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Nova turma do Programa Pense Alto
01/05/13
Mais um ano, mais uma turma. Neste sábado teremos a formatura da 4a turma do Programa Pense Alto.
Iniciado em 2008, o programa Pense Alto foi idealizado pelo empresário e voluntário Rodrigo Goecks, que vislumbrou a possibilidade de crescimento profissional de jovens na área de vendas. O Instituto da Criança exerceu o papel de incubadora social e, em conjunto, o programa foi lançado visando à profissionalização de jovens de 18 a 25 anos em situação de risco social, abrindo portas para o ingresso no mercado formal de trabalho ou para realização de um negócio próprio.
Totalmente gratuito, o Pense Alto oferece aos jovens um curso de formação profissional nas áreas de vendas, atendimento e call center. Além disso possibilita diversos incentivos, que garantem a participação dos jovens, como:
auxílios alimentação e transporte, doação de cestas de alimentos, além de premiações para os alunos que se destacam. O curso profissionalizante é desenvolvido em três etapas: Ciclo Básico com disciplinas de matemática, português e inteligência emocional, que nivela e promove o embasamento para os demais ciclos e fortalece a autoestima dos jovens; Ciclo de Manutenção – com atividades de leitura e aulas de relações humanas, para estimular o hábito de ler e resgatar a cidadania; Ciclo Específico – com conteúdo sobre administração, marketing, informática, postura pessoal, vendas, call center e atendimento, que contribui para a compreensão sobre a dinâmica de mercado e capacita para atuação na área comercial.
O Pense Alto gera grande impacto na vida dos jovens e também de suas famílias, pois representa uma possibilidade de mudança de sua história, buscando a concretização de um futuro onde tenham novas oportunidades, fazendo com que acreditem que é possível realizar sonhos e “vencer na vida”.
Veja o vídeo do Pense Alto: http://goo.gl/Sq9f2
O IGEC apoia o Programa Pense Alto e tem alguns de seus colaboradores entre os voluntários do programa.


4 indicadores de que sua empresa está bem nas redes sociais
19/04/13
Audiência e engajamento são métricas essenciais para acompanhar nas redes

4 hábitos esperados de quem cuida das redes da sua empresa
Respondido por Lucas Diniz, especialista em redes sociais
Para determinar a importância que a atuação em mídias sociais representa para a sua pequena empresa, é importante medir continuamente o resultado das ações. De forma semelhante a outras áreas do Marketing Digital, o trabalho de Social Media Marketing precisa estar ligado a métricas e objetivos.
Entretanto, alguns desses indicadores diferem dos tradicionais meios de medição. Confira algumas métricas importantes às quais você deve estar atento:
1. Audiência: Qual o tamanho do público que recebe suas mensagens? Se todas as pessoas que estão conectadas a sua marca em redes sociais resolvessem interagir com o conteúdo postado, quantos perfis seriam impactados no total? Para responder essas perguntas, sua empresa deve estar atenta à audiência de seus canais sociais: número total de conexões, novas conexões durante o período e pessoas que deixaram de curtir ou seguir sua marca.
2. Engajamento: Uma grande audiência não significa muito de forma isolada. É necessário que esse público interaja com a sua marca. Medir o engajamento é necessário para acompanhar a eficácia do conteúdo postado e das ações desenvolvidas.
3. Sentimento: O monitoramento de mídias sociais permite saber o que é falado sobre sua marca em tempo real. A categorização e organização dessas informações coletadas através de ferramentas de monitoramento geram dados que possibilitam acompanhar o sentimento do público pela sua empresa, serviços, mercado ou concorrentes.
Sua marca teve o dobro de menções negativas em relação às positivas durante o último mês? Os produtos que você revende tiveram um grande aumento no número de citações em redes sociais na última semana? Além de medir a eficácia de sua presença em redes sociais, dados como esses revelam oportunidades e melhorias para o seu negócio.
4. Conversões: as ações em mídias sociais precisam ter propósitos definidos para além do próprio universo da rede. São objetivos concretos que tornam o trabalho sustentável, como vendas, visitas a um site, ligações telefônicas, envio de dados pessoais etc.
Petrópolis cancela carnaval para investir em saúde
15/01/13
Decisão foi tomada durante reunião com o presidente da Fundação de Cultura e Turismo, Juvenil dos Santos, e representantes de escolas e blocos da cidade
Naty Castro/ Wikimedia Commons

