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Panorama das redes sociais no Brasil
02/02/12
Por Patrícia Moura*
Parece muito cedo para se falar em rankings e panoramas das redes sociais em 2012, afinal, o ano nem bem começou. No entanto, dados de dezembro e janeiro dos institutos ComScore e SemioCast mostram que muitas coisas já mudaram desde o meu último post sobre as redes sociais mais acessadas pelos internautas no Brasil.
Quais são as novidades desde os últimos relatórios veiculados?
• Facebook ultrapassou Orkut em número de usuários, alcançando 36 milhões de usuários únicos em dezembro de 2011.
• Orkut alcançou um crescimento de 5% no ano passado, no entanto, manteve-se com 34 milhões de usuários únicos.
• E Twitter traz a grande novidade em janeiro de 2012, ultrapassando o Japão e se posicionando o Brasil como segundo país a mais utilizar a rede, perdendo apenas para os Estados Unidos. Fechou o mês de janeiro de 2012 com 33 milhões de contas no Brasil.
Detalhes importantes a serem questionados:
Como já dito anteriormente no blog, é preciso analisar dados da pesquisa e amostragem cuidadosamente antes de tirar conclusões precipitadas, como por exemplo:
1) A amostragem do ComScore não considera aferição em lan houses e sabemos que essas são responsáveis por boa parte do tráfego do Orkut o Brasil.
As lan houses são responsáveis por quase 50% dos acessos à internet no Brasil. No Nordeste, este dado chega a 70% dos acessos. Confira esse e outros dados no vídeo realizado pela FGV, Sebrae e Portal do Empreendedor:
2) O Facebook ultrapassa o Orkut somente na região Sudeste do país (que concentra maior quantitativo de acessos). No resto do país, o Orkut ainda é hegemônico.
3) Em dezembro de 2011, 76% dos usuários do Facebook também acessaram o Orkut, segundo a ComScore. O que significa que as plataformas estão sobrevivendo paralelamente.
4) O Twitter apontou uma tendência de crescimento importante, que pode ultrapassar o número de contas cadastradas do Orkut em pouco tempo.
Conclusões:
• Quando dizemos que o facebook é maior do que o Orkut, ainda entendemos que é uma ultrapassagem regional e não nacional, por mais que a região sudeste concentre usuários.
• Sem a aferição de lan houses jamais teremos certeza dos dados de acesso às plataformas sociais no Brasil, haja visto o quantitativo de usuários de lan houses no país.
• O Brasileiro vem se habituando a trocar informação em múltiplas plataformas, separando amigos por grupos ou interesses.
Fonte: http://www.missmoura.com/panorama-das-redes-sociais-no-brasil-parte-ii
*Patrícia Moura é professora de Redes Sociais do IGEC e ministrará o Curso Prático de Redes Sociais em março
Volta às aulas
09/01/12
Feliz 2012! Hoje, dia 09/01/12, iniciamos um novo período letivo no IGEC (na verdade dia 07 marcou a volta, com o início do Curso Prático de Reportagem Esportiva na TV, com o prof Victorino Chermont) com grandes expectativas. Algumas turmas de pós-graduação estão na reta final, atarefadas em seus TCCs enquanto outras iniciam as últimas matérias. Este ano teremos as 10as turmas de pós em Gestão Estratégica do Marketing Digital e Gestão Estratégica da Comunicação, esta última com atualizações importantes na ementa, veja as novas matérias:
Gestão de Produtos
Esta disciplina trabalhará aspectos decisórios de marketing como que produtos produzir e vender; que novos produtos acrescentar, equilibrando o portfólio de produtos, avaliando e administrando seu posicionamento. Trabalha também questões referentes ao Ciclo de Vida do Produto, buscando espaço privilegiado na mente do consumidor em um determinado mercado.
Redes Sociais
Muitos sites institucionais brasileiros são meros “brochureware”, e as intranets também são muito pouco exploradas no Brasil. Os portais corporativos podem ser aproveitados como fontes de informação e aprendizagem sobre clientes, funcionários, gerência e socialização do conhecimento, relacionamento com fornecedores e parceiros, comunicação e marketing interno, entre outros. O estudante verá como utilizar estes veículos para moldar um forte elo com seus diferentes públicos e, assim, ganhar vantagem competitiva.
