Artigos com o marcador patrocínio
Desafios de marketing do campeão brasileiro de 2011
09/12/11
Quais são os planos do Corinthians, pentacampeão brasileiro, para destacar sua marca, ganhar espaço no cenário internacional e conquistar fãs de todas as classes
Divulgação

O clube vale hoje R$ 172 milhões e é o quarto brasileiro na lista, segundo relatório da Pluri Consultoria
Rio de Janeiro – Com uma das maiores torcidas do mundo e atual campeão brasileiro, não faltam motivos para o Corinthians comemorar. O desafio agora é apostar no marketing para reforçar a marca no Brasil e também no resto do mundo. Com arrecadação anual total de R$ 300 milhões e cerca de 24 milhões de torcedores, o time pretende investir tanto no viés social quanto na classe A para conquistar mais admiradores.
O clube, em relação ao elenco, vale hoje R$ 172 milhões e é o quarto brasileiro na lista, segundo relatório da Pluri Consultoria divulgado no último dia 2. Mas o valor da imagem vai além.
O time paulista está em quarto lugar mundial em questão de torcedores, atrás do Flamengo, do Rio de Janeiro, Chivas e América, ambos do México. Já em questão de presença na internet, o Corinthians é campeão: sua fan page tem o maior número de fãs entre clubes, com 1,494 mil, segundo dados do GraphMonitor.
Outro ponto são as lojas oficiais do time, chamadas de Poderoso Timão. No ranking de 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Franquias, elas ocupam o segundo lugar das empresas do setor que mais cresceram no país, entre todos os segmentos, com uma evolução de 413% ante o ano anterior.
“Ainda queremos aumentar o número de lojas, licenciar outros produtos e lançar novas camisas”, diz Luis Paulo Rosenberg, diretor de marca do Corinthians.
O bom momento é resultado de uma reestruturação dentro do clube. “É raro conseguir fazer uma marca que há quatro anos estava tão desvalorizada virar uma das mais valiosas do esporte brasileiro”, reconhece Rosenberg. “A necessidade de mudar a direção criou um clima de corrente solidária muito importante.
A equipe de marketing continua tendo seis pessoas, mas agora a seriedade está imposta, por isso estamos acertando”, continua Rosenberg, fazendo referência à saída de Alberto Dualib, que presidiu o clube até 2007, quando o time passou por uma de suas piores fases, culminando no rebaixamento.
Como prioridade para os próximos anos está a internacionalização da marca do Corinthians. Para isso, o clube aposta no mercado da China, mostrando que até o futebol está de olho no potencial de consumo do país mais poderoso dos BRICs. O time já está negociando para contratar um jogador chinês e tem a ambição de ajudar a fomentar o esporte no país, onde o tênis de mesa é a modalidade mais popular. Mas por que a China?
“O mercado europeu já está muito bem atendido na questão de futebol. Existe um espaço nos Estados Unidos, mas avaliamos que a postura dos norte-americanos não tem a cara do Corinthians. Eles são mais consumidores de esporte do que engajados ou fanáticos, não têm esse lado emocional. O chinês se encaixa melhor no nosso perfil. Chegaremos lá com o gingado brasileiro, com o fanatismo corintiano e conseguiremos superar os europeus, que também tentam se destacar no país”, afirma Rosenberg.
Para reforçar o plano, vencer a Libertadores e disputar o Mundial não seria somente um presente para a torcida. A diretoria espera e torce pelo título também no âmbito do marketing para conquistar uma exposição internacional naturalmente, sem esforço de altos investimentos.
Rumo ao topo
No Brasil, uma das principais questões para os próximos anos é se comunicar mais com o público do topo da pirâmide. Para isso, uma das medidas que o clube tomará será expandir a atuação para outros esportes, como tênis e futebol Corinthians: os desafios de marketing do campeão brasileiro de 2011americano, além de reforçar a natação, modalidade em que o clube investe desde 2008.
