Gestão Estratégica de Marketing Digital
Os produtos que vão sumir em 6 anos por causa da tecnologia digital
20/05/13
O escritor Erik Qualman, autor do best-seller Socialnomics, colocou em sua página no YouTube um vídeo divertido sobre produtos, serviços e objetos que em seis anos podem sumir do mapa, substituídos pelas tecnologias digitais.
Alguns já óbvios, como livros trocados por e-books e jornais e revistas publicados em tablets estão no vídeo, mas a lista de Qualmann lembra de outros itens como botões de ignição digital no lugar das velhas chaves de carro, dinheiro e cartões de crédito trocados por smartphones e por aí vai.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Nwwq3l39lqk
Qualman é chamado de Dale Carnegie Digital (sim, aquele consultor que ensinou ao mundo como fazer amigos e influenciar pessoas), porque prega aos quatro ventos o poder das redes sociais e da tecnologia digital na mudança da sociedade.
Seu livro mais recente é Digital Leader: The 5 Keys to Success & Influence, lançado em 2012. O livro anterior, Socialnomics, ficou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos da Amazon’s nos EUA, Japão, UK, Canadá, Portugal, Itália, China, Coreia e Alemanha.
Qualman também é conhecido pelo vídeo “Social Media Revolution”um dos vídeos sobre social mídia mais vistos no mundo.
A revista Fast Company o colocou na lista dos Top 100 Digital Influencer.
Cabeça digital pode ‘revolucionar’ ensino de medicina
30/04/13
Especialistas escoceses criam modelo 3D que custou 3 anos de dissecação, escaneamento e fotografias

Especialistas da Escola de Artes de Glasgow, na Escócia, desenvolveram um modelo digital de cabeça e pescoço humanos que tem o potencial de revolucionar o ensino de odontologia e medicina.
O sistema emprega uma tecnologia chamada de “force feedback” que simula a sensação de toque no tecido.
Os designers passaram 3 anos dissecando, escaneando e fotografando o corpo humano para desenvolver o modelo digital.
Um dos responsáveis pelo projeto, o professor Paul Anderson, afirma que o modelo proporciona uma boa plataforma de treinamento para que estudantes possam praticar repetidamente certas técnicas e processos, sem se preocupar com erros.

Pereira&O’Dell conquista digital de Perdigão
16/04/13
Concorrência envolveu agências como AG2 Publicis Modem, R/GA e Pong Dynasty

Após processo de concorrência conduzido pela SPGA e que envolveu agências como AG2 Publicis Modem, R/GA e Pong Dynasty, a Pereira&O’Dell conquistou a verba digital da Perdigão. A agência passa a prestar à marca da BRF serviços como atualização de conteúdo no site e nas redes sociais. Iniciado em janeiro, o processo foi liderado por Eduardo Bernstein, diretor de marketing da unidade de carnes do anunciante. A conta já passou por Wunderman e VML, mas estava sem agência designada recentemente. Na esfera off-line, BRF é atendida por um pool composto por DM9DDB, F/Nazca S&S, NBS e Talent, desde uma grande concorrência encerrada em novembro e também conduzida pela SPGA. Desde então, a conta publicitária de Perdigão migrou da Y&R para a Talent.
Gap digital ainda é alto no mundo em desenvolvimento
11/04/13
O relatório afirma que grandes nações emergentes, como Brasil, China e Rússia, estão ficando para trás nesse campo
AFP

