Artigos com o marcador Gestão Estratégica de Marketing Digital
Kit Kat e Oreo brigam por consumidora no Twitter
21/03/13
Marcas decidiram literalmente brigar pela preferência de uma internauta e atraíram atenção espontânea


Kit Kat: chocolate entra em brincadeira nas redes sociais com marca concorrente
São Paulo – Os perfis oficiais das marcas Kit Kat e Oreo no Twitter acrescentaram um novo significado à ideia de dialogar com os consumidores nas redes sociais.
Os dois perfis decidiram literalmente brigar pela preferência de uma internauta. Tudo começou quando a usuária @Laura_ellenxx tuitou no fim da semana passada: “Posso dizer que gosto muito de chocolate quando sigo @KITKAT e @Oreo ao mesmo tempo hahahaha”.
O que poderia ser só uma simples citação entre milhares virou uma oportunidade de gerar atenção espontânea. O primeiro movimento foi do perfil do Kit Kat, que publicou: “A briga pela afeição de @Laura_ellenxx começou. @oreo, é a sua vez”. Embaixo, a imagem de um tabuleiro de jogo da velha, com um X no meio feito por dois KitKats cruzados.
A Oreo, conhecida por sua forte presença em mídias sociais, não perdeu a chance epublicou a imagem do mesmo tabuleiro vazio, com o KitKat comido, ao lado da legenda: “Desculpe, Kit Kat, não conseguimos resistir”.
Em fevereiro, a Oreo adotou uma estratégia de marketing em tempo-real semelhante durante o Super Bowl. Em meio ao apagão que paralisou o jogo por 40 minutos, o perfil da marca tuitou uma imagem usando o blecaute para promover os biscoitos. A empresa, que não era patrocinadora ou anunciante do evento, tornou-se a mais comentada e atingiu os Trending Topics nos Estados Unidos.
Para ver imagens da conversa entre as duas marcas, clique aqui
Vencedoras do Supercase da DIG10
05/02/13
Mais um Supercase chega ao final, desta vez com a 10a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital (DIG10). A empresa convidada desta vez foi a Mongeral Aegon, trazendo um instigante desafio, a utilização da internet como canal de venda para produtos da seguradora. Foi a primeira vez que uma empresa do ramo participou de um Supercase. O IGEC vem variando bastante as áreas de atuação das empresas convidadas, contando com a presença de empresas na área de saúde, petróleo, terceiro setor e beleza.
O desafio foi vencido pelas alunas Renata Freihof, Renata Barros, Nereida Monstans e Cristina Padilha. Parabéns meninas, estamos todos orgulhosos de vocês.
A gestão 2.0 não é uma micro metodologia!
23/10/12
Quando pensamos em projetos de Redes Sociais Corporativas estamos falando de uma visão geral sobre o mundo que está vindo e as ações que faremos para fazer o alinhamento INEVITÁVEL a ele.

Note que neste artigo abaixo temos uma visão interessante, mas equivocada, ótima para um debate.
Enterprise 2.0: The case for starting small
Ao ler o artigo autor encara a ” implantação de empresas 2.0″ como uma micro metodologia para melhorar a gestão, como foram a reengenharia ou a da qualidade.
Tivemos a gestão do conhecimento, da qualidade, a reengenharia e agora a 2.0.
Mas há diferenças.
A do conhecimento e a 2.0 são macro-metodologias, pois percebem uma macro-mudança no mundo e apontam uma migração de um mundo “a” para o “b”. através de etapas a serem cumpridas.
Não servem para resolver questões pontuais, como o autor acima sugere (tradução do Google):
A melhor pergunta a fazer é: “Enterprise 2.0 a solução correta para um problema ou objetivo que a minha empresa tem?”
Note que está encarando a implantação de uma rede social corporativa como mais uma ferramenta metodológica para solucionar problemas. Algo opcional, que o cliente pode ou não utilizar, como qualquer setor.
Acho que não tem lógica, pois não vê o cenário geral do que está acontecendo.
O que estamos vivendo hoje, entretanto, pela lógica simples, a olho nu, vemos que é bem diferente.
- Temos do lado de fora das organizações usuários praticando um novo modelo de troca, compra, conversa, conhecimento, informação.
- Temos startups operando nessa direção e os concorrentes se preparando para uma mudança nessa direção;
- Os jovens, os futuros consumidores, caminhando para essa direção, incluindo os que são contratados;
- Os nossos clientes usando para se articular, reclamar e falar mal no mesmo ambiente, gerando seguidas crises.

Ou seja, não estamos falando de algo opcional, uma metodologia de uma empresa de consultoria que pode ser ou não utilizada, mas um novo mundo para o qual de forma IRREVERSÍVEL teremos que estar nele de outra maneira.
Assim, se formos lidar com esses projetos como algo opcional, ou mais uma metodologia para resolver problemas específicos, temos aí um problema de visão e de cenário.
- Uma coisa é uma metodologia que vou usar, se quiser.
- Outra é o telefone, o fax, o computador que TENHO que usar, pois é assim que o mercado está fazendo e isso me obriga a aderir para ser competitivo.
A diferença da Internet 2.0, entretanto, para as redes do fax, do telefone e mesmo do computador sem rede, é que ela condiciona uma nova forma mais ágil de controle dos processos e de se trabalhar para a qual o mundo está caminhando, completamente distinta da maneira de se fazer a gestão hoje.
