Gestão Estratégica da Comunicação
Comunicação unificada está na estratégia de 78% dos líderes de TI
09/04/13
Pesquisa realizada pela Ovum, encomendada pela Dimension Data, recomenda que as empresas considerem a opinião dos usuários na hora de implementar os projetos.
Os tomadores de decisão de TI de grandes organizações deverão aplicar 53 milhões de dólares em serviços de suporte em comunicações unificadas e colaboração (UCC) nos próximos dois anos, com o aumento na demanda por essas tecnologias nos negócios.
No entanto, as empresas precisam estar atentas aos funcionários antes de qualquer investimento, para que não corram riscos. Segundo dados da pesquisa da Dimension Data, encomendada pela Ovum, com líderes de TIC (tecnologia da informação e comunicação), e funcionários do setor em 18 países das Américas, Ásia, Europa e África do Sul e Oceania.
De acordo com o estudo, mais de 78% dos líderes de TI têm um plano estratégico e atualizado e implementar UCC. A pesquisa aponta que os “componentes selecionados” estão dentro do orçamento; 43% afirmam que têm um orçamento para a “maioria dos componentes”, e 42% afirmaram que pretendem realizar investimentos em “todos ou na maioria dos aspectos” das Comunicações Unificadas.
“Essa é uma mudança surpreendente, especialmente quando as condições econômicas e as limitações operacionais colocam um freio nos investimentos em comunicações empresariais”, analisa Craig Levieux, gerente geral do grupo Dimension Data para comunicações convergentes, e explica que tipicamente, a UCC não tem sido um objeto de planejamento estratégico de TIC. “Até pouco tempo essa tecnologia era confundida com o PBX da corporação e a ideia de formular e executar uma estratégia de UCC – mesmo em grandes organizações – era incomum”.
O gestor explica que entre os tomadores de decisão em TI, que fizeram grandes investimentos nessas tecnologias nos últimos dois anos, 61% citaram redução de custos, aumento na produtividade e absorção fácil por parte dos colaboradores, como benefício. “Isso envia uma forte mensagem às organizações que não reconhecem as comunicações unificadas como uma arma estratégica de produtividade e economias de custo”, diz.
Falta de conscientização é um risco
Por enquanto, as aspirações de UCC das organizações não correspondem às de seus funcionários. “A pesquisa revelou que as empresas não definem o perfil e deixam de avaliar as necessidades dos colaboradores”, explica Levieux e adiciona que a falta de conscientização pode colocar em risco os investimentos em UCC nas políticas administrativas, especialmente porque os tomadores de decisão baseiam seus investimentos em UCC na melhora dos processos empresariais e da produtividade.
Segundo a pesquisa, 38% das grandes empresas relataram que definiram o perfil de seus usuários, destes, 20% não pensaram em fazer isso, e 21% acreditam que todos os empregados têm as mesmas necessidades de comunicação, enquanto 13% não enxergam valor em definir esses perfis.
“Quando analisamos a abordagem estratégica que as empresas tomam em relação à UCC, à tendência BYOD, o foco em mobilizar UC e colaboração social e, ainda, os objetivos operacionais para aumentar a agilidade dos negócios, ficamos surpresos em saber que apenas 38% das grandes empresas relataram que definiram o perfil de seus usuários”, comenta o gestor; e adiciona que para as organizações que pensam no UCC como ferramenta estratégica é fundamental ter a opinião dos principais beneficiados: os funcionários. “Em um mundo onde mais funcionários trazem seus próprios dispositivos para o trabalho, a falta de entendimento entre os tomadores de decisão e empregados pode resultar em um custo bem real”.
Levieux ressalta que adoção por parte do funcionário é uma medida crítica para investimentos de UCC, pois a tendência é a disponibilidade de mais aplicações, com o objetivo de fornecer suporte para diversos dispositivos móveis. “Caso contrário, a adoção vai continuar a retardar aspirações, como tem acontecido com muitas aplicações padrões de UCC hoje”.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
Rio de Janeiro, lindo e rentável
20/03/13
Por Bárbara Sacchitiello
Desde que foi anunciado como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro tem atraído a atenção de empresas grupos e interessados em algo além de seus encantos mil. Também imbuída da missão de encerrar a Copa do Mundo de 2014 no estádio do Maracanã, a cidade vive uma efervescência de negócios e investimentos nos setores hoteleiro, de construção civil, de serviços e também na área de comunicação.
Nos últimos dois anos, agências de publicidade, anunciantes e também veículos demonstraram maior empenho em se aproximar dos cariocas. Escritórios locais da DM9DDB e da África, por exemplo possibilitaram a execução de trabalhos mais regionais e especializados dessas grandes agências e, também fizeram do Rio de Janeiro o quartel-general da criação de ações, que posteriormente, ganharam dimensões nacionais.
Se anunciantes e agências decidiram marcar território nas belas paisagens da cidade, como consequência natural, os veículos da mídia também começaram a pensar em projetos para colher os frutos desse período fértil. As operações locais das emissoras de TV ganharam reforços de conteúdo e tecnologia e novos produtos foram apresentados aos consumidores da cidade.
