Gestão Estratégica de Marketing Digital
Google vence batalha com Facebook e compra Waze
12/06/13
Programa é um dos aplicativos de trânsito de maior popularidade no mundo
O Google venceu a batalha contra o Facebook e anunciou nesta terça-feira a compra do Waze, um dos aplicativos de trânsito mais populares do mundo. Os valores da negociação não foram divulgados, mas a versão digital do jornal israelense Globes afirma que o negócio chegou a 1,3 bilhão de dólares.
O serviço, criado em 2007 em Israel, era alvo das principais companhias de internet. Em janeiro, a startup confirmou conversas com a Apple para chegar a um acordo. Na ocasião, a companhia de Tim Cook fez uma oferta, no valor de 500.000 dólares, prontamente rejeitada por Noam Bardin, CEO da startup.
Recentemente, o Facebook teria oferecido 1 bilhão de dólares pelo aplicativo. O objetivo da rede era incluir elementos de “viagem social” na plataforma. As primeiras abordagens de Mark Zuckerberg, contudo, foram rejeitadas.
De acordo com informações do blog oficial do Google, a equipe do serviço não será integrada ao seu QG, na Califórnia, permanecendo com o desenvolvimento do produto em Israel. “Estamos entusiasmados com a perspectiva de melhorar o Google Maps com os recursos de atualização de tráfego fornecidos pelo Waze e melhorar o Waze com os recursos de busca do Google”, disse Brian McClendon, vice-presidente de geolocalização.
O aplicativo apresenta características de rede social com GPS, pelo qual motoristas podem compartilhar condições de trânsito. Disponível para smartphones com sistemas operacionais Android (Google), BlackBerry OS (BlackBerry), iOS (Apple), Symbian (Nokia) e Windows Mobile (Microsoft), o serviço triplicou sua base de usuários em 2012, atingindo 45 milhões de cadastrados.
Fonte: http://veja.abril.com.br
10 livros sobre marketing digital para empreendedores
07/06/13
Google, redes sociais, internet. As pequenas empresas não podem ignorar estes meios para divulgar sua marca. A literatura sobre o assunto, no entanto, ainda não é tão vasta quanto em outras áreas, mas é importante para empreendedores que querem melhorar a atuação digital do negócio.
Com a ajuda de Lucas Diniz, analista de social media marketing da Cadastra, Alexandre Suguimoto, presidente da APADi e CEO da ZAW, e André Siqueira, gerente de marketing e um dos sócios fundadores da Resultados Digitais, EXAME.com chegou a uma lista básica de livros sobre o assunto.
“A Bíblia da Mídia Social”
Este é um livro essencial para consulta e fala sobre mídias sociais de maneira bastante didática. São mais de cem aplicativos e ferramentas para usar no dia a dia da empresa.
“A Bíblia da Mídia Social”, de David K. Brake e Lon Safko (Editora Edgard Blucher, a partir de R$ 72)
“Content Rules”
Disponível em inglês, este guia ajuda as pequenas empresas a criarem uma presença em blogs e redes sociais. A dica dos autores é criar uma voz autêntica nas redes para ser reconhecido pelos usuários.
“Content Rules: How to Create Killer Blogs, Podcasts, Videos, Ebooks, Webinars (and More) That Engage Customers and Ignite Your Business (New Rules Social Media Series)”, de Ann Handley e C.C. Chapman (Editora Wiley, a partir de US$ 15)
“Encantamento”
Kawasaki é um dos principais nomes ligados a inovação. Neste livro, ele fala sobre a importância de encantar pessoas para negócios que querem se desenvolver. Este “encamentamento” vira uma ferramenta de convencimento e influência com o tempo.
“Encantamento: A Arte de Modificar Corações, Mentes e Ações”, de Guy Kawasaki (Editora Alta Books, a partir de R$ 38)
“Facebook Marketing”
Este livro é um popular guia em inglês para criar uma estratégia de marketing no Facebook. Ele explica as regras, ferramentas e o passo-a-passo para usar a rede social. Tudo isso é demonstrado com casos e exemplos.