Assim, quando pensamos em projetos de Redes Sociais Corporativas estamos falando de uma visão geral sobre o mundo que está vindo e as ações que faremos para fazer o alinhamento INEVITÁVEL a ele.
Ou seja, a passagem de uma organização com uma topologia de rede vertical para uma mais horizontal.
A gestão 2.0 não é assim uma nova forma de comunicação, mas de gestão!

A questão é: como faremos essa passagem de forma a gastar o menos, com os melhores resultados possíveis?
Imaginemos, como exemplo, uma ponte que precisa ser construída entre duas cidades.
Podemos imaginar que não queremos, que não temos recursos para fazê-la agora, nem cabeça, mas que será preciso fazer provisoriamente uma balsa, mas todos sabem que mais dia menos dias a ponte terá que ser feita.
Se sabemos o ponto do rio melhor para fazer a ponte, mesmo que seja para depois, podemos fazer o ponto da balsa ali, pois mais adiante poderemos com tudo que vai girar em torno da mesma, evitando que um novo local seja criado, pois vai se gastar bem mais.
Novos softwares, contratações, mudanças de processos, etc…já devem prever o futuro, pois todo passo deve ser previsto incorporando aquela percepção.
Essa é a ideia do laboratório e das ações no modelo atual.
- O laboratório concentra novas formas de trabalho.
- E a rede social corporativa atual só pode colaborar, nada mais que isso, com uma comunicação mais aberta, porém sem alterar processos, pois a mudança de processos é tão radical, que precisam ser feitas partindo-se do zero, por isso o laboratório.
Não se pode iludir as métricas nem de um e nem de outro!
E assim economiza-se tempo e dinheiro.

De fato, a maior parte das organizações não têm essa visão estratégica e vai tender a implantar novas formas de comunicação como se fossem novas maneiras de trabalho e vice-versa: e a coisa tende a desandar, se gastando muito e com poucos resultados, pois justamente estão confundindo o que é mudança inevitável com metodologia opcional.
E é essa visão equivocada o que os profissionais responsáveis por essa implantação devem evitar.
Que dizes?
Carlos Nepomuceno é professor de Conversão 2.0 na pós-graduação de Gestão Estratégica do Marketing Digital
Marketing digital: afinal, quanto vale um “Like” do Facebook?
10/10/12
De acordo com dados de experimento, mais “Likes” não significam mais vendas. Mas uma loja com um milhão de curtidas provavelmente venderá mais do que outra com apenas 100
Qual é o valor tangível de um seguidor (fã) no Facebook? Especialistas de marketing social têm refletido sobre a questão por anos e ainda assim não estamos perto de uma resposta precisa. No mês passado, a rede social mais popular do mundo “varreu” curtidas (Likes) falsas de suas páginas, para desgosto dos spammers. Mas os esforços ao apostar na rede valem a pena? Se você está usando o FB para marketing legítimo, qual é o retorno para o investimento de ter fãs virtuais?
Dependendo da pessoa pra qual você perguntar, e das métricas usadas, um seguidor do Facebook poderia valer o seguinte: a) nada b) tão pouco quanto US$ 3,60 c) cerca de US$ 23 d) exatamente US$ 136,38 mais do que um “não-seguidor” ou e) US$ 214,81 para uma organização sem fins lucrativos. Isso é apenas um monte de números – e uma grande variação no valor de um “Like”. Onde está a verdade?
A Ecwid, autoproclamada “segunda maior loja de construção de aplicativos de e-commerce no Facebook”, pesquisou dados de mais de 40 mil lojas da rede social que rodam em seu software para tentar determinar a resposta. Os resultados estão longe de ser definitivos, mas com certeza são interessantes.
Vendas e “likes”
A Ecwid pegou as vendas acumuladas das lojas que usam seu software em 12 meses, e, em seguida, comparou o número total de “likes” de cada uma. A linha de base fornece algumas dicas: em média, cada “curtida” equivale a apenas 21 centavos de dólar em vendas anuais.
Indo mais a fundo, detalhes intrigantes. Para 10% das maiores lojas em volume de vendas, o valor de um “Like” aumentou para US$ 1,20, subindo para US$ 21,49 para 1% das lojas. Alguns varejistas, obviamente, têm algum tipo de “mágica secreta” quando se trata de envolver a audiência e converter isso em vendas. Um estudo mostrou que apenas 1% de fãs no Facebook interagem com as marcas que seguem.
Mas mais “Likes” significam mais vendas? Não, de acordo com dados da Ecwid. Na verdade, 25% das lojas avaliadas com mais curtidas só ganharam 13 centavos por “Like” ao ano, caindo para 1 insignificante centavo para 1% das lojas com mais fãs. Nenhum desses números chega perto de cumprir a média de 21 centavos de dólar por curtida.
E o que tudo isso significa?
Nada de valor definitivo, infelizmente – além do fato de que não há correlação definitiva entre um “Like” e volume de vendas. Mas mesmo isso acaba não sendo verdade absoluta, já que uma loja com um milhão de curtidas muito provavelmente venderá mais produtos do que outra com apenas 100.
