Artigos com o marcador facebook
De detratores a embaixadores: números pouco dizem
16/01/13
Por Marcelo Vitorino
Fanpage da Coca-Cola: 57 milhões de seguidores
Quanto vale ter um follower (seguidor) no Twitter? É equivalente a um fã em uma página do Facebook? Os números se traduzem em resultados?
Sempre atrás de novos consumidores, empresas entenderam que poderiam tirar proveito do uso em massa que a população está fazendo da mídia social digital. O caminho mais rápido, indicado por 12 entre 10 “especialistas da internet” é a presença em redes sociais e nas diversas ferramentas disponíveis no ambiente digital.
Os conselhos são basicamente os mesmos:
- “Crie uma fanpage no Facebook. Sua empresa tem que ter uma.”
- “Atraia seguidores no Twitter, senão você será ultrapassado pela concorrência.”
- “Gere conteúdo relevante que os fãs aparecerão.”
- “Use ferramentas de monitoramento para ver o que falam da sua empresa.”
- “Trate bem dos influenciadores, eles estão com tudo.”
Com o tempo pude notar que muita gente do mercado comprou as “verdades” acima. Conheci vários gerentes e diretores de marketing que não queriam outra coisa a não ser aumentar os números de suas fanpages ou contas de Twitter.
Poucos se preocuparam em fazer uma conta básica envolvendo o custo para a obtenção do objetivo e o retorno proporcionado. Se você fizer uma campanha no Facebook verá que um fã custa algo entre R$ 0,10 e R$ 0,20, dependendo da habilidade de quem faz a campanha. Se quiser comprar seguidores no Twitter, chegará em ferramentas que cobram cerca de R$ 0,08 por seguidor.
Então, se o desejo da empresa é entrar em uma competição sobre quem tem um número maior de seguidores/fãs nas redes sociais, já sabe… Basta investir desperdiçar algo próximo de R$ 100 mil e conseguirá 1 milhão no contador da ferramenta.
A Tecnisa e o apartamento “vendido” no Twitter
O problema é o que esse número retorna. A Tecnisa, por exemplo, em 2009 fez um grande alarde por ter “feito” a venda de um apartamento através do Twitter. Na verdade, o que aconteceu foi apenas um contato através da ferramenta, mas o negócio foi feito através do processo tradicional, de um corretor no local.
Mesmo assim, se a venda de imóveis através do Twitter fosse tão relevante, acredito que a empresa divulgaria o número de unidades comercializadas todos os anos, dados os investimentos que faz em comunicação digital.
Coca-Cola tem 41 milhões de fãs, mas pouco engaja
A presença nas redes da Coca-Cola é outro exemplo, com mais de 41 milhões de fãs em sua página no Facebook (em 2012, atualmente tem 57 milhões), não consegue ter um engajamento superior ao daRenaultZE, que tem 18 mil fãs na plataforma. Aliás, segundo estudo da Socialbakers, ferramenta de análise de redes sociais, nem a BMW com 10 milhões de fãs bate a concorrente francesa.
A maior parte das empresas não produz nos consumidores a empatia necessária para que o engajamento aconteça e a conversão em resultados compromete os investimentos.
Palmeiras e o crowd funding para contratar jogador: fiasco
Um bom exemplo que aconteceu em 2012 foi a frustrada tentativa que o Palmeiras fez de contratar um jogador utilizando dinheiro dos torcedores apaixonados. Uma ideia genial, visto que bastariam que apenas 210 mil torcedores, dentre o universo de 15 milhões, fizessem uma doação. Seria perfeito se levassem em consideração que todo um trabalho de sensibilização deveria ser feito antes. O resultado foi um fiasco, a arrecadação ficou em torno de 2% do necessário.
Novas qualificações: detratores, indiferentes, simpatizantes, fãs e embaixadores
Com a banalização dos termos “fãs” e “seguidores”, que hoje não são nominalmente representativos como na época dos Beatles, mais do que brigar por aumentar os números genéricos, os departamentos de marketing deveriam se preocupar em tratar, diferentemente, os componentes dessa “webdiversidade”:
| Tipo | Postura em relação a marca | Poder de disseminação |
| Detratores | Reagem negativamente a qualquer interação | Alto |
| Indiferentes | Não respondem a estímulos | Baixo |
| Simpatizantes | Interagem, mas somente se estimulados | Médio |
| Fãs | Gostam de se mostrar ligados e interagem quando possível | Médio |
| Embaixadores | Engajam outros consumidores, estimulam a disseminação em redes | Alto |
Infelizmente não há uma receita de bolo para fazer os tipos acima citados migrarem de postura, cada empresa tem que achar o seu modelo, testando metodologias e mensurando os resultados.
Acredito que para os detratores só o tempo aplacará o ranço. Aos indiferentes cabe fazer chegar boas opiniões sobre a marca. Com os simpatizantes devemos gerar empatia. Por fim, para levar fãs ao nível de embaixadores, precisamos dar informações que reflitam valor, propósito e ação desejada. Em resumo, um bom trabalho de gestão de comunidade.
Só há uma certeza: se você não faz a menor ideia de onde quer chegar, não adianta correr e mostrar números vazios.
Até mais!
Fonte: http://presencaonline.com
Marketing digital: afinal, quanto vale um “Like” do Facebook?
10/10/12
De acordo com dados de experimento, mais “Likes” não significam mais vendas. Mas uma loja com um milhão de curtidas provavelmente venderá mais do que outra com apenas 100
Qual é o valor tangível de um seguidor (fã) no Facebook? Especialistas de marketing social têm refletido sobre a questão por anos e ainda assim não estamos perto de uma resposta precisa. No mês passado, a rede social mais popular do mundo “varreu” curtidas (Likes) falsas de suas páginas, para desgosto dos spammers. Mas os esforços ao apostar na rede valem a pena? Se você está usando o FB para marketing legítimo, qual é o retorno para o investimento de ter fãs virtuais?
Dependendo da pessoa pra qual você perguntar, e das métricas usadas, um seguidor do Facebook poderia valer o seguinte: a) nada b) tão pouco quanto US$ 3,60 c) cerca de US$ 23 d) exatamente US$ 136,38 mais do que um “não-seguidor” ou e) US$ 214,81 para uma organização sem fins lucrativos. Isso é apenas um monte de números – e uma grande variação no valor de um “Like”. Onde está a verdade?
A Ecwid, autoproclamada “segunda maior loja de construção de aplicativos de e-commerce no Facebook”, pesquisou dados de mais de 40 mil lojas da rede social que rodam em seu software para tentar determinar a resposta. Os resultados estão longe de ser definitivos, mas com certeza são interessantes.
Vendas e “likes”
A Ecwid pegou as vendas acumuladas das lojas que usam seu software em 12 meses, e, em seguida, comparou o número total de “likes” de cada uma. A linha de base fornece algumas dicas: em média, cada “curtida” equivale a apenas 21 centavos de dólar em vendas anuais.
Indo mais a fundo, detalhes intrigantes. Para 10% das maiores lojas em volume de vendas, o valor de um “Like” aumentou para US$ 1,20, subindo para US$ 21,49 para 1% das lojas. Alguns varejistas, obviamente, têm algum tipo de “mágica secreta” quando se trata de envolver a audiência e converter isso em vendas. Um estudo mostrou que apenas 1% de fãs no Facebook interagem com as marcas que seguem.
Mas mais “Likes” significam mais vendas? Não, de acordo com dados da Ecwid. Na verdade, 25% das lojas avaliadas com mais curtidas só ganharam 13 centavos por “Like” ao ano, caindo para 1 insignificante centavo para 1% das lojas com mais fãs. Nenhum desses números chega perto de cumprir a média de 21 centavos de dólar por curtida.
E o que tudo isso significa?
Nada de valor definitivo, infelizmente – além do fato de que não há correlação definitiva entre um “Like” e volume de vendas. Mas mesmo isso acaba não sendo verdade absoluta, já que uma loja com um milhão de curtidas muito provavelmente venderá mais produtos do que outra com apenas 100.