Entre os outros países que formam o acrônimo Brics, a Rússia avançou dois postos, passando para 54o; o Brasil, cinco (65o); a Índia, um (68o); e a África do Sul, dois (70o)
A maioria dos países em desenvolvimento ainda luta para diminuir a não-inclusão digital, ou “gap digital”, que limita o acesso da população de baixa renda a computadores e à Internet, informa um estudo divulgado nesta quarta-feira.
Em segundo lugar, vem Cingapura, seguida por Suécia, Holanda e Noruega. Os Estados Unidos aparecem em nono, com uma forte infraestrutura tecnológica, que se vê neutralizada por um “entorno político e regulatório” que limita os benefícios da tecnologia, aponta a pesquisa.
O relatório afirma que grandes nações emergentes, como Brasil, China e Rússia, estão ficando para trás nesse campo.
“Vários países em vias de desenvolvimento – especialmente na África, mas também na América Latina e no Sudeste asiático – continuam mostrando baixos valores de conectividade, junto com níveis baixos de uso da Internet e um limitado desenvolvimento do comércio on-line”, afirma Benat Bilbao-Osorio, economista do Fórum Econômico Mundial.
“Sua dificuldade para melhorar a conectividade digital significa que estão perdendo todas as recompensas econômicas e sociais que vão associadas a uma melhor infraestrutura de Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC)”.
A China perdeu nove posições em relação ao ano passado e caiu para 58o lugar, mostra o estudo, acrescentando que “o rápido crescimento econômico sustentado nos últimos anos em alguns desses países pode estar em risco, a menos que sejam feitos investimentos corretos em TIC, capacitação e inovação”.
Entre os outros países que formam o acrônimo Brics, a Rússia avançou dois postos, passando para 54o; o Brasil, cinco (65o); a Índia, um (68o); e a África do Sul, dois (70o).
“O relatório mostra que as economias que fracassam na implementação de estratégias integrais nacionais de banda larga correm o risco de perder terreno em competitividade global e ficar atrás na transferência dos benefícios sociais provenientes das TICs”, alerta Robert Pepper, da Cisco Systems, um dos patrocinadores da pesquisa.
Um grupo de 144 países foi analisado. Os últimos incluídos na lista foram Burundi, Iêmen, Argélia e Haiti.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Comunicação unificada está na estratégia de 78% dos líderes de TI
09/04/13
Pesquisa realizada pela Ovum, encomendada pela Dimension Data, recomenda que as empresas considerem a opinião dos usuários na hora de implementar os projetos.
Os tomadores de decisão de TI de grandes organizações deverão aplicar 53 milhões de dólares em serviços de suporte em comunicações unificadas e colaboração (UCC) nos próximos dois anos, com o aumento na demanda por essas tecnologias nos negócios.
No entanto, as empresas precisam estar atentas aos funcionários antes de qualquer investimento, para que não corram riscos. Segundo dados da pesquisa da Dimension Data, encomendada pela Ovum, com líderes de TIC (tecnologia da informação e comunicação), e funcionários do setor em 18 países das Américas, Ásia, Europa e África do Sul e Oceania.
De acordo com o estudo, mais de 78% dos líderes de TI têm um plano estratégico e atualizado e implementar UCC. A pesquisa aponta que os “componentes selecionados” estão dentro do orçamento; 43% afirmam que têm um orçamento para a “maioria dos componentes”, e 42% afirmaram que pretendem realizar investimentos em “todos ou na maioria dos aspectos” das Comunicações Unificadas.
“Essa é uma mudança surpreendente, especialmente quando as condições econômicas e as limitações operacionais colocam um freio nos investimentos em comunicações empresariais”, analisa Craig Levieux, gerente geral do grupo Dimension Data para comunicações convergentes, e explica que tipicamente, a UCC não tem sido um objeto de planejamento estratégico de TIC. “Até pouco tempo essa tecnologia era confundida com o PBX da corporação e a ideia de formular e executar uma estratégia de UCC – mesmo em grandes organizações – era incomum”.
O gestor explica que entre os tomadores de decisão em TI, que fizeram grandes investimentos nessas tecnologias nos últimos dois anos, 61% citaram redução de custos, aumento na produtividade e absorção fácil por parte dos colaboradores, como benefício. “Isso envia uma forte mensagem às organizações que não reconhecem as comunicações unificadas como uma arma estratégica de produtividade e economias de custo”, diz.
Falta de conscientização é um risco
Por enquanto, as aspirações de UCC das organizações não correspondem às de seus funcionários. “A pesquisa revelou que as empresas não definem o perfil e deixam de avaliar as necessidades dos colaboradores”, explica Levieux e adiciona que a falta de conscientização pode colocar em risco os investimentos em UCC nas políticas administrativas, especialmente porque os tomadores de decisão baseiam seus investimentos em UCC na melhora dos processos empresariais e da produtividade.
Segundo a pesquisa, 38% das grandes empresas relataram que definiram o perfil de seus usuários, destes, 20% não pensaram em fazer isso, e 21% acreditam que todos os empregados têm as mesmas necessidades de comunicação, enquanto 13% não enxergam valor em definir esses perfis.
“Quando analisamos a abordagem estratégica que as empresas tomam em relação à UCC, à tendência BYOD, o foco em mobilizar UC e colaboração social e, ainda, os objetivos operacionais para aumentar a agilidade dos negócios, ficamos surpresos em saber que apenas 38% das grandes empresas relataram que definiram o perfil de seus usuários”, comenta o gestor; e adiciona que para as organizações que pensam no UCC como ferramenta estratégica é fundamental ter a opinião dos principais beneficiados: os funcionários. “Em um mundo onde mais funcionários trazem seus próprios dispositivos para o trabalho, a falta de entendimento entre os tomadores de decisão e empregados pode resultar em um custo bem real”.
Levieux ressalta que adoção por parte do funcionário é uma medida crítica para investimentos de UCC, pois a tendência é a disponibilidade de mais aplicações, com o objetivo de fornecer suporte para diversos dispositivos móveis. “Caso contrário, a adoção vai continuar a retardar aspirações, como tem acontecido com muitas aplicações padrões de UCC hoje”.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
Mercado digital cresce 32% em 2012, segundo IAB
28/03/13
As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer os mesmos 32% em 2013 – R$ 6 bi em compra de mídia projetada para o ano.