Lembre-se, não importa o número de fãs que você tem no Facebook, e sim o engajamento.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br
Comentário de Desirée Lourenço*: “Juro que quando li a chamada “quanto vale um “Like” do Facebook?” fiquei impressionada e curiosa, afinal de contas, coneseguir colocar valor na interação seria muito difícil. Mas concordo com a maneira que ele terminou a matéria. “Lembre-se, não importa o número de fãs que você tem no Facebook, e sim o engajamento.” Já foi provado por números, casos de fail e muitas tentativas que o Facebook não é plataforma de venda, e sim de relacionamento. O preço de um like não deve ser calculado sozinho, mas pode vir atrelado a um possível preço de um “compartilhar” no seu post. As páginas das marcas na rede social, antes de tentar conquistar consumidor, precisam conquistar fãs. Clichê, eu sei. Mas verdade! Mas esse é o momento que você para e pensa. Um fã satisfeito, irá dar preferencia a sua marca na hora da compra. Seja no e-commerce, no f-commerce, ou andando no shopping e vendo a vitrine da sua loja. Vamos pensar em engajamento antes de venda, fãs e amigos antes de consumidores. O seu “Like” pode não ter um valor fixo para você hoje, mas no momento certo a pessoa que deu o Like vai se transformar em consumidor da sua marca.”
*Desirée Lourenço é aluna da 9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
FACEBOOK, DE NOVO!
26/09/12
Por Desirée Lourenço*
Não me matem! Mas é verdade, o Facebook ataca novamente com mudanças que mexem com a rede social.
Todo mundo sabe que assim como no Orkut, o Facebook já começou a ser invadido pelos famosos Fakes (perfis falsos). Esses perfis podem ter milhões de objetivos, desde os mais simples como fugir da namorada que toma conta do seu perfil até objetivos não tão nobres, como fazer spam e propaganda.
O Orkut nunca lutou muito contra esses perfis, afinal de contas, eles que fizeram o Orkut crescer muito, mas o Facebook sempre foi muito claro na sua política contra os fakes, por isso até é tão chato criar uma nova conta (precisa de nome, email, celular, e muitas vezes ele pede pra confirmar a conta no meio do caminho).
E para intensificar essa luta, a partir de hoje o Facebook está envolvendo as pessoas nessa guerra. A rede do Mark, agora mostra uma tela para você confirmar que o seu amigo é realmente ele. Nem todos vão receber e nem sempre você precisa responder. A pergunta é a seguinte: “Esse é o nome real do seu amigo?” e aí você pode responder: “Sim”, “Não”, “Não conheço essa pessoa” e “Prefiro não responder”.
E se você tem fake, comece a avisar seus amigos, vai que eles te ajudam?
*Desirée Lourenço é aluna da 9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Direito Eletrônico no e-commerce
13/09/12
Autores: Isabella Maciel, Leandro Givisiez, Marcelo Medeiros, Phillipi Labanca, Rodrigo Fusco, alunos da 10a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
O site World Wine nasceu em 1999, é uma das três maiores importadoras de vinhos premium do Brasil e conta com cerca de 2 mil rótulos safrados de mais de 150 produtores exclusivos de 14 países como França, Itália, Chile, Argentina, Portugal, Espanha, Alemanha e Hungria. Tem como objetivo oferecer produtos de alta qualidade com preços atrativos, seja ele o cliente final, uma loja de vinhos, hotéis e restaurantes. Espera faturar até o final de 2012 uma estimativa de 2 milhões de reais.
Em maio de 2012 um cliente reclamou no site reclameaqui.com.br que solicitou cinco garrafas de um vinho para um evento, e como existiam vários convidados várias unidades foram abertas no mesmo momento. Entretanto, todos os vinhos se encontravam em estado “bouchoné”, avinagrados, enfim, estragados e inadequados para o consumo. O cliente entra em contato via telefone mostrado no site diretamente com o departamento comercial e recebe como retorno de que a troca só pode ser efetuada caso o produto esteja fechado. Como experimentar um produto perecível de maneira lacrada e não ter uma garantia de devolução certificada pelo site. O cliente teve uma negativa, e ainda se propôs a se disponibilizar a pagar o frente para ter o produto de maneira original.
Legislação específica
Ao constatar que um alimento recém-adquirido apresenta alterações de cor, odor ou sabor, o cliente deve reclamar ao ponto-de-venda ou ao serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). De acordo com o artigo 18 do código de defesa do consumidor os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. Não sendo o vício sanado no prazo máximo de 30 dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha: a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso e a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos.
Se a troca lhe for recusada, o cliente pode fazer valer seus direitos recorrendo aos órgãos de defesa do consumidor, ao Juizado Especial Cível ou à Justiça comum. Independente da troca do produto, é importante que o problema seja denunciado aos órgãos públicos.
Solução/ Opinião grupo.
O consumidor até a data de setembro de 2012 não obteve retorno do site. É de extrema necessidade o cliente verificar todo o site de compras online de produtos perecíveis e se preocupar com a questão de garantias que o site pode ofertar e a sua respectiva política de troca de produtos em qualidade duvidosa no momento de abertura de sua embalagem.
INGRESSO.COM
Marca/Problema
O site Ingresso.com é uma empresa de venda online de ingressos à distância e de desenvolvimento de tecnologia de suporte a essa venda. Fundada em 1995, a empresa se tornou líder em informatização de bilheterias no país.Possui mais de 1500 pontos de venda instalados em bilheterias de cinemas, teatros, museus, parques entre outros, distribuídos em mais de 70 cidades do país.
Em reclamação encontrada no site reclameaqui.com.br um cliente reivindica a utilização do aplicativo (app) no sistema Android de seu smartphone em relação a cobrança indevida. Em abril de 2012 ao comprar uma sessão de filme o sistema inicialmente indicou que determinados assentos, por duas vezes estavam ocupados, levando a escolha de mais dois novos lugares em dois diferentes momentos. Porém após conclusão de compra e assentos disponibilizados, percebeu que três compras foram efetuadas e cobradas via crédito. O cliente não encontrou via site uma forma fácil de contato e, via FAQ identificou email e enviou reclamação.