Vista aérea de monumento em Petrópolis: de acordo com o presidente da Fundação de Cultura e Turismo, estruturas como as arquibancadas, por exemplo, não serão montadas
Rio de Janeiro – O prefeito de Petrópolis, na região serrana do Rio, Rubens Bomtempo, anunciou que não haverá carnaval na cidade e que os repasses, no valor de R$ 1 milhão, que iriam para o desfile das escolas de samba do município, serão investidos na saúde.
De acordo com o presidente da Fundação de Cultura e Turismo, estruturas como as arquibancadas, por exemplo, não serão montadas, o que não impede que os blocos que queiram sair às ruas desfilem pela Rua do Imperador.
“Não estamos cancelando o carnaval da cidade, só não iremos repassar os recursos, que serão encaminhados para um setor que está em estado de calamidade e precisa de todo o empenho e recursos financeiros. Estamos pensando no bem-estar da população. Tivemos a adesão espontânea das agremiações”, disse Santos.
Outros tradicionais eventos, como o Baile dos Fantasmas e o Banho a Fantasia, estão mantidos, assim como os bailes que ocorrem nos bairros, como Alto da Serra, Praça Pasteur e Pedro do Rio. A Matinê no Obelisco também está mantida. Para garantir a segurança dos foliões que forem para a avenida durante o carnaval acompanhar os blocos, a Guarda Municipal e as polícias Civil e Militar estarão nas ruas.
A diretora de patrimônio da Escola de Samba Independente de Petrópolis, Marilda da Silva Antunes, elogiou a medida tomada pelo prefeito Rubens Bomtempo. “A saúde do município está um caos e precisa de todo o apoio. Não é justo realizarmos uma festa, enquanto os hospitais estão sem leitos e sem remédios”.
Fonte: http://exame.abril.com.br
O blog do IGEC está de férias
21/12/12
É isso aí leitores do blog do IGEC, chegou a hora do merecido descanso. À todos que nos prestigiaram, fazendo com que atingíssemos o recorde de acessos em 2012, desejamos um excelente 2013!
Estaremos de volta em 07/01/13

11 empreendedores que investiram em um só produto
19/11/12
Conheça histórias de empresas que se especializaram em quindins, cervejas, brigadeiros, empadas e outros produtos


São Paulo – O sucesso de qualquer negócio depende da dedicação do empreendedor e do conhecimento que ele tem sobre o mercado. Para empreendedores que atuam no mercado de nicho, uma das vantagens é a especialização do produto.
Entretanto, é preciso muita criatividade para inovar e acompanhar as tendências do mercado e aproveitar bem as datas comemorativas para faturar ainda mais. Confira nas fotos seguintes dez histórias de empresas que trabalham com um tipo de produto só.
Brigadeiro

O apelido de infância da doceira Juliana Motter, Maria Brigadeiro, é também o nome de seu negócio. Fundada em 2007, a empresa trabalha com o conceito de brigadeiro gourmet, em que os ingredientes são frescos e com apresentações diferentes. O doce aparece em 40 versões com sabores de menta, amêndoa, gengibre, doce de leite, pistache, entre outros. Hoje, a Maria Brigadeiro vende 5 mil brigadeiros diariamente.
Bomba

A Faire La Bombe, localizada na capital de São Paulo, foi inaugurada em outubro do ano passado. Em junho deste ano, a publicitária Mariana Araújo alugou a loja ao lado para atender melhor os clientes. À frente do negócio, ela trabalha com a bomba nas versões doce e salgada. São 31 sabores, como pistache, avelã e queijo brie.
Ela conta que queria trabalhar só com bomba, que os franceses chamam de éclair. “É difícil achar uma bomba em uma padaria. Queria aprimorar um doce que é do passado, dei uma incrementada com outros sabores”, explica Mariana. Mensalmente, são vendidas cerca de 15 mil bombas.
Pudim

