Cursos IGEC
Palestra do Instituto Millenium
21/11/12
Em dezembro promoveremos em parceria com o Instituto Millenium o projeto “Imil na Sala de Aula”, realizado pelo Instituto Millenium, cujo objetivo é promover a reflexão e o debate sobre questões fundamentais para o desenvolvimento do país. O público jovem é imprescindível para a construção de um Brasil mais próspero e livre.
A palestra com o tema Empreendedorismo – “Construindo sua carreira”, será ministrada por Eduardo Moreira e Ricardo Diniz.
Eduardo Moreira é formado em engenharia civil e de produção pela PUC-RJ e em economia pela Universidade da Califórnia, onde foi eleito um dos melhores alunos do curso. Exerceu a engenharia trabalhando em comunidades carentes do Rio de Janeiro até 1997, quando ingressou no mercado financeiro. É cofundador de uma das maiores empresas do setor no Brasil, a Geração Futuro e autor do livro “Encantadores de vida”. Foi condecorado pela Rainha Elizabeth, da Inglaterra ,pelo seu trabalho de divulgação da Join-Up , a não violência aos cavalos.


Ricardo Diniz é Vice Chairman no Bank of America Merrill Lynch Brazil, ex-presidente da Thomson Reuters, primeiro brasileiro a ocupar a posição de presidente na história desta empresa.

A palestra será no dia 03/12, às 20:00h no IGEC, na Av Pres Vargas, 534/15 andar. A entrada é gratuita.
Inscrições pelo e-mail claudio@igec.com.br
O que é o Instituto Millenium: um centro de pensamento que trabalha para a promoção e o fortalecimento da Democracia, Liberdade, Estado de Direito e Economia de Mercado.

Profs Claudio Moreira e Flavio Dias no Balanço Esportivo da CNT
08/10/12
O Balanço Esportivo, tradicional programa esportivo da rede CNT de Televisão, comandado por Edilson Silva, recebeu neste domingo a visita dos profs Claudio Moreira e Flavio Dias, do IGEC. Durante o programa foi entregue o voucher da bolsa ganha por Bruno Oliveira para o Curso Prático de Assessoria Esportiva, do Prof. Flavio Dias, em concurso realizado pelo Facebook do Balanço Esportivo. Veja as fotos do programa abaixo:
Palestra: Assessoria Esportiva. Oportunidades e Perspectivas
06/10/12
Grandes atletas, técnicos e dirigentes são foco constante da atenção da imprensa. Como eles lidam com isso? Como é este relacionamento? Quais os desafios e perspectivas dos assessores que acompanham estes profissionais?
No dia 22/10, Flavio Dias, Assessor de atletas como Juninho Pernambucano, Tenório e Loco Abreu contará como é este universo. Como é o mercado de trabalho e quais os desafios desta apaixonante carreira.
Palestra: Assessoria Esportiva. Oportunidades e Perspectivas.
Dia 22/10, 19:30h, no IGEC
Entrada: 3 ítens, de livre escolha, “Entrada: 3 ítens, de livre escolha entre esparadrapo, sacos de lixo, luvas descartáveis, avental plástico, Kalora gotas, Minilax (medicamento de trato intestinal) e sucos de garrafa.”. Estes itens serão doados ao orfanato Lar Maria de Lourdes, na Rua Pajurá, 256 Taquara – Jacarepaguá, Tel: 3392-9646 / 2435-0577 / 9617-5888.
Para inscrever-se, envie um e-mail para claudio@igec.com.br com nome e telefone.
SERÁ SORTEADA ENTRE OS PRESENTES UMA BOLSA DE 100% PARA O CURSO PRÁTICO DE ASSESSORIA ESPORTIVA. NÃO PERCA!
http://www.igec.com.br/curso-turma/61/129/pratico-de-assessoria-esportiva
Repercussões da BMW do Fred
04/10/12

No início da tarde de terça-feira, Fred foi um dos assuntos mais comentados na internet. E o motivo não foi o fato de seu golaço contra o Flamengo ter sido eleito o mais bonito da rodada, e sim suas reclamações públicas a respeito de sua BMW X6. Em seu perfil no Twitter, o atacante condenou o serviço da montadora alemã em relação ao seu carro que está avaliado em torno de R$ 325 mil, podendo chegar até os R$ 500 mil (valores no Brasil). Nas Laranjeiras, Fred voltou a comentar o assunto e disse que vai acionar um advogado. O assunto virou chacota na internet e gerou comentários irônicos, alguns reproduzidos abaixo (os autores não foram revelados).
O IGEC não apoia manifestações ofensivas como as publicadas abaixo embora reconheça o direito à livre expressão.