Legislação específica
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, quem for cobrado indevidamente tem direito à restituição em dobro do valor pago a mais, acrescido de correção monetária e juros legais. O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 42, parágrafo único, diz:
“O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável.”
Solução/ Opinião grupo.
O consumidor pode procurar primeiramente a empresa, não havendo resultado, procurar o Procon para que se possa fazer uma notificação contra a empresa, contudo deve estar sempre atento, conferindo o valor cobrado e reclamando quando ele estiver errado.
O consumidor que deixar de pagar a cobrança, seu nome não pode ser inscrito em cadastros de proteção ao crédito, como o Serasa e SPC. Caso isso ocorra, o consumidor tem direito à indenização por danos morais e também por danos materiais. Nesta situação, caberá uma ação no Juizado Especial Cível. O site em questão respondeu prontamente e o cliente ficou satisfeito pela velocidade da resposta do atendimento por parte da Ingresso.com5
PRIVALIA
Marca/Problema
O site Privalia.com.br é um Clube Privado online de origem espanhola que organiza, exclusivamente para os seus sócios, vendas em momentos específicos pré-determinados de produtos de grife e grandes marcas com descontos de até setenta porcento em relação ao preço das lojas físicas. O Privalia apresentou em 2011 um faturamento de R$ 392 milhões, catorze vezes maior de dois anos antes. Deste montante, mais de trinta porcento vem da operação brasileira, que faturou mais de R$ 110 milhões.
Uma reclamação no site Reclameaqui.com.br de um cliente que realizou uma compra no site privalia no dia 05/07/2012 no valor de R$247,80 composta de um vestido e mais duas peças. Em contrapartida, quando chegou, as peças vieram erradas, apenas três camisetas. O cliente entrou em via com o único canal relacionamento de compra, o email, porém, após solicitação de aguardo de 72 horas reencaminharam outro email solicitando entrar em contato com o setor de devolução do site para formalizar novamente a solicitação de troca. Após o cliente entrar na área específica, percebe que não há a opção para quando o pedido vem trocado, errado. Ou seja, não há área ofertada pelo site para devolução de roupas erradas enviadas. A única opção é para peças diferentes de tamanho, envio errado não há, não encontrando o pedido aberto para devolução. Não há telefones de contato. Há falha do site em sua logística, estrutura e relacionamento, e sobretudo, no aspecto da lei que protege o consumidor, falhando no aspecto troca de produto errados e da futura desistência.
Legislação específica
O direito de desistência, previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor pode ser exercido até sete dias após a data da compra, desde que ela tenha sido feita fora do estabelecimento comercial, ou seja, a internet inclusive, telefone ou em domicílio. A troca do produto somente é obrigatória em caso de defeito. Porém nesse caso é a troca de um produto não com defeito, mas errado em relação ao que foi solicitado. A simples troca, por problemas como tamanho ou cor, é uma liberalidade do comerciante, e não um direito do consumidor.
Solução/ Opinião grupo.
O cliente precisa antes de comprar, saber, se atentar bem quais são as condições de troca da loja, evitando assim constrangimentos futuros. As condições precisam estar apresentadas ao cliente no termo de contrato virtual explicando, de maneira clara e objetiva, a possibilidade ou não de troca e quais as suas condições, de modo que o consumidor saiba delas antes de comprar um produto. A situação até a primeira quinzena de setembro 2012 ainda se encontra em aberto e sem solução por parte do site privalia.com.br. O cliente continua estarrecido e sem solução.
ZOOM
Marca/Problema
O ZOOM é um comparador de preços e produtos, com o objetivo de fornecer ao cliente o melhor apoio à compra. Para tal, oferece conteúdo relevante e didático por meio de vídeos, reviews e guias sobre produtos, além de desenvolver iniciativas e ferramentas de social commerce. Atualmente, o site conta com 500 lojas e concentra mais de 2,5 milhões de ofertas. O ZOOM foi lançado em novembro de 2011 e faz parte da holding Mosaico Negócios de Internet.
No site “Reclameaqui.com.br” foi registrada uma reclamação sobre propaganda enganosa. O consumidor relatou que viu um banner da ZOOM no site que estava acessando. Nele, anunciava notebook intel core i5 a partir de R$ 949,00, só que ao navegar no site da ZOOM ele não encontrou esse produto. Ameaçou ir no dia seguinte ao fórum da cidade para abrir um processo contra a loja e reivindicar esse produto por esse valor que está no anúncio.
Legislação específica
CDC – Lei nº 8.078 de 11 de Setembro de 1990
Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.
§ 1º É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.
§ 2º É abusiva, dentre outras a publicidade discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança.
Solução/Opinião do Grupo
A empresa entrou em contato com o cliente e solicitou o envio de um Print Screen da tela onde visualizou a propaganda, além da data de visualização, nome da Loja anunciada e nome completo do produto buscado. Assim poderiam identificar o produto e a loja em questão. Além disso, salientaram que o ZOOM é um comparador de preço e não uma loja, ou seja, não vendem produto. Para isso, recebem diariamente informações de preços dos produtos, de todas as Lojas cadastradas no Site e ocasionalmente as Lojas podem alterar os preços em seus respectivos sites sem que haja o envio simultâneo dessas informações para o ZOOM. Outra ponto que têm ao seu favor é que o preço válido sempre será o informado no Site da Loja, conforme consta no termo de uso. Logo, se o cliente realmente colocasse o caso na justiça, provavelmente perderia.