No início do mês, o portal iG escolheu o Rio como palco de sua primeira operação regional. O canal carioca terá notícias e dicas de lazer e serviços locais. Pouco antes disso a Ejesa, que já publica os jornais O Dia e Meia Hora na cidade, decidiu fazer a mudança de boa parte de sua outra publicação, o Brasil Econômico, para o Rio, transferindo a maior parte da equipe jornalística para a Cidade Maravilhosa. A Infoglobo também ampliou seu leque de produtos na cidade. A empresa lançou há poucos dias o caderno Mais Baixada, com notícias sobre toda a região da Baixada Fluminense. O encarte já circula diariamente, junto com a edição do Extra.
Esses exemplos mostram que, em termos expectativa para o setor de mídia, o termômetro do Rio de Janeiro está bem quente. Existe, no entanto, o risco desse interesse ser algo sazonal, com data marcada para terminar assim que a tocha olímpica de 2016 for apagada? Os negócios iniciados na cidade têm a pretensão apenas de surfar em uma onda próspera ou, de fato, estão apostando no crescimento contínuo e sustentado da segunda maior metrópole do Brasil? Para responder essas questões, o Meio & Mensagem convidou representantes de veículos e agências que já possuem um histórico de atuação no cenário da mídia e comunicação da cidade.
Veículo
“O Rio de Janeiro vive uma das mais extraordinárias transformações já experimentadas por uma cidade em todo o mundo. O Rio não é apenas a cidade que mais recebe investimentos públicos e privados do país. É, também, um exemplo eloquente de reerguimento econômico, político e cultural raras vezes visto. Eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 estão transformando a paisagem da cidade. Empresas importantes também estão transferindo suas sedes ou abrindo escritórios aqui. Foi esse cenário, somado ao fato de ainda não ter ainda um grande jornal de economia, que me levou a reforçar a presença do Brasil Econômico no Rio. Acredito que um jornal de economia tem a obrigação de acompanhar um fenômeno como esse com lupa. Aos anunciantes e agências de publicidade, o Rio tem a oferecer um mercado consumidor com autoestima elevada, grande capacidade de consumo e uma visibilidade, dentro e fora do Brasil, que nenhuma outra cidade brasileira pode oferecer na atual conjuntura. Como carioca, sou suspeita para falar. Mas a verdade é que o Rio sempre foi lindo. O que está acontecendo, agora, é que o Rio está mais lindo do que nunca.”
Agências
“O Rio está na moda e há décadas não vive um momento tão positivo. Dos eventos esportivos previstos para os próximos anos ao processo de pacificação das comunidades, passando pelo cenário econômico, o orgulho de ser carioca nunca esteve tão em alta. Além da produção de conteúdo direcionado, é importante destacar que o cenário positivo da cidade faz com que as oportunidades comerciais impulsionem o crescimento do mercado publicitário. Estamos falando da ampliação das estruturas estabelecidas e da criação de novos escritórios que esperam ansiosamente aproveitar o movimento positivo. Estive no Rio trabalhando como mídia em anunciante entre 2004 e 2006 e, naquele momento, o mercado era pequeno. Em 2011, quando voltei, percebi claramente como o cenário tinha melhorado. Minha avaliação foi extremamente positiva, no entanto, se fosse feita por um profissional que estava no mercado durante a mudança, seria ainda mais. Acredito que já vivemos um bom momento, talvez prematuramente superestimado, mas real e sustentável.”
Veículo
“É perceptível que aumentaram não só os movimentos de envolvimento com a cidade, como campanhas e ações, mas também o surgimento de novos negócios. É uma onda que vem crescendo e nos beneficiamos por termos entrado no mar mais cedo. Temos uma série de acontecimentos nos próximos anos que colocam o Rio de Janeiro em evidência e, como esse otimismo resulta em business, os bons resultados acabam orbitando diversos setores. Muitas agências de publicidade, por exemplo, tinham mudado sua sede para São Paulo e, agora, voltaram a investir em operações no Rio. O segmento do marketing esportivo cresceu muito e as empresas, de maneira geral, querem aproveitar o evento olímpico, mesmo aquelas que não patrocinam os Jogos, diretamente. É difícil previr o sucesso de todos esses empreendimentos, mas considerando todo o contexto, acredito que o risco de não dar certo seja, pequeno, sobretudo nas áreas de serviço e de comunicação. O mercado já está se adaptando a nova realidade econômica da cidade e, quem está apostando por aqui tende a ser dar bem.”
Veículo
“O Rio voltou a ser um mercado importante em termos econômicos, gerando negócios e vários fatores contribuíram para isso, como a maior segurança e os eventos internacionais que estão porvir. Anteriormente era comum que os anunciantes reforçassem sua comunicação em São Paulo, deixando o Rio como parte da mídia nacional. Agora já existe um planejamento para se falar diretamente com o carioca e os veículos, sobretudo nós, que estamos na cidade há 85 anos, acabamos nos aproveitando desse momento. Claro que sempre há aventureiros que querem se aproveitar dos negócios momentâneos, mas vejo essa virada do Rio como algo definitivo e que irá prevalecer mesmo após os Jogos de 2016. Muitas empresas chegaram, tornando a cidade um grande centro de negócios e de turismo mundial. E, no segmento dos jornais, o cenário é muito promissor, sobretudo na área dos títulos populares. Sabemos que 50% da classe C do Rio de Janeiro lê jornal diariamente. Isso está inserido na cultura do carioca, e, certamente, continuará forte por muito tempo.”