A Fôrma de Pudim foi fundada no começo de abril deste ano, na capital paulista, pela chef Daniela Aliperti e a publicitária Fernanda Nader. A parceria começou em dezembro do ano passado, quando as vendas dos pudins de Daniela superaram as expectativas. Hoje, o atelier vende cerca de 500 pudins mensais, que geram faturamento médio é de 42 mil reais. Além do tradicional, há opções de sabores como pistache, avelã, brigadeiro, café, doce de leite, chocolate belga e coco. Para as festas natalinas, elas esperam vender mais de 1000 unidades.
O pudim é vendido dentro da fôrma e a qualidade dos produtos é uma preocupação das empreendedoras.A versão tradicional do pudim, por exemplo, é feito com favas de baunilha. Para Fernanda, além da especialização no pudim, os detalhes da embalagem são essenciais e agregam valor. “O grande desafio é a expansão. É preciso tomar muito cuidado para não dar um passo maior que a perna”, afirma ela.
Croissant

A rede especializada em croissants recheados, Croasonho, foi fundada em 1997, pelo gaúcho André Haenquet. Mas foi em 2009 que Eduardo Silva e Gustavo Susin, hoje sócios da marca, resolveram expandir o negócio por meio de franquias. “Conseguimos criar um produto diferente que não tem concorrente direto”, afirma Silva. De acordo com ele, o diferencial da marca está na crocância da massa e do ambiente da loja.
Quindim

O Bendito Quindim nasceu de um sonho da doceira Cátia Farias. A empresa foi fundada em julho do ano passado, mas há 12 anos, ela teve a ideia de trabalhar com quindins. Até a abertura do negócio, que é tocado por ela, o marido e os dois filhos, ela testou nove sabores diferentes para o doce. “Limite na criatividade não existe. Nada como uma noite de sono para você ter ideias e é assim que funciona”, afirma.
Hoje, são oferecidos na casa 16 sabores de quindins, como coco queimado, damasco e chocolate belga. Além da venda na loja, entre encomendas para eventos, são comercializados cerca de 10 mil quindins por mês. Para ela, o mais importante nesse tipo de negócio é focar no atendimento e fidelizar seu cliente. Cátia explica que futuramente espera abrir uma outra unidade própria na zona sul da capital paulista.
Cerveja

A Mr. Beer é a maior rede de franquia especializada na venda de cervejas especiais do país. Fundada em 2009, até o final deste ano, a marca espera fechar com 65 franquias e, até 2013, chegar a 100 unidades. Para o sócio fundador da marca, Humberto Ribeiro, atuar no com um nicho exige pesquisa e muito estudo. “Tem que ser apaixonado pelo produto e tem que ter aptidão”, diz.
Cada unidade da marca chega a oferecer de 200 a 250 rótulos de cervejas, 70% delas importadas de, em média, 15 países. “O lado bom de ser monoproduto é a profundidade; tem como treinar a brigada de vendas e ser especialista nisso”, afirma.
Cupcake