AMERICANAS.COM
Marca/Problema
A Americanas.com atua desde 1999, com o objetivo de ser o destino preferido de compras online no Brasil. Possuem um próprio sistema de logística, com uma plataforma operacional exclusiva e escalável para entregar pedidos em 48 horas em todo o Brasil.
Atualmente é líder em vendas e rentabilidade no setor de varejo eletrônico no Brasil.‘No entanto, a loja virtual possui cerca de 50 mil reclamações registradas no site “Reclameaqui.com.br”. Somente no mês de janeiro de 2011, mais de quatro mil reclamações foram publicadas no site, 80% por descumprimento no prazo de entrega, apesar de considerar o seu centro de logística como um diferencial para o mercado. A média de atraso relatada pelos próprios consumidores chegou de 30 a 40 dias. Alguns não tinham recebido, em fevereiro, nem mesmo os presentes de Natal.
Legislação específica
Quando consumidor e fornecedor estiverem estabelecidos no Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) é de aplicação obrigatória, mesmo nos casos de compra pela internet. Dessa forma, de acordo com o código de Defesa do Consumidor, a empresa é obrigada a cumprir o prazo de entrega, instalação ou montagem de qualquer produto.
Cabe destacar que em qualquer estado, quando o fornecedor não cumpre o prazo de entrega previamente informado, o consumidor pode optar por uma das alternativas previstas no artigo 35 do CDC: – exigir o cumprimento forçado da obrigação, nos termos da oferta, apresentação ou publicidade; – aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente; – rescindir o contrato, com direito à restituição da quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, mais perdas e danos. Por outro lado, o que muitos não sabem é que nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo existe uma lei estadual que obriga os estabelecimentos a marcarem data e hora para a entrega do produto (lei 3.669/01 e 13.747/09, respectivamente). Porém, no caso dos consumidores que não moram nesses Estados, ratifica-se que Código de Defesa do Consumidor obriga o fornecedor, em todo o país, a marcar um dia para fazer a entrega.
Solução/Opinião do grupo
No ano de 2011, a loja virtual Americanas.com recebeu uma condenação da justiça que a obrigava a restabelecer e respeitar os prazos de entrega de seus produtos aos consumidores. A decisão foi do juiz Cezar Augusto Rodrigues, da 7ª Vara Empresarial no Rio de Janeiro, requerida através de liminar pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. A decisão determina que a Americanas.com estabeleça e respeite um prazo preciso para efetuar a entrega dos produtos aos consumidores e também veicule em todas as ofertas constantes de seu site o prazo preciso de entrega dos produtos mediante a única informação do código de endereçamento postal para entrega, abstendo-se, assim, de exigir previamente o preenchimento de qualquer cadastro contendo informações pessoais do consumidor. A justiça estabeleceu multa de R$ 500, por violação, no caso de descumprimento das determinações.]
TAM
Marca/Problema
A TAM Linhas Aéreas é a maior companhia aérea do Brasil, assim como de toda a América Latina, sendo uma das 20 maiores do mundo e a líder no Hemisfério Sul em número de passageiros transportados. Sua sede está localizada em São Paulo, cidade na qual estão dois dos seus principais centros de operações, Aeroporto de Congonhas e Aeroporto Internacional de Guarulhos. Além destes, o Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek e o Aeroporto Internacional do Galeão também servem como principais centros de distribuição de voos da companhia. A TAM é membro da maior aliança aérea mundial, a Star Alliance. Consolidando a estratégia de crescimento para ser uma das maiores companhias aéreas de aviação do mundo.
No site “Reclameaqui.com.br”, foi publicada uma reclamação contra a TAM, pois o cliente foi efetuar uma compra de duas passagens aéreas com desconto para uma reunião de negócios e quando recebeu a confirmação da passagem por e-mail, verificou que a data de retorno tinha sido alterada para um mês a frente. Ao ligar para o serviço da TAM para reclamar e solicitar a alteração, ele conseguiu provar para atendente que o voo que ele tinha comprado tinha a data de retorno que ele queria e que o problema tinha sido do sistema. Mesmo assim, a atendente disse que ele deveria efetuar o pagamento de uma taxa de alteração e que se quisesse cancelar, também deveria efetuar o pagamento de um valor que era duas vezes maior que o da alteração. Ao tentar falar com o canal de atendimento “ Fale com o Presidente”, a atendente disse que o site era “dinâmico” e por isso ocorreu esse problema, confirmando que ele deveria mesmo efetuar o pagamento dessas taxas de quisesse reverter sua situação.
Legislação específica
Nesse caso, o cliente pode desistir da compra baseando-se no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, pois o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de sete dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. Assim, poderia comprar a passagem novamente, para a data que ele gostaria, sem nenhum valor extra a ser pago por isso.
Solução/Opinião do Grupo
O consumidor obteve uma resposta evasiva da empresa e por isso, deveria entrar com uma ação judicial, já que o erro, comprovadamente, foi de responsabilidade da TAM e ela se negou a resolver sem gerar ônus para o cliente. Além disso, obrigava-o a pagar um valor se quisesse desistir do serviço comprado.Ele poderia entrar com uma ação solicitando indenização por danos materiais, por não conseguir viajar e perder a sua reunião de negócios. Consideramos que esse caso também viola o princípio da boa-fé, onde se exige, tanto do fornecedor, como do consumidor, o dever de lealdade entre ambos e a empresa não o cumpriu ao não reconhecer o seu erro e repassar o custo do seu engano para o cliente.