Além dos limites da Publicidade
05/03/13
Por Leo Amato*
Duas campanhas recentemente lançadas na televisão me chamaram a atenção. Em ambas, o uso de saudosas personalidades foram integradas através de recursos de computação gráfica à historia de seus respectivos comerciais.
Na campanha criada para o chocolate Galaxy, vemos Audrey Hepburn, morta em 1993, nos seus áureos tempos de Bonequinha de Luxo, sendo a protagonista de uma propaganda tão doce como o produto que ela se propõe a vender. Já aqui no Brasil, é possível rever a imagem do inesquecível Mussum, morto em 1994, espantado com o avanço tecnológico e de design da Volkswagen em seu novo Fusca.
Os recursos empregados nesses comerciais comprovam a qualidade e o avanço da computação gráfica e dos efeitos especiais. No comercial da Volks, imagens antigas do trapalhão foram adaptadas para o vídeo de 2013. Já no caso do comercial criado para o chocolate da Mars, efeitos em 3D recriaram a atriz. Neste segundo caso, o mesmo recurso foi usado na seqüência do filme Tron, onde Jeff Bridges foi recriado mais jovem em 3D.
O interessante desses anúncios, além da tecnologia e da criatividade, está justamente no uso da imagem de pessoas que já morreram. Além do apelo, inovação e do saudosismo, foi possível resgatar a credibilidade e o valor de personalidades que teoricamente, já não poderiam ser mais usadas. O direito de imagem, pertencente à familiares ou mesmo à empresas, possibilitou que as agências utilizassem imagens para fins comerciais. Vale lembrar que em momentos como esses, muitas pessoas podem não gostar de ver seus artistas favoritos associados à produtos sem o real elo entre personalidade e marca. Cabe aos profissionais de comunicação e marketing saber dosar a medida certa de preservação da memória e preservação da marca junto aos seus clientes. De qualquer maneira com a ajuda da tecnologia, o céu não é mais o limite para a publicidade.
Vídeo: http://youtu.be/_VXQ8hjwMU8
Agência: AMV BBDO
Cliente: Mars
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Oxec0dZvPOs
Agência: AlmapBBDO
Cliente: Volkswagen
Leo Amato é professor de Gestão de Contas na pós-graduação em Gestão Estratégica da Comunicação.
Mônica mais forte que nunca
27/02/13
A principal personagem de Mauricio de Sousa completa 50 anos e a festa que vai durar o ano inteiro já começou
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Nem o temperamento explosivo impediu que ela se tornasse uma das personagens mais queridas e bem sucedidas comercialmente no Brasil. Mônica, a dentucinha, baixinha, forte e sabichona, completa 50 anos dia 03 de março e é líder de uma turma que, hoje, tem nada menos que 2.500 produtos licenciados de aproximadamente 150 empresas.
A própria Mônica de Sousa, filha de Mauricio, foi inspiração para a personagem e, hoje, é diretora comercial da Mauricio de Sousa Produções (MSP), empresa na ativa há 54 anos e que elevou seu faturamento em 22% de 2010 para 2011 (os dados de 2012 estão sendo fechados). Ela também coordena as comemorações pelos 50 anos da personagem, que começaram no carnaval de Salvador com Claudia Leitte (a cantora criou uma música especial para a baixinha) e pela gestão de um universo enorme de licenciamentos que inclui o das próprias histórias em quadrinhos, hoje, com a Panini.
A festa
Para o que a MSP batizou “O Ano da Dentuça”, serão investidos R$ 5 milhões. A Amor aos Pedaços criou o Bolo da Mônica, com receita inédita criada especialmente para o aniversário. Já o restaurante Giraffas pretende investir R$ 4 milhões na divulgação de ações que incluem promoções. Em uma delas, agora em março, o consumidor que comprar um GiraPrato ganha um porta-pratos ilustrado e colecionável, com personagens da Turma da Mônica.
Brinquedos serão relançados. A primeira boneca, lançada pela Troll, volta ao mercado por iniciativa da Multibrink. Já a Grow relançará os brinquedos Estrelinha Mágica e Mônica MixFace. Um dos novos licenciados da MSP, a Mileno, lançará produtos retrô, como estojo anos 80 e cubo mágico, além do Sansão amarelo, em pelúcia. Isso porque, originalmente, o fiel amigo da Mônica não era azul. O coelhinho também é homenageado com uma exposição no Memorial da América Latina que reunirá versões de mais de 70 desenhistas do Brasil.
Dia 03, o espetáculo teatral Mônica Mundi estreia no Rio de Janeiro, cidade onde também acontecerá um desfile com o coletivo de moda Apoena, que promete uma “releitura divertida e sofisticada da Mônica”. Em maio, São Paulo recebe uma grande exposição interativa sobre a trajetória da personagem.