“Facebook Marketing: An Hour a Day”, de Chris Treadaway e Mari Smith (Editora Sybex, a partir de US$ 19)
“Fenômenos Sociais nos Negócios”
Usando diversos exemplos de grandes marcas, a autora mostra como as empresas estão aproveitando as redes sociais para ter resultados mais efetivos. Para os empreendedores, a obra mostra como lidar com o movimento criado pelas redes sociais.
“Fenômenos Sociais nos Negócios – Groundswell”, de Charlene Li e Josh Bernoff (Editora Elsevier, a partir de R$ 51)
“Free”
Neste livro, o editor da Wired Chris Anderson fala sobre a necessidade das empresas se adaptarem à ideia do grátis. Na era digital, os usuários esperam que a internet seja gratuita e isso afeta as empresas.
“Free – Grátis – O Futuro dos Preços”, de Chris Anderson (Editora Campus, a partir de R$ 28)
“Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas Empresas”
Mais do que falar apenas das mídias sociais, o autor, que também escreveu o livro “A Bíblia do Marketing Digital”, ensina como as pequenas empresas podem melhorar seus resultados usando a internet.
“Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas Empresas”, de Claudio Torres (disponível online)
“Inbound Marketing”
O livro fala sobre a importância do marketing receptivo para o seu negócio aparecer online. Os autores demonstram com dicas e estratégias como ter uma posição melhor no Google e medir seus resultados online.
“Inbound Marketing – Seja Encontrado Usando o Google, a Mídia Social e os Blogs”, de Brian Halligan e Dharmesh Shah (Editora Alta Books, a partir de R$ 32)
“Likeable Social Media”
Sem tradução ainda, este livro ensina os empreendedores a encantarem consumidores com a criação de uma “marca irresistível”. Segundo o autor, é importante usar o poder do boca-a-boca para engajar os clientes e melhorar o negócio.
“Likeable Social Media: How to Delight Your Customers, Create an Irresistible Brand, and Be Generally Amazing on Facebook (And Other Social Networks)”, de Dave Kerpen (Editora McGraw-Hill, a partir de US$ 16)
“Mídias sociais para pequenas e médias empresas”
Este é um livro simples e para quem quer começar a entender o assunto, com os conceitos básicos. A obra ajuda a dar os primeiros passos nas redes sociais e também em sites e blogs.
“Mídias sociais para pequenas e médias empresas”, de Edson Melo de Sousa e Silvia Giurlani (Editora Germinal, a partir de R$ 33)
Fonte: http://exame.abril.com.br
Receita da Amazon com publicidade pode ultrapassar a marca dos 800 milhões de dólares
06/06/13
Empresa utiliza sua gigantesca base de clientes para exibir publicidade direcionada e atrair anunciantes do Google e do Facebook
(John Sommers II/Getty Images)
A receita de publicidade da varejista Amazon pode ultrapassar a marca dos 800 milhões de dólares em 2013, segundo previsão da eMarketer, empresa de análise de tendências em marketing digital e mídia. A razão, de acordo com o levantamento, está na habilidade da empresa em utilizar sua gigantesca base de clientes para exibir anúncios direcionados em seu site ou em sites de companhias parceiras.
A varejista possui um banco de dados de consumo valioso, mas no passado evitou utilizar essas informações para fins de publicidade. Recentemente, contudo, a companhia decidiu explorar essa inteligência, de acordo com eMarketer. A ideia é exibir anúncios com maior grau de interesse a um público-alvo específico.
A nova estratégia da empresa, que busca chamar a atenção de anunciantes do Google e Facebook, rivais conhecidos por adotar a prática da venda de inteligência adquirida com base no comportamento de seus usuários, deve render à varejista 835 milhões de dólares – 37% a mais do que a receita de 610 milhões de dólares registrada em 2012.
Segundo o estudo, a maior parte da receita de publicidade da empresa vem de anúncios incluídos nos resultados de busca exibidos a partir de uma pesquisa no site Amazom.com. De acordo com a consultoria, essa receita deve chegar a 1,1 bilhão de dólares em 2015.