GROUPON
Marca/Problema
O Groupon é o pioneiro em compras coletivas em todo o mundo. Criado em 2008, na cidade de Chicago, o Groupon é o fundador do conceito de compras coletivas. Hoje, a empresa já está presente em 47 países oferecendo descontos nos melhores endereços da sua cidade, a um preço super vantajoso. No Brasil, o Groupon já oferece ofertas em 54 cidades.
No recente, e ainda em andamento, escândalo dos Tablets, o GroupOn tem se negado sistematicamente a devolver os valores pagos, mesmo extrapolando em muito o prazo de entrega. A empresa tem se valido de e-mails evasivos e não conclusivos para tentar prorrogar o prazo de entrega, sem se preocupar se os usuários querem ou não esperar.
O GroupOn resolveu criar procedimentos próprios em relação ao Código de Defesa do Consumidor, obrigando os compradores do referido tablet a uma espera infindável. Há comprovações de que mesmo pedindo o ressarcimento do valor pago, através de inúmeros e-mails e ligações telefônicas, não há uma solução para o caso e a empresa insiste em dizer que os tablets já estão a caminho. Esse procedimento se repete em outros produtos.
Legislação específica
O atraso na entrega da mercadoria dá direito ao consumidor a cancelar a compra já realizada. É que, nos termos do Código de Defesa do Consumidor, o atraso caracteriza descumprimento da oferta. Neste sentido preceitua o Artigo 35 do Código de Defesa do Consumidor, que garante ao consumidor as alternativas de – exigir o cumprimento forçado da obrigação, nos termos da oferta, apresentação ou publicidade; II – aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente; III – rescindir o contrato, com direito à restituição de quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, e a perdas e danos.
Solução/Opinião do Grupo
Já que há a clara defesa pela legislação vigente, propomos que os clientes lesados entrem com uma ação conjunta contra a empresa, reunindo o maior número possível de provas para que não haja dúvidas em relação à negligência da empresa para resolver essa situação. Acreditamos que a chance desses consumidores conseguirem uma indenização por parte do GroupOn é alta.
SEPHORA
Marca/Problema
A Sephora é a maior rede de produtos de beleza do mundo, fundada na França por Dominique Mandonnaud em 1970 e adquirida em 1997 pela empresa LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, maior conglomerado de luxo do mundo. Ingressou no Brasil em julho de 2010, quando a LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, adquiriu a Sack’s, principal loja online de produtos de beleza de prestígio no Brasil e na América Latina. O site da Sephora Brasil é o principal e maior site de perfumes e cosméticos da América Latina em termos de vendas e sortimento de marcas e produtos.
Verificamos no site “ReclameAqui.com.br” o registro do recebimento de um produto (óleo bronzeador) fora da validade por uma consumidora. Ela enfatiza que sempre foi bem atendida pela empresa, mas que desta vez a decepção foi grande. O produto estava vencido há um mês.
Legislação específica
O Código de Defesa do Consumidor indica no art. 18, § 6° que os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos são impróprios para o uso e consumo.
Ainda nesse artigo, expões que os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com a indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. Porém, não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso; a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos ou o abatimento proporcional do preço.
Solução/Opinião do Grupo
O cliente deve aguardar o retorno da empresa para posteriormente recorrer a algum recurso judicial.Neste caso, a empresa entrou em contato com a cliente oferecendo a troca do produto, porém informou posteriormente que o produto estava indisponível. Logo, a cliente poderia escolher entre o estorno do valor ou crédito no valor da compra. Ela escolheu estornar o valor e tudo se resolveu.
StereoMood, música para o seu humor
29/08/12
Por Desirée Lourenço*
Tem vezes que a playlist do seu mp3 não acompanha seu humor, e você passa horas procurando aquela música que se encaixa, não é? Pois o StereoMood já separou para você em Playlists de acordo com seu humor e o que voce esta fazendo no momento.
O projeto já está no ar há um bom tempo, e só vem crescendo, agora eles já tem até aplicativo pra iOs e Android, e os apps são bem bonitinhos!!
É simples, no site, você pode escutar música sem estar logado, é só escolher qual playlist se encaixa melhor no seu humor do momento, ou sua atividade e aumentar o som! Além disso você pode criar o seu próprio momento com músicas que gosta!
O site ainda conta com um design super lindo e o background deles muda sempre, com imagens de fotógrafos conhecidos e desconhecidos por aí! Olha só a proposta do pessoal:
“behind every song there’s always an emotion. that’s why we love music.
so we’ve created a way to suggest songs that follow your feelings: stereomood is the emotional music service providing music that best suits your mood.
how do i feel? what am i doing now?”
(por trás de cada música, sempre existe um sentimento. Por isso amamos música. Então criamos uma maneira de sugerir músicas que sigam o seu “estado de espírito”: stereomood é o serviço de músicas emocionais que entrega a melhor música para o seu humor. Como você se sente agora? O que você está fazendo?)