Com a perspectiva das Olimpíadas de 2012 e de 2016, o time também pretende conquistar novas áreas de atuação, como no vôlei, para seguir este objetivo e também atrair novos torcedores e consumidores, além da rivalidade do futebol. “Com as Olimpíadas, poderemos avançar na direção de colocar a marca em todos os cantos”, afirma Rosenberg.
Jogada sustentável
A questão da rivalidade no campo é fomentada pelos próprios clubes, mas outra estratégia do Corinthians será aproveitar a mensagem de que é amigável em relação aos outros times e reforçar sua responsabilidade social.
“Destacaremos este traço cultural, de ter uma personalidade solidária com os outros clubes. Uma coisa é incentivar a rivalidade durante as partidas, outra é estender a mão e prestigiar o coletivo”, diz Rosenberg.
Um ponto reforçado pelo Corinthians é a sustentabilidade. Hoje em dia, esta questão é apoiada principalmente pelo Time do Povo, criado em 2007. O programa tem como objetivo levar torcedores que não têm condições financeiras para assistir aos jogos, especialmente crianças. Também são programadas visitas ao Memorial do Corinthians e parcerias com comunidades carentes, para levar os moradores a um passeio no Parque São Jorge.
Patrocínio
A torcida e a valorização do time fazem com que o clube tenha uma das maiores arrecadações de patrocínio do Brasil, recebendo em torno de R$ 50 milhões com marcas no uniforme. As principais companhias patrocinadoras são a Nike e a empresa de medicamentos Neo Química Genéricos, que também tem Goiás e Botafogo no portfólio.
“O valor para patrocinar o Corinthians é realmente caro, cerca de duas vezes mais que o do segundo colocado. Mas nas parcerias entregamos mais do que está escrito no contrato, a lealdade é absoluta. Temos uma política forte de relacionamento com os patrocinadores”, afirma Rosenberg.
A boa relação entre o time e as marcas é traduzida em ações como o vídeo divulgado pela Nike em homenagem à conquista do título de campeão brasileiro.
Com o nome “#vivemos de Corinthians”, o filme foca no sentimento do torcedor e é narrado pelo atual presidente Andrés Sanches, que deixa o clube na próxima semana para assumir o cargo de diretor de Seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A Tim, outra patrocinadora do time, também usou a vitória do Corinthians como ação de marketing. A operadora lançou uma promoção, aproveitando o ritmo da comemoração alvinegra, que presenteará os torcedores até o dia 11 com 20% de desconto em qualquer aparelho de seu portfólio. Basta levar a uma loja o anúncio da promoção, válida somente em São Paulo.
Abertura da Copa
A grande responsabilidade do Corinthians para os próximos anos será a abertura da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no estádio do time, em Itaquera, São Paulo.
“Abrir a Copa foi uma missão recebida, não uma vantagem. O incentivo só serve para adequar o estádio ao evento, ou seja, não faturamos na ampliação e ainda teremos um ano com uma receita de R$ 120 milhões sacrificada. É um ônus, não um bônus”, diz Rosenberg.
O que o clube pretende usar como trunfo de marketing, perpassando todas as suas ações, é o sentimento de orgulho e de luta do time e da torcida, aproveitando a boa fase. “Ganhar título é ótimo, mas o nível de felicidade, autoestima e orgulho próprio que temos hoje, nunca tivemos. Vamos reforçar esse sentimento. Se eu fosse esperto eu saia agora, porque não dá para melhorar”, completa Rosenberg.
Fonte: http://exame.abril.com.br
UFC não muda ibope da Globo
16/11/11
Emissora investiu colocando seus principais nomes na transmissão, mas ibope ficou estacionado
São Paulo – A Globo se empenhou, mas não ganhou quase nada (pelo menos em termos de audiência) com a luta deste sábado (12) do UFC, principal evento de MMA (mixed martial arts) do mundo. As informações são da coluna de Lauro Jardim, de Veja.
O investimento da Globo foi alto no evento. A rede fez barulho, trouxe seu maior narrador, Galvão Bueno, Vitor Belfort, um dos principais nomes do esporte no país e vendeu cotas altas de patrocínio para a transmissão da luta entre o brasileiro Cigano e Cain Velasquez.
