTC da Takeda. “Paralelo a isso, a ideia é nos aproximar do nosso público e fazer com que eles interajam e se conectem com a essência da marca”, completa a executiva.
No site “O Restaurador” também será possível obter todas as informações sobre a dupla de sucesso Nebacetin e Neba-Sept, medicamentos indicados no combate rápido às bactérias, ajudando a limpar e tratar ferimentos recorrentes no dia a dia. [ www.orestauradornebacetin.com.br].
Nebacetin®, do laboratório farmacêutico Takeda, oferece opções seguras e eficazes para tratamento de ferimentos na pele. Neba-Sept®, composto pela substância digluconato de clorexidina 1%, é um antisséptico tópico que combate rapidamente as bactérias, ajudando a desinfetar e tratar feridas cutâneas superficiais de pequena extensão. A pomada Nebacetin®, composta pelas substâncias bacitracina zincica e sulfato de neomicina, que possuem ação antibiótica, é indicada para o tratamento de infecções da pele e/ou de mucosas, causadas por diferentes bactérias após ferimentos, cortes (inclusive de cirurgias) e queimaduras pequenas. [ www.nycomed.com.br].
Takeda Brasil-Com sede administrativa localizada em São Paulo e fábrica em Jaguariúna, a Takeda Brasil é uma companhia global japonesa orientada para pesquisas, com foco principal em produtos farmacêuticos. Presente em mais de 70 países, ocupa o 12º lugar no ranking das companhias farmacêuticas globais. A Takeda tem presença consolidada no mercado brasileiro, fabricando e comercializando mais de 40 produtos, distribuídos entre as linhas de prescrição médica (Rx), uso hospitalar e medicamentos isentos de prescrição (OTC), como Neosaldina® (analgésico), Eparema® (digestivo), Nebacetin® (antibactericida), entre outros.
Em julho de 2012, a unidade brasileira anunciou a compra do laboratório Multilab, aumentando o portfólio de produtos e consolidando seu posicionamento no mercado nacional como uma das 10 maiores farmacêuticas do país. As duas marcas (Takeda e Multilab) serão mantidas e o grupo passa a ter no Brasil cerca de 1.800 colaboradores, operando com duas fábricas, em Jaguariúna(SP) e em São Jerônimo (RS). [www.nycomed.com/br].
Fonte: http://www.revistafator.com.br
Comentário de Marcel Cohn*: Há dois anos que o Nebacetin vem buscando inovar em um mercado tão engessado como o farmacêutico, o que o coloca em destaque por saírem do senso comum e pensarem fora da caixa. Ano passado fizeram uma outra ação muito interessante modernizando o tradicional Jogo da Vida (http://www.youtube.com/watch?v=GoJmgbpvfgI).
Apesar de ser uma marca tradicional e consolidada no mercado é louvável saber que o posicionamento da sua marca nesses últimos anos é baseada em uma uma proposta moderna e engajadora, utilizando as redes sociais não só para gerar buzz , mas também para retirar as principais dúvidas sobre o produto, trazendo uma nova e rápida opção de comunicação aos seus clientes, além de gerar um serviço útil e interligado indiretamente ao seu produto como o da restauração de fotos.
*Marcel Cohn é aluno da 7a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
A tecnologia invade a sala de aula; veja recursos que auxiliam o ensino
15/10/12
A tecnologia permitiu que a interatividade e o maior – e mais rápido – acesso à informação chegassem às salas de aula. Tablets, lousas digitais, datashow, redes sociais e sites educativos se tornaram grandes parceiros dos professores na hora de ensinar. Por isso, neste 15 de outubro, Dia do Professor, o TechTudo conversou com alunos e mestres para saber como esses recursos podem influenciar o aprendizado na escola.
A tecnologia invadiu as salas de aula, permitindo a crição de aulas mais dinâmicas (Foto: Reprodução)Professor da Unigranrio nos cursos de Marketing e Recursos Humanos, Ricardo Gomes é um dos adeptos destas ferramentas em suas aulas. “A tecnologia me facilita muito a transformar a aula em algo mais dinâmico. Sempre que posso, acesso a Internet, uso projetores e dispositivos móveis, como o iPad, para reforçar conteúdos e cases”, afirmou.
