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	<title>Blog do IGEC</title>
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	<description>Pós-Graduação – IGEC/FACHA – RJ</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 17:19:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Social Media Brasil – um pouco do que eu vi</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Estratégica de Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[O que fazem nossos alunos?]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Scup]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media Research]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Desirée Lourenço Pra quem não ficou sabendo, nos dias 11 e 12 de maio rolou o Social Media Brasil em SP! O evento foi bem legal, ainda mais pra mim, que estava precisando de novas fontes de informação. E na pior das hipóteses é sempre bom para fazer contatos. E se ainda assim não]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Desirée Lourenço</p>
<p style="text-align: justify;">Pra quem não ficou sabendo, nos dias 11 e 12 de maio rolou o Social  Media Brasil em SP! O evento foi bem legal, ainda mais pra mim, que  estava precisando de novas fontes de informação. E na pior das hipóteses  é sempre bom para fazer contatos. E se ainda assim não te convenceu, o  donut de chocolate tava uma delícia! Ok, ok, o de bavarian também!</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o evento tive a ideia de <del>tentar</del> transmitir as  palestras que eu assistia pelo iPhone. Logicamente, a qualidade ficou  bem prejudicada, mas o áudio, que é o mais importante, até que ficou  legal! Aqui vou falar um pouquinho do que vi lá, bem rápido mesmo, pra  não ser muito chata. Acreditem, virão mais posts sobre o que ouvi lá!  Mas aqui vai um apanhado geral. E se você quiser assistir os vídeos das  transmissões é só clicar no <a href="http://twitcasting.tv/desireelourenco/show/" target="_blank">meu canal</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A minha programação foi:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sexta:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seu e-commerce pode dar retorno em Social Media?</strong><br />
Bianca Furtado – Cadastra</p>
<p style="text-align: justify;">“Qual o seu objetivo?” É a primeira coisa a  se pensar. Nós não podemos estar nas redes, só por estar, vamos com  calma: planejar e decidir o que queremos nas redes sociais. E o  principal, não esquecer que o online e o offline estão conectados!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Métricas e monitoramento de redes sociais: Do estagiário ao CEO</strong><br />
Diego Monteiro – Scup</p>
<p style="text-align: justify;">O palestrante foi o @diegomont que é do  Scup. A palestra se baseou na importância do monitoramento, e na  importância de transformar aqueles dados e tantos números em  inteligência e informação. Ele ainda contou que o Scup está querendo  profissionalizar ainda mais o mercado de monitoramento, com cursos,  certificados e aulas online.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais questões, que seria a  pergunta de um milhão é “Qual a métrica que devemos usar?” O que essa  pergunta significa? Analise o seu modelo de negócio e descubra o que faz  sentido pra você. E não esqueça nunca: todo mundo no negócio tem que  começar a entender o monitoramento e sua importância. Todos podem  ajudar!</p>
<p style="text-align: justify;">Como todos que monitoram as redes sociais  sabem: acompanhamento diário. Monitoramento tem que estar ligado 24  horas por dia, 7 dias por semana. E principalmente, ter alguém olhando  esse monitoramento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como aproveitar as redes sociais para insights para sua marca</strong><br />
Marcelo Trevisani – Tecnisa / Amnah Asad – LiveAD / Dudu Fraga – Talk Inc / Ana Paula Kuroki – Lino Inc</p>
<p style="text-align: justify;">Fiat Mio e Tecnisa. Nomes que são carta  marcada quando falamos de inovação e novas atitudes nas redes. Esse  debate falava justamente sobre isso, como o buzz nas redes podem ajudar  as grandes marcas/agencias a terem insights. O Dudu, da Talk Inc falou  sobre Social Media Research e as comunidades nas redes, onde o material é  cada vez maior, e cada vez mais relevante. Particularmente o case da  Fiat Mio me agrada muito! Vale a pena assistir!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conteúdo e engajamento sustentando marcas nas redes sociais</strong><br />
Julian Lopes – Julice Boulangère / Nanni Rios – L&amp;PM</p>
<p style="text-align: justify;">Essa palestra é uma fofa! No bom sentido,  lógico. Na verdade é um debate com o Julian Lopes e a Nanni Rios. Você  já ouviu falar no caso da padaria que libera nas redes o horário da  fornada de pão? Pois é! Esse cara, o Julian, é ele! A Nanni, como ela  mesmo disse, é a equipe toda de social media da L&amp;PM editora. Os  dois trabalham com clientes bem diferentes, e ambos fazem um trabalho  genial nas devidas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eleições 2012 – O que devo saber para este ano? o que mudou?</strong><br />