De acordo com a coluna, o feriadão pode ter atrapalhado a emissora. A transmissão da luta, entre 0h21 à 0h52, rendeu um share de 48% e 16 pontos de audiência na Grande São Paulo pelo Ibope. Em média, no mesmo horário, em 2011, a Globo conseguiu um 17 pontos de audiência e 38% de share.
A Globo entrou na briga pelo campeonato depois da repercussão do UFC Rio, em 27 agosto, onde o brasileiro Anderson Silva defendeu o título seu título em luta transmitida com exclusividade pela Rede TV. Band e Record também estavam na briga.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Netshoes acerta patrocínio ao NBB 2011/2012
10/11/11
A Liga Nacional de Basquete (LNB) e a Netshoes anunciaram nesta quarta-feira (9) que a gestora de lojas eletrônicas é a nova patrocinadora do Novo Basquete Brasil (NBB), campeonato organizado pela entidade.
A empresa terá painel publicitário em todos os jogos da temporada nacional, no Jogo das Estrelas e no site oficial da liga. A Netshoes passa a acompanhar a Eletrobras, a Caixa e a Penalty, todas elas empresas que já estiveram presentes na última edição do torneio.
“O basquete será uma das grandes apostas da Netshoes para 2012″, explica Roni Cunha Bueno, diretor de marketing da empresa, em nota. “Temos diversas iniciativas voltadas para essa modalidade, como democratizar o acesso aos produtos da liga para todo o país”.
A classificação das seleções brasileiras masculina e feminina para os Jogos Olímpicos de 2012, completou o executivo, “irá aquecer ainda mais o segmento”.
A Netshoes e a LNB ainda negociam o gerenciamento de loja eletrônica do NBB, prevista para ser lançada neste mês de novembro. A liga e a Globo Marcas, empresa da emissora carioca voltada para licenciamentos, estão concluindo o desenvolvimento da ferramenta.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br
Por Paulo Thiago, marketing do Cruzeiro espera contrato
16/08/11

Na úlltima semana, os cruzeirenses foram surpreendidos com a notícia de que o clube iria seguir o Corinthians e patrocinar um lutador de MMA. O Cruzeiro acertou com Paulo Thiago, que lutará no UFC do Rio de Janeiro com as cores do time. No entanto, o marketing mineiro ainda está engessado; o contrato ainda não foi assinado.
A negociação envolvendo o lutador foi tratada diretamente com o presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella. O dirigente já tinha proximidade com o atleta, já que eles dividiam o mesmo preparador físico. Com o distanciamento da negociação, por outro lado, o marketing do time mineiro ainda não sabe como poderá utilizar Paulo Thiago.
Como as lutas começam em pouco tempo, precisamente no próximo dia 27 de agosto, é possível que pouca coisa possa ser realizada de fato com a presença do Cruzeiro no UFC. A aposta fica centrada, portanto, na exposição que poderá ser atingida. O contrato deve ser oficializado ainda nesta semana.
Considerando o caso recente de clube e jogador, ou seja, Corinthians e Anderson Silva, a exposição do Cruzeiro deve ser menor. Se Silva é um dos grandes destaques do evento, Thiago não vem de um bom momento, com duas derrotas seguidas; em sua carreira no UFC, foram apenas três derrotas. Sua fama foi potencializada por dividir a carreira de lutador com a de policial do Bope.
No caso corintiano, a parceria com Anderson Silva, que devido a Hypermarcas já apareceu recentemente com a camisa alvinegra antes de enfrentar Vitor Belfort, terá detalhes que garantirão um relacionamento mais duradouro. O lutador terá uma academia com a sua assinatura na sede do Corinthians, em São Paulo.
Na última semana, os cruzeirenses foram surpreendidos com a notícia de que o clube iria seguir o Corinthians e patrocinar um lutador de MMA. O Cruzeiro acertou com Paulo Thiago, que lutará no UFC do Rio de Janeiro com as cores do time. No entanto, o marketing mineiro ainda está engessado; o contrato ainda não foi assinado.