Em conteúdo, a Panini produzirá edições especiais e o Cartoon Network fará o Mês da Mônica em setembro. Antes disso, exibe “pílulas” comemorativas durante a programação do ano. Na grade noturna, estreará o Mônica Toy, vinhetas de 30 segundos cujo humor é mais voltado para o público juvenil e adulto.
Fonte: http://www.meioemensagem.com.br
Ativismo de sofá e a publicidade
06/02/13
Por Regina Augusto*
Comercial da Volkswagen com gato preto provoca tanta polêmica que a montadora retira a propaganda do ar
Até a noite da terça-feira, dia 5, o comunicado da Volkswagen postado um dia antes informando que iria retirar do ar o comercial “Superstição” por conta das manifestações acerca do tema tinha 1.390 comentários. Por curiosidade, dei uma espiada em alguns deles e logo desisti tamanho era o desfile de grosserias e a falta de um nível mínimo de educação entre os próprios supostos defensores dos gatos sobre o assunto que ficam trocando ofensas em uma discussão vazia e sem sentido. Os rápidos e eficientes ativistas dos direitos dos felinos que viram na peça publicitária criada pela agência da montadora, a AlmapBBDO, uma incitação à violência e ao preconceito contra os gatos pretos encontraram nas redes sociais uma ótima caixa de ressonância para seus radicalismos. Não são só eles, aliás. As redes sociais amplificam para o bem e para o mal qualquer tipo de opinião, especialmente as mais deselegantes, expondo pessoas e tornando as marcas mais vulneráveis.
A maneira que a Volkswagen encontrou para lidar com as manifestações foi retirar o comercial do ar. O filme em questão brinca de forma bem humorada com um elemento que faz parte da bagagem cultural de todo mundo que é a associação do gato preto ao azar e em nenhum momento estimula os maus tratos aos bichanos. Mas, como para quem tem um martelo na mão tudo o que encontra pela frente parece prego, o comercial provocou a ira das entidades protetoras dos gatos.
É incrível como a crescente intolerância do ser humano diante dele próprio, cujas demonstrações são diárias na nossa sociedade, não provoca tamanha reação nas pessoas. Esse excesso de puritanismo que vê no politicamente correto um escudo e uma forma para chamar a atenção para causas menores, além de demonstrar uma total falta de bom senso de parcela da nossa sociedade, é algo que veio para ficar e que se tornou ainda pior com as redes sociais. Um desafio e tanto para a publicidade. Agências e clientes, é claro, têm que ser responsáveis com o teor daquilo que veiculam, mas estão ficando cada vez mais com seu espaço para brincadeiras, piadas e bom humor – todos elementos que sempre fizeram parte do DNA da propaganda brasileira – mais estreito. E também mais chato e sem graça.
*Regina Augusto é Diretora Editorial do Meio & Mensagem.
O texto acima reflete única e exclusivamente a opinião da autora do texto. O IGEC apoia a discussão de ideias e valoriza a pluralidade de pensamento e a coexistência de variados pontos de vista.
Fonte: http://www.meioemensagem.com.br
Bem vindos à 2013
07/01/13
Alunos do IGEC, Feliz 2013!
Estamos iniciando um novo ano letivo, algumas turmas fechando sua participação através dos TCCs, outras engrenando a 5a marcha para a reta final que se avista no horizonte, outras virando a primeira curva de uma longa e prazerosa estrada. Será um excelente 2013!
Adultos aprendem apenas o que sentem necessidade de aprender, esperando uma aplicação prática e imediata do que aprenderam, demonstrando, em contrapartida, pouco interesse por conhecimentos a aplicar apenas num futuro distante. Os Adultos devem ter vontade de aprender, ou seja, devem querer aprender, para isso necessitam de uma forte motivação intrínseca que os leve a adquirir novos conhecimentos, sentindo-se mais motivados para aprender quando conhecem as vantagens e benefícios de um determinado conhecimento. A motivação poderá ser estimulada mas nunca imposta.
Considerando que os adultos possuem uma vasta fonte de experiências, tal recurso deverá ser objeto de partilha de conhecimentos, fomentado através de debates e de discussões de casos, constituindo assim uma ferramenta valiosa no processo de aprendizagem. Nossos docentes trazem suas experiências para a sala de aula e estão ávidos para compartilhá-la com todos, por isso em 2013 a palavra de ordem é TROCA. Alunos e docentes são adultos e o processo de aprendizagem de ambos é igual, alunos aprendem e ensinam, docentes ensinam e aprendem, este é o fascinante ciclo de uma pós-graduação.
Ao iniciar mais um ano de intensa troca intelectual, desejo a todos sucesso, metas alcançadas e realização.
Feliz 2013!
Equipe IGEC
As campanhas preferidas dos criativos em 2012
18/12/12
Visa, Pepsi e Ipiranga estão no topo do ranking definido por júri de 80 líderes de áreas de criação em agências
Por Alexandre Zaghi Lemos, Eduardo Duarte Zanelato e Felipe Turlão
Para eleger as melhores campanhas do ano, Meio & Mensagem adotou uma metodologia inédita. Pediu que um júri formado por 80 criativos em funções diretivas (presidentes, vice-presidentes, diretores de criação ou head of art) fizesse listas individuais com as dez ações de comunicação preferidas (veja ao final desta página os nomes de todos os eleitores e suas respectivas agências). As campanhas foram apontadas em ordem de preferência, começando pelas melhores, da primeira para a décima.