O mercado publicitário na Internet atingiu 32% de crescimento e se consolida como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, ultrapassando jornais e ficando atrás apenas da TV
São Paulo – Em coletiva realizada hoje, o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), principal órgão representativo do segmento digital interativo brasileiro, apresentou projeções de faturamento e crescimento da publicidade digital para 2013.
As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer os mesmos 32% em 2013 (número que considera display, social media, search e classificados), o que representará R$ 6 bilhões em compra de mídia projetada para este ano.
“O Digital oferece aos anunciantes alta efetividade aliada a ferramentas de mensuração muito poderosas”, afirma Rafael Davini, presidente do IAB Brasil, que aposta no contínuo crescimento da Internet. “É por essas características que vemos uma migração de investmentos do offline, tanto de TV quanto de impressos, para o Digital”, diz.
Os dados foram apresentados por Rafael Davini junto com os membros da diretoria da entidade: Marcos Swarowsky (VP de Veículos), André Zimmermann (VP de Agências), Roberto Eckersdorf (VP de Fornecedores) e Marcelo Lobianco (VP executivo do IAB ).
Na ocasião, também foi apresentado o plano de ação do IAB para 2013, com foco em 3 pilares – Conteúdo, Educação e Eventos. “O nível de conhecimento produzido pelos comitês do IAB é muito alto.
Nossos 200 associados, divididos entre agências, fornecedores e veículos, são as pessoas que estão construindo o mercado digital. Vamos aproveitar cada vez mais esse conteúdo, criando cursos presenciais, e-learning, eventos e ações in company. O primeiro evento é o Mobile Day, que acontece 18 de abril, no Centro Britânico”, afirma Marcelo Lobianco.
Novo Site do IAB
A partir de hoje, a página do IAB muda para o endereço www.iabbrasil.net. Com um site novo, a proposta da entidade é oferecer o melhor conteúdo, produzido internamente pelos comitês, e uma curadoria das notícias mais relevantes do mercado de publicidade em todo o mundo. Para mais informações, clique aqui.
Fonte: http://exame.abril.com.br
E você, vai ficar de fora deste mercadão? Matrículas abertas para a 12a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital e para o curso de Formação em Analista de Redes Sociais. Capacite-se!
Kit Kat e Oreo brigam por consumidora no Twitter
21/03/13
Marcas decidiram literalmente brigar pela preferência de uma internauta e atraíram atenção espontânea


Kit Kat: chocolate entra em brincadeira nas redes sociais com marca concorrente
São Paulo – Os perfis oficiais das marcas Kit Kat e Oreo no Twitter acrescentaram um novo significado à ideia de dialogar com os consumidores nas redes sociais.
Os dois perfis decidiram literalmente brigar pela preferência de uma internauta. Tudo começou quando a usuária @Laura_ellenxx tuitou no fim da semana passada: “Posso dizer que gosto muito de chocolate quando sigo @KITKAT e @Oreo ao mesmo tempo hahahaha”.
O que poderia ser só uma simples citação entre milhares virou uma oportunidade de gerar atenção espontânea. O primeiro movimento foi do perfil do Kit Kat, que publicou: “A briga pela afeição de @Laura_ellenxx começou. @oreo, é a sua vez”. Embaixo, a imagem de um tabuleiro de jogo da velha, com um X no meio feito por dois KitKats cruzados.
A Oreo, conhecida por sua forte presença em mídias sociais, não perdeu a chance epublicou a imagem do mesmo tabuleiro vazio, com o KitKat comido, ao lado da legenda: “Desculpe, Kit Kat, não conseguimos resistir”.
Em fevereiro, a Oreo adotou uma estratégia de marketing em tempo-real semelhante durante o Super Bowl. Em meio ao apagão que paralisou o jogo por 40 minutos, o perfil da marca tuitou uma imagem usando o blecaute para promover os biscoitos. A empresa, que não era patrocinadora ou anunciante do evento, tornou-se a mais comentada e atingiu os Trending Topics nos Estados Unidos.
Para ver imagens da conversa entre as duas marcas, clique aqui
Acessibilidade – uma Web para todos
12/03/13
Horácio Soares, professor da pós-graduação do IGEC Facha, fala sobre Acessibilidade à Revista iMasters.
Especialista em design de interfaces, acessibilidade digital e usabilidade, fundador e consultor da Acesso Digital e da Interativa, integrante do Conselho do Instituto Intranet Portal e do GT de acessibilidade na Web do W3C Brasil, Horácio Soares falou ao veículo especializado iMasters sobre o panorama da acessibilidade no país.
Com o título “Nada é Acessível o Suficiente que não Possa Melhorar” a entrevista exclusiva procura mostrar que a acessibilidade vai muito além de sites desenhados para portadores de necessidades especiais, garantindo uma navegação simples e intuitiva para todos. Segundo Horácio, “não projetamos a experiência do usuário; na verdade, projetamos para a sua experiência.”.
Ao discorrer sobre o assunto, Horácio fundamentada a acessibilidade em três pilares:
1) EFETIVIDADE: garantir que o objetivo do site seja realizado. Em um e-commerce, por exemplo, que a venda seja efetivada;
2) EFICIÊNCIA: garantir que a realização do objetivo do site aconteça de forma rápida e fácil; e
3) PORTABILIDADE: garantir que este acesso ocorra de qualquer dispositivo ou sistema.
Na teoria, é exatamente o necessário para uma navegação verdadeiramente democrática. Na prática, no entanto, além da incredulidade das empresas e seus gestores, nos deparamos com barreiras de conhecimento e obstáculos culturais.
Confira a entrevista na íntegra clicando aqui.
Geração Y domina Marketing Digital
06/03/13
Segundo a ABRADI (Associação Brasileira de Agências Digitais), do total de quase 30.000 profissionais do setor, 30% têm entre 18 e 24 anos e 56%, entre 25 e 28 anos