Em coro com Ricardo, a estudante do 2º ano do Ensino Médio, Natalia Neves, de 16 anos, afirma que a tecnologia, além de facilitar o aprendizado, estimula a busca por novas informações. “É muito melhor quando a gente pode visualizar as coisas que os professores falam. Porque, quando não dá, fica tudo só na nossa imaginação. Aula de História, por exemplo, é pura imagem. Além de a gente prestar mais atenção no que é possível ver, a aula fica mais divertida e faz com que os alunos queiram pesquisar mais”, disse. A colega de turma, Carolina Barrias, de 16 anos, concorda. “Às vezes, a gente perde muito tempo copiando coisas do quadro que poderíamos aprender de forma mais fácil com filmes, imagens e apresentações de slides”.
E elas não são as únicas a afirmarem isso. De acordo com o também aluno do 2º ano do Ensino Médio, Leonardo Gimenez, de 16 anos, somente o quadro-negro e o giz já não são suficientes para suprir a necessidade de informação dinâmica exigida pela era digital. “A aula depende muito do professor. Mas quando, além de um bom professor, existem recursos que chamam a atenção dos alunos, o tempo de aula passa muito rápido”, disse.
Para Julia Lima, de 15 anos, ter um computador para cada um em sala de aula seria excelente. “É mais dinâmico, além de facilitar a troca de material, como os slides da aula”. Já as estudantes Sophia Lima, de 17 anos, e Mila Ingrid, de 18 anos, acreditam que o acesso à Internet em sala já muda – e muito – o desenrolar das aulas. “Existem vários filmes e vídeos do YouTube que podem dar exemplos de assuntos trabalhados na sala. E para isso, só é necessário acesso à Internet”, falou Sophia. Mila completou. “Hoje em dia, eu estudo muito mais pela Internet do que por livros. Posso fazer download de programas, aplicativos. Me atrai muito mais”.
Estudantes apoiam o uso de ferramentastecnológicas em sala de aula (Foto: Reprodução)
Mas a relação estabelecida entre a tecnologia e a educação esbarra ainda em um conceito destinado à geração atual: o de Nativos Digitais. A nomenclatura é destinada aqueles que já nasceram conectados à Internet e dominam esses recursos tecnológicos com extrema facilidade. Segundo a professora de Psicologia Organizacional da Faculdade de Reabilitação da ASCE, Solange dos Santos, essa ideia de que os alunos conhecem mais sobre os novos recursos do que os professores pode assustar alguns profissionais na hora de trabalhar com essas ferramentas.
“O professor era o detentor do saber. Hoje em dia, isso está sendo modificado e se tornando uma troca de conhecimentos. Apesar de sabermos que isso assusta alguns profissionais, o fato é que não pode acontecer. O aluno até pode dominar as ferramentas e acessar o conteúdo via Internet, mas o professor ainda tem a didática e a bagagem de informações aliadas à experiência profissional”, afirmou.
Ricardo também concorda com a colega de profissão. “A Internet e a tecnologia são ferramentas, mas não constituem a estrutura do aprendizado como um todo. O aprendizado em sala de aula depende muito mais da didática e da relação do professor com os alunos”, disse.
Quanto às dificuldades relacionadas à distração que esses recursos podem causar nos alunos, ele é taxativo. “A tecnologia só vai atrapalhar quem não souber fazer bom uso dela. O professor tem a responsabilidade de mostrar ao aluno que essas ferramentas podem ser fundamentais para que ele aprenda coisas interessantes”.
Engana-se quem pensa que os alunos não concordam com essa visão. “Eu e meus amigos montamos grupos no Facebook para debater o que é dito em sala de aula, discutir trabalhos, tirar dúvidas e montar apresentações. Internet não é só besteira. É algo importante”, finalizou Lorrayne Ribeiro, de 17 anos.