Desta forma, foram atribuídos 10 pontos para a indicada em primeiro lugar, 9 pontos para a indicada em segundo lugar, e, assim, sucessivamente, até 1 ponto para a indicada em décimo lugar. Alguns eleitores reclamaram que a tarefa foi difícil, apontaram um “ano fraco”, não conseguiram chegar até a décima indicação e acabaram apontando menos campanhas. Entretanto, a maioria enviou votos completos. Cerca de 140 ações foram votadas por pelo menos um jurado.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KbPuezpVotQ
Havia uma regra básica: os votantes não puderam indicar campanhas de sua agência nem ações nas quais tenham se envolvido em empresas pelas quais passaram anteriormente. Fora isso, valiam campanhas integradas, comerciais para televisão, anúncios de mídia impressa, ações digitais, out-of-home e dirigidas a outras mídias. Desde que fossem criadas por agências instaladas no Brasil, dirigidas ao público brasileiro e veiculadas em 2012.
Neste ponto, como é de se imaginar, a memória traiu muitos eleitores, que votaram em ações realizadas em anos anteriores. Uma delas, inclusive, recebeu uma quantidade de pontos que a teria colocado na lista das dez mais: “Curiosismo”, criada pela F/Nazca S&S para a Pinacoteca do Estado de São Paulo, ação multimídia realizada em 2011. Como muitos dos prêmios publicitários elegem em um ano ações realizadas no exercício anterior, é natural esta confusão. E o case “Curiosismo” foi, de fato, um dos mais premiados nos festivais de 2012, embora seja do ano passado. Outras campanhas de 2011 bem votadas, mas sem pontos suficientes para alcançar as dez primeiras foram os comerciais “Pôneis Malditos”, da Lew’Lara\TBWA para Nissan; “Biafra”, da AlmapBBDO para Bradesco Seguros; e o “Gigante”, da Neogama/BBH para Johnnie Walker.
Confira, a seguir, as dez ações mais pontuadas, de acordo com o voto dos criativos ouvidos pela reportagem. A campeã é a campanha “Amigos”, da AlmapBBDO para Visa, incluída nas listas de 48 votantes. Também aparecem na lista outras três ações desenvolvidas pela Almap para Pepsi, Bradesco Seguros e Getty Images. Esta última, em nono lugar com 95 pontos, empatada em pontuação com a décima colocada “Tipo Net”, da Talent. O critério de desempate foi o fato de a ação de Getty Images constar nas listas de 17 jurados, enquanto a campanha da Net foi apontada por 16 votantes.
VISA – 374 PONTOS
“Amigos”, da AlmapBBDO
A mudança no conceito de comunicação da marca, primeiro criado para a marca pela AlmapBBDO, encontrou uma forma inusitada e bem-humorada para convencer os consumidores a trocarem o dinheiro por meios eletrônicos de pagamento. Alguns filmes da série foram muito elogiados pelo júri de criativos do Meio & Mensagem, como o do homem de cabelo pintado, um dos primeiros a ser veiculado, e o protagonizado pela cantora Vanusa, um dos mais recentes.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=iGhIrLmJx9M
PEPSI – 285 PONTOS
“Pode ser?”, da AlmapBBDO
A ótima campanha “Pode ser?”, vencedora do Grand Effie Brasil em 2011, ganhou desdobramento inusitado em 2012, o que acabou por renovar o mote desenvolvido pela AlmapBBDO para a Pepsi. O filme em questão é protagonizado pelo técnico Joel Santana e seu peculiar inglês, conhecido nacionalmente desde que ele comandou a seleção da África do Sul, em 2009. Este comercial criou um novo bordão popular: “Pode to be?”
