Artigos com o marcador Nepomuceno
Implantar redes sociais nas empresas é algo estratégico e não operacional.
20/07/11
Tudo que altera de alguma forma (mesmo que não seja tão radical) com o mercado, com a sociedade, principalmente com o consumidor deve ser analisado, debatido e ser incluído como projeto estratégico.
Quando a estratégia é ineficaz, não tem gênio que consiga ajeitar a tática – Nepô – da safra 2011;

(Texto de quinta publicado hoje, estou indo para SP e atolado de atividades.)
(Complemento, assim, o post passado.)
Ok, já disse isso de várias maneiras, mas podemos ser mais diretos:
Implantar redes sociais nas empresas é algo estratégico e não operacional.
Motivos?
O be-á-bá do planejamento estratégico para Dummies:
Tudo que altera de alguma forma (mesmo que não seja tão radical) com o mercado, com a sociedade, principalmente com o consumidor deve ser analisado, debatido e virar projeto estratégico.
Estou certo?
Mas parece que a ficha demora (muito) a cair por aí!
A maior insanidade da gestão moderna é não incluir a discussão sobre as mudanças em curso, em função do novo ambiente informacional-comunicacional, no mercado e consumidores no planejamento estratégico.
Pergunte a qualquer executivo:
A Internet é algo que tem mudado o mercado, coisas no mundo e, por consequência, o consumidor?
Ele dirá que sim.
Pergunte ao mesmo executivo.
O que você tem feito do ponto de vista estratégico para alinhar esse movimento a sua empresa?
E ele vai responder: quase nada.
Sabem os motivos?
Medo, dificuldade de mudar, falta de tempo, gente que possa dizer isso de forma mais clara e direta.
Os gurus de plantão, na sua maioria, são operacionais, americanos (com a mentalidade de vamos aprendendo fazendo), precisam vender livros aos montes, têm uma carteira de clientes e não quer perder.
Seguem uma linha de continuidade e não de ruptura, o mesmo posso dizer das grandes agências de comunicação, das empresas de consultoria renomadas.
É fato?
Infelizmente, sim, é fato.
Ou seja, muita gente fala o que o mercado quer ouvir.
E para as pessoas operacionais e não para os estrategistas.
Os operacionais aceitam tudo, pois precisam de receita de bolo, são convencidos sem muita lógica.
Os estratégicos precisam entender o processo, perceber suas nuances, motivações, resultados e medições para fazer o seu trabalho.
É um velho filme de queda do avião.
Fulano tinha que ter apertado o parafuso, não o fez, pois foi tomar café mais tempo. Aí venho uma tempestade mais forte e o piloto, naquela hora, estava no banheiro com problemas estomacais…
As empresas hoje cada vez mais investem menos em estratégia de longo prazo, pois o mercado competitivo exige olhar mais para o concorrente do que para o futuro.
Entretanto, temos aí um risco enorme diante de rupturas como a atual!
Gurus, assim, dão aquilo que o mercado acha que precisa.
Mas é hora de começar a dar aquilo que o mercado não quer ouvir.

Tentar chegar nos poucos que podem perceber que implantar projetos colaborativos é um rompimento radical com o modelo mental, afetivo, operacional, de controle, espiritual, e todos os “als” que queira colocar nas empresas atuais.
Vivemos tempos diferentes, pouco comuns e temos que escutar coisas dolorosas.
Se sua empresa não mudar radicalmente, começar a operar em outro paradigma de gestão, o jardim das oportunidades (que está agora por aí) vai murchar, outros vão plantar, e vais colher cada vez mais riscos!
Que dizes?
Manhã de atualização com o Nepô
04/07/11
Manhã de atualização com o Nepô
Olá alunos e ex-alunos do IGEC. Já faz algum tempo que vocês concluíram seus estudos e com a velocidade da internet, algumas coisas mudaram, os desafios mudaram e a quantidade de informação disponível aumentou? Como será que o Nepô está vendo estas constantes mudanças? Quer saber?