Branding
Branding é o conjunto de ações ligadas à administração das marcas visando levá-las além da sua natureza econômica, passando a fazer parte da cultura. Consiste em buscar a otimização do valor desta em relação ao faturamento gerado.
Marketing de Serviços
Esta disciplina abordará como criar estratégias de marketing para posicionar o serviços de uma organização e alavancar suas vendas, agregando valor na prestação de serviços, definindo um sistema eficiente para a entrega dos serviços e estabelecendo critérios de avaliação de satisfação dos clientes.
Outra grande novidade é o lançamento da pós-graduação em Jornalismo Econômico, elaborada a partir da demanda do mercado por profissionais com conhecimento específico e experiência prática, principalmente diante da perspectiva de fortes investimentos estrangeiros no Brasil e, especialmente, no Rio de Janeiro nos próximos anos. Seguindo a tradição do IGEC, o corpo docente é formado por profissionais de mercado, destaques em suas áreas. Uma ótima oportunidade.
Na área de cursos teremos as novas turmas do Curso Intensivo de Marketing Digital, do Curso Prático de Redes Sociais, do Curso de Google Analytics, entre outras. Também lançaremos novos formatos de educação, ampliando o leque de possibilidades de formação, todas alinhadas com as crescentes exigências do mercado.
Sejam bem vindos novamente, desejamos a todos um 2012 produtivo!
Claudio Moreira*
*Claudio Moreira é Coordenador-Geral do IGEC e não acredita que o mundo acabará em 2012…
Curso Prático de Mídias Sociais: Experiência e Projeto
22/09/11
Por Alex Camillo (@alexcamillo)
Recentemente, participei do “Curso Prático de Mídias Sociais” com a @missmoura no Igec/Facha. O curso, dividido em quatro aulas, num total de 16 horas, tem como seu público-alvo estudantes e/ou profissionais de comunicação, marketing, relações públicas, publicidade, propaganda e jornalismo. A @missmoura, Gerente de Mídias Sociais da Casa Digital, Professora da Pós-graduação em Marketing Digital Igec-Facha, nos dá todas as ferramentas necessárias para que possamos criar, planejar, executar e mensurar as ações e campanhas através das mídias sociais. Ao final do curso aprendemos a colocar em prática um projeto de mídias sociais, em formato de vídeo, aprendemos também a divulgá-lo, disseminá-lo e mensurá-lo. O curso é totalmente “mão na massa”, ou seja, esteja preparado para trabalhar muito.
No primeiro dia de curso, após as apresentações e a exposição da parte teórica, o briefing nos foi apresentado, e, com ele, todas as informações que precisávamos para o projeto. Como disse anteriormente, precisávamos criar um projeto com conteúdo audiovisual contra a exposição de intimidade na internet. Nosso público-alvo consistia em indivíduos do sexo feminino, de12 a 25 anos, e nosso objetivo era conscientizá-las sobre o conteúdo que publicam de si mesmas.
Com o briefing em mãos e os grupos divididos, estava na hora de começar a trabalhar. Durante o brainstorming, em seu início e como de costume, várias idéias foram apresentadas frenética e aleatoriamente. Estávamos muito preocupados com a execução do vídeo e talvez isso tenha nos atrapalhado um pouco durante o processo inicial. A grande verdade foi que saímos do curso no primeiro dia sem nada de concreto, porém combinamos trocar idéias via e-mail durante a semana. Algumas das idéias apresentadas não eram executáveis, tínhamos pouquíssimo tempo hábil para a gravação do vídeo e o nosso budget era zero. Precisávamos de algo prático, que pudéssemos gravar em um dia e que fosse de fácil edição, já que nenhum de nós é expert em edição de vídeos.