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=7xl3cEcgdXk
IPIRANGA – 222 PONTOS
“Pergunta lá no posto Ipiranga”, da Talent
Mantendo a linha criativa bem-humorada característica da marca, a Talent desenvolveu campanha de reposicionamento para os postos Ipiranga, apresentando-os como uma rede serviços — e não apenas como postos de gasolina. Entre os filmes mais citados pelo júri de criativos está “Loucos”, no qual um psiquiatra conversa com dois internos de um manicômio que sofrem de megalomania. Ao dizer que realizou uma série de atividades no Posto Ipiranga, satisfaz a mania de grandeza dos doentes, ao passo que transmite a ideia de um ponto de múltiplos serviços.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=t0fwyA5Xx1g
ITAÚ – 170 PONTOS
“Bebê”, da Africa
O vídeo caseiro norte-americano transformado em comercial da instituição financeira foi o grande hit da publicidade brasileira no primeiro semestre e levou o Itaú, pela primeira vez, à liderança da pesquisa Lembrança de Marcas na Propaganda de TV, realizada pelo Datafolha e publicada por Meio & Mensagem. Milhares de clientes do Itaú cancelaram o recebimento de extratos em papel, atendendo ao apelo da campanha: “Use papel para o que realmente vale a pena”. A abordagem gerou protestos da Associação Brasileira da Indústria Gráfica.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=p9Z9n0I8Dfo
BRADESCO SEGUROS – 128 PONTOS
“Vai que”, da AlmapBBDO
Criado em 2010, o conceito “Vai que”, da AlmapBBDO para Bradesco Seguros, rendeu bons desdobramentos desde então. Um deles, lançado em 2012 e bastante citado pelo júri de criativos, é o comercial estrelado pelo ídolo brega/cult Sérgio Mallandro. Soltando seus bordões onomatopeicos —como “yeah, yeah”, “Rá-rá” e “Glu-glu” —, o apresentador espanta um serial killer antes que este cometa o seu crime. Belo argumento para promover o conceito de que, na falta de sorte, é importante ter um seguro.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lSxWK9ihpFE
GQ – 126 PONTOS
“Ex-Maguila”, da Lew’Lara\TBWA
O jeito brucutu de ser merecia estar com os dias contados — ao menos para a revista masculina GQ, da Edições Globo Condé Nast. Em sua campanha institucional, criada pela Lew’Lara\TBWA, um modelo boa-pinta aparece com a voz dublada por um imitador do pugilista Maguila, conhecido por seu jeito de brutamontes. Diversos filmes mostram as atitudes abandonadas pelo leitor da revista ex-brucutu — seja a escolha de um vinho pelo preço baixo ou a adoção de gestos constrangedores em fotos, como hangloose ou “paz e amor”.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=cQUJ20-hs4M
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lReFKMPTloA
C&A – 123 PONTOS
“Fashion like”, da DM9DDB
Se as mulheres sempre pedem opiniões umas às outras antes de comprar uma peça de roupa, por que não exibir no ponto de venda opiniões expressas via Facebook? A C&A resolveu fazer exatamente isso por meio de cabides que mostravam em tempo real nas lojas os “likes” conquistados pelos modelos na rede social. O projeto envolveu dez peças da coleção Dia das Mães expostas na loja da C&A no Shopping Iguatemi por uma semana, em abril. No Festival de Cannes de 2012, o case faturou três Leões: Prata em Outdoor e Bronzes em Media e Direct.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=K4qdNb6FvGY
ESPORTE CLUBE VITÓRIA – 113 PONTOS
“Meu sangue é rubro-negro”, da Leo Burnett Tailor Made
Muitos torcedores não gostam de grandes variações na camiseta de seu time de coração, mas o Esporte Clube Vitória, da Bahia, fez isso por uma razão das mais nobres. A ação “Meu sangue é rubro-negro”, criada pela Leo Burnett Tailor Made, fez com que o time jogasse por algumas rodadas da Série B do Campeonato Brasileiro com uma camisa preta e branca. A outra cor tradicional, o vermelho, só voltou ao uniforme, de forma gradual, conforme o nível de doações de sangue ao Hemocentro da Bahia ia crescendo. “O Vitória sempre deu o sangue pela sua torcida. É hora de retribuir. Doe”, pregava a ação, que recebeu apoio da Secretaria de Saúde da Bahia e da Penalty, fornecedora oficial do uniforme.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qYE_l0ju-ss
GETTY IMAGES – 95 PONTOS
“Do amor ao bingo”, da AlmapBBDO
Uma história contada em apenas um minuto, mas que levou seis meses para ficar pronta. Nesse período, a redatora Sophie Schoenburg e o diretor de arte Marcus Kotlhar, ambos da AlmapBBDO, escolheram 873 imagens em meio a mais de cinco mil pesquisadas no banco de dados da Getty Images. As fotos escolhidas deram vida ao comercial “Do amor ao bingo” que, ao exibi-las em sequência, contava a história de um homem que conhece uma mulher e passa a vida a seu lado, até que a morte a leva. A partir daí, ele sofre, até que encontra uma razão de ser nos bingos, que lhe trazem muito dinheiro e novas aventuras.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=vvSqelVh8TY
NET – 95 PONTOS
“Tipo Net”, da Talent