A negociação envolvendo o lutador foi tratada diretamente com o presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella. O dirigente já tinha proximidade com o atleta, já que eles dividiam o mesmo preparador físico. Com o distanciamento da negociação, por outro lado, o marketing do time mineiro ainda não sabe como poderá utilizar Paulo Thiago.
Como as lutas começam em pouco tempo, precisamente no próximo dia 27 de agosto, é possível que pouca coisa possa ser realizada de fato com a presença do Cruzeiro no UFC. A aposta fica centrada, portanto, na exposição que poderá ser atingida. O contrato deve ser oficializado ainda nesta semana.
Considerando o caso recente de clube e jogador, ou seja, Corinthians e Anderson Silva, a exposição do Cruzeiro deve ser menor. Se Silva é um dos grandes destaques do evento, Thiago não vem de um bom momento, com duas derrotas seguidas; em sua carreira no UFC, foram apenas três derrotas. Sua fama foi potencializada por dividir a carreira de lutador com a de policial do Bope.
No caso corintiano, a parceria com Anderson Silva, que devido a Hypermarcas já apareceu recentemente com a camisa alvinegra antes de enfrentar Vitor Belfort, terá detalhes que garantirão um relacionamento mais duradouro. O lutador terá uma academia com a sua assinatura na sede do Corinthians, em São Paulo.
Fonte: www.maquinadoesporte.com.br
Clubes do Rio tomarão decisão em conjunto sobre direitos de transmissão
25/02/11
Em comunicado oficial, os clubes declaram que acham inadequada a forma como o Clube dos 13 conduziu perante seus associados o projeto para o novo contrato de transmissão
Comentários do Prof. Fábio Tubino*
Divulgação

Flamengo x Corinthians: clubes estão entre os dissidentes do Clube dos 13
Rio de Janeiro – Os presidentes do Botafogo, Fluminense, Flamengo e Vasco da Gama reuniram-se na terça-feira, 22, para discutir e deliberar sobre os aspectos encaminhados pelo Clube dos 13 acerca da concorrêcia para a aquisição de direitos de transmissão dos jogos do Campeonato Brasileiro de futebol profissional. Os clubes do Rio de Janeiro decidiram que tomarão uma posição conjunta para a questão, ou seja, negociarão individualmente os direitos, a exemplo do que já disse que fará o Corinthians.
Em comunicado oficial, os clubes declaram que acham inadequada a forma como o Clube dos 13 conduziu perante seus associados o projeto para o novo contrato de transmissão e estão dispostos a tratar diretamente com as empresas interessadas todos os aspectos comerciais referentes aos direitos de transmissão dos jogos do Campeonato Brasileiro. Há a possibilidade de que os times Grêmio e Goiás também sigam por um caminho independente.
O Clube dos 13 deveria publicar o edital para a aquisição de direitos nesta quinta, 24, mas é possível que agora a estratégia tenha que ser adiada. A estimativa do Clube dos 13 era arrecadar R$ 1,3 bilhão ao ano, ao longo de três anos,para os clubes com a venda de todos os direitos, sendo pelo menos R$ 550 milhões (considerando o ágio-Globo, referente à audiência do canal) só para a TV aberta.
Conforme fontes ouvidas por este noticiário, a fragmentação dos direitos é péssima para as empresas de telecomunicações, sobretudo para a Oi, que estava tentando articular um acordo com outras teles para compra dos direitos. Segundo fontes ouvidas por este noticiário, a Oi teria mais dificuldades para negociar clube a clube pela falta de familiaridade com esse mercado. Ao mesmo tempo, a fragmentação também complica um pouco a vida da Globosat, que precisa ter a garantia de um acordo com todos os clubes para assegurar o pay-per-view no modelo atual.
Para a Telefônica/Terra, o golpe mais duro seria uma desistência, por parte dos clubes, de comercializarem um jogo exclusivo por rodada para a Internet.