Dicas de sites e serviços para a sala de aula
O TechTudo montou um guia de serviços que podem auxiliar ainda mais o aprendizado dinâmico nas salas de aulas. Confira abaixo:
- YouTube: Visitado por bilhões de usuários no mundo todo, o site reúne vídeos sobre os mais variados assuntos. Além disso, neste mês, o Google divulgou que existem mais de mil canais educativos na página.
- Udutu: Editor e publicador de cursos online, o site permite criar e organizar uma sequência de aulas, sem a necessidade de grandes conhecimentos sobre programação. Além disso, todo o arquivo gerado pela página pode ser salvo em um CD.
- JClic: A página é uma mão na roda para a produção de atividades interativas. Por meio dela, os professores podem desenvolver materiais de estudo, quebra-cabeças, palavras cruzadas e até testes e provas, tudo isso por um conjunto de ferramentas em Java.
- Flash Page Flip: O site, que funciona em inglês, permite a criação de revistas digitais, com textos, fotos e até sons.
- Toondoo: Com comandos em inglês, o software explora o aprendizado da língua por meio da criação de histórias em quadrinhos feitas pelos próprios alunos.
- Geogebra: O objetivo desta ferramenta é facilitar e aproximar os alunos da matemática. Por isso, o site reúne recursos de álgebra, geometria, gráficos e tabelas.
- Stellarium: Um planetário na tela do computador. O programa permite mostrar planetas e constelações em 3D. O software pode ser visualizado nos sistemas operacionais Windows, Mac e Linux.
- Pense +: Com aplicativo, desenvolvido para Android, o professor pode trabalhar mais de 350 questões dos simulados do Ensino Nacional do Ensino Médio (ENEM) dos anos de 2009 e 2010.
- Músculos Anatomia: Com este aplicativo, gratuito para Android, é possível acessar imagens e descrições detalhadas sobre toda a anatomia humana.
- Google Maps: Mapa virtual do Google repleto de interatividade, o Maps permite a navegação por escalas dos mais variados lugares do mundo.
- Google Art Project: Também desenvolvida pelo Google, a ferramenta permite que o professor crie uma visita virtual aos principais museus do mundo e tenha acesso às obras de arte consagradas.
- Tríade: Boa plataforma para professores de História ensinarem sobre a Revolução Francesa. O jogo, produzido no Brasil, e de download gratuito, faz uma viagem ilustrada ao século XVII, com gráficos em 3D, e permite o aluno se aventurar pela história da revolução.
- Voicethread: O site tem como sua principal funcionalidade auxiliar a prática do inglês e do espanhol. Para desfrutar da ferramenta, basta ter um microfone e se cadastrar. Na página é possível gravar áudio com a voz do aluno e associar a gravação a uma imagem de preferência do mesmo.
Fonte: http://www.techtudo.com.br
Jene 8 na Super Rádio Tupi
11/10/12
Chegou a vez da 8a turma de pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (JENE8) visitar o programa Giro Esportivo da Super Rádio Tupi. A visita foi parte da aula de Rádiojornalismo Esportivo, do prof Ruy Fernando. Veja as fotos:
Marketing digital: afinal, quanto vale um “Like” do Facebook?
10/10/12
De acordo com dados de experimento, mais “Likes” não significam mais vendas. Mas uma loja com um milhão de curtidas provavelmente venderá mais do que outra com apenas 100
Qual é o valor tangível de um seguidor (fã) no Facebook? Especialistas de marketing social têm refletido sobre a questão por anos e ainda assim não estamos perto de uma resposta precisa. No mês passado, a rede social mais popular do mundo “varreu” curtidas (Likes) falsas de suas páginas, para desgosto dos spammers. Mas os esforços ao apostar na rede valem a pena? Se você está usando o FB para marketing legítimo, qual é o retorno para o investimento de ter fãs virtuais?