A The Original Cupcake foi fundada há dois anos e trabalha no sistema de quiosques. Até o final de 2012, serão abertas mais quatro unidades, totalizando 16 quiosques. A previsão de faturamento da marca é de 5 milhões de reais e, atualmente, cerca de 70 mil cupcakes são vendidos por mês nas unidades em São Paulo e Belo Horizonte.
Bruno Queiroz, diretor da marca, explica que para trabalhar somente com um item você tem que ter um produto muito bom, pois se a qualidade for duvidosa, a chance do negócio dar certo é mínima. “Tem que estar sempre com coisas novas, inovar, ter novos sabores, instigar o público para comprar sempre mais”, explica. Os planos para o ano que vem, segundo Queiroz, incluem uma linha voltada para cupcakes congelados, terceirizando o produto para outras empresas.
Waffle
O belga Jochen Stevens chegou ao Brasil há quatro anos, e há dois abriu o Opakee Belgian Waffles, na Vila Madalena, na capital paulista. No estabelecimento, o cliente pode optar por 15 tipos de coberturas diferentes para o waffle, o doce mais comum da Bélgica. “Escolhi fazer só um produto e diminuir os custos que outros restaurantes têm de funcionários, por exemplo”, explica Stevens.
Para adaptar ao gosto do brasileiro, ele conta que também oferece coberturas salgadas. Mas ele afirma que, nesse mercado, se você vai oferecer um outro produto, a qualidade tem de ser a mesma. Até o final do ano, Stevens conta que sairá da Vila Madalena, e provavelmente o próximo endereço da loja será em um shopping center.
Empada

A rede de franquias Empada Brasil foi criada em 1999 e conta com 66 unidades no Brasil. São oferecidos 24 sabores de empadas diferentes. Márcio Rangel, sócio regional e máster franqueado no estado de São Paulo, explica que há cinco anos a empresa trabalhava só com empada, mas resolveu aproveitar a estrutura e inserir novos salgados.
Para ele, a diversificação dos produtos tem que ser planejada para não exigir um aumento de infraestrutura e combinar com o carro-chefe da empresa. “Para quem se apresenta como especialista, tem que continuar fazendo a melhor empada, criar esse padrão de qualidade, em tudo”, afirma Rangel. A empresa espera fechar o ano com um faturamento entre 20 milhões e 25 milhões de reais.
Bolo de chocolate

Desde 2010, a CPQ Brasil S.A é dona da marca O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo, que hoje conta com 21 unidades. O bolo de chocolate da marca tem em sua composição mousse de chocolate e são oferecidas três versões do doce: meio amargo, com 70% de cacau, tradicional, com 53%, e zero açúcar.
“O monoproduto é genial. Ele só é ruim quando não consegue se sustentar sozinho”, afirma Thiago Rebelo, responsável pela área de operação da marca. Ele afirma que as principais vantagens estão na parte operacional do negócio. Até 2013, a marca espera chegar a mais de 50 lojas.
Cookie