Analisamos o cenário e descobrimos que em busca da fama virtual, adolescentes de 12 a17 anos estão aderindo cada vez mais ao sexting. O fenômeno criado por jovens nos EUA há cerca de cinco anos chegou recentemente ao Brasil. O termo é oriundo da união de duas palavras em inglês: sex (sexo) e “texting” (envio de mensagens). Para praticar o sexting, meninos e meninas produzem e enviam fotos, em poses sensuais, de seus corpos nus ou seminus, usando celulares, câmeras fotográficas, webcams, contas de e-mail, salas de bate-papo, comunicadores instantâneos e sites de relacionamentos.
Resolvemos fazer então um “vídeo depoimento”; criamos o roteiro, que a princípio era imenso, mas foi “enxugado” após diversas revisões e edições, gravamos e editamos o vídeo. A gravação do vídeo foi feita com um celular. No que se refere ao conceito, o grupo optou por mostrar o quanto manchar a sua imagem, mesmo anos atrás, pode acarretar em problemas no futuro. O produto foi um “vídeo alerta” de 1 minuto e 30 segundos, com um linguajar direto, que atingisse nosso público-alvo. Optamos por uma abordagem mais didática para que não ficasse nenhuma sombra de ambigüidade e devido ao perfil imediatista do público-alvo, sem visão de futuro. Ademais, uma vez que o público incluía também crianças (12 anos) e adolescentes (13 a18 anos), descartamos uma abordagem irreverente, que poderia ser mal-compreendida.
Com o vídeo pronto e acabado, começou a parte principal do projeto, o planejamento e disseminação do vídeo. Tivemos apenas uma semana para a divulgação.
O Planejamento foi dividido da seguinte forma:
- Monitoramento das comunidades online;
- Monitoramento das plataformas a serem utilizadas;
- Definição de estratégia de atuação;
- Divisão de tarefas por membro da equipe, fazendo com que, cada membro; ficasse com no máximo duas plataformas sob sua responsabilidade, dependendo do número de plataformas que seriam utilizadas. Para isso, criamos um cronograma diário de ações, com as ações que seriam realizadas em cada plataforma e seus respectivos responsáveis.
De acordo com o planejamento ficou estabelecido que atuaríamos nas seguintes plataformas:
- Orkut
- Yahoo Respostas
- Dihitt
- Blogs
Nossa estratégia era mostrar que a exposição excessiva da intimidade (seja em fotos, vídeos etc.) poderia causar prejuízos à imagem do jovem e/ou adolescente.
Time for action, nosso plano de ação consistiu em:
Orkut – Ações: Busca por comunidades procurando adequação ao tema proposto. Envio de scraps para contatos com textos chamativos que incitassem sua curiosidade em ler sobre sexting. Inserção do vídeo nos perfis dos membros do grupo. Feedback: Tivemos muitas dificuldades nesta plataforma. A maioria das comunidades estavam paradas, então fizemos uma busca pelo termo sexting, encontramos algumas comunidades de psicologia e pediatria, pedimos permissão para postar, mas a resposta demorou.
Facebook – Criamos um evento chamado Sexting Fight, todos os participantes do grupo convidaram seus contatos para participar, sendo que quarenta e cinco pessoas confirmaram presença. Buscamos por páginas e grupos relacionados ao tema proposto. Postamos links de notícias em grandes portais sobre o tema. Compartilhamos links, vídeos e eventos de outros membros em nossos murais. Demos um “curtir” para que os links se espalhassem nos murais de todos os membros. Publicamos o release em forma de nota também. Feedback: Dos sites externos, o Facebook foi o que mais trouxe resultados, chegando à marca de 40% das exibições.
Twitter – Decidimos enviar 10 (dez) tuítes por dia no máximo, com frases atrativas. Buscamos por ganchos nos “trending topics”, visando aumentar o número de cliques e alcançar maior audiência. Retuitamos tuites de outros membros da equipe. Buscamos por influenciadores para que estes pudessem divulgar a campanha. Criamos a hashtag sexting. Conseguimos que alguns influenciadores divulgassem nossa campanha, como: Newton Alexandria, Marcia Ceschini, Safernet, Carmadelio e o juiz federal, professor e escritor William Douglas. Aproveitamos que naquela semana, a novela da Rede Globo, Insensato Coração estava em sua última semana de exibição e “bombando” nas redes sociais e pegamos um gancho com alguns dos personagens. Em destaque o personagem Douglas e Bibi, na cena de seu casamento quando os dois chegaram em casa bêbados e dormiram em plena lua de mel. O tuite foi: “Pô Bibi, que parada é essa de sexting?” Outros termos que fizeram parte daquela semana nos “Trending Topics também foram utilizados, como: #morri; o tuíte foi: se a minha filha fizesse uma coisa dessas, #morri, com o link para o vídeo. Feedback: Conseguimos 20% dos cliques originados no Twitter.