Dia 06/08 teremos uma manhã de atualização com ele, aqui no IGEC. Será uma chance discutir as novas visões do mundo digital e rever seus amigos de pós.
O investimento será proporcional ao número de participantes. Partiremos de 15 presentes como quórum, com investimento de R$130,00/pessoa, se chegarmos à 35 presentes, o investimento cai para $60,00/pessoa.
“Que dizes”, como diria o Nepô…
De 2ª à 6ª atualizaremos o numero de participantes e o investimento necessário para o encontro, fechando o grupo qdo chegarmos nos 35. O pgto será feito no dia, aqui na coordenação.
Vamos agitar o grupo, este encontro será show!
Até dia 06/08 moçada!
Menos fofoca e mais significado
29/03/11
Informação inútil, fofoca e extrato de banco perdem o sentido ao final do dia – Nepô, da safra 2011;
Bom, discutimos bastante ontem com a turma Dig8, do curso de pós de Marketing Digital da Facha, sobre muitas coisas e algo que considero principal é a capacidade das pessoas nesse momento em conseguir ir reduzindo o tempo que se dedicam ao superficial (fofoca) para o relevante.
(Chamo de fofoca o consumo desenfreado de dados soltos sem nenhum tipo de articulação).
Bom, basicamente é preciso se dedicar mais tempo a quem cria significado e menos tempo em quem passa dados sem importância.
A mídia 1.0 acredita que vai competir na Internet com o Twitter, ao invés de gerar significado.
Estamos perdidos, desfiltrados, um tiroteio de cegos, até tudo começar, de novo, a se ajeitar.
O Moreno na tese dele afirma que na Internet temos o povo do “eu vi” e o do“eu acho”.
98% está no primeiro e a minoria no segundo.
Todo mundo repassa tudo, mas ninguém nem para para ler o que está passando, muito menos consegue alinhavar um cenário onde se contextualiza o que se está passando.
E isso é grave.
Para ampliar significado e reduzir a fofoca é preciso ter estratégia de leitura e como tendência geral caminhamos para a seguinte direção para quem quer sair da manada:
a) reduza o tempo de consumir migalhas e procure mais o pão, menos joio e mais trigo, ler alguns livros é importante, veja minha lista de sugestões;
b) procure depois de ler qualquer coisa, antes de fechar e ir para outro, situar o que leu da seguinte maneira, respondendo as perguntas:
(É um exercício que verás será um diferencial na sua vida):
• Qual o problema que o autor aponta, que o incomoda na sociedade?
• Como ele pretende minimizá-lo/ respondê-lo?
• Qual a relevância do problema que o autor apresenta?
• Qual a viabilidade das sugestões de mudança?
• Você acha que o problema foi bem apresentado, o que acrescentaria?
• O que que mudaria na sugestão de minimização/solução?
• Como você apresentaria a questão com a sua bagagem?

Diante disso, você define uma escola de pensamento.
Aquele autor – sobre tal problema – o vê desse jeito, sugere esse tipo de mudança e eu tendo a concordar ou discordar dele por tais motivos e considero que as propostas de minimizar tais problemas são eficazes, ou não.
Farás um balanço crítico do que foi lido e colocará isso em algum lugar na Internet para discutir com seus amigos.
Esse exercício lhe dará um potencial crítico interessante, verás que por trás de cada autor existe uma linha de pensamentos e começarás a ver como vários autores pensam igual ou diferente.
Verás ainda mais assustado que a maioria – quase sempre – pensa quase igual, são poucas as mudanças de pensamento, o que vai te dando uma economia gigantesca de economia de tempo, depois de alguns resumos.
Logo saberá de que linha é aquele autor.
E vais ganhando mais e mais diferencial de leitura!!!

Vais criar um time de futebol ao longo do tempo, identificando maneiras de pensar o problema que está analisando e começará a perceber que rapidamente, lendo cada vez menos, irá identificando as linhas de raciocínio cada vez mais rápido, poupando tempo e eliminando a necessidade de se aprofundar tanto.
Com o tempo, se dedicará a procurar pessoas com ideias diferentes das que você conhece e sugestões de mudanças distintas.