Lembre-se, não importa o número de fãs que você tem no Facebook, e sim o engajamento.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br
Comentário de Desirée Lourenço*: “Juro que quando li a chamada “quanto vale um “Like” do Facebook?” fiquei impressionada e curiosa, afinal de contas, coneseguir colocar valor na interação seria muito difícil. Mas concordo com a maneira que ele terminou a matéria. “Lembre-se, não importa o número de fãs que você tem no Facebook, e sim o engajamento.” Já foi provado por números, casos de fail e muitas tentativas que o Facebook não é plataforma de venda, e sim de relacionamento. O preço de um like não deve ser calculado sozinho, mas pode vir atrelado a um possível preço de um “compartilhar” no seu post. As páginas das marcas na rede social, antes de tentar conquistar consumidor, precisam conquistar fãs. Clichê, eu sei. Mas verdade! Mas esse é o momento que você para e pensa. Um fã satisfeito, irá dar preferencia a sua marca na hora da compra. Seja no e-commerce, no f-commerce, ou andando no shopping e vendo a vitrine da sua loja. Vamos pensar em engajamento antes de venda, fãs e amigos antes de consumidores. O seu “Like” pode não ter um valor fixo para você hoje, mas no momento certo a pessoa que deu o Like vai se transformar em consumidor da sua marca.”
*Desirée Lourenço é aluna da 9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Meritocracia 2.0
03/10/12
Por Carlos Nepomuceno*
Estamos saindo de um ambiente intoxicado, no qual todos os canais de informação tinham um forte interesse naquilo que era veiculado sobre produtos e serviços, pois eram passíveis de serem anunciados. Ninguém ia “cuspir no prato em que comia”. A alta a taxa de interesse na informação circulante o que reduzia bastante a taxa de meritocracia social.

Mandei a seguinte frase para o Facebook:
Quando a taxa de circulação de ideias sobe, a da meritocracia acompanha e vice-versa.
E recebi como retorno de uma amiga:
“Será? Eu juro que quero muito acreditar.”
A ideia de acreditar é um ato de fé.
Como procuro ser um jornalista independente – e agnóstico – que gosta de propor provocações lógicas (que alguns podem chamar de filosóficas-científicas), vamos desenvolver um pouco o tema, a partir de argumentos e constatações visíveis a olho nu.
(O que espero aqui não é que acreditem, ou não, mas que considerem os argumentos consistentes ou que possam contra-argumentá-los.)
A Internet, como tenho dito aqui, rompeu um modelo secular de controle de ideias da mídia impressa e eletrônica, através do surgimento de novas fontes, por um lado, e a possibilidade do usuário poder apontar (e deixar registrado para os outros) aquilo que ele considera meritório.
Estamos saindo de um ambiente intoxicado, no qual todos os canais de informação tinham um forte interesse naquilo que era veiculado sobre produtos e serviços, pois eram passíveis de serem anunciados. Ninguém ia “cuspir no prato em que comia”.
As críticas de plantão, quando haviam, eram moderadas e feitas apenas por poucas pessoas.
O boca-a-boca era entre conhecidos e em ambientes locais.
A chegada do ambiente 2.0, a partir de 2004, permitiu, assim, o aumento da taxa de meritocracia, pois além do obrigatório clique, que veio desde o berço da Internet, passou a permitir, de forma fácil e de graça:
- - compartilhar;
- - curtir;
- - estrelar;
- - comentar;
- - em alguns casos como no Wiki (mudar);
- - entre outras colaborações participativas.
Note que temos com essa prática uma mudança RADICAL em relação à meritocracia passada, pois ao consumir o cidadão/consumidor pode (não necessariamente vai) avaliar e deixar um rastro (muito mais desinteressado do que no passado) para que outros possam saber o que achou da sua experiência.
O que era aceito, não sabido, desconhecido no passado, passou a vir para a luz do dia, aumentando o espaço de avaliação de mais gente por mais gente. Os ofertantes de produtos e serviços, em função desse novo ambiente mais aberto, precisa se readequar;
Estamos saindo, portanto, do marketing do controle, da repetição, do “enrolation” para o da conversa, do diálogo e mais focado em princípios.
Isso vale para todos os serviços e produtos, pois é essa a grande mudança do ponto de vista meritocrático que temos no novo mundo. E é o grande salto de qualidade que as organizações devem tomar internamente e externamente para criar inovação.
Hoje, qualquer produto/serviço está sujeito a ser identificado por:
- - mais clicados;
- - mais compartilhados;
- - mais curtidos;
- - mais estrelados;
- - mais comentados positivamente;
- - mais comentados negativamente;
- - mais blogados positivamente;
- - mais blogados netativamente;
- - e até mais wiki-modificados.
Cria-se com essa prática um conjunto de informações “não-oficiais” e não diretamente interessadas diretos na venda/apoio de conhecidos e de desconhecidos sobre um determinado produto, serviço, arquivo, pessoa, vereador, taxista, livreiro, cinema, hotel, restaurante, etc…

Ou seja, há um aumento radical da taxa de informação “não interessada” ou se preferirem “menos interessada” na/da sociedade, desintoxicando os canais de informações, que antes tinham uma alta taxa de interesse embutida, pois o canal que informava era o mesmo que vendia anúncios.
Esse aumento de troca entre conhecidos e desconhecidos nos leva a um aumento da transparência e necessariamente a um aumento da meritocracia, reduzindo bastante o espaço de determinadas sombras existentes.
Antes da Internet, um músico, por exemplo, só poderia chegar a um reconhecimento nacional se passasse por alguns filtros das gravadoras, que tinham lá seus interesses, critérios, parentes, etc.
O tempo de “a” início da luta pelo reconhecimento nacional para “b” reconhecimento era longo e penoso.
Hoje, continua-se podendo ser alçado por gravadoras mais tradicionais, mas cada vez mais novos músicos passam pelo critério do próprio público, através de lançamentos, via rede, em muitos casos conseguindo sobreviver só com seus fãs diretamente, reduzindo o tempo entre“a” e “b”.
Isso pode ser medido, basta promover pesquisas.
Exemplos?
- A Folha de São Paulo contratou uma nova leva de colunistas que vieram dos blogs;
- Os novos humoristas que hoje fazem sucesso (Marcelo Adnet como grande representante) vieram todos do Youtube.
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Nada aponta que isso vá se reduzir, ao contrário, vai aumentando, pois é de lá que a nova geração reconhece novos talentos.
(E já criando a cultura de reconhecimento de nicho e não mais a necessidade de reconhecimento nacional, como um critério de “sucesso”.)
Digamos que uma sociedade consegue melhorar seus produtos e serviços, através da troca desinteressada e constante entre pessoas que não tenham interesses individuais envolvidas na informação que circula e é compartilhada.
E aí se pode argumentar, como saiu no Globo ontem, “Muito cuidado com o “boca a boca” virtual” de que essa meritocracia 2.0 já tem um conjunto de gente contratada para manipular os dados na Internet.
Sim, essa será uma reação para todos aqueles que querem, ao invés de adotar novas práticas, tentar manter o modelo passado, o que, aliás, é humano.
Porém, os ambientes 2.0 já estão exigindo um novo tipo de mentalidade, metodologia e tecnologias que devem procurar – cada vez mais – aprender com os erros para evitar a manipulação.
O ser humano não está ficando bom com a Internet, mas apenas tendo que parecer muito melhor do que é em função da nova pressão exercida. Essa nova pressão e esse fingir que é bom acaba fazendo que a pessoa adote com o tempo a prática por costume, o que leva a um novo patamar humano. Foi assim no passado, por exemplo, com o fim da escravidão.
Por fim, podemos destacar que o trabalho principal do Google ao melhorar seu algorítimo, por exemplo, criando normas e formas de evitar que mudanças nos códigos nas páginas – não meritocráticas – as elevem ao topo.
Ou seja, a velha e eterna luta entre os interesses coletivos x o individuais.