Yahoo respostas – Buscamos por perguntas sobre o tema ou algo semelhante. Tentamos conquistar a confiança de outros usuários, comentando/respondendo em suas perguntas, a fim de criar uma rede de contatos dentro da plataforma, para que, de forma sutil, pudéssemos inserir nosso vídeo e campanha. Criamos a pergunta: Você sabe o que é sexting? Feedback: Talvez, com um pouco mais de tempo para divulgação, teríamos conseguidos melhores resultados nesta plataforma.
Dihitt – Tentamos criar uma rede contatos, votando em outras notícias e conquistando a confiança de outros usuários. Feedback: Outra plataforma, que com um pouco mais de tempo para divulgação, teríamos conseguidos melhores resultados.
Blogs – Enviamos releases para blogs que pudessem fazer a divulgação. Recebemos um grande número de cliques vindos destes blogs. Destaco os seguintes blogs:
Feedback: Grande parte dos cliques obtidos no projeto foram oriundos dos blogs citados acima.
Tivemos certa dificuldade com as tags no Youtube. Termos com sex, sexo, sexualidade, sensual, exibicionismo acabaram associando nosso vídeo com outros que iam contra o conceito do nosso vídeo. Em contrapartida, o portal G1 divulgou uma notícia sobre sexting, exatamente na semana de divulgação do nosso projeto. Recebemos alguns retuítes logo em seguida. Acreditamos que a abordagem do tema em um portal com a importância do G1, criou interesse, levou a mais buscas sobre o tema nas search engines e acabou dando mais visibilidade ao nosso trabalho.
Por fim, podemos concluir que o projeto foi um sucesso, pois obtivemos mais de 3.500 views no Youtube, isto em apenas uma semana de divulgação. Gostaria de agradecer mais uma vez à Patrícia Moura (@missmoura) e ao Igec pelo curso e a todas as pessoas que tuitaram, divulgaram e compartilharam o vídeo. Participaram do projeto, além de mim: Elton Oliveira, Lilian Martins, Paulo Cesar Wilson, Sidney Dantas e Vivian Borges.
Quer assistir ao vídeo? Clique aqui!
Depoimentos dos alunos do Curso Prático de Redes Sociais
12/07/11
A 1a turma do Curso Prático de Redes Sociais fechou com sucesso, os trabalhos postados no Youtube (você pode vê-los acessando post do dia 07/07/11 sobre o assunto, na categoria Cursos IGEC) totalizaram quase 10.000 views. Os alunos sairam satisfeitos com o resulatdo, vejam os depoimentos abaixo
“Fiz parte da primeira turma do Curso Prático de Redes Sociais, gostei muito e recomendo. O curso aborda os diversos aspectos que devem ser trabalhados durante a criação da estratégia e as várias possibilidades de atuação nas redes sociais. O trabalho prático é desafiador, uma vez que em pouco tempo temos que colocar em prática o que se aprendeu, buscando atingir um objetivo definido. Ele proporciona a experimentação, que é essencial para o aprendizado. O resultado é gratificante!”
Cibele Zortéa Lorensatti
Publicitária – Especialização em Marketing
Veja mais depoimentos em vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=tPlCa75Zi54&feature=mfu_in_order&list=UL
Nas palavras da professora Patrícia Moura:
A 2a turma seráno dia 30/07, ainda tem vagas, ok? saiba mais clicando aqui
Videos do curso de Redes Sociais “bombam” no Youtube
07/07/11
Olá, leitores do blog do IGEC;
Compartilhando com vocês a alegria e o resultado parcial da minha primeira turma do Curso Prático de Redes Sociais.