O Original Cookies é de Brasília e foi inaugurado há 11 anos. Com três quiosques próprios, a marca chegou em São Paulo no final de outubro deste ano. A expectativa é de abrir mais dois quiosques até o final do ano. O cliente pode escolher entre quatro tipos de massa e seis opções de complementos.
Cada unidade fatura, em média, 40 mil reais mensais. De acordo com Tomás Rocha Aiza, diretor de expansão, a conquista do mercado de São Paulo é importante para, até 2016, expandir os negócios por meio de franquias. Para ele, para trabalhar com um monoproduto e virar referência, é preciso se especializar muito e primar pela qualidade.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Quem é o consumidor digital?
25/10/12
Por Silvio Meira*
Em 2010, a McKinsey Brasil promoveu um workshop, em são paulo, com a colaboração de muitos parceiros, pra tentar descobrir quem era o mais novo ator em todos os mercados, o “consumidor digital”. o “digital”, no título e lá em 2010, designa um agente independente, não corporativo, que sabia muito mais do que as empresas sobre o mundo em rede do que as empresas sabiam e, talvez até hoje, em sua vasta maioria, sabem. nosso “consumidor digital” é o grande vetor de mudança do comportamento das empresas de todos os tipos na internet.
as pessoas, e não as corporações, e os sistemas de informação em rede, de classe e alcance globais, para pessoas [pense Facebook], e não das e para as empresas e as relações delas com as pessoas, foram a grande novidade em rede de 2005 pra cá. a inovação, nos últimos cinco, sete anos, veio quase sempre das pessoas em rede [e suas demandas] para as empresas do que das empresas para as pessoas, como era o caso desde que o primeiro computador [e o software correspondente] começou a informatizar um negócio [LEO, na j. lyons & co. inglesa, há 61 anos!…].
o tempo passa, o tempo voa, já cantava a poupança. de LEO até a web, as empresas deram as cartas aos consumidores. depois que a rede [de pessoas, fora das grandes empresas] entendeu como programar a[s máquinas em] rede, mudou a velocidade da mudança no mundo digital. e no mundo inteiro, por sinal.
em 2010, vijay gosula [da mcKinsey] abriu o FWD2010 [slides neste link] para dezenas de executivos de grandes empresas brasileiras dizendo quem era o “novo consumidor digital”. não era definição da imaginação de alguém, mas resultado de estudos e pesquisas de campo da mcKinsey. o blog estava lá e falou sobre os “Cs do mundo em rede”: comunicação, conectividade, contexto, cenário para criação deconflitos criativos, entre consumidores, colaboradores, clientes… é tanto “C” que talvez valha a pena você clicar aqui pra saber mais.
mas 2010 é muito, muito longe, quando se mede a distância no tempo da rede. tão longe que rolou, ontem, o FWD2012, onde o assunto não era mais quem é o tal do consumidor digital mas o que, de 2010 pra cá, as empresas fizeram para entender o novo cenário e, em rede, redefinir parte [às vezes significativa] de seus negócios.
*Silvio Meira é professor titular de engª de software do www.cin.ufpe.br, chief scientist do www.cesar.org.br, presidente do conselho do www.portodigital.org além de fundador e batuqueiro do maracatu “a cabra alada”
Fonte: http://terramagazine.terra.com.br
Harvard para as massas
26/07/12
Por Valdeci Ribeiro (rvaldeci@hotmail.com)
De todas as promessas de revolução, a da educação on-line está cada vez mais próxima.
E não sou eu quem diz isso. Mas o pessoal de Harvard, MIT, Princeton, Stanford. Essas e outras universidades americanas de excelência estão fazendo um movimento histórico de transferir seus cursos para plataformas digitais e oferecê-los para o mundo todo, boa parte deles, gratuitamente.
Você só precisa de duas coisas para acessar esses templos do ensino: falar inglês e ter uma conexão digital. São duas coisas que você já precisa “anyway”.
Com o inglês e a conexão digital, você pode entrar nos sites coursera.org (para se inscrever em cursos gratuitos de Stanford, Princeton, Caltech, Rice, Johns Hopkins e outras universidades de ponta) ou edxonline.org (para cursos em Harvard e MIT) e escolher sua poltrona preferida para acompanhá-los.