Essa é a metodologia 2.0 em ação para garantir que a taxa de meritocracia continue alta e subindo, até que um grupo consiga formas de se controlar as ideias desinteressadas circulantes.
Aí podemos ter de novo a taxa caindo em um eterno ciclo de sobe e desce.
Por aí, que dizes?
*Carlos Nepomuceno é professor de Conversão 2.0 na pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
As 10 marcas que mais movimentaram redes sociais em agosto
21/09/12
Veja quem melhor conseguiu engajar fãs e seguidores no Facebook, YouTube e no Twitter no mês passado
Durante o mês de agosto, 20 milhões de fãs passaram a seguir uma marca no Twitter, noFacebook ou no YouTube, de acordo com oindexSocial, ferramenta de monitoramento das redes sociais. A porcentagem representa um aumento de 15% em comparação com o mês anterior.
Respondendo por 32% das interações de todo mercado monitorado, Brahma Futebol voltou a ocupar o primeiro lugar do ranking de engajamento, posição que havia perdido em junho para Guaraná Antarctica.
Brahma Futebol concentra os dezessete perfis da Brahma associados a Flamengo, Botafogo, Vasco, Fluminense, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Santa Cruz, Náutico, Sport, Bahia, Vitória, Corinthians, Santos, Palmeiras, Ponte Preta, Portuguesa e São Paulo.
Das 10 campeãs de engajamento, seis são perfis de cervejas.

1. Brahma Futebol: 32,1%. Crescimento de 2,6% em relação a julho/2012

2. Guaraná Antarctica: 7,5%. Queda de 33% em relação a julho/2012

3. Skol: 6,3%. Crescimento de 2,6% em relação a julho/2012
4. Cerveja Bohemia: 2,5%. Crescimento de 1,3% em relação a julho/2012

5. Stella Artois Brasil: 2,3%. Crescimento de 1,4% em relação a julho/2012

6. Cerveja Antarctica: 2,2%. Crescimento de 2,2% em relação a julho/2012

7. Halls: 2,1%. Crescimento de 0,3% em relação a julho/2012

8. Chiclets: 1,8%. Crescimento de 0,6% em relação a julho/2012

9. Chocolate Bis: 1,5%. Crescimento de 1% em relação a julho/2012

10. Budweiser Brasil: 1,5%. Crescimento de 0,4% em relação a julho/2012
Fonte: http://exame.abril.com.br
Loja virtual “Visou” xinga cliente pelo Facebook
12/09/12
No início da tarde, a empresa publicou uma retratação pública em sua fan page, em que assume o erro e pede desculpas


São Paulo – A reprodução de uma diálogo pelo Facebook entre a jornalista Nina Gazire e a loja virtual “Visou” está circulando pela internet por causa do tratamento dado pela loja à cliente, que reclamava da demora na entrega de um produto comprado.
Nina Gazire entrou em contato com a “Visou” pela fan page da empresa na rede social no último domingo, depois de aguardar sem sucesso pela entrega de um anel adquirido na loja virtual.
Após questionar o atraso na entrega do produto, a cliente recebeu como resposta uma série de xingamentos e ofensas e, por fim, o atendente da loja disse que não enviaria o produto à consumidora. Como resposta, Nina disse que procuraria meios judiciais para resolver o caso.
Com cerca de 14 mil fãs, a página da Visou no Facebook foi criada em 2012 e mostra os cariocas Tatyele Lopes, Richard Ferrari e Natasha Souto como donos. Sem texto de descrição e informações de contato, o perfil mostra apenas o link para a loja virtual, fora do ar neste momento.
No início da tarde, Nina Gazire atualizou sua timeline no Facebook com a reprodução de um pedido de desculpas enviado por Natasha Souto, uma das donas da empresa. Na mensagem, Natasha afirma que a troca de mensagens entre a cliente e a loja foi apagada pelo responsável pelas administração da página no Facebook, já demitido, e pede a Nina que, se possível, encaminhe uma cópia.
Além de contar a história da fundação da loja, Natasha explica na carta que ela e o sócio Richard Ferrari estiveram distantes do negócio “por conta de mudanças estruturais” no estoque, motivo pelo qual haviam instruído um funcionário a responder as mensagens da fan page da empresa, mas não contavam com o “despreparo do rapaz”.
“Começamos a vender online há cerca de 2 anos por conta de uma doença que nossos irmãos gêmeos possuem (esclerose lateral amiotrófica), e fundar a Visou foi a forma de ajudar o Iuri e o Breno, considerando que não somos ‘PAItrocinados’ como muitos jovens de 20 anos por aí, e pagamos cada grão do arroz que consumimos diariamente”, diz ela. “Somos uma empresa nova e precisamos dela para viver”, completa.
Natasha termina a mensagem oferecendo um gift card a Nina e pedindo que “reconsidere”.
Por volta das 13h de hoje, a Visou também publicou em sua fan page no Facebook uma retratação pública, assinada em nome da loja e de Guilherme Souza Castro. A mensagem já passa de 500 compartilhamentos e mostra cerca de 2 mil comentários. A seguir, leia a nota, na íntegra.
“Eu, Guilherme Souza Castro, Solteiro, Brasileiro, e responsável pela atitude de causar desconfortos verbais e informação inverídica ocorrida no dia 9 do mês de setembro de 2012, em nome de toda a equipe Visou, desejo por meio desta retratação pública, pedir desculpas Marina Gazire Lemos. Cabe acrescentar que o reembolso foi efetuado no mesmo dia (09/09), e a cliente pode confirmar isso.
Reitero publicamente, com a consciência de que atos como estes jamais se repitam. Reconheço ainda não serem verdadeiras as afirmações realizadas e que agi fora de minha razão. Serve a presente nota de desagravo para restabelecer a verdade de idoneidade e honra do ofendido e de seus familiares. Nos desculpamos também com o público em geral.
Atenciosamente
Guilherme Souza Castro e Visou”
Entre os comentários deixados por usuários do Facebook no post com a retratação da loja, muitos questionam a semelhança entre a mensagem e uma retratação pública feita pelo jornal “O Alto Acre”, em junho de 2010.
Procurada por EXAME.com, a loja não respondeu até o momento.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Comentário IGEC: Casos como estes ilustram bem a seriedade necessária ao se desenhar um sistema de prestação de serviços. Serviços ainda constituem uma atividade intensiva em mão-de-obra, onde os processos operacionais precisam ser planejados considerando-se todos os contatos que ocorrerão entre clientes e colaboradores. Ao reconhecerem que os clientes existentes são um ativo valioso, os gestores precisam desenvolver procedimentos eficazes para a recuperação de serviço após experiências insatisfatórias (ou mesmo desastrosas). Alguns erros são comuns na delicada tarefa de recuperar os cliente insatisfeitos, algumas empresas não investem o suficiente em ações que evitariam problemas de serviço ou então dificultam o processo de reclamação e feedback. Para recuperar falhas de serviços é preciso mais do que expressões respeitosas de determinação para resolver quaisquer problemas que possam ocorrer, é preciso compromisso, planejamento e diretrizes claras. Procedimentos eficazes de recuperação de serviços devem ser proativos, planejados, treinados e fortalecidos.
Se a retratação pública da Visou foi bem desenhada e eficaz? Deixo a questão para vocês, o que fariam de diferente?
Promoções em Redes Sociais – Estudo de caso da marca de Pom Pom
10/09/12
Artigo escrito por Fabiana Lira, Lilian Calmon e Marcelo Collin, alunos da 10a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Este trabalho tem como objetivo analisar a importância do cumprimento da regulamentação de promoções comerciais realizadas no âmbito do Facebook e do Twitter, tendo como base a Portaria nº 41 de 19/02/2008 e as diretrizes de promoção de cada uma das redes sociais. Para o estudo de caso, foi escolhido o “Concurso Cultural – Mostre ao mundo o amor pelo seu bebê” realizado pela marca de fraldas Pom Pom entre maio e julho de 2012.