Os números da Amazon são significativos, mas ainda estão aquém da concorrência. Em 2012, a receita de publicidade do Google foi de 33 bilhões de dólares e a do Facebook alcançou a marca dos 4 bilhões de dólares.
Fonte: http://veja.abril.com.br
Os produtos que vão sumir em 6 anos por causa da tecnologia digital
20/05/13
O escritor Erik Qualman, autor do best-seller Socialnomics, colocou em sua página no YouTube um vídeo divertido sobre produtos, serviços e objetos que em seis anos podem sumir do mapa, substituídos pelas tecnologias digitais.
Alguns já óbvios, como livros trocados por e-books e jornais e revistas publicados em tablets estão no vídeo, mas a lista de Qualmann lembra de outros itens como botões de ignição digital no lugar das velhas chaves de carro, dinheiro e cartões de crédito trocados por smartphones e por aí vai.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Nwwq3l39lqk
Qualman é chamado de Dale Carnegie Digital (sim, aquele consultor que ensinou ao mundo como fazer amigos e influenciar pessoas), porque prega aos quatro ventos o poder das redes sociais e da tecnologia digital na mudança da sociedade.
Seu livro mais recente é Digital Leader: The 5 Keys to Success & Influence, lançado em 2012. O livro anterior, Socialnomics, ficou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos da Amazon’s nos EUA, Japão, UK, Canadá, Portugal, Itália, China, Coreia e Alemanha.
Qualman também é conhecido pelo vídeo “Social Media Revolution”um dos vídeos sobre social mídia mais vistos no mundo.
A revista Fast Company o colocou na lista dos Top 100 Digital Influencer.
Cabeça digital pode ‘revolucionar’ ensino de medicina
30/04/13
Especialistas escoceses criam modelo 3D que custou 3 anos de dissecação, escaneamento e fotografias

Especialistas da Escola de Artes de Glasgow, na Escócia, desenvolveram um modelo digital de cabeça e pescoço humanos que tem o potencial de revolucionar o ensino de odontologia e medicina.
O sistema emprega uma tecnologia chamada de “force feedback” que simula a sensação de toque no tecido.
Os designers passaram 3 anos dissecando, escaneando e fotografando o corpo humano para desenvolver o modelo digital.
Um dos responsáveis pelo projeto, o professor Paul Anderson, afirma que o modelo proporciona uma boa plataforma de treinamento para que estudantes possam praticar repetidamente certas técnicas e processos, sem se preocupar com erros.

Pereira&O’Dell conquista digital de Perdigão
16/04/13
Concorrência envolveu agências como AG2 Publicis Modem, R/GA e Pong Dynasty

Após processo de concorrência conduzido pela SPGA e que envolveu agências como AG2 Publicis Modem, R/GA e Pong Dynasty, a Pereira&O’Dell conquistou a verba digital da Perdigão. A agência passa a prestar à marca da BRF serviços como atualização de conteúdo no site e nas redes sociais. Iniciado em janeiro, o processo foi liderado por Eduardo Bernstein, diretor de marketing da unidade de carnes do anunciante. A conta já passou por Wunderman e VML, mas estava sem agência designada recentemente. Na esfera off-line, BRF é atendida por um pool composto por DM9DDB, F/Nazca S&S, NBS e Talent, desde uma grande concorrência encerrada em novembro e também conduzida pela SPGA. Desde então, a conta publicitária de Perdigão migrou da Y&R para a Talent.
Gap digital ainda é alto no mundo em desenvolvimento
11/04/13
O relatório afirma que grandes nações emergentes, como Brasil, China e Rússia, estão ficando para trás nesse campo
AFP

Entre os outros países que formam o acrônimo Brics, a Rússia avançou dois postos, passando para 54o; o Brasil, cinco (65o); a Índia, um (68o); e a África do Sul, dois (70o)
A maioria dos países em desenvolvimento ainda luta para diminuir a não-inclusão digital, ou “gap digital”, que limita o acesso da população de baixa renda a computadores e à Internet, informa um estudo divulgado nesta quarta-feira.