Harvard e MIT começam a oferecer seus cursos no edX a partir de setembro e esperam educar nada menos de 1 bilhão de pessoas com seu serviço digital. Ou um em cada sete habitantes do planeta educados por Harvard ou pelo MIT. Isso não é uma revolução?
Essas universidades prometem uma nova experiência na educação on-line, com maior interatividade aluno-professor e um intenso “feedback” que possa ajudá-las a reprogramar seus currículos para a maciça audiência global.
Não sou um educador, mas, como embaixador da Unesco e membro do Todos pela Educação, sou um empregador comprometido com a educação. Vejo frequentemente no meu setor a necessidade de reformar o ensino para aproximá-lo do mercado de trabalho. A revolução da educação on-line pode ajudar muito nesse processo ao aproximar a educação das pessoas e as pessoas, da educação.
Um professor da Universidade de Michigan disse ao “New York Times” que estava animadíssimo porque 40 mil alunos do mundo todo tinham baixado o vídeo do seu curso, o que, nas contas, dele era uma audiência que só alcançaria em 200 anos de aulas tradicionais. A Coursera conseguiu 700 mil alunos on-line em poucas semanas de atividade.
Como tanta coisa nesta era da comunicação, este é um momento disruptivo na educação. E estamos vendo só o começo do começo. O diretor acadêmico de Harvard previu que daqui a cinco anos a educação on-line será completamente diferente do que temos hoje. O que não parece que vai mudar é a tendência de acesso cada vez maior, brutalmente maior, à educação via web.
Isso me anima vendo o mundo do Brasil.
Depois dos saltos que demos nas últimas duas décadas, fica claro que a maior carência do nosso país e o trampolim inescapável para o próximo salto de desenvolvimento é a educação.
Já temos uma mão de obra numerosa e fantástica. O brasileiro trabalha muito, é dedicado, empreendedor, criativo. Quem não conhece aquele camarada que tem dois, três empregos e vai firme para todos; ou aquele pequeno empreendedor, muitas vezes informal, se virando como pode, com uma flexibilidade aguda, natural e muito valiosa para os negócios.
O que falta a eles para o salto transformador é a educação. Esse empresariado emergente, com acesso à educação e às melhores práticas de gestão, levará a economia brasileira a outro patamar. Os cursos on-line são a forma mais rápida, barata e eficaz de fazê-lo.
Nossas universidades púbicas, que formam a elite do ensino brasileiro e já têm iniciativas no mundo on-line, poderiam radicalizar seu caráter público com cursos digitais gratuitos pela web para todo o país, eventualmente apoiados por corporações que tanto se beneficiarão da revolução da educação.
Vivemos uma nova era de grandes descobrimentos. O homem só descobriu que a Terra era azul ao sair do planeta. Educar-se é sair de si mesmo em busca de um conhecimento do mundo e das coisas. Essa viagem da educação é a viagem da sua vida. Você se descobre outro depois dela.
Nosso país se descobrirá de novo depois dela.
A diferença é que desta vez seremos nós a nos descobrir. Será a nossa verdadeira emancipação, a nossa emergência definitiva.
Dica de leitura, por Claudio Moreira
14/06/12
A dica de leitura de hoje é o livro “A Quinta Disciplina” de Peter Senge
O clássico “A Quinta Disciplina”, foi escrito por Peter Senge há quase dez anos e continua mais do que atual. Senge nos ensina que a competência fundamental para assegurar a continuidade e prosperidade das empresas a longo prazo é a capacidade de aprender, mas não um aprender automático, de reproduzir comportamentos ou memorizar conteúdos pré fixados. O aprender de Senge é o aprender, no sentido sistêmico e abrangente do termo, ser capaz de tornar-se mais eficaz, de ter uma percepção clara da realidade e a consciência firme dos próprios propósitos.10 casais do mundo dos negócios
12/06/12
Especialmente no Dia dos Namorados
De empreendedores que criaram fortunas a casais que resolveram apostar em um negócio próprio como segunda atividade, conheça os enamorados que engordam a conta conjunta
Bill e Melinda Gates
Com um patrimônio avaliado em nada menos que 61 bilhões de dólares, Bill Gates é o segundo homem mais rico do mundo. Apesar de ser o principal nome por trás da Microsoft, menos de um quarto da riqueza de Gates deve-se à sua participação na empresa. Hoje, ele investe em ações e títulos de empresas como a Ecolab e a rede de televisão mexicana Televisa. A despeito dos vultosos investimentos, é pela filantropia que ele vem se destacando.