Como destaca RAMALHO (2010)[1], os avanços da tecnologia permitiram que a prática de socializar, formar grupos e trocar informações ocorresse de forma muito rápida e em escala global. O impacto disso na vida das pessoas é significativo e, por isso, as empresas precisam acompanhar tal mudança. De maneira resumida, elas podem se beneficiar das mídias sociais de quatro formas: marketing (pesquisa de mercado e promoção e vendas); relacionamento com clientes (o CRM Social); assistência ao consumidor; e relações públicas.
Embora cresça o uso das redes sociais como meio para a conquista de novos fás/curtidores/seguidores, ainda não há uma legislação para padronizar as ações no mundo “online”. Nesse contexto, o sócio-diretor da DigiPronto, Cristiano Miano[2] , diz que as marcas devem usar a legislação do mundo “offline” para agir da maneira adequada. “O mercado só amadurecerá e as promoções evoluirão após a regulamentação. Isso permitirá mais confiança das empresas nos investimentos nesta modalidade e, conseqüentemente, maiores e mais interessantes serão as promoções”.
Em termos de legislação referente a promoções, tem-se a Lei 5.768/71, regulamentada pelo Decreto 70.951/72, que prevê a possibilidade de realização de distribuição gratuita de prêmios, nas modalidades de sorteio, vale-brinde ou concurso, a título de propaganda e, em regra, mediante autorização.
Segundo o art. 1º da Medida Provisória nº 2.216-37, de 31 de agosto de 2001, convertida na Lei 10.683/03, a competência para autorizar previamente a distribuição gratuita de prêmios é da Caixa Econômica Federal (CEF) ou da Secretaria da Administração Econômica do Ministério da Fazenda (SEAE/MF) quando a Caixa ou outra instituição financeira for parte interessada.
Excepcionalmente, não será necessária a referida autorização, nos termos do art. 3º, da Lei 5.768/71: sorteio realizado diretamente por pessoas jurídicas de direito público tendo como finalidade auxiliar a fiscalização e a arrecadação de tributos da sua competência; e concursos de caráter exclusivamente cultural, artístico, desportivo ou recreativo.
A realização deve obedecer à Lei nº 5.768/71, ao Decreto nº 70.951/72 e à Portaria 41/2008 e será regido por um regulamento. Conforme o artigo 2º, da Portaria nº 41/08, as campanhas promocionais podem ser realizadas nas seguintes modalidades: sorteio, vale-brinde, concurso e modalidades assemelhadas[3].
No mundo “online”, cada mídia social tem criado suas regras para a realização de promoções. O Twitter, rede social de “micro-blogging”, estabelece orientações simples de como realizá-las de acordo com suas regras como o não incentivo à criação de várias contas e o envio repetido de um mesmo “tweet”, a inclusão no “” de uma @resposta ou @menção para facilitar a visualização dos competidores o incentivo ao uso de temas relevantes no concurso (marcadores #)[4].
Já a rede social do Facebook tem sua própria política de promoções e o seu descumprimento pode causar a remoção da página. Por exemplo, a ação deve rodar num aplicativo ou aba, não é possível utilizar recursos ou funcionalidades da rede como mecanismo de votação (curtir, comentar e/ou compartilhar) e é preciso deixar claro que o Facebook não endossa a ação, sendo as informações prestadas à marca/empresa[5].
Estudo de caso da marca de Pom Pom
Segundo o editor executivo do Mundo do Marketing, Bruno Mello, cresce a cada dia o número de empresas promovendo ações de Marketing nas redes sociais.
“Elas reconheceram a importância de manter contato com seus clientes e potenciais consumidores no ambiente digital, mas ainda não perceberam o principal: não há como se relacionar com as pessoas se não por meio da conversa. Muitas levam para os canais sociais o velho hábito da mídia tradicional e de massa: fazer promoção e deixar as pessoas falando sozinhas.”[6]
Todos, consumidores e empresas, estão começando a aprender a lidar com as redes sociais. Optar pela aceitação do erro, e pelo empenho em consertá-lo, tem se mostrado como a melhor alternativa para os dois lados.
Do caso:
A Pom Pom, marca de fraldas descartáveis, promoveu um concurso cultural no Facebook chamado “Mostre ao mundo o amor pelo seu bebê”, no período de 2/05/2012 a 2/07/2012, em que qualquer pessoa poderia mandar uma foto com o seu bebê, e as três fotos mais ‘curtidas’ na rede social levariam prêmios, entre eles, 6 meses de fraldas Pom Pom.
Entre as fotos tradicionais de bebês – crianças – duas pessoas inscreveram no dia 2/05/2012, seus animais de estimação: Léo, um gato, e Bruce, um cachorro, ambos com deficiências físicas que os tornam usuários de fraldas descartáveis 24 horas por dia, sete dias por semana.
As fotos foram aprovadas pelos moderadores do concurso e foram pra votação. Em vista disso, elas se tornaram as mais curtidas da página.
Na noite do dia 21/05, a Pom Pom publicou uma nota em sua página, comunicando que as duas fotos foram retiradas e desclassificadas, pois as fraldas da marca não seriam para animais, e sim, para humanos.
A partir daí a crise foi instalada. Alguns internautas foram a favor, porém a grande maioria foi contra a decisão.
Essa publicação foi apagada pela Pom Pom, com todos os comentários gerados. Logo uma nova publicação foi postada, na madrugada do dia 22/05, e continuou contando com a revolta dos usuários.
Um grupo se formou e criou paralelamente outra página no Facebook – “Não compre Pom Pom”, em que expunham a posição contra a decisão da empresa e divulgavam a história de outros animais que precisam de fraldas, em função de suas deficiências.
Além disso, também criaram a hashtag #naocomprepompom pra levar a discussão para o Twitter, mais uma rede social a divugar o caso.
Após tudo isso, a Pom Pom voltou a se pronunciar em sua página no Facebook, mas dessa vez, anunciando que se comoveu e resolveu doar mil fraldas para cada um dos animais.
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Dos erros cometidos
O regulamento (Anexo I) apresentava a seguinte redação com relação a participação:
4) Para participar, o interessado deverá preencher o cadastro na página Oficial de Pom Pom do Facebook www.facebook.com/Pompomfraldas, e enviar uma foto com o bebê. O criador da foto com o maior número de “curtir” terá direito ao prêmio referido na Cláusula 9, descrita mais adiante.
7) As imagens dos participantes passarão por uma moderação, na qual as que não estiverem de acordo com o regulamento serão imediatamente desclassificadas. As imagens aprovadas ficarão disponíveis na página Oficial de Pom Pom no Facebook, onde serão julgadas e avaliadas pelos próprios usuários do Facebook.”
No regulamento do concurso não havia nenhum impedimento ou restrições referentes aos participantes, sendo eles animais ou não.
Os moderadores deveriam ter desconsiderado as fotos imediatamente, sem publicá-las, o que evitaria que fossem dispostas à votação.
A publicação original e os comentários surgidos por causa dela, não poderiam ter sido apagados, pois traduz má fé por parte da empresa.
Por mais que saibamos que as fraldas Pom Pom são feitas para crianças, muitos donos de animais findam utilizando, como meio alternativo, estes produtos em seus filhotes.
A sociedade mudou muito e seu comportamento também. O fato das pessoas se relacionarem afetivamente com seus bichinhos e os considerarem verdadeiros bebês, precisava ter sido previsto e levado em consideração.
Assim como no mundo “offline”, os profissionais da área de comunicação precisam estar atentos ao cumprimento da regulamentação de promoções no ambiente “online” e devem buscar a ajuda de uma equipe jurídica para esclarecer as dúvidas que surgirem.
A comunicação da empresa, apesar de ter agido rápido, cometeu falhas costumeiras que poderiam ter sido evitadas. Houve falta de clareza no regulamento, falha na moderação e discurso pouco convincente.
Quando se cria uma ação, é preciso pensar em todas as alternativas e deixá-las bem claras.