Dependendo da pessoa pra qual você perguntar, e das métricas usadas, um seguidor do Facebook poderia valer o seguinte: a) nada b) tão pouco quanto US$ 3,60 c) cerca de US$ 23 d) exatamente US$ 136,38 mais do que um “não-seguidor” ou e) US$ 214,81 para uma organização sem fins lucrativos. Isso é apenas um monte de números – e uma grande variação no valor de um “Like”. Onde está a verdade?
A Ecwid, autoproclamada “segunda maior loja de construção de aplicativos de e-commerce no Facebook”, pesquisou dados de mais de 40 mil lojas da rede social que rodam em seu software para tentar determinar a resposta. Os resultados estão longe de ser definitivos, mas com certeza são interessantes.
Vendas e “likes”
A Ecwid pegou as vendas acumuladas das lojas que usam seu software em 12 meses, e, em seguida, comparou o número total de “likes” de cada uma. A linha de base fornece algumas dicas: em média, cada “curtida” equivale a apenas 21 centavos de dólar em vendas anuais.
Indo mais a fundo, detalhes intrigantes. Para 10% das maiores lojas em volume de vendas, o valor de um “Like” aumentou para US$ 1,20, subindo para US$ 21,49 para 1% das lojas. Alguns varejistas, obviamente, têm algum tipo de “mágica secreta” quando se trata de envolver a audiência e converter isso em vendas. Um estudo mostrou que apenas 1% de fãs no Facebook interagem com as marcas que seguem.
Mas mais “Likes” significam mais vendas? Não, de acordo com dados da Ecwid. Na verdade, 25% das lojas avaliadas com mais curtidas só ganharam 13 centavos por “Like” ao ano, caindo para 1 insignificante centavo para 1% das lojas com mais fãs. Nenhum desses números chega perto de cumprir a média de 21 centavos de dólar por curtida.
E o que tudo isso significa?
Nada de valor definitivo, infelizmente – além do fato de que não há correlação definitiva entre um “Like” e volume de vendas. Mas mesmo isso acaba não sendo verdade absoluta, já que uma loja com um milhão de curtidas muito provavelmente venderá mais produtos do que outra com apenas 100.
Lembre-se, não importa o número de fãs que você tem no Facebook, e sim o engajamento.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br
Comentário de Desirée Lourenço*: “Juro que quando li a chamada “quanto vale um “Like” do Facebook?” fiquei impressionada e curiosa, afinal de contas, coneseguir colocar valor na interação seria muito difícil. Mas concordo com a maneira que ele terminou a matéria. “Lembre-se, não importa o número de fãs que você tem no Facebook, e sim o engajamento.” Já foi provado por números, casos de fail e muitas tentativas que o Facebook não é plataforma de venda, e sim de relacionamento. O preço de um like não deve ser calculado sozinho, mas pode vir atrelado a um possível preço de um “compartilhar” no seu post. As páginas das marcas na rede social, antes de tentar conquistar consumidor, precisam conquistar fãs. Clichê, eu sei. Mas verdade! Mas esse é o momento que você para e pensa. Um fã satisfeito, irá dar preferencia a sua marca na hora da compra. Seja no e-commerce, no f-commerce, ou andando no shopping e vendo a vitrine da sua loja. Vamos pensar em engajamento antes de venda, fãs e amigos antes de consumidores. O seu “Like” pode não ter um valor fixo para você hoje, mas no momento certo a pessoa que deu o Like vai se transformar em consumidor da sua marca.”
*Desirée Lourenço é aluna da 9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Em comercial, Tufão diz que “não será mais o último a saber”
09/10/12
Operadora Vivo lançou webfilm com Murilo Benício, o Tufão de Avenida Brasil



Murilo Benício: na pele de Tufão, ator diz que “não será mais o último a saber das coisas”
São Paulo – A Vivo publicou ontem no YouTube um filme para a internet aproveitando o sucesso que a novela Avenida Brasil vem fazendo desde que foi lançada, na rede Globo.