Até agora, Gates já doou mais de 28 bilhões de dólares à caridade. Junto com a mulher, que conheceu na Microsoft, ele criou a Bill & Melinda Gates Foundation, em 94. Os dois compartilham a presidência da entidade, que se dedica à erradicação de doenças, pobreza e desigualdade social em diversos países do mundo.
Luciana Gimenez e Marcelo de Carvalho
Foi na RedeTV! que Luciana Gimenez conheceu seu marido, o vice-presidente da emissora, Marcelo de Carvalho. Ele fundou a empresa de televisão depois de comprar a massa falida da Manchete junto com o empresário Amilcare Dallevo. Ela ganhou os holofotes da imprensa internacional depois de ter um filho com o britânico Mick Jagger, líder dos Rolling Stones.
Casados desde 2006, os dois enfrentam fases distintas no comando dos negócios. Só neste ano, Luciana já anunciou o lançamento de uma linha de lingerie, outra de sapatos e até um celular com a sua assinatura. A ex-modelo se mantém à frente do programa diário SuperPop, exibido na emissora. Por outro lado, a fase não parece das melhores para Marcelo: desde 2011, a RedeTV! perdeu o Pânico e o Brasileirão Série B para a Band, além dos direitos de transmissão do UFC para a Globo e o programa policial Operação de Risco para a Record. Acusada de atrasar o salário dos seus funcionários, a emissora veio a público em mais de uma ocasião para informar que teria regularizado a situação.
Luiza Brunet e Lírio Parisotto
Com um patrimônio estimado em 2,4 bilhões de dólares pela Forbes, Lírio Parisotto fez sua estreia no ranking dos mais ricos do mundo em 2012. Foi também neste ano que o empresário assumiu o relacionamento com a modelo mato-grossense Luiza Brunet. Depois de figurar nas passarelas e ensaios fotográficos, Luiza resolveu abraçar também o lado de empresária com a abertura de uma loja de moda praia em Búzios, no fim dos anos 80. Em 96, fechou uma parceria com a Avon para a fabricação de um perfume com seu nome. A sociedade dura até hoje.
Lírio, por sua vez, é conhecido como um dos maiores investidores individuais da Bovespa. A maior parte da fortuna do gaúcho vem de sua participação no fundo de investimento Geração Futuro L Par. Filho de agricultores, o fundador da fabricante de DVDs Videolar também conta com ativos imobiliários em seu portfólio.
David e Victoria Beckham
Quatro filhos – e muito dinheiro – nasceram da união entre o famoso jogador de futebol e a antiga integrante da banda Spice Girls. Depois de abandonar os palcos, Victoria virou estilista em 2008. A marca que leva seu nome é vendida em luxuosas lojas de departamento. Mas suas investidas no mundo do design extrapolam as vitrines desses endereços. No último mês, Victoria foi à Pequim e Hong Kong participar do lançamento de uma edição limitada da SUV Range Rover Evoque, que ajudou a desenhar. A ex-cantora também assinou uma linha de bolsas e joias em parceria com as marcas japonesas Samantha Thavasa e Shiatzy Chen.
Titular do Los Angeles Galaxy, seu marido David Beckham ganhou fama em equipes mais estreladas, com passagens pelo Real Madrid, Milan e Manchester United. Apesar da sua carreira no futebol parecer caminhar para o fim, Beckham, de 37 anos, está mais ativo do que nunca no mundo dos negócios. Queridinho dos anunciantes, é associado a marcas que vão do Burger King a Samsung. Neste ano, David também lançou uma linha de roupas íntimas em parceria com a H&M.
Diane von Fürstenberg e Barry Diller
O vestido envelope é sua marca registrada. Lançado nos anos 70, a peça de roupa conquistou milhões de clientes e alçou Diane von Fürstenberg à fama: ela chegou a figurar na capa da Newsweek como a mulher mais poderosa do mundo da moda depois da lendária Coco Chanel. Mas as criações da estilista vão além. Nascida na Bélgica e naturalizada americana, Diane veste celebridades no tapete vermelho, lidera campanhas contra a pirataria e preside o Conselho de Estilistas dos Estados Unidos (CFDA).