Das obrigatoriedades legais
Segundo o Código do Consumidor:
SEÇÃO III Da Publicidade
Art. 36. A publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal.
Art. 38. O ônus da prova da veracidade e correção da informação ou comunicação publicitária cabe a quem as patrocina.
A importância no trato do conteúdo divulgado se enquadra também na seguinte portaria:
Portaria 41, de 19/02/08, do Ministério da Fazenda:
IV – Concurso – modalidade de promoção comercial mediante concurso de previsões, cálculos, testes de inteligência, seleção de predicados ou competição de qualquer natureza. Exige-se que se garanta pluralidade de concorrentes e uniformidade nas condições de competição.
Não há um dever legal, imposto ao fornecedor, de anunciar seus produtos e serviços. O que existe, sim, é uma obrigação de informar positivamente o consumidor a respeito do que torna público.
A publicidade, então, não sendo dever, é direito, só que direito exercitável à conta e risco do anunciante. Por conseguinte, a lei não pune a carência de publicidade, mas somente a existência de publicidade que traduza uma má ou insuficiente informação.
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Do direito de informação do consumidor
O direito de informar é basicamente uma prerrogativa conferida pela Constituição Federal. A informação, ou melhor, o direito de informação, na Constituição Federal pode ser contemplado sob três espécies: o direito de informar; o direito de se informar; o direito de ser informado.
Sem uma informação adequada, o consumidor não tem condições de manifestar sua vontade, seja na aquisição de algum produto, seja na contratação de serviços ou numa simples participação em um concurso cultural..
O direito de ser informado nasce, sempre, do dever que alguém tem de informar. A Lei n. 8.078/90 impõe ao fornecedor o dever de informar.
O contrato, sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor, deve ser visto integralmente abrangendo, inclusive, a fase pré-contratual. Praticamente, tudo que é dito e anunciado por meio de oferta verbal, recibos, pré-contratos e publicidade já possui efeitos em relação ao fornecedor.
O Dever de informar, na sistemática implantada pela lei, o fornecedor está obrigado a prestar todas as informações acerca do produto e do serviço, suas características, qualidades, riscos e preços, de maneira clara e precisa. Falhas e omissões não são admitidas.
Em suma, a informação passou a ser componente necessário do produto e do serviço, que não podem ser oferecidos no mercado sem ela.
Trata-se de um dever exigido mesmo antes do início de qualquer relação. Não basta apenas o cumprimento formal da informação pelo fornecedor, para se caracterizar como satisfeitas as informações repassadas, mas também, pela capacidade de percepção e entendimento do consumidor, com relação a esta informação.
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Caso similar de falha no monitoramento de redes sociais: Arezzo
Há pouco tempo, as redes sociais foram armas importantes nas mãos dos defensores de animais para protestarem a respeito do lançamento da coleção da Arezzo Pelemania, que usava peles de alguns animais.
A empresa cometeu inúmeras falhas referentes à comunicação e por isso trincou a imagem da marca.
Quando uma marca está inserida nas redes sociais, o monitoramento deve ser constante e, no caso dela, deveria ser mais frequente ainda, visto que ela estava lançando uma nova coleção. Independente de a coleção ser feita com pele de animais, era obrigação da marca monitorar o que as pessoas estavam falando, colher as opiniões dos leitores e usar isso a favor.
Devido ao despreparo para administrar crises deste porte, a empresa, assim como no caso da Pom Pom, findou apagando os comentários dos internautas, falha grande, pois a partir do momento que a marca fez isso, ela os motivou a buscarem outras formas de expor suas opiniões.
Ao contrário da empresa Pom Pom, a Arezzo demorou a se pronunciar sobre o caso em público e nem ao menos recorreu às redes sociais para mostrar sua opinião ou sua posição referente ao assunto.
Por fim, a marca retirou a coleção das lojas, e postou no Facebook um comunicado, em que pede opinião aos internautas a respeito do que a empresa deveria fazer para tentar reverter a imagem negativa que deixou.
Anexo I – Do regulamento
Regulamento Concurso Cultural
“Mostre ao mundo o amor pelo seu bebê”
1) No período de 02/05/2012 a 02/07/2012 será realizado o concurso cultural “Mostre ao mundo o amor pelo seu bebê.” promovido pela Hypermarcas S.A., inscrita no CNPJ/MF sob nº 02.932.074/0001-91, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Nova Cidade, 404, Vila Olímpia, CEP.: 04.547-071.
2) Este concurso tem caráter exclusivamente cultural, não estando subordinado a nenhuma modalidade de álea ou pagamento por parte dos concorrentes para aquisição de produtos ou serviços, nos termos do art. 30 do decreto 70.951/72.
3) Poderá participar do concurso qualquer pessoa física, residente e domiciliada no Brasil. Estão impedidos de participar do presente concurso qualquer funcionário, diretor e/ou sócio controlador da empresa promotora do concurso.
4) Para participar, o interessado deverá preencher o cadastro na página Oficial de Pom Pom do Facebook www.facebook.com/Pompomfraldas, e enviar uma foto com o bebê. O criador da foto com o maior número de “curtir” terá direito ao prêmio referido na Cláusula 9, descrita mais adiante.
4-a) Não serão consideradas válidas imagens enviadas via Correios ou qualquer outra forma que não seja pelo cadastro no site acima discriminado.
4-b) Os cadastros devem ser feitos, obrigatoriamente, pelo site referido no caput desta Cláusula, das 17hs do dia 02/05/2012, até às 12h00 do dia 02/07/2012.
4-c) As imagens deverão ser enviadas em formato eletrônico e ter no máximo 300kb de tamanho, em uma das seguintes extensões de arquivo: .bmp; .jpg; .jpeg; .gif; .png;. Assim sendo, as imagens que forem enviadas fora desta especificação serão desconsideradas.
4-d) Serão consideradas válidas apenas fotografias.
5) As inscrições que estiverem com dados pessoais insuficientes para identificação do participante ou que apresentarem termos ou imagens contrários aos bons costumes ou à moral serão desclassificadas.
5-a) TAMBÉM SERÃO INVALIDADAS AS INSCRIÇÕES CUJAS IMAGENS CONTENHAM A EXPRESSÃO “Pom Pom” OU OUTRA EXPRESSÃO DE CUNHO COMERCIAL, QUE POSSAM CARACTERIZAR A DIVULGAÇÃO DO NOME OU DAS MARCAS DE PRODUTOS RELACIONADOS À EMPRESA PROMOTORA DESTE CONCURSO, SOB PENA DE IMEDIATA DESCLASSIFICAÇÃO.
6) Os dados dos participantes, informados no cadastro, serão utilizados exclusivamente para a identificação e localização dos ganhadores, em atendimento ao disposto no artigo 4º, parágrafo 2º, da Portaria nº 184/2006.
7) As imagens dos participantes passarão por uma moderação, na qual as que não estiverem de acordo com o regulamento serão imediatamente desclassificadas. As imagens aprovadas ficarão disponíveis na página Oficial de Pom Pom no Facebook, onde serão julgadas e avaliadas pelos próprios usuários do Facebook.
7-a) Os usuários do Facebook farão a seleção da melhor imagem.
7-b) Em caso de empate, conforme critério especificado no item 4 supra, prevalecerá a imagem que primeiro alcançou o número de votos (“curtir”) respectivo.
Os criadores das 3 melhores imagens terão direito aos seguintes prêmios respectivamente:
8-a) 1º lugar: 1 (uma) Filmadora Sony (Filmadora Flash Memory DCR-SX20 c/ 50x Zoom Óptico e LCD 2.7″), 6 (seis) meses de fraldas Pom Pom Top Confort Grátis (6 fardos de fralda Top Confort Mega) e 1 (uma) bolsa exclusiva Pom Pom Top Confort;
8-b) 2º lugar: 1 (uma) câmera digital Sony (Cyber Shot DSC-W510 12.1MP c/ 4x Zoom Óptico, Foto Panorâmica, LCD 2.7″ e Bateria Recarregável + Memory Stick 4GB) , 6 (seis) meses de fraldas Pom Pom Top Confort Grátis (6 fardos de fralda Top Confort Mega) e 1 (uma) bolsa exclusiva Pom Pom Top Confort;
8-c) 3º lugar: 3 (três) meses de Fraldas Pom Pom Top Confort Grátis (3 fardos de fralda Top Confort Mega) e 1 (uma) bolsa exclusiva Pom Pom Top Confort.