No vídeo, o ator Murilo Benício, que interpreta o Tufão na trama, entra na pele do personagem para dizer que “não será mais o último a saber das coisas”.
Criado pela agência VML em parceria com a Y&R, o vídeo começa com Tufão contando que passou os últimos meses sendo o último a saber das coisas.
Quando lamenta ter “arrumado” para a sua cabeça, é interrompido por uma mensagem no celular, avisando que precisa ver as fotos anexas.
Nessa hora, ele ri para a câmera e afirma: essas fotos eu já vi.
“Usamos o carisma e a popularidade do ator Murilo Benício para chamar a atenção do público, gerar o compartilhamento do vídeo e reforçar o posicionamento do serviço”, explicou Vitor Knijnik, vice-presidente de criação da VML.
Assista ao vídeo
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=0tludWi_vPM
Fonte: http://exame.abril.com.br
Comentário IGEC: Senso de oportunidade e timing correto….excelente!
Palestra de Cris Dissat: Coberturas Esportivas Online
09/10/12
No dia 29/10 Cris Dissat, premiada blogueira esportiva, dona do blog Fim de Jogo ministrará a palestra “Coberturas Esportivas Online”. Cris compartilhará com os presentes o que mudou nas coberturas esportivas com tantas novas ferramentas de tecnologia e como você pode utilizar equipamentos, aplicativos e redes sociais. O que é melhor e como escolher a sua opção.
Abordará também o credenciamento nos órgãos oficiais, Copa do Mundo, Copa das Confederações e FIFA além da ética na cobertura e o entendimento do poder de uma cobertura na área esportiva.
Dia 29/10/12, 19:30h, no IGEC
Entrada: 3 ítens, de livre escolha, “Entrada: 3 ítens, de livre escolha entre esparadrapo, sacos de lixo, luvas descartáveis, avental plástico, Kalora gotas, Minilax (medicamento de trato intestinal) e sucos de garrafa.”. Estes itens serão doados ao orfanato Lar Maria de Lourdes, na Rua Pajurá, 256 Taquara – Jacarepaguá, Tel: 3392-9646 / 2435-0577 / 9617-5888.
Para inscrever-se, envie um e-mail para claudio@igec.com.br com nome e telefone.
Fim de Jogo é tema de reportagem no Jornal Meia Hora, na edição de domingo.

Profs Claudio Moreira e Flavio Dias no Balanço Esportivo da CNT
08/10/12
O Balanço Esportivo, tradicional programa esportivo da rede CNT de Televisão, comandado por Edilson Silva, recebeu neste domingo a visita dos profs Claudio Moreira e Flavio Dias, do IGEC. Durante o programa foi entregue o voucher da bolsa ganha por Bruno Oliveira para o Curso Prático de Assessoria Esportiva, do Prof. Flavio Dias, em concurso realizado pelo Facebook do Balanço Esportivo. Veja as fotos do programa abaixo:
2o Ciclo de Palestras de Marketing Digital do IGEC
07/10/12
O 1o Ciclo foi sucesso! Não perca o 2o Ciclo de Palestras de Marketing Digital do IGEC
Palestras programadas:
Eleições nas redes sociais, o que mudou em 2012 – Desirée Lourenço – 06/11
As novas possibilidades da Tecnologia Mobile- Marcel Cohn – 07/11
Iniciando seu site em WordPress – Guga Alves – 08/11
Todas as palestras serão às 19:30h
Entrada: 3 ítens, de livre escolha, “Entrada: 3 ítens, de livre escolha entre esparadrapo, sacos de lixo, luvas descartáveis, avental plástico, Kalora gotas, Minilax (medicamento de trato intestinal) e sucos de garrafa.”. Estes itens serão doados ao orfanato Lar Maria de Lourdes, na Rua Pajurá, 256 Taquara – Jacarepaguá, Tel: 3392-9646 / 2435-0577 / 9617-5888.
Para inscrever-se, envie um e-mail para claudio@igec.com.br com nome e telefone.














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