Juliano Spyer – NaoZero.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">Eu tava ansiosa por essa palestra, afinal  de contas é a minha área de maior atuação. O @jasper falou do inicio  desse trabalho na política, lá atrás com o meetup. Pulou para campanha  Obama, campanha presidencial no Brasil, e aí é que ele mandou o  comentário genial. No Brasil nada aconteceu. Nada que poderia mudar o  rumo das eleições. Afinal a ligação direta não muda orçamento -&gt;  resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">“A internet ainda não aconteceu nas  eleições brasileiras”. Porque? As pessoas que produzem internet no  Brasil ainda são preconceituosas, estamos falando com a Classe A/B e a  Classe C é deixada de fora. A Classe C, tem sozinha, 105 milhões de  habitantes. Não dá pra ignorar né?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Liberdade na criação e propagação de campanhas engraçadas no Facebook</strong><br />
Pablo Peixoto – W3 haus / Nathália Capistrano – AgênciaClick / Marina Bonafé – Grupo SD / Breno Oliveira – ADBAT/TESLA</p>
<p style="text-align: justify;">Se adeque ao cliente, e pense duas vezes  antes de postar. Pense que a sua brincadeira pode ter um duplo sentido.  Eu só fiquei uma parte do debate, queria muito dar uma passada na outra  palestra, sobre TV.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mídias sociais + TV Brasileira: o futuro começa agora</strong><br />
Jayson Fittipaldi - Nobox</p>
<p style="text-align: justify;">Eu só assisti metade da palestra mesmo, e o  que pude pegar foi isso. The Voice. Ele precisa do online! É mais tempo  no ar do que simplesmente na televisão. Use o computador, que estará  com você junto com a TV para plataforma de interação. O show precisa ser  influenciado pela ação social, como no caso do Aguinaldo Silva com a  Pereirão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Facebook + SEO – idéias, técnicas e adaptações</strong><br />
Ique Muniz – MestreSEO</p>
<p style="text-align: justify;">O @iquemuniz deu uma aula pra galera que  quer indexar melhor ainda os produtos dentro do Facebook nas buscas do  Google. Ele não apresentou nenhum mecanismo muito genial, mas assim como  no SEO, alguns passos necessários para que, aos poucos, você possa  subir seu material. Por exemplo, você usa as notas na sua página/perfil?  Então as use!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O bom, o mau e o fail: influência, relevância e trapaças em ações com influenciadores</strong><br />
Felipe Signorini – Talk Interactive / Natália Mateus – Presença Online</p>
<p style="text-align: justify;">Ahhhh, essa palestra deu o que falar!  Fechou o dia, e de longe, foi a melhor palestra! É o vídeo que mais  indico para ser assistido. Sem dúvidas. Primeiro a Natalia falou sobre  as coisas boas feitas, o bom! Feito sem maldade, na qualidade mesmo. Aí  entrou o Felipe para falar sobre o #fail. E aí, o cara deu um show!  Falou de scripts e robôs que são usados para subir tags, para ganhar  seguidores e ainda mostrou relatórios vindos do sequaz, uma ferramenta  bem interessante, que vale ir conhecer. Assistam o vídeo, o caro é bom!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sábado</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estratégias de mídia, como ter um insight e melhores práticas em social AD`s.</strong><br />
Vinicius Zimmer – Agência Casa</p>
<p style="text-align: justify;">O Vinicius mostrou alguns cases com  públicos bem diferentes e as estratégias que foram usadas. Atingir os  inovadores, criar advogados da marca e etc. É interessante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como os amigos podem influenciar na decisão de compras nas redes sociais</strong><br />
Gabriel Borges – Ampfy</p>
<p style="text-align: justify;">O @gborges veio para falar sobre a  importância da influência dos amigos na sua rede. Ele falou sobre como  nós somos influenciados por quem usa tal produto e não por qual produto  estamos falando. Todo o nosso consumo, está ligada a cultura do produto,  e tudo que ele representa. A palestra, resumindo, falou sobre o valor  agregado ao produto quando sua imagem muda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A culpa é realmente do cliente ou suas ideias são realmente boas?</strong><br />
Ian Black – New Vegas / Solon Brochado – DM9 Sul</p>
<p style="text-align: justify;">Sinceramente? Esperava um pouco mais desse  debate. O que eles fizeram foi escutar o pessoal que estava na platéia e  suas experiências. E a conclusão que chegaram foi que muitas vezes  queremos ideias super inovadoras e os clientes não aceitam e aí achamos  que o cliente é malvado. Mas será? As vezes, nós é que não pensamos de  acordo com a cultura da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma marca deve se comportar como uma empresa ou como uma persona nas redes sociais?</strong><br />
Marcelo Salgado – Bradesco / Renata Checha – Tuddo Coach / Gabi Bianco – NBS</p>
<p style="text-align: justify;">Depende. Qual é a sua marca? Será que o  seu consumidor vai querer falar com a marca ou com um bonequinho? O  pinguim deu certo? Com certeza, mas será que um banco, por exemplo,  conseguiria o respeito que precisa se fosse uma persona e não a própria  marca? O debate foi uma interessante discussão sobre o “como se  diferenciar, hoje, nas redes”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como identificar o início de uma crise na Web e como agir rápido</strong><br />
Patrícia Teixeira – Trixe</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma palestra que fala um pouco de  monitoramento e como devemos agir nas redes dos clientes. Neste caso a  Patrícia