O curso consiste na seguinte metodologia: os alunos recebem um briefing – que nesta primeira turma foi sobre homofobia – aprendem a criar, planejar, divulgar e mensurar os resultados do trabalho criado (vídeo no youtube).
Eles lançaram seus vídeos no sábado e já tem grupo com mais de 700 visualizações
Seguem os links para quem quiser dar uma olhada.
Gays: Eu RESPEITO, e você?
http://www.youtube.com/watch?v=cPT4su28GT0
Como você define o amor? Diga não a Homofobia!
http://www.youtube.com/watch?v=N_Ot5tFaiOc
Explicando a Homofobia
http://www.youtube.com/watch?v=pVPqhuLOSu0
Existem outras razões para você se preocupar – Rio contra homofobia
http://www.youtube.com/watch?v=vvLZn4-WHHE
Somos cariocas
http://www.youtube.com/watch?v=8Qf5xGwQ6zU
A segunda turma está com inscrições abertas (terão um briefing inédito, claro).
Caso conheçam alguém que se interesse, seguem os dados do curso: http://www.igec.com.br/pos-graduacao-detalhe.php?curso=24&turma=36
Abraços em todos.
Patrícia Moura
Conheça meu blog: www.missmoura.com
Acompanhe também: www.twitter.com/missmoura
PS: Um dos vídeos já ganhou 3 menções honrosas do Youtube na categoria Sem fins lucrativos/Ativismo: vídeo mais comentado, melhor avaliado e mais visto da semana. Assista ao vídeo Somos Cariocas, que foi realizado na Lapa e no Aterro do Flamengo no dia 24 de junho: http://youtu.be/8Qf5xGwQ6zU
Sindicato dos Jornalistas apoia curso de Redes Sociais
28/06/11
Se você quer saber como se cria, planeja, executa e mensura ações e campanhas veiculadas nas mídias sociais, inscreva-se no curso que começa no dia 30 de julho e será realizado em quatro sábados no Centro.
Associado do Sindicato está isento da taxa de matrícula de R$ 20,00.
Como colocar na prática um projeto de mídias sociais?
23/05/11
A resposta a esta pergunta será dada, mas não aqui! Quem vai responder vai ser a Patrícia Moura, conhecida no twitter como @MissMoura, à partir de 11/06, no Curso Prático de Redes Sociais. Neste curso os alunos irão aprender como colocar na prática um projeto de mídias sociais no ar, divulgá-lo nas mídias sociais e mensurar os resultados, criando na prática uma ação em vídeo e disseminando-a através destas. O objetivo é dar ferramentas para que novos profissionais ou empreendedores possam criar, planejar, executar e mensurar ações e campanhas através das mídias sociais.
As Redes Sociais vem atraindo a atenção de corporações de vários tamanhos ao redor do mundo e sua abrangência e poder não podem mais ser ignorados. Veja um interessante exemplo:
Como a Coca-Cola energiza os fãs ao redor do Mundo
Em sua participação no Word of Mouth Supergenius, Adam Brown, diretor de comunicação digital da Coca-Cola, aborda como obter sucesso com as conversas on-line sobre a sua marca, chegar ao local onde os fãs estão, e criar conteúdo atraente que interesse aos consumidores. Abaixo você pode ver algumas de suas estratégias para a Coca-Cola.
1. Nós não possuímos a nossa marca: “Os consumidores são os donos da marca”, disse Tuggle, “toda vez que pensávamos que estávamos no comando, nós estragamos tudo. Os consumidores não são os receptores das nossas marcas, são os participantes.”
Essa é a atitude que você precisa para uma abordagem de mídia social. “Nós deixamos eles sugerirem novos sabores”, disse Tuggle. “Você deixa eles terem participação no negócio. Você não pode empurrar nada goela abaixo”.
2. Pesque onde tem peixe: A página de fãs da Coca-Cola é a número 1 no Facebook quando se trata de consumidores, e foi criada por fãs.
Tuggle diz que a empresa cometeu um erro quando se pensava anteriormente que os visitantes iriam visitar a home page da empresa prioritariamente.
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