Esse é o exercício crítico de leitura.
É bom, a partir daí, ler pessoas que fundam linhas gerais, tais como Marx, Freud, Sócrates, Platão, etc…que são pensadores tão relevantes que criam linhas de seguidores.
Na área da cibercultura, por exemplo, alguns autores são clássicos e fundamentais, tais como Pierre Lévy e Castells, por exemplo.
Se debruçar com calma sobre o livro “Cibercultura“, lê-lo com atenção, marcando e fazendo o exercício crítico acima descrito será um exercício que lhe economizará muitas horas de perda de tempo com dados, infográficos, etc.
Lévy vê a Internet do alto, quase de um satélite, traçando tendências macro que nos dão a caixa do quebra cabeça e não cada uma das peças.
Lê-lo nos mostra muito mais do que maratonas inteiras de Twitter.
Carlos Nepomuceno é professor de Conversão 2.0 na pós-graduação de Gestão Estratégica do Marketing Digital
Não perca o Grupo de Estudos do Nepomuceno, em Abril no IGEC
Entrevista com o prof. Nepomuceno no RH Mais
15/09/10
RH 2.0
A explosão das redes sociais tem ajudado muitas empresas a melhorar seu relacionamento com clientes, funcionários e fornecedores. Por outro lado, tem tirado o sono de muitos profissionais de RH que não sabem como lidar com esse novo mundo. Carlos Nepomuceno, consultor especializado em Redes Humanas, com especialização no mundo Web, mostra o quanto saber lidar com essas ferramentas é importante e como elas podem afetar toda a estrutura de uma empresa.
Data: 15/09/2010 | Entrevistado: Carlos Nepomuceno
LG: Como você vê a difusão das redes sociais no meio corporativo?
Carlos Nepomuceno: Primeiro temos que definir o que são redes sociais. Existe uma confusão muito grande hoje sobre esse conceito, por que está se restringindo a ideia para redes sociais eletrônicas, que estão ligadas a determinadas ferramentas como Orkut, Twitter etc. Na verdade, o que está acontecendo é uma mudança global na sociedade, em função de termos uma nova ferramenta de troca de informação e de comunicação, que é a Internet.
A Internet tem feito com que o cidadão passe a ter uma quantidade de informações maior e, principalmente, tem possibilitado o acesso a determinadas informações de fontes que ele não tinha antes. Ou seja, agora ele passou a ser informado sobre tudo na sociedade pelos amigos, conhecidos e também de pessoas que ele não conhece, através de trocas nos grupos, pesquisas de mercado, comentários em sites de compras etc. A partir desse novo modelo, ele passa a perceber que aquele produto tem ou não problemas e ele conhece a realidade das empresas: se ela está trabalhando no Brasil ou fora, se está respeitando o meio ambiente e uma série de outras questões.
Esse ambiente informacional que entramos agora faz com tenhamos uma relação diferente com toda a sociedade, inclusive, com o ambiente corporativo. Algo semelhante ocorreu no surgimento do livro impresso, onde existia um poder muito bem organizado na sociedade: a Igreja e a monarquia. A estrutura de informação baseava-se na conversa dos padres na Igreja e no livro manuscrito, que era completamente cerceado e fechado, por que as pessoas não tinham acesso a ele. Quando surgiu o livro impresso, houve uma explosão da circulação de ideias.
A mudança que estamos vivendo hoje é similar a essa de 550 anos atrás, ocorrida com o surgimento do livro impresso. Após essa inovação, aconteceram muitos fatos importantes que mudaram completamente a sociedade, como a revisão da monarquia, da própria igreja, do modelo político e econômico, além de uma reestruturação, passando do modo agrário-feudal para industrialização-capitalista.
Estamos começando uma nova ruptura da civilização, onde o modelo mental de como pensamos a sociedade está mudando em função das trocas de ideias que estão acontecendo. Estamos construindo uma nova sociedade na qual as corporações terão que se reinventar.
Então, como lidamos com as redes sociais? Se reinventando, enquanto organização, para que no futuro possa estar competitiva nesse novo mundo que está surgindo.