*Desirée Lourenço é publicitária, aluna da 9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital. Conheça mais sobre Desirée clicando aqui
Especialista diz que falta orientação aos atletas que usam redes sociais
02/08/12
Por SporTV.comRio de Janeiro

Discussões com torcedores, xingamentos racistas e até mesmo atletas afastados das Olimpíadas. Nos primeiros dias dos Jogos de Londres, as redes sociais estiveram no centro de uma série de polêmicas. São consequências de uma interatividade que pode ser benéfica e, ao mesmo tempo, perigosa. A judocaRafaela Silva talvez tenha sido a que mais sofreu os efeitos distintos da interatividade digital. Após ser desclassificada por um golpe irregular, ela recebeu apoio, mas também foi xingada. Respondeu com palavrões e acabou excluindo o próprio perfil.

Rafaela Silva (Foto: Ary Cunha / Ag. O Globo)
Especialista em marketing digital, Andrei Scheiner possui 11 anos de experiência em estratégias de comunicação profissional e 14 no ramo da internet. Professor de e-branding na pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital, ele acredita que falta aconselhamento aos atletas na direção de evitar episódios negativos na grande rede.
- Falta às confederações orientar os atletas sobre como se comportar. Se eles têm um preparamento físico, um preparamento alimentar, psicológico e orientação, por que não ter uma orientação também de como dialogar com os fãs – afirma o especialista.
Alguns críticos passaram dos limites e ofenderam Rafaela com xingamentos racistas. Estes serão investigados pela Polícia Federal. A postagem de comentários considerados racistas, aliás, já tirou das Olimpíadas atletas como a grega Voula Papachristou, do salto triplo, e ozagueiro Michel Morganella, zagueiro da seleção suíça de futebol.

- Hoje em dia, as redes sociais são o contato mais próximo que o público tem com o atleta, com seu ídolo. Nós, indiretamente, jogamos a notícia para que milhares de pessoas acompanhem o nosso trabalho – opina a comentarista de vôlei do SporTV Carol Gattaz.
As redes também oferecem espaço para manifestações saudáveis. O ginasta Diego Hipolyto, eliminado dos jogos, usou a internet para agradecer o apoio. Já a nadadora Joanna Maranhão, após perder as semifinais dos 200 metros medley, de forma elegante, pediu respeito aos críticos virtuais. A lateral Maurine, da seleção feminina de futebol, é uma das atletas brasileiras que mais postam fotos de Londres.
- Se hoje já é comum ver pessoas querendo conversar com os atletas, querendo estimular os atletas ou as vezes criticar nas redes sociais, espera-se que em 2016 isso seja maior ainda, seja mais evidente ainda – explica Scheiner.
Fonte: http://sportv.globo.com
Os alunos de Marketing Digital aprovam o IGEC
28/07/12
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Rebecca Porphírio, da DIG6
Editora e repórter na Internet, Rebecca Porphírio é especialista em mídias sociais do TechTudo, site de tecnologia da Globo.com. Já foi assessora de imprensa na Oi, gestora de produto na Casa Civil do RJ, analista de mídias sociais e até organizadora de eventos de anime. Apesar da paixão por computadores e web, duas coisas que não podem faltar na vida dessa jornalista são mangás e videogames. Nerd de carteirinha e gaúcha de coração, ela é também gremista por associação. É graduada em Comunicação Social pela UFF, com pós em Gestão Estratégica de Marketing Digital no IGEC. “Inicialmente escolhi o IGEC porque a lista de profissionais experientes e conhecidos no mercado impressionava. Mais tarde, comprovei que o diferencial do curso é a atenção que tem com os alunos e a capacidade de lhes dar uma visão acerca de tudo que existe no Marketing Digital, dando-lhes a oportunidade de conhecer o processo como um todo”. |
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Rafael Vitoriano, da DIG4
“A pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital foi um divisor de águas. Além do excelente nível das aulas, possibilita um networking fantástico. Ali estão profissionais de mercado que fazem toda diferença com debates altamente relevantes para o aprendizado em sala de aula. Durante o curso recebi algumas propostas profissionais que antes não tinha acesso. Recomendo.” |
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Marcel Cohn da DIG7
Marcel Cohn é sócio da empresa Mapcontrol que desenvolve soluções utilizando tecnologias de geolocalização e gamificação como elemento facilitador e agregador nos negócios.Marcel participa ativamente na construção do cenário de serviços online baseados em geolocalização no país. À frente de diversos projetos na área digital, palestrante de eventos como Conexões Digitais, Rio Info e Encontro ESPM de Comunicação e Marketing. “Considero minha passagem pelo IGEC como uma fase curta porem de grande aprendizado. Ao longo do curso fui aprendendo e me aperfeiçoando para que pudesse ter a segurança de montar uma empresa e propor soluções inovadoras.” |
| João Anzanello da DIG 8
Redator, Jornalista e Revisor. Rubro-Negro, Sambista e Poeta Amador. Ah, esqueci que agora sou um neogeek e tarado por redes sociais e mídia online. Tive grupo de samba por 8 anos, toquei na noite, conheci a Lapa como ninguém e aprendi que contatos são muito mais valiosos do que currículos.
Mas como nem tudo são flores, precisei ralar também. Fui Redator da Scalla, Ação Propaganda, Homewebbing e Fenícios Comunicação. Que mais eu poderia querer? Uma pós-graduação no mercado que mais cresce hoje: a Internet.
Escolhi a Pós em Marketing Digital do Igec porque só recebi boas recomendações. O corpo docente realmente impressiona, porque reúne diversos professores com larga experiência prática no mercado. E isso é o que mais conta! Sem contar o networking com diversos amigos e alunos de DIGs passadas. Tenho amigos que fizeram a DIG4, DIG5, DIG6 e DIG7. Não ia ser eu que ia ficar fora desse buzz todo, né?