Depois de se divorciar do príncipe Egon de Fürstenberg, de uma dinastia alemã, Diane trocou alianças com o magnata da internet Barry Diller, presidente da IAC (InterActiveCorp). Com uma fortuna estimada em 1,6 bilhão de dólares, Diller foi um dos responsáveis pela criação da Fox Broadcasting Company. Hoje, ele está por trás de sites como o Match.com, de encontros, e da startup Aereo, que transmite conteúdo televisivo para tablets e smartphones.
Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista
Mais conhecida pela atuação nas novelas globais, Juliana Paes é sócia de um salão de beleza tocado pela sua família há quatro anos. Agora, ela aposta na expansão do negócio com a venda de franquias. A expectativa é colocar outras cinco unidades de pé ainda este ano, cada uma por um investimento inicial de até 300.000 reais.
O marido da atriz, Carlos Eduardo Baptista, é sócio da empresa de marketing esportivo Brazil Football, criada em 2006. Credenciada da Fifa, a agência negocia o passe de jogadores de futebol brasileiros. O casamento dos dois foi selado no Rio de Janeiro, em 2008.
Angélica e Luciano Huck
Os dois são apresentadores da Globo. Ora juntos, ora separados, também emprestam seus rostos a inúmeras campanhas de marketing. Para completar, ambos investiram em startups, empresas que apostam em ideias diferentes e que têm potencial para tornar o negócio rentável.
Em dezembro de 2010, Luciano Huck tornou-se sócio minoritário do site de compras coletivas Peixe Urbano, com uma fatia de 5% do negócio. Na época, chegou a divulgar ao seu séquito de seguidores no Twitter a possibilidade de ajudar as vítimas dos deslizamentos em serras cariocas com cupons voltados à doação, o que não deixou de gerar polêmica. Já Angélica comprou uma participação no site de comércio eletrônico Baby.com.br em novembro do ano passado. O endereço, que vende apenas artigos infantis, nasceu de uma ideia dos americanos Davis Smith e Kimball Spencer-Thomas. Para além do mundo virtual, Huck também é sócio da rede de academias Bodytech.
Cher Wang e Wenchi Chen
De acordo com a Forbes, um de cada cinco smartphones são produzidos pela HTC. Por trás da companhia, está a executiva Cher Wang. Junto com o marido, ela é dona da maior fortuna de Taiwan: 6,8 bilhões de dólares. Wang se formou em Berkeley, na Califórnia, e voltou à terra natal para ajudar a fundar a empresa que preside.
Inicialmente uma fabricante de notebooks, a HTC mudou o foco com o passar do tempo. Ainda nos anos 90, foi uma das primeiras companhias a apostar nas telas sensíveis ao toque. Casado com Wang, Wenchi Chen faz parte do conselho da HTC. Além disso, o executivo dirige a VIA, empresa de tecnologia que desenvolve circuitos integrados.
Beyoncé Knowles e Jay-Z
O casal mais conhecido do mundo da música possui uma renda conjunta de 78 milhões de dólares. Ex-integrante do grupo Destiny’s Child, Beyoncé engorda o cofre com os direitos de seus quatro álbuns já lançados: todos figuraram na lista dos 200 mais vendidos da Billboard. A cantora também possui uma linha de roupas, a House of Dereon, e contratos publicitários com gigantes como L’Oreal e DirecTV.
O polêmico rapper Jay Z segue a mesma linha. Além de ganhar com shows e com o rentável disco Watch the Throne, uma parceria com o amigo Kanye West, ele possui uma empresa de propaganda, outra de cosméticos e uma cadeia de bares e boates. Não por acaso, uma de suas letras de hip hop proclama que ele não seria um homem de negócios, mas o “próprio negócio”.
Jin Sook e Do Won Chang
Inicialmente, a varejista americana Forever 21 mirou a comunidade sul-coreana para crescer. Seus fundadores, afinal, vieram de lá. Jin Sook e Do Won Chang criaram a rede em 84. Inicialmente chamada de Fashion 21 e localizada em uma loja de não mais que 84 metros quadrados, a marca atingiu 700.000 dólares em vendas no seu primeiro ano de operação. Com o lucro, os fundadores resolveram abrir novas lojas a cada seis meses, rebatizando-as de Forever 21.
Em 97, eram 40 lojas. Hoje, são cerca de 480 espalhadas nos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina. Juntos, Jin e Do Won amealharam uma fortuna estimada em 4 bilhões de dólares pela Forbes. Mas não deixam de enfrentar percalços: conhecida pelas roupas acessíveis com um design mais apurado, a Forever 21 já foi processada mais de 50 vezes por copiar criações de estilistas renomados.
Fonte: http://exame.abril.com.br




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