“Já tive 8 carros da BMW e atualmente possuo uma X6 onde nunca apresentou problema, já o Porsche Cayenne que dei para minha filha nessa semana apresentou problema no cambio e a direção emperrou ao fazer uma curva. Minha esposa possui uma Range Rover Vogue que leva nossos cachorros para passear, ontem apresentou problemas no vidro, meu Bulldog Inglês estava com a cabeça para fora da janela que fechou sozinha prendendo a língua dele. Já minha vizinha precisou de um dos meus carros para levar sua filha ao médico, emprestei minha Ferrari Maranello 575 que ao passar de 290 Km o Airbag foi acionado.”
A BMW deveria proibir motorista de TERCEIRO MUNDO dirigir qualquer um dos seus Carros. Pobre acostumado com carroça quando entra em uma maquina não consegue ver diferença. Em anos dirigindo BMW usadas nos USA nunca ouvi dizer de alguém que teve problemas com essa maquina. Ele precisa saber que BMW são engenheiros que inventaram o motor do Avião e saber o que as letra B.M.W significam. BURRO POBRE.”
“Palhaço este Fred, isso que é ostentar e humilhar os que tem pouco poder aquisitivo!, deveria andar a pé para sentir na pele!”
“Compra um Bugre e legal e não precisa de ar”
Situações como esta podem surgir na vida de um assessor de imprensa. Como lidar com isso? Algumas valiosas dicas poderão ser vistas aqui
Flavio Dias, assessor esportivo em ação
01/10/12
No dia 22/10, Flavio Dias, Assessor de atletas como Juninho Pernambucano, Tenório e Loco Abreu contará, em palestra, como é o universo da Assessoria Esportiva. Como é o mercado de trabalho e quais os desafios desta apaixonante carreira. Será a oportunidade de entender quais os desafios e perspectivas dos assessores que acompanham atletas, técnicos e dirigentes profissionais? http://www.igec.com.br/conteudos/23/3/institucional/eventos
Abaixo Flavio compartilha conosco alguns momentos de sua trajetória.
Victorino Chermont, direto de Londres para Salvador!
25/09/12
Oportunidade única de aprender com quem faz. Victorino Chermont compartilhará sua experiência adquirida nacoberturas da Copa do Mundo de 2006, das eliminatórias de 2002,2006 e 2010; Copa das Confederações de 2005 e 2009; Copa América de 2007, Olimpíadas de Pequim em 2008 e de Londres em 2012 com os participantes, que irão conhecer os tipos de “ao vivo” e como se preparar diante deles.
O Curso Prático de Reportagem Esportiva terá a duração de 3 dias, abordando a elaboração da Matéria Jornalística, onde os alunos aprenderão, passo a passo, todo o processo de produção de uma reportagem ao vivo. Mostraremos a importância de cada profissional envolvido nesta atividade, explicando detalhadamente como atuar em cada etapa.
Veja como foi a turma do Rio de Janeiro, clique aqui
Os alunos do Rio de Janeiro indicam, clique aqui
O curso será aplicado no Hotel Mercure Salvador Rio Vermelho na Rua Fonte do Boi, nº 215 – Rio Vermelho
Victorino Chermont, direto de Londres para o IGEC
27/08/12
A 1a turma foi tão boa que decidimos repetir a dose e trazer Victorino Chermont, da FoxSports, direto de Londres para o IGEC.
Nesta 2a turma, Victorino Chermont, compartilhará a experiência adquirida em mais uma olimpíada e mostrará na prática como se faz uma reportagem esportiva. Os alunos irão fazer parte de uma transmissão ao vivo, colocando em prática o que foi aprendido, sentindo a grande adrenalina da estréia.
Os participantes irão conhecer os tipos de “ao vivo” e como se preparar diante deles. Mostraremos a importância de cada profissional envolvido nesta atividade, explicando detalhadamente como atuar em cada uma delas.
Quer saber mais sobre a 1a turma? veja abaixo
http://www.youtube.com/watch?v=bDDKVTWplSU
http://www.youtube.com/watch?v=1N2gQu6QBSE
As matrículas estão abertas, para saber mais, clique aqui
Low cost, hard problems: o barato pode sair muito caro
28/06/12
Numa das aulas que ministrei nesta semana fui indagado por uma pergunta que costuma ser feita com certa regularidade: quais os riscos dos serviços low cost? Dos vários segmentos que discutimos um dos que mais causam polêmica diz respeito a academias de ginástica.
Como explicar a trajetória de uma grande rede de academias que vem dominando o mercado carioca para alegria (alegria?) de seus alunos e tristeza dos gestores concorrentes? Nela, os preços se aproximam dos praticados em lojas de varejo popular, como se a prestação de um serviço fosse como a venda de camisas de malha … e ter preços com “noves” ao final.