Pós-Graduado e satisfeito. Eu recomendo o Igec e a #posmktdig. Sobre mim? Acessa about.me/joaoanzanello que é mais fácil. |
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Leo Arouca da DIG8
Leonardo Brito é publicitário, sambista, rubro-negro e coordenador de planejamento e conteúdo da Ideia s/a. Após a pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital no Igec, ficou com as seguintes impressões: “Encontrei ótimos professores no curso, como o Nepomuceno, Horácio Soares, Letícia Bade, Valéria Miranda, entre outros. A pós proporcionou aprendizados desde a excelente parte teórica do Nepo até as ótimas especificidades técnicas de usabilidade Horácio. Fiz a dig8, e tenho a impressão que a Letícia aplica todo seu conhecimento em gerenciamento de projetos pra fazer o curso evoluir cada vez mais.” |
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Mônica Rodrigues da DIG5
Analista Senior de Marketing e Comunicação na Ipiranga Produtos de Petróleo, Rio de Janeiro. “A pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital do IGEC/FACHA foi como uma mudança de paradigma na minha carreira profissional. Sou publicitária e minha mente era basicamente offline, voltada para os meios mais tradicionais de comunicação até que, num determinado momento, enxerguei a importância do mundo da internet. Como forma de buscar conhecimento nesta área e relacionar o que já tinha de experiência do ponto de vista de comunicação offline e marketing com o lado digital, a pós foi crucial para abrir a mente e pensar em alternativas mais próximas para o consumidor/cliente.” |
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Andrezza Carvalho da DIG1
Gestora de E-commerce da Livraria e Editora Lumen Juris “Decidi fazer a Pós de Gestão de Marketing Digital por um único motivo, estava assumindo a “gerência” de uma loja virtual sem antes nunca ter trabalhado com isso. Quando fiquei sabendo da Pós não perdi muito tempo decidindo. O que mais me chamou a atenção foi a experiência dos professores envolvidos, que na realidade davam aulas porém trabalhavam em suas respectivas áreas de atuação, ou seja, lecionavam aquilo que trabalhavam. O processo de seleção da turma, pra mim, foi um fator decisivo também pois somente pessoas que tinham noção e gostariam de se aprimorar formaram um grupo onde a troca de experiências foi muito proveitosa que no final todo mundo ajudava todo mundo em seus problemas relacionados com o trabalho. O conteúdo das aulas sempre foi muito esclarecedor e a metodologia fantástica pois na realidade não aprendíamos tecnologia e sim conceitos. Isso faz uma diferença enorme no mercado de trabalho pois as ferramentas mudam o tempo todo e os conceitos vão se adaptando conforme o avanço da tecnologia. Após três anos de formação, os conceitos continuam atuais e não me arrependo em nenhum momento de ter feito a Pós, pelo contrário faria de novo”. Fale com ela no twitter: @andrezzafcs |
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Simone Chiesse da DIG4
Carioca e Graduada em Licenciatura em Letras pela UFF, hoje exerce a função de Gerente de Marketing na Pitney Bowes no Brasil (Joint Venture com o Grupo Semco), com experiência em Mkt B2B em empresas multinacionais, é responsável por branding e desenvolvimento da marca em seu mercado, alinhamento cultural entre o comando da empresa e a realidade geográfica local mantendo o alinhamento dos guidelines da marca, além do desenvolvimento de atividades como tradeshows promocionais, eventos de relacionamento, PR, Incentivo a Vendas, anúncios e materiais promocionais. Com um sólido background em Marketing Digital, foi responsável por toda Comunicação Digital da Xerox do Brasil, incluindo o site institucional, e trazendo o conceito de redes sociais para a empresa. Além da Xerox e Pitney Bowes, passou por empresas como Resarch In Motion (BlackBerry) e DBTRANS.
“Busquei a Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital para aprimorar e trazer embasamento teórico à minha bagagem de desenvolvimento de sites e conhecimento empírico, e tirar maior proveito disso na minha nova rotina, então na área de Marketing – Hoje em dia não existe o Marketing desassociado do Digital. Com certeza fez toda diferença na minha rotina profissional, o nível das aulas é altíssimo não só pelos ótimos professores e ementas bem estruturadas das aulas, mas também pelos alunos, que mantém o nível das discussões elevadas.” |
Matrix, L´Oreal, projeto vencedor do Supercase
16/07/12
Inovador. Esta é a palavra que define o desafio pela L´Oreal, divisão Matrix, para o Supercase da 9a turma de Gestão Estratégica do Marketing Digital (DIG9). A Matrix é uma das divisões de Produtos Profissionais da L´Oreal e está implementando um fascinante projeto de microdistribuidoras em comunidades do RJ. Weider Campos foi o executivo convidado para propor o desfio aos alunos, detalhando as especificidades do projeto e municiando os alunos de números e parâmetros. Desafio lançado, desafio vencido! Os alunos Alexandre de Castro Borges Pompeu, Thais Santos Souza, Roberto Quadrelli, Juliana Melo e Daniela Motta Vianna venceram o Supercase, apresentando uma solução que combinava inteligência digital com games e ações offline. Parabéns aos alunos da DIG9 por este bem sucedido Supercase.
Veja as fotos abaixo





















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