Reproduzindo com bom humor situações cotidianas, a campanha “Tipo Net”, da Talent para a operadora de TV por assinatura, consegue colocar a marca anunciada em um patamar diferenciado das concorrentes, fazer rir e lança um novo bordão. Assim, contribui para o processo de constante construção da marca, bem conduzido pela Talent nos últimos anos. A série de comerciais anuncia os produtos TV HD, banda larga e telefonia.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NfRsOy1b_rI
Os 80 eleitores
Veja quem foram os criativos responsáveis pela escolha das
melhores campanhas de 2012 para o Meio & Mensagem
Aaron Sutton (Mood)
Alessandro Visconde (Dentsu)
Alexandre Peralta (Peralta)
Alvaro Rodrigues (DM9Rio)
Ana Luisa Almeida (Propeg)
André Kassu (AlmapBBDO)
Andre Lima (NBS)
Andre Piva (Lov)
Anselmo Ramos (Ogilvy)
Beto Rogoski (Fischer & Friends)
Cássio Moron (Loducca)
Cássio Zanattan(DPZ)
Celso Alfieri (Grey 141)
Cibar Ruiz (Tônica Mix)
Danilo Janjacomo (9ine)
Dedé Eyer (NBS)
Eco Moliterno (Africa)
Eduardo Almeida (Quê Comunicação)
Eduardo Axelrud (Competence)
Eric Sulzer (WMcCann)
Erick Rosa (JWT)
Fabio Brigido (Borghi/Lowe)
Fábio Saboya (Loducca)
Felipe Cama (Dentsu)
Fernando Campos (Santa Clara)
Fernando Luna (LP Comunicação)
Fernando Nobre (Borghi/Lowe)
Flavio Medeiros (Heads)
Flavio Waiteman (Master Roma Waiteman)
Fred Saldanha (AgênciaClick Isobar)
Fred Sartorello (We)
Guga Ketzer (Loducca)
Guilherme Jahara (Leo Burnett Tailor Made)
Guime Davidson (WMcCann)
Gustavo Bastos 11|21)
Gustavo Tirre (Artplan)
Hugo Rodrigues (Publicis)
Icaro Doria (Wieden + Kennedy)
Jader Rossetto (WoodycomRossetto)
Javier Talavera (Taterka)
Jean Boechat (Age Isobar)
João Linneu (F/Nazca S&S)
José Borghi (Borghi/Lowe)
Juliana Constantino (AgênciaClick Isobar)
Kevin Zung (Publicis)
Leo Macias (Publicis)
Leonardo Corvo (Multi Solution)
Lisi Kindlein (Fbiz)
Manir Fadel (Lew’Lara\TBWA)
Manuel Zanzoti (Z+)
Marcello Droopy (QG)
Marcelo Giannini (Loja)
Marcelo Lucato (Taterka)
Marcelo Reis (Leo Burnett Tailor Made)
Marco Bezerra (DM9Sul)
Marco Versolato (DM9DDB)
Marcos Medeiros (AlmapBBDO)
Marcos Paulo Focca (iThink)
Mariana Sá (Lew’Lara\TBWA)
Mario D’Andrea (Fischer & Friends)
Marisa Furtado (Fabrica)
Mateus Braga (AG2 Publicis Modem)
Mauricio Oliveira (DCS)
Mauro Cavalletti (JWT/Casa)
Moacyr Netto (NBS)
Paco Conde (Ogilvy)
Paschoal Fabra Neto (M&C Saatchi F&Q)
Paulo Melchiori (R/GA)
Philippe Degen (Talent)
Rafael Urenha (DPZ)
Ricardo Furriel (Nova/SB)
Ricardo John (JWT)
Roberto Fernandez (Ogilvy)
Rodolfo Sampaio (Moma)
Rodrigo Bombana (Talent)
Ruy Lindenberg (Leo Burnett Tailor Made)
Sergio Gordilho (Africa)
Tales Bahu (Havas)
Washington Olivetto (WMcCann)
Wilson Mateos (DM9DDB)
Fonte: http://www.meioemensagem.com.br
Dez tendências de consumo para 2013
29/11/12
Trendwatching.com destaca os principais pontos que deverão ser considerados pelas marcas em suas estratégias
A consultoria Trendwatching.com divulgou nesta quarta-feira, 28, as dez tendências de consumo para 2013. A empresa abriu um escritório no Brasil este ano e em agosto realizou o Consumer Trend Seminar, evento que contou com a presença do diretor global de pesquisa da consultoria, Henry Mason.
O estudo divulgado nesta quarta mapeia os principais hábitos de consumo e expectativas para o próximo ano, incluindo, pela primeira vez, as quatro tendências que devem influenciar os negócios na América Latina (destacadas em negrito na relação completa abaixo).
Luciana Stein, diretora da Trendwatching.com para América Latina, destacou o fato de que “matar o tempo” é algo que não existe mais na região. “Mudanças, decisões e novos negócios estão acontecendo ainda mais rapidamente, aproveitando os novos consumidores, ansiosos para acessar o melhor em experiências, produtos e serviços”, destaca a executiva. E o consumidor mais exigente espera resposta à altura das marcas.
Confira o resumo das 10 tendências (acesse aqui a lista detalhada):
1) Emerging: O comércio entre países latino-americanos sempre existiu, porém, temos observado um aumento na criação de empresas de produtos e serviços inovadores, dentro e fora da região. O crescimento de consumidores com renda disponível e fome de novas experiências resultará em uma troca de novos produtos e serviços cruzando do Chile para a Colômbia, do Brasil ao Irã.
2) Mobile Moments: Com o crescente poder dos consumidores da Classe C, prepare-se para ver as pessoas correndo para comprar as últimas novidades tecnológicas, independentemente da falta de serviços de banda larga existente na região. Por exemplo, o Peru pode ser considerado como o país com a velocidade de acesso à internet mais lenta na América Latina, mas as vendas de tablets deverão ser quatro vezes maior neste ano do que em 2011. Uma enorme gama de novos aplicativos e plataformas do México ao Brasil também está satisfazendo as necessidades de consumo e de informação instantânea, projetadas para facilitar as suas vidas.