Ciclos de inovação, a necessidade de trabalhar em equipes informais e o imediatismo por resultados fazem do Marketing Digital um campo quase exclusivo da Geração Y
A ciência de vender pela Internet está em ebulição. Ciclos de inovação que tornam o conhecimento obsoleto em pouco tempo, a necessidade de trabalhar em equipes informais e o imediatismo por resultados fazem do Marketing Digital um campo quase exclusivo da Geração Y.
Nas agências de publicidade, consultorias de SEO e mídias sociais, os jovens lideram o campo mais dinâmico do Marketing. Segundo a ABRADI (Associação Brasileira de Agências Digitais), do total de quase 30.000 profissionais do setor, 30% têm entre 18 e 24 anos e 56%, entre 25 e 28 anos.
Não somente os profissionais do segmento são novos, as empresas também o são. As prestadoras de serviços digitais têm em média 5,8 anos de idade e 80% delas fatura até R$ 1,2 milhões por ano.
Somente em 2012, 307 novos negócios abriram as portas neste ramo em todo Brasil, a maioria fundada pelos empreendedores Y.
A Conversion SEO é uma empresa deste segmento. Seu fundador, Diego Ivo, inicialmente trabalhava como web designer e com SEO, há seis anos. Com 23 anos, decidiu abrir uma consultoria que otimiza sites para mecanismos de buscas.
Atualmente e após dois anos, a empresa tem 12 funcionários, cuja média de idade é de 22 anos. Alguns funcionários são especializados na parte de desenvolvimento, enquanto outros são redatores de conteúdo ou analistas de SEO.
“Apenas 13% do orçamento das empresas é investido em Marketing online. Como nosso dia-a-dia fica cada vez mais permeado por computadores e smartphones, a tendência é pelo crescimento acelerado desta proporção. Estamos testemunhando uma grande quantidade de empresas se posicionando neste mercado, que está prestes a explodir. Todos querem estar preparados para este momento” conclui Ivo.
Fonte: http://exame.abril.com.br
DIG9, mais uma turma formada
04/03/13
Fechando a semana que passou, a 9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica da Comunicação apresentou seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), o 1o utilizando a metodologia Canvas. Os resultados foram excelentes, 4 projetos inovadores foram apresentados:
Route RJ: Aplicativo Mobile que proporciona, de forma colaborativa, as melhores soluções para turistas de rotas e meios de transporte da cidade do RJ.
Editora Motim: Visa dar oportunidade a novos escritores e artistas que ainda são desconhecidos do público a terem a chance de publicar sua primeira obra com qualidade e de uma forma mais acessível
PizzaH: Um aplicativo que dá ao cliente a oportunidade de montar sua pizza com o tipo de massa e ingredientes de sua preferência, monitorando via web todo o processo – da escolha dos ingredientes à entrega do produto.
Find My Pet: Aplicativo que visa solucionar casos de perda e abandono de animais. O projeto prevê a venda de coleiras com aplicativos que encontrar cães e gatos perdidos.
Parabéns moçada, estamos orgulhosos e torcendo para que 4 novos negócios prosperem no mercado.
Veja as fotos abaixo










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