9)Em até uma semana (07 dias corridos) após a data do encerramento do concurso, os titulares das imagens vencedoras serão comunicados por telegrama ou por e-mail, com informação sobre como e quando receberão seus prêmios.
9-a) Em nenhuma hipótese o prêmio será convertido em dinheiro ou em qualquer outra mercadoria, produto ou serviço.
9-b) Na eventualidade de qualquer participante ganhador ser menor de idade, o seu responsável legal deverá comprovar tal condição para receber o prêmio em seu nome.
9-c) Os prêmios só serão atribuídos aos ganhadores após a verificação do cumprimento de todas as regras e do presente Regulamento do concurso, sendo desclassificados aqueles participantes que não os cumprirem integralmente.
9-d) Caso algum prêmio não seja reclamado no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias, contados da data da divulgação dos ganhadores, caducará o direito do respectivo titular.
9-e) Na ocorrência de falecimento do ganhador antes da entrega do prêmio, os respectivos herdeiros farão jus e receberão o prêmio de acordo com a legislação vigente, desde que exercido tal direito dentro do prazo previsto neste Regulamento e desde que seja apresentada a devida documentação que os legitime.
10) Os participantes declaram ser titulares exclusivos dos direitos autorais incidentes sobre as imagens por eles elaboradas, assumindo plena e exclusiva responsabilidade pela imagem criada, por sua titularidade e originalidade incluindo, sem limitação, responsabilidade por eventuais violações à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem de qualquer pessoa, a deveres de segredo, à propriedade industrial, a direito autoral e/ou a quaisquer outros bens juridicamente protegidos, eximindo a promotora de qualquer responsabilidade relativa a tais fatos, aspectos, direitos e/ou situações, devendo ainda mantê-la a salvo de todos os pleitos, demandas, despesas, obrigações, processos e inquéritos contra ela ou que a envolva, devido a resultados ou decorrências de suas eventuais práticas indevidas.
11) Os participantes cedem, desde já, pela participação no concurso, os direitos autorais que possuem sobre as imagens encaminhadas, sem qualquer ônus e em caráter definitivo, para qualquer tipo de utilização, publicação, reprodução por qualquer meio e técnica, especialmente na divulgação do resultado do concurso, nos termos do artigo 29, da lei 9.610/98 – Lei de Direitos Autorais, tendo plena ciência de que eles não serão devolvidos após o término do Concurso Cultural.
12) Os ganhadores, desde já, autorizam o uso de seu nome, som de voz e imagem, sem qualquer ônus, pelo prazo de 1 (um) ano, seja em mídia impressa, eletrônica, televisiva ou marketing direto, da forma que melhor aprouver à Hypermarcas.
13) Ao inscrever-se para participar neste concurso, nos termos deste regulamento, o participante automaticamente reconhecerá e aceitará expressamente que a promotora não é responsável nem pode ser responsabilizada por qualquer dano ou prejuízo oriundo da participação neste concurso ou da eventual aceitação do prêmio.
14) Eventuais casos omissos ou dúvidas suscitadas no decorrer do concurso serão resolvidos pela Comissão Julgadora, cujas decisões são irrecorríveis.
15) A participação no presente concurso implica no total reconhecimento e aceitação das condições estabelecidas neste regulamento.
Anexo II – Das telas do Facebook
- Fanpage Pom Pom
- Post sobre a desclassificação
- Post sobre a doação de fraldas aos desclassificados
- Fanpage criada por participantes do concurso cultural
[1] RAMALHO, José Antônio. Mídias sociais na prática. Rio de Janeiro: Campus-Elsevier, 2010.
[2] PROMO INSIGHTS. Universo on-line promocional necessita de cuidados especiais. Disponível em: <http://www.promoinsights.com.br/materias/detalhes.asp?mat_id=177>. Acesso em: 26 ago. 2012.
[3] FACIAP, Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de São Paulo. Manual das campanhas promocionais – distribuição gratuita de prêmios. 2011. Disponível em: <http://www.faciap.org.br/portal/noticias/manual-das-campanhas-promocionais/>. Acesso em: 26 ago. 2012.
[4] Diretrizes para Concursos e Promoções no Twitter. Disponível em:
<https://support.twitter.com/articles/317864-diretrizes-para-concursos-e-promocoes-no-twitter>. Acesso em: 20 ago. 2012.
[5] Diretrizes das promoções no Facebook. Disponível em: <http://www.facebook.com/page_guidelines.php#promotionsguidelines>. Acesso em: 18 ago. 2012.
[6] Mello, Bruno. Marcas confundem promoção com relacionamento nas redes sociais. Disponível
em: <http://www.mundodomarketing.com.br/canais/editorial/23882/marcas-confundem-promocao-com-
relacionamento-nas-redes-sociais.html>. Acesso em: 10 ago. 2012.
Storytelling: E se você usasse o Facebook como memória?
06/08/12
Por Lucas Pereira
O Facebook resolveu promover uma de suas ferramentas, o “People You May Know” através do Storytelling: A funcionalidade que recomenda pessoas para você seguir ou adicionar a sua lista de amigos, não é bem vista por todos e precisava mostrar a sua utilidade. Para isso foi feito um vídeocontando a história de um indiano que, após dormir, esquece tudo que viveu no dia (sim, como a Drew Barrymore em “Como se Fosse a Primeira Vez”), e usa o Facebook como a sua memória.
Facebook Stories: People You May Know
Lembrete: O vídeo tem legendas em português, basta você ativá-las.
Se o Facebook tivesse feito um vídeo listando as características da ferramenta, mostrando possibilidades hipotéticas de como ela poderia ser útil, os usuários se perguntariam “Como ela pode ser relevante pra mim?”. E se demorassem para encontrar uma resposta, logo desistiriam de pensar sobre o assunto.
Contando uma história, o Facebook conseguiu fazer com que a ferramenta mostrasse que é realmente útil, e que pode ser relevante para alguém. E isso faz com que as pessoas atingidas pelo vídeo, também se perguntem “Será que ela, também, pode ser relevante pra mim? Será que ela pode proporcionar uma experiência tão importante pra mim, quanto para ele?”.
E essa é uma pergunta muito importante para preceder o “Como”, pois ela estimula a pessoa a pensar em histórias que ela poderia viver. E essa “fantasia” vai fazer com que ela pense no assunto por mais tempo, e de forma mais emocional e menos racional, aumentando as chances dela usar a ferramenta, porque ela vai querer usar… Vai querer viver uma história tão “importante” quanto aquela que ela viu.
O Storytelling permite que as pessoas vejam um “exemplo prático” do que o produto promovido pode oferecer. Por isso eu achei tão bom esse vídeo… Comecei a imaginar se eu poderia viver uma história tão importante, através do uso do “People You May Know”. E passei a ver essa funcionalidade, que por muitas vezes é irritante, com outros olhos.
E você? Foi tocado pelo vídeo? Gosta da ferramenta, ou passou a gostar?
Fonte: http://comunicadores.info/2012/08/04/storytelling-facebook-memoria/
Marcas só conquistam o Olimpo quando se tornam mitos
25/07/12
Por Flavio Cordeiro
O que marcas têm a ver com mitologia?
Muito é a minha resposta, mas a resposta não é simples nem curta.
Há muita mitologia no dia a dia, tão incorporada à nossa cultura, que nem sequer percebemos. Há mitologia aonde quer que exista uma narrativa, mais ou menos fantástica, que dê algum significado às necessidades espirituais humanas, rituais que revivam experiências marcantes e símbolos que ajudem a fixar na memória essa narrativa.