Alunos, ou se preferir, clientes, entram como abelhas, em enxames, aos montes. Porém, se tornam “fiéis” à academia por força de contratos atrelados aos seus cartões de crédito. Consequências? Sim! Alguns problemas surgem desta relação.
O “sonho” dos R$ 69, 79 ou 99, para usufruir deste serviço, aos poucos, vai se transformando em pesadelo. Como em qualquer outra academia, a sazonalidade diária impõe maior fluxo de alunos pela manhã e à noite. Nestas horas, os principais gargalos desta “prestação de serviços” aparecem com mais clareza. Filas (disse, filas!) de espera para uso de aparelhos, por vezes maiores do que as que costumamos enfrentar em bancos. Mas pior do que isso é a dificuldade (ou seria impossibilidade?) de um aluno poder contar com a orientação de um professor; ou seja, onde está o tal do “atendimento”? Ah, entendi… são serviços low cost; qualidade de atendimento só existe para quem pagar por ela.
Ironias à parte, quero deixar claro que posso estar sendo injusto nesta generalização, incluindo num mesmo saco, também, algumas academias que prestam bons serviços; mas, não há como negar que o que se pratica nas academias de varejo – se me permitem assim chamá-las – fere o que dizem as grandes feras em gestão serviços: autores como Grönroos, Zeithaml, Bitner, Parasuraman, Berry e outros que salientam a importância do “P”, de pessoas em qualquer prestação de serviços. “Pessoas” (People), que juntamente com “Processos” (Process) e “Paupabilidade” (Physical Evidences) se somam aos tradicionais “4Ps” de Kotler (Produto, Preço, Praça e Promoção), para formar o composto de marketing em serviços. “P de Pessoas” que, para a grande maioria (senão todos) os autores sobrepõe-se a quaisquer processos ou evidências físicas.
Entendo que investimentos em infraestrutura e tecnologia são importantes para valorização do serviço; mas são, simplesmente, aspectos tangíveis do serviço, não a sua essência. A qualidade percebida de um serviço terá o nível daquela percebida na pior etapa da sua prestação, ao longo de toda a cadeia. Desta forma, de pouco adianta uma linda academia, com equipamentos sofisticados, se o atendimento é ruim.
Como não conheço a estrutura de gestão ou as estratégias de longo prazo por trás destas grandes franquias, deixo claro que minhas opiniões buscam traduzir a experiência que tenho como consumidor. E, como tal, vejo grande investimento na comunicação para fortalecimento das marcas, muito foco no composto tradicional de Marketing, principalmente no “P” de Preço e grande descaso com o “P” de Pessoas. Se estratégia, parece-me equivocada; se princípio, esquecer-se dos que efetivamente fazem os serviços, as pessoas, funcionários, colaboradores, recursos humanos … pode ser o início do fim.
Se empresas sérias, perceberão o tamanho deste lapso, do balde furado, da porta da potencial saída de receita. Alguns talvez até dissessem: “mas não há saída expressiva!”.
Lá no início, falei do cartão, lembra? Ele pode explicar, em parte, a relação cliente-fornecedor neste caso. Talvez, caixa não seja o único indicador de sucesso!
Que tal experimentar outra forma de fidelidade que não amarrada em modelos de longo prazo? Seria complexo, não é mesmo? Então, que tal vermos as coisas de forma mais simples, mais eficazes e perguntar o que os clientes acham do serviço que lhes é prestado? Com certeza, seria um bom começo para que os empresários pudessem rever as constantes e recorrentes reclamações nas academias. Já sei, o problema agora será arrumar um funcionário para fazer isso…
André Acioli é mestre em Administração pelo Coppead/UFRJ, professor, consultor de empresas e fundador do Boteco do Conhecimento. Além de ministrar aulas pela Mackenzie Rio e pelo IBMR-Laureatte, conduz palestras e treinamentos sobre os temas Gestão, Marketing, Negociação e Relacionamento.
Augusto Uchôa é graduado em Comunicação Social pela ESPM, mestre em Administração de Empresas pelo Ibmec-RJ com especialização em Marketing, doutorando pela Coppe/UFRJ, consultor de empresas e fundador do Boteco do Conhecimento. Atualmente ministra aulas pelo IBMR-Laureatte e palestras sobre os temas Marketing, Negociação, Serviços e Relacionamento.
Fonte: http://www.administradores.com.br
Para entender a experiência do cliente
25/04/12
Em Julho vou ministrar o curso “Marketing de Serviços” aqui no IGEC. No curso abordarei como sua empresa pode se diferenciar no mercado mediante uma correta prestação de serviços. Atualizando meu material de aula, encontrei um texto interessante que usarei nas aulas. Segue para reflexão.