LG: Como os departamentos de RH das empresas podem aproveitar esses canais?
Carlos Nepomuceno: Há uma mudança em curso da forma como entendemos empresa. As pessoas estão querendo adaptar as redes sociais às empresas. Eu diria que o movimento que vai acontecer, será inverso. As empresas vão ter que se adaptar à nova forma de pensar da sociedade, a partir da utilização dessas redes. Ou seja, vão acontecer mudanças, inclusive no RH.
Existe uma tendência em alterar a relação empresa-empregado. Ele tende a ser um acionista da empresa e não será mais visto como um competidor do empresário. Ele terá que ser incorporado para vestir a camisa e para que a empresa possa aproveitar as ideias dos funcionários. Por outro lado, as empresas vão trabalhar em rede com seus fornecedores e acionistas. Será uma mudança tão repentina e radical que temos que imaginar isso de uma forma mais global.
Diante disso, os profissionais de RH terão que tentar compreender esse novo quadro para se adaptar. Hoje eles estão tentando encaixar as redes sociais no modelo corporativo atual, mas o certo é pensar no novo modelo de corporação que vai surgir, modelo de RH 2.0, e como vamos nos relacionar com os empregados nesse novo cenário, onde, muitas vezes, eles não estarão trabalhando dentro da empresa e serão funcionários, consumidores, acionistas e formadores de opinião, ao mesmo tempo.
LG: Hoje o maior uso das redes sociais pelo RH talvez seja como ferramenta de recrutamento e seleção. O que você acha disso e como o RH deve gerenciar esse processo seletivo virtual?
Carlos Nepomuceno: As pessoas precisam dar informações na internet para receber em troca qualidade de informação. Diante disso, a forma de seleção usada para esse modelo de empresa que está acabando, cria alguns problemas éticos. No entanto, a tendência é que as pessoas agreguem valor cada vez mais pelo que elas geram, sendo que hoje elas são recrutadas muito mais por protótipos e preconceitos.
Acredito que com as redes sociais isso tende a mudar, pois será um mundo de inovação rápida, onde a empresa precisará de pessoas com atitudes filosóficas, que possam recriar o tempo todo. Sendo assim, haverá uma remodelagem das contratações, buscando pessoas bem diferentes do padrão de hoje. Isso já acontece aqui e ali, mas acredito ser uma grande tendência pro futuro.
LG: Você acredita que todas as redes devem ser liberadas para todos os colaboradores em uma empresa?
Carlos Nepomuceno: Existem pesquisas que dizem que as pessoas perdem tempo nas redes sociais. Eu acredito que se as pessoas estão trabalhando em uma empresa onde elas são avaliadas pelos minutos que trabalham e não pelo valor que agregam à companhia, não vai ser liberar ou proibir as redes sociais que fará diferença.
O funcionário pode estar na frente do computador pensando na namorada, fazendo um trabalho de faculdade, trocando emails com amigos ou simplesmente jogando paciência. Ou estar no telefone fingindo que está falando com um cliente, mas batendo papo. Então a questão não é abrir ou não para redes sociais, mas sim a forma de medição do trabalho dos funcionários feita pelas corporações e isso independe de redes sociais.
Se o RH consegue criar medidas de valor das pessoas na frente do computador, cada vez vai ficar mais ridícula a discussão sobre o que ele está ou não acessando. Porque ele pode não acessar o Twitter, por exemplo, mas estar navegando em sites da internet. Fazendo uma comparação simples: é a mesma coisa de alguém estar com febre e tirar-se o termômetro para fingir que ele não está mais com febre.
A questão é: nós temos hoje capacidade de medir o valor das pessoas para as empresas, ou não? Por que o certo é que as pessoas valham cada vez menos pela quantidade de horas que trabalham e cada vez mais pela quantidade produzida. Hoje é preciso motivar o trabalho intelectual.
LG: O que você acha das redes sociais internas, criadas pelas empresas e restrita à intranet?