Em segundo lugar, vem Cingapura, seguida por Suécia, Holanda e Noruega. Os Estados Unidos aparecem em nono, com uma forte infraestrutura tecnológica, que se vê neutralizada por um “entorno político e regulatório” que limita os benefícios da tecnologia, aponta a pesquisa.
O relatório afirma que grandes nações emergentes, como Brasil, China e Rússia, estão ficando para trás nesse campo.
“Vários países em vias de desenvolvimento – especialmente na África, mas também na América Latina e no Sudeste asiático – continuam mostrando baixos valores de conectividade, junto com níveis baixos de uso da Internet e um limitado desenvolvimento do comércio on-line”, afirma Benat Bilbao-Osorio, economista do Fórum Econômico Mundial.
“Sua dificuldade para melhorar a conectividade digital significa que estão perdendo todas as recompensas econômicas e sociais que vão associadas a uma melhor infraestrutura de Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC)”.
A China perdeu nove posições em relação ao ano passado e caiu para 58o lugar, mostra o estudo, acrescentando que “o rápido crescimento econômico sustentado nos últimos anos em alguns desses países pode estar em risco, a menos que sejam feitos investimentos corretos em TIC, capacitação e inovação”.
Entre os outros países que formam o acrônimo Brics, a Rússia avançou dois postos, passando para 54o; o Brasil, cinco (65o); a Índia, um (68o); e a África do Sul, dois (70o).
“O relatório mostra que as economias que fracassam na implementação de estratégias integrais nacionais de banda larga correm o risco de perder terreno em competitividade global e ficar atrás na transferência dos benefícios sociais provenientes das TICs”, alerta Robert Pepper, da Cisco Systems, um dos patrocinadores da pesquisa.
Um grupo de 144 países foi analisado. Os últimos incluídos na lista foram Burundi, Iêmen, Argélia e Haiti.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Comunicação unificada está na estratégia de 78% dos líderes de TI
09/04/13
Pesquisa realizada pela Ovum, encomendada pela Dimension Data, recomenda que as empresas considerem a opinião dos usuários na hora de implementar os projetos.
Os tomadores de decisão de TI de grandes organizações deverão aplicar 53 milhões de dólares em serviços de suporte em comunicações unificadas e colaboração (UCC) nos próximos dois anos, com o aumento na demanda por essas tecnologias nos negócios.
No entanto, as empresas precisam estar atentas aos funcionários antes de qualquer investimento, para que não corram riscos. Segundo dados da pesquisa da Dimension Data, encomendada pela Ovum, com líderes de TIC (tecnologia da informação e comunicação), e funcionários do setor em 18 países das Américas, Ásia, Europa e África do Sul e Oceania.
De acordo com o estudo, mais de 78% dos líderes de TI têm um plano estratégico e atualizado e implementar UCC. A pesquisa aponta que os “componentes selecionados” estão dentro do orçamento; 43% afirmam que têm um orçamento para a “maioria dos componentes”, e 42% afirmaram que pretendem realizar investimentos em “todos ou na maioria dos aspectos” das Comunicações Unificadas.
“Essa é uma mudança surpreendente, especialmente quando as condições econômicas e as limitações operacionais colocam um freio nos investimentos em comunicações empresariais”, analisa Craig Levieux, gerente geral do grupo Dimension Data para comunicações convergentes, e explica que tipicamente, a UCC não tem sido um objeto de planejamento estratégico de TIC. “Até pouco tempo essa tecnologia era confundida com o PBX da corporação e a ideia de formular e executar uma estratégia de UCC – mesmo em grandes organizações – era incomum”.
O gestor explica que entre os tomadores de decisão em TI, que fizeram grandes investimentos nessas tecnologias nos últimos dois anos, 61% citaram redução de custos, aumento na produtividade e absorção fácil por parte dos colaboradores, como benefício. “Isso envia uma forte mensagem às organizações que não reconhecem as comunicações unificadas como uma arma estratégica de produtividade e economias de custo”, diz.