Nossa sociedade, científica e racional, dessacralizou os mitos. Ninguém mais acredita neles, eles simplesmente perderam a função e deixaram de existir, certo? Errado! Os dramas humanos pouco se alteraram em muitos milênios: continuamos a temer a morte, a nos emocionar com o milagre do nascimento e assim como nossos ancestrais, vivemos a insegurança das transições da vida, com toda a dramaticidade dos ritos de passagem. Flertamos com pulsões e vícios, duelamos com a natureza, somos assombrados por tsunamis, erupções vulcânicas e enchentes, como o mais primitivo dos povos e isso, apesar de toda a ciência. Segundo Joseph Campbell, os mitos têm auxiliado a humanidade ao longo dos tempos a conferir sentido aos arranjos, nem sempre racionais, da nossa existência.
Nosso vocabulário é testemunha da importância dos mitos para explicar os dilemas humanos. Ele esconde muitos temas mitológicos: narcisista (Narciso), hermético (Hermes), erótico (Eros), psicológico (Psiquê), afrodisíaco (Afrodite), Dionisíaco (Dionísio), hercúleo (Hércules), Cronológico (Cronos), Pânico (Pan), Hipnotizado (Hipnos), Ecologia (Eco): a lista é riquíssima.
A mitologia se oculta também no repertório iconográfico da humanidade: das religiões (que ressurgiram com força no final do século XX e início do século XXI), das culturas nacionais, que hoje se opõem fortemente à uniformização da Globalização. A mitologia se esconde igualmente nas subculturas urbanas, pois são elas que fornecem o abundante material antecipador das tendências que serão paulatinamente incorporadas pelo mundo das marcas e lentamente digeridas pelo mercado de consumo (Hip Hop, Emos, Neo-Hippies, Góticos, Frequentadores da Raves, Geeks, Patricinhas, Funkeiros, Skatistas, Surfistas, Operadores do Mercado Financeiro, etc.).
O mundo do consumo apreende os ícones das subculturas urbanas. Estas, por sua vez, bebem abundantemente na fonte da mitologia, e logo vemos a releitura da iconografia mitológica sendo projetada na arte, na música, no cinema, nas camisetas, bolsas, capas de celular e sapatos.
Os temas mitológicos clássicos povoam as capas das revistas, como uma sombra por trás dos “Reis” dos negócios da Forbes, nos “Magos” da Tecnologia da Wired, dos “Heróis” do Cotidiano da Times, nas “Musas” da Playboy e a lista continua. Essas pessoas nada mais fazem do que repetir à exaustão temas mitológicos. Mudam os rostos, sai o preto e branco, entra o colorido, mas o papel é rigorosamente o mesmo.
As marcas só conquistam um lugar no Olimpo dos consumidores quando se transformam em mitos. Quando entram para o Panteão das Marcas Mitológicas como fizeram Coca-Cola, Apple, Walmart, Facebook, Microsoft, Google, Ford, Petrobras, Luis Vuiton, Prada, Chanel, Orient Express, Rolex, HStern, Adidas, Mercedes e um número muito reduzido de outras. É só então que conseguem escapar ao filtro da razão e exercer o papel compensatório, exclusivo dos mitos.
E o que as torna “marcas-mito”? Segue uma lista incompleta de razões:
1 – Uma saga heróica reconhecida e bem contada (Jonny Walker, Petrobras, Amazon, Casas Bahia);
2 – Um “mito de origem” geográfico (Prada, Mido, L’Occitane, Água de Petrópolis, Cachaça de Salinas, Café Colombiano);
3 – Uma série de histórias mais ou menos fantásticas reforçadas por rituais através dos tempos. (Walmart, Apple, Facebook);
4 – Um “pai” ou “mãe) fundador à frente de seu tempo, que ganha dimensão mitológica (Steve Jobs, Michel Bloomberg, Luiza Trajano);
5 – Pátina (Luis Vuiton, Hèrmes, Leite de Rosas, Granado);
6 – A invenção e contínua reinvenção do futuro como mantra (Google, 3M, Intel, IBM);
7 – A reinvenção do Eden sob forma de loja ou lugar-físico ou virtual (Apple Store, Starbucks, Facebook, E-Bay, Livraria Cultura, ClubMed);
8 – Uma visão altruísta de mundo (Natura, BodyShop, Patagônia);
9 – Uma projeção patriarcal de força e poder (Rolex, Mercedes, Armani, Charutos Cubanos, HP 12C, EBX);
10 – Oferta Dionisíaca de Prazer e Luxúria (Victoria’s Secret, Dolce Gabana);
11- Um artefato que auxilia magicamente na superação de obstáculos ou uma atitude incansável de superação (Nike, Adidas, Gatorade, UFC);
12 – Bárbaros e Rebeldes (Virgin);
13- Uma combinação de um ou mais desses elementos.
Mais uma vez, Joseph Campbell coloca uma questão importante a respeito da vitalidade atemporal dos mitos:
“Por que sempre que o homem procurou algo sólido sobre o qual fundar sua vida, escolheu não os fatos, que são abundantes no mundo, mas os mitos, de uma imaginação imemorial? … é fato que os mitos de nossas várias culturas agem sobre nós, consciente ou inconscientemente, liberando energia, motivando a vida e orientando seus agentes…”
Para Jung, os mitos condensam experiências vividas repetidamente durante milênios, experiências típicas pelas quais passaram (e ainda passam) os seres humanos. Para ele, os mitos são fenômenos psíquicos que revelam a própria natureza da psiquê.
A ideia desse blog é procurar respostas consistentes para uma importante questão: por que as marcas, como a maior fonte de representação simbólica do mundo capitalista, seriam imunes a tão poderosa influência?
Na minha opinião, há nas marcas líderes, um forte motivo mitológico, consciente ou não, presente não apenas em seus produtos, lojas, propaganda, mas, sobretudo, na cultura ou subcultura empresarial. Acredito que é possível utilizar todo esse arsenal mitológico para construir ou revitalizar marcas e negócios e, assim, beneficiar empresas e pessoas (sejam elas consumidoras, funcionárias ou acionistas). A vida é muito curta para perdermos tempo com empresas sem imaginação!
Fonte: http://marcasemitos.com.br
7 redes sociais que você não pode deixar de conferir
22/06/12
No variado mundo das redes sociais, existem espaços dedicados a assuntos e públicos bem específicos; confira algumas delas nesta galeria de imagens
São Paulo – Em um mundo virtual dominado pelo Facebook e seus mais de 900 milhões de usuários, é difícil imaginar que ainda exista espaço para novidades no que diz respeito às redes sociais. A grande surpresa é que sim, existe, e não é pouco.
A quantidade de redes sociais que têm objetivos e públicos específicos é enorme e, mês a mês, surge uma novidade. Há uma dedicada inteiramente para os amantes da boa gastronomia, assim como existe outra que se propõe a ser uma rede social reservada aos homens.
Independente do seu propósito, a maioria delas ainda é desconhecida pelo grande público. Por isso, EXAME.com selecionou 7 redes sociais, com objetivos diferentes, e que você não pode deixar de conferir.
Foodie.com
Lançada no começo do ano, Foodie é uma rede social destinada aos amantes da boa comida. O seu objetivo é oferecer aos usuários a chance de descobrirem novos sabores, receitas ou restaurantes. É também um local onde os amantes da gastronomia podem entrar em contato com outros que dividem as mesmas preferências.
O usuário pode adicionar suas próprias receitas à rede ou ainda pode procurar por alguma específica. Neste segundo caso, e um dos destaques da rede, pode se ter acesso a dicas de outros usuários ou do seleto grupo chamado Foodie Ambassadors (Embaixadores do Foodie). Este grupo é formado por críticos, chefs e blogueiros de gastronomia em geral e que também deixam suas contribuições acerca de novos restaurantes ou pratos imperdíveis.