3) Appscriptions: Tecnologia digital é a nova medicina, com médicos e profissionais de saúde se valendo de aplicativos e serviços digitais para melhorar os resultados de exames e tratamentos. Isto é uma tendência especialmente forte na América Latina, onde as preocupações com saúde e bem-estar estão crescendo rapidamente. Produtos como o Cardio Emotion no Brasil é uma resposta a isso, ao criar jogos interativos e aplicativos para atender às preocupações de saúde em geral e melhorar a qualidade de vida.
4) Celebration Nation: 2013 verá um aumento nos mercados emergentes do orgulho de exportar, e até mesmo exibir, o patrimônio nacional e cultural. Símbolos, estilos de vida e tradições que eram minimizadas, se não negadas, se transformaram em fonte de orgulho dos consumidores locais e globais. Com a Copa de 2014 e Olimpíada de 2016 se aproximando, as identidades nacionais têm sido um grande tema de discussão na América Latina, e tem como resultado novos lançamentos de produtos e serviços.
5) New Life Inside: Em vez de ter um produto que pode ser facilmente descartado ou mesmo reciclado (por qualquer pessoa), 2013 verá um aumento de novos produtos que podem ser plantados e cultivados, com todo o eco-status e eco-histórias que vêm com isso. Já existe um grande valor simbólico na criação de uma vida nova, ambientalmente benéfica por meio de um produto de consumo. Isso só vai aumentar com a popularidade de iniciativas como a Read Leaf Project da Molson Canadian.
6) Data Mining: Até a data, a discussão sobre “big data” tem se focado na quantidade e no valor do uso de dados dos consumidores para o benefício das empresas. Em 2013, olhe para consumidores mais experientes para começar a reverter esse fluxo: buscando extrair o máximo de informação sobre seu estilo de vida, e eles poderão se virar para as marcas de forma proativa oferecendo ajuda e mostrando como facilitar suas vidas.
7) Presumers & Custowners: 2013 verá consumidores apaixonados abraçar dois novos modelos de consumo: Presumers e Custowners. Os Presumers gostam de se envolver, financiar e promover produtos e serviços antes de serem realizados, enquanto os Custowners passam de consumidor passivo de um produto à posição de financiar e investir (ou, possuir ações) das marcas que gostam. Confira exemplos de Brickstarter, Leon Bonds e muito mais.
Again Made Here: para mercados maduros como os EUA, França e Reino Unido, 2013 verá uma recuperação na produção local. Conduzir esta tendência é uma resposta à necessidade dos consumidores por novos produtos e serviços (veja a tendência NEWISM) e o desejo de experiências mais interessantes (status stories), tudo combinado com as novas tecnologias das produções locais, como as impressoras 3D e as criações “make-on-demand” – feitas quando solicitadas.
9) Full Frontal: De acordo com um estudo da Edelman, a percentagem de consumidores que confiam nos negócios corretos caiu de 56% em 2011 para 53% em 2012. Então o que dizer sobre a megatendência de transparência? As marcas devem deixar de simplesmente fazer declarações grandiosas sobre seus “valores” ou “cultura” e passar, de forma proativa , a mostrar e provar que não têm nada a esconder, oferecendo evidência real, inequívoca e clara sobre os fatos reais.
10) Demanding Brands: No próximo ano, a expectativa é que vamos testemunhar uma mudança ousada no relacionamento entre as marcas responsáveis e seus consumidores. Marcas altamente “ligadas” e conectadas, que estão embarcando na necessária jornada em direção a um futuro mais socialmente responsável, exigirão que seus clientes também contribuam junto com elas, como parceiros, e assim elas ganham o respeito – mesmo dos mais exigentes consumidores.
Palestra do Instituto Millenium
21/11/12
Em dezembro promoveremos em parceria com o Instituto Millenium o projeto “Imil na Sala de Aula”, realizado pelo Instituto Millenium, cujo objetivo é promover a reflexão e o debate sobre questões fundamentais para o desenvolvimento do país. O público jovem é imprescindível para a construção de um Brasil mais próspero e livre.
A palestra com o tema Empreendedorismo – “Construindo sua carreira”, será ministrada por Eduardo Moreira e Ricardo Diniz.
Eduardo Moreira é formado em engenharia civil e de produção pela PUC-RJ e em economia pela Universidade da Califórnia, onde foi eleito um dos melhores alunos do curso. Exerceu a engenharia trabalhando em comunidades carentes do Rio de Janeiro até 1997, quando ingressou no mercado financeiro. É cofundador de uma das maiores empresas do setor no Brasil, a Geração Futuro e autor do livro “Encantadores de vida”. Foi condecorado pela Rainha Elizabeth, da Inglaterra ,pelo seu trabalho de divulgação da Join-Up , a não violência aos cavalos.


Ricardo Diniz é Vice Chairman no Bank of America Merrill Lynch Brazil, ex-presidente da Thomson Reuters, primeiro brasileiro a ocupar a posição de presidente na história desta empresa.

A palestra será no dia 03/12, às 20:00h no IGEC, na Av Pres Vargas, 534/15 andar. A entrada é gratuita.
Inscrições pelo e-mail claudio@igec.com.br
O que é o Instituto Millenium: um centro de pensamento que trabalha para a promoção e o fortalecimento da Democracia, Liberdade, Estado de Direito e Economia de Mercado.




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