Carlos Nepomuceno: Na verdade, isso é a incorporação do novo modelo informacional, baseado na troca. Chamo a atenção para o fato de que isso vai trazer mudanças radicais na empresa. Está sendo mudada a forma de controle da informação da empresa e quando isso é modificado, a estrutura e os processos das empresas também são alterados.
Ou seja, o modelo vertical, com chefes, diretores e acionistas, funcionou por algum tempo. Mas quando a empresa implanta um Orkut na intranet da corporação, por exemplo, você oferece uma ferramenta mais rápida e dinâmica, que altera também essa estrutura vertical.
A tendência de se criar empresas colaborativas é uma forma de se resolver problemas de inovação e de geração de valor, de sobrevivência da empresa. Isso é certo. O problema é que elas estão fazendo isso da mesma forma que implantaram o computador ou o Word. As empresas precisam entender que redes sociais são mais que uma ferramenta. Elas mudam a forma de controle da informação, os processos e, conseqüente, as empresas. É preciso, então, pensar que esse processo é uma gestão de mudança macro e não micro, como muitas empresas estão pensando.
LG: Como “educar” os colaboradores de uma empresa para o bom uso dessas ferramentas?
Carlos Nepomuceno: Acredito que as empresas é que precisam se reeducar. O que está acontecendo é que a corporação quer usar o modelo de informação e comunicação pré-internet e quer que tudo que esteja acontecendo hoje, na pós-internet, simplesmente não aconteça e que não impacte a corporação. Alguns gestores não querem modificar a corporação e querem que os funcionários esqueçam, enquanto estão na empresa, que existe esse novo mundo da internet, de colaboração. É como brincar que dentro da empresa não existe Orkut, Twitter e Facebook.
Os gestores precisam avaliar dois pontos:
- Essa mudança informacional que aconteceu há 550 anos, vai se repetir? Se sim, como minha empresa vai se adaptar?
- A partir daí, como vou me relacionar com meus funcionários, fornecedores e clientes?
Os gestores querem manter a empresa da forma que está e usar todas essas novidades que estão surgindo, com a cabeça antiga, e acreditam que com isso irão resolver seu problema. Só que isso é inviável por que, historicamente, não foi isso que aconteceu há 550 anos e não é isso que vai acontecer agora.
Acredito que os gestores precisam estudar para ter condições de encontrarem o melhor caminho, o mais viável. Mas o que vemos hoje é que eles não têm essas informações e, com isso, estão indo por um caminho errado, enquanto a concorrência está fazendo da forma correta…
LG: Para as empresas que ainda não usam essas ferramentas, mas querem adotá-las em sua gestão interna, por onde você aconselha que elas comecem?
Carlos Nepomuceno: Um passo importante é perceber que há uma grande mudança. O segundo passo é entender esse processo que está acontecendo. Isso tudo tem que ser feito pela cúpula da empresa, que precisa incorporar essa mudança informacional e inseri-la na estratégia da empresa. Feito isso, é preciso estudar como implantar.
Eu sugiro, em meu livro, uma criação de protótipo: escolha um setor de pessoas proativas e dinâmicas e teste o novo modelo. A partir daí aprimore o sistemas e aplique em toda a empresa. Mas é preciso estar preparado para sair de uma empresa totalmente verticalizada e passar para uma horizontalizada em rede, que vai trabalhar com uma dinâmica diferente, compatível com o mercado que está surgindo nesse novo ambiente. Ou seja, a velocidade interna da organização terá que ser compatível com a velocidade da internet.
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Jornalista e consultor especializado em Redes Humanas, com especialização no mundo Web, desde 1995, Carlos Nepomuceno é doutorando em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense. É ainda pesquisador dos efeitos da Ruptura 2.0 e procura ajudar a sociedade a lidar melhor com essa passagem. Atualmente, presta consultoria para grandes instituições, como Petrobras, Dataprev, Prodesp, e leciona aulas na UFRJ, Senac/RJ e Instituto de Gestão e Comunicação – IGEC. É ainda co-autor do primeiro livro sobre Web 2.0 no Brasil: Conhecimento em Rede.
Fonte: http://www.lg.com.br/rhmais


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