A rede social, como não poderia deixar de ser, tem design elegante e é recheada com belas imagens de pratos que dão água na boca. Todo o conteúdo, porém, está disponível apenas em inglês. O acesso ao Foodie é gratuito, não requer convites, e pode ser feito a partir do perfil do Facebook.
Gentlemint
O sucesso estrondoso do Pinterest, especialmente entre o público feminino que corresponde a mais da metade dos visitantes da rede, abriu precedentes para que outros sites com a mesma proposta surgissem. E se o Pinterest é um local essencialmente feminino, existem outros que tem os homens como público alvo. Um deles é o Gentlemint, lançado no começo de 2012.
A rede social foi concebida por dois amigos, Glen Stansberry e Brian McKinney, em apenas 12 horas regadas a muito bourbon. O seu objetivo é, basicamente, ser um local no qual os homens possam dividir assuntos mais, digamos, masculinos, em termos de humor, estilo e o que mais acharem pertinentes.
Como a rede social é muito recente, a pequena equipe está trabalhando em ajustes e funcionalidades. Portanto, o cadastro de novos usuários ainda está sujeito a convites. Para receber o seu, basta cadastrar-se e aguardar. De acordo com os criadores no blog oficial da rede, todos serão aceitos, é apenas uma questão de tempo para que a pequena equipe dê conta de cadastrar todos os pedidos.
Path
Uma das coisas mais bacanas do Facebook é a maneira com a qual se compartilha o que quiser para todos os seus amigos na rede social. A facilidade porém, pode ser uma armadilha, especialmente para quem tem em sua lista não apenas amigos, mas também colegas de trabalho, por exemplo.
Pois a rede social Path tem como objetivo ser o oposto de tudo isso. A ideia é manter um círculo diminuto de pessoas realmente próximas. Assim, o usuário poderá dividir tudo o que quiser (vídeos, fotos e localização), com direito a fotos e sem medo de expor sua privacidade para quem não deveria.
Lançada no final de 2010, o Path não tem versão para web e já conta com pouco mais de 2 milhões de usuários. Está disponível apenas como app gratuito para iPhone e Android, o que reforça sua característica de diário que acompanha o usuário onde quer que ele esteja. O Path também oferece a possibilidade de compartilhamento no Facebook e Twitter, se assim o usuário desejar.
Pose
Uma das grandes manias da mulherada é expor em seus perfis os chamados “Looks do dia”, fotos capturadas que mostram a roupa escolhida para o trabalho, por exemplo, com a descrição completa de cada item. Quem tem o hábito de fazer isso não pode deixar de conhecer o Pose, uma rede social dedicada inteiramente à atividade.
Lançada há pouco mais de um ano, o objetivo da rede é conectar mulheres com os mesmos interesses ao permitir o compartilhamento de fotos e a interação entre usuárias. No Pose ainda é possível marcar cada peça com a marca ou loja onde foi comprada, facilitando que quem gostou possa encontrar um modelo igual.
A rede social possui, além de uma versão na web, apps para Android e iPhone e também permite que os looks sejam compartilhados em outras redes, como Facebook e Twitter.
Untappd
Cervejeiros de plantão também tem um espaço inteiro dedicado ao seu assunto predileto: cerveja. OUntappd, lançado há pouco mais de um ano, é o local perfeito para dividir experiências relacionadas ao variado mundo da cerveja.
No espaço chamado “The Pub”, é possível ficar sabendo onde e o que seus amigos estão bebendo. Ao clicar na cerveja, a rede oferece então todas as informações sobre a bebida, como seu fabricante, onde é produzida, quem a está bebendo no momento.
Outro local da rede, chamado “Top Rated”, o usuário pode ver quais os rótulos mais bem avaliados e adicioná-los à sua lista de desejos. A rede social conta com versões mobile gratuitas para iPhone e aparelhos Android, seu conteúdo é em inglês e disponível apenas para maiores de idade.
Friends of Wikileaks
Apesar de não ser oficialmente ligada ao Wikileaks, a rede social Friends of Wikileaks tem o propósito de reunir pessoas que compartilham os princípios e apoiam a organização de Julian Assange. A ideia é que, ao conectar pessoas com ideais similares, os mesmos consigam formar um forte movimento de ciberativismo.
De acordo com o manifesto escrito no site do FoWL, todos os dados dos usuários são criptografados e são invisíveis para quem não faz parte da sua rede imediata de amigos. Tais medidas de segurança, segundo o manifesto, servem também para proteger os usuários da vigilância e ataques de agências de inteligência, privadas ou governamentais.
Para participar, usuário faz o cadastro e recebe um código formado por números e letras que servirá para realizar o login. A própria rede irá indicar 6 amigos com base na sua localização imediata e mais 6 que falem os mesmos idiomas do usuário e que estejam em outros países. Os amigos podem ser excluídos à vontade, por questões de afinidade por exemplo. Nestes casos, a rede irá oferecer um novo nome para substituí-lo.
A rede ainda não está 100% em funcionamento, mas aceita cadastros e garante que irá começar, em breve, a indicação de amigos para os usuários que já fazem parte do FoWL. O registro é feito em poucos minutos e é completamente gratuito.
So.cl
Lançada em maio de 2012, em silêncio quase absoluto, o So.cl é uma rede social desenvolvida pela Microsoft. De acordo com a empresa, a rede é um projeto experimental conduzido pelo Microsoft FUSE Labs – departamento responsável por elaborar produtos e pesquisas com foco em experiências sociais.
A ideia é que seus usuários criem e compartilhem histórias e experiências em posts que formam uma espécie de “colagem virtual”. Além disso, a rede permite que o usuário construa os próprios feeds com tópicos de seu interesse. Também é possível compartilhar vídeos com seus amigos através da opção “Video Party”.
O cadastro na rede social é gratuito e pode ser feito através do perfil do Facebook. O conteúdo apresentado pelo So.cl e que pode ser adicionado aos posts é oferecido pelo buscador da Microsoft, o Bing.
Fonte: Revista Exame
Ambiente e experiência da marca
13/06/12
Por Desirée Lourenço*
Como boa publicitária que sou, mesmo no fim de semana, naquele momento onde você não quer pensar em trabalho, pensei muito em conceitos de marketing e etcs! Orgulho de mim né? xD
Mas enfim, neste sábado, fui até Copa, que no meu caso já é uma viagem, só para visitar e conhecer a “nova” loja da Lomography. Não só como usuária já que tenho uma Diana linda e maravilhosa, mas também porque gosto muito do trabalho que eles fazem nessa valorização do vintage e tudo mais. Ok, ok, eu sei que isso é uma tendência geral e eles pegaram carona. Mas a verdade é que acho que eles vestem a camisa mesmo, não vejo eles mudando o conceito da marca por mudar a tendência. Por isso gosto tanto deles.
E a loja é uma coisa a parte, só conhecia a de NY até hoje e fiquei impressionada com a do Rio, que sinceramente, é mil vezes melhor!
Me veio na cabeça aquela história de que a sua marca tem que provocar uma experiência positiva no cliente, e a loja da Lomo resume esse conceito. Quando você entra, é praticamente uma viagem no túnel do tempo. São máquinas espalhadas pelas paredes, fotos, filmes, tudo que lembra esse ar vintage deles. Além disso os funcionários, que são poucos e não fazem fila te empurrando qualquer coisa, sabem tudo de todas as máquinas, explicam cada detalhe e te fazem acreditar que aquele é o melhor produto do mundo.
Na 1 hora que fiquei na loja vi patricinhas, senhoras, cults, playboys, mães e mais alguns outros tipos de pessoas entrarem na loja e TODOS saíram com algo nas mãos, mesmo que seja só um filme! Além disso, eles revelam também tá?
Fica a dica para quem quer por alguns minutos sair de copacabana para um lugar meio diferente! Fiquem de olho nas redes sociais deles (Twitter e Facebook) que sempre tá rolando uns showzinhos e atrações diferentes por lá! Além dos workshops e outros eventos fotográficos!
Desirée Lourenço é aluna da 9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital(DIG9).






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