Falta de conscientização é um risco
Por enquanto, as aspirações de UCC das organizações não correspondem às de seus funcionários. “A pesquisa revelou que as empresas não definem o perfil e deixam de avaliar as necessidades dos colaboradores”, explica Levieux e adiciona que a falta de conscientização pode colocar em risco os investimentos em UCC nas políticas administrativas, especialmente porque os tomadores de decisão baseiam seus investimentos em UCC na melhora dos processos empresariais e da produtividade.
Segundo a pesquisa, 38% das grandes empresas relataram que definiram o perfil de seus usuários, destes, 20% não pensaram em fazer isso, e 21% acreditam que todos os empregados têm as mesmas necessidades de comunicação, enquanto 13% não enxergam valor em definir esses perfis.
“Quando analisamos a abordagem estratégica que as empresas tomam em relação à UCC, à tendência BYOD, o foco em mobilizar UC e colaboração social e, ainda, os objetivos operacionais para aumentar a agilidade dos negócios, ficamos surpresos em saber que apenas 38% das grandes empresas relataram que definiram o perfil de seus usuários”, comenta o gestor; e adiciona que para as organizações que pensam no UCC como ferramenta estratégica é fundamental ter a opinião dos principais beneficiados: os funcionários. “Em um mundo onde mais funcionários trazem seus próprios dispositivos para o trabalho, a falta de entendimento entre os tomadores de decisão e empregados pode resultar em um custo bem real”.
Levieux ressalta que adoção por parte do funcionário é uma medida crítica para investimentos de UCC, pois a tendência é a disponibilidade de mais aplicações, com o objetivo de fornecer suporte para diversos dispositivos móveis. “Caso contrário, a adoção vai continuar a retardar aspirações, como tem acontecido com muitas aplicações padrões de UCC hoje”.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
Mercado digital cresce 32% em 2012, segundo IAB
28/03/13
As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer os mesmos 32% em 2013 – R$ 6 bi em compra de mídia projetada para o ano.

O mercado publicitário na Internet atingiu 32% de crescimento e se consolida como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, ultrapassando jornais e ficando atrás apenas da TV
São Paulo – Em coletiva realizada hoje, o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), principal órgão representativo do segmento digital interativo brasileiro, apresentou projeções de faturamento e crescimento da publicidade digital para 2013.
As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer os mesmos 32% em 2013 (número que considera display, social media, search e classificados), o que representará R$ 6 bilhões em compra de mídia projetada para este ano.
“O Digital oferece aos anunciantes alta efetividade aliada a ferramentas de mensuração muito poderosas”, afirma Rafael Davini, presidente do IAB Brasil, que aposta no contínuo crescimento da Internet. “É por essas características que vemos uma migração de investmentos do offline, tanto de TV quanto de impressos, para o Digital”, diz.
Os dados foram apresentados por Rafael Davini junto com os membros da diretoria da entidade: Marcos Swarowsky (VP de Veículos), André Zimmermann (VP de Agências), Roberto Eckersdorf (VP de Fornecedores) e Marcelo Lobianco (VP executivo do IAB ).
Na ocasião, também foi apresentado o plano de ação do IAB para 2013, com foco em 3 pilares – Conteúdo, Educação e Eventos. “O nível de conhecimento produzido pelos comitês do IAB é muito alto.
Nossos 200 associados, divididos entre agências, fornecedores e veículos, são as pessoas que estão construindo o mercado digital. Vamos aproveitar cada vez mais esse conteúdo, criando cursos presenciais, e-learning, eventos e ações in company. O primeiro evento é o Mobile Day, que acontece 18 de abril, no Centro Britânico”, afirma Marcelo Lobianco.
Novo Site do IAB
A partir de hoje, a página do IAB muda para o endereço www.iabbrasil.net. Com um site novo, a proposta da entidade é oferecer o melhor conteúdo, produzido internamente pelos comitês, e uma curadoria das notícias mais relevantes do mercado de publicidade em todo o mundo. Para mais informações, clique aqui.
Fonte: http://exame.abril.com.br
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