Boa leitura,
Claudio Moreira*
Para entender a experiência do cliente
*Por Sílvio Celestino
Em 1996 fazia um curso em Yokohama, Japão, pela AOTS (Association for Overseas Technical Scholarship). Numa das aulas o mestre, um japonês de uns 80 anos, mas lépido e enérgico, iria nos dar a noção de “Cliente e Fornecedor” internos, ou seja , dentro da empresa, a quem você passa o seu trabalho e de quem você recebe os insumos para fazê-lo. Segundo os japoneses esse conhecimento propiciou o “Zero Defect”. Afinal não adianta tentar corrigir o produto (ou serviço) no “fim da linha”. Aí ele vai para o lugar dos “Defeituosos”.
Ao contrário, cuidando-se ao longo do processo, garante-se a correção, se necessária, no tempo certo. Não serão transferidos erros ao seu “cliente interno”.
E para explicar esse conceito o professor foi até às tradições japonesas : os samurais !
Eles, no Japão, figuravam só abaixo dos shoguns, antes dos agricultores, dos artesões, dos comerciantes e dos banqueiros que só levavam vantagem em relação aos párias !
E assim as aulas tornavam-se interessantes. Ao mesmo tempo em que se entendia a matéria específica aprendíamos história, geografia, filosofia e outras áreas do conhecimento.
Mas, vamos à aula. Para explicar como deveríamos entender o cliente interno o professor contou-nos dos samurais, da sua ética, sabedoria, comportamento e que a abrangência de suas idéias nos atingia também na vida pessoal.
No Japão do século XVIII havia na região de Kioto um famoso samurai, se a memória não me falha o lendário Hideki Kato I (dizem que existe um descendente, seu, no Brasil !).
Ele caçava em um bosque nas montanhas em tórrido dia de verão. Sua garganta fechava de sede pois, tão alto estava, não encontrava rios para beber água. Viu então as torres de um monastério budista e para lá se dirigiu. Ao enorme portão tocou um sino e foi atendido por um menino, de 8 ou 10 anos de idade. Disse então da sua sede: sem nada dizer o menino saiu e voltou com uma tigela de chá sorvida rapidamente pelo herói que pede mais chá.
Outra vez o garoto sai e volta, rapidamente, com outra tigela de chá. Hideki Kato, agora, bebe-a mais devagar. Terminando diz ao menino que gostara do chá e queria outra para saboreá-lo melhor, já que livre da sede. O guri vai e volta com nova tigela de chá. O bravo samurai saboreia-a olhando para o garoto sem nada dizer.
Acabando, chama o monge superior do convento e se apresenta . Explica a ele que, há anos, procura uma criança para treiná-lo seu sucessor, mas nunca encontrara a pessoa certa. E agora tinha certeza que a sua busca acabara. Seu sucessor seria aquele menino, do chá.
O monge espantado pergunta-lhe como podia ter certeza se quase não havia falado com o garoto, dizendo que, da janela, havia observado toda a cena.
O samurai responde :
-“Este menino fez a coisa mais difícil quando encontramos outra pessoa, colocar-se no lugar do outro ! Quando me viu suado e sedento trouxe chá frio pois percebeu que eu o tomaria de uma só vez. A segunda vez o chá veio morno pois sabia que a sede quase acabara. E na terceira vez trouxe o chá quente, como se deve, para que eu o saboreasse. Isso tudo sem que eu explicasse alguma coisa a ele. E essa qualidade, conhecer o “outro”, colocando-se em seu lugar, é fundamental para o samurai !”
O monge, impressionado, entregou o menino aos cuidados do samurai.
Anos após este fato o garoto torna-se o sucessor de Hideki Kato I, tornando-se ainda mais famoso.
Terminando a aula o professor pergunta-nos se havíamos entendido como perceber seu cliente interno e o seu conceito. Melhor explicação não poderia ter dado.
Sair de si mesmo e de seus julgamentos e olhar para o outro com sensibilidade para perceber o que é relevante para ele nos faz melhores pessoas e nos ajuda a aprimorar as empresas e o mundo.
*Sílvio Celestino é executivo e empresário, fundador da Enlevo – Treinamento para Líderes -, Senior Partner da Alliance Coaching e Vice-Presidente do Chapter São Paulo da Federação Internacional de Coaches. Atua como coach de presidentes, VPs, diretores, CEOs e gerentes de organizações na América Latina, Europa, África e Austrália.
As matrículas para o curso de Marketing de Serviços estão abertas, informe-se no site do IGEC
*Claudio Moreira é Coordenador Geral do IGEC





















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