Comentário: Quando o Clube dos 13 foi formado, o objetivo era mudar um panorama que impedia o investimento no Futebol Brasileiro. A partir deste movimento, surgiram patrocínios,
estratégias de marketing e os direitos televisivos. Depois, o monopólio das transmissões
passou a escravizar os clubes, que sempre por conveniência e até por necessidade
aceitaram as condições. Nunca ninguém perguntou ao torcedor se ele gosta dos
horários determinados pela Tv Globo. Agora pela primeira vez, a concorrência
pode apresentar uma proposta, mas ninguém quer competir com o Jornal Nacional
e nem com a novela. É evidente que a imagem na Globo, é sempre interessante, mesmo
que o dinheiro seja menor. Os interesses determinam a posição dos clubes e a relação
política deles com as emissoras de Tv e com a própria CBF, que parece querer a
parceria global. Gostaria mesmo, que todas pudessem investir e acompanhar o
mais disputado campeonato do mundo, só assim teríamos uma abertura comercial
e principalmente de mercado jornalístico. Enquanto eles brigam o mercado fica
parado e o torcedor, razão da paixão dos próprios clubes não vale nada. Alíais,
vale, para determinar quem recebe uma cota de dinheiro maior.
*Fábio Tubino é professor de História do Jornalismo na pós-graduação de Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte
TIM e Palmeiras assinam acordo de patrocínio
07/10/10
Operadora vai inserir logotipo no número da camisa alviverde até 2013
Comentários do Prof. João Henrique Areias*

São Paulo – A TIM passa a estampar sua marca na camisa do Palmeiras a partir do próximo domingo (10), em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo.
O contrato de patrocínio, assinado na última sexta-feira, se estenderá até 2013 e faz parte da estratégia da operadora de se aproximar de seus clientes por meio do futebol.
Assim como já faz com o arqui-rival de seu novo parceiro, o Corinthians, a TIM vai inserir sua logomarca no número que identifica cada jogador, ganhando também visibilidade nos backdrops, no Centro de Treinamento, no ônibus que transporta a equipe, no boné e nas malas de viagem oficiais do clube.
Fonte: http://portalexame.abril.com.br
Comentário: O patrocinio esportivo no Brasil, tem origens mais antigas, mas sua consolidação se deu na Copa União 87, quando surgiu o Clube dos 13, sendo o primeiro evento esportivo oficial bancado exclusivamente pela iniciativa privada. TV Globo (primeiro campeonato brasileiro transmitido pela televisão), Coca Cola (patrocinadora dos times) , Editora Abril (licenciamento do álbum de figurinhas), Dover Indústria de Plásticos (licenciamento de adesivos com escudos e mascotes dos clubes) e Varig (transportadora oficial), estabeleceram um marco do marketing esportivo no Brasil.
Daí em diante, as empresas perceberam que o esporte, principalmente o futebol, era uma excelente ferramenta de comunicação. A Hyundai começou a fixar sua marca no Brasil estampando sua logomarca no uniforme do Fluminense em 1995.
A entrada da TIM no futebol (primeiro no Corinthians e agora no Palmeiras) pode representar um novo marco. Embora os objetivos, como de qualquer outra empresa, sejam dar visibilidade à marca e criar vínculos mais fortes com as torcidas dos dois clubes, as operadoras de telefonia jogam num outro campo: o de gerar conteúdos para os celulares e smartphones. Não será surpresa, como já aconteceu na Holanda e Bégica que, em algum momento, eles venham disputar um nicho nos direitos de transmissão, tradicionalmente vendidos às televisões. Podem competir frontalmente ou somente pelo direito de gerar conteúdo. Mas que vão entrar na briga, isto não tenham dúvidas.
João Henrique Areias é consultor esportivo, professor do IGEC e conselheiro do C.R. Flamengo. Desenvolveu e comercializou o projeto de marketing da Copa União e da parceria Fluminense/Hyundai, cases do livro Uma Bela Jogada – 2a edição. mantém a comunidade sobre gestão e marketing esportivo – www.marketingesportivo.org com mais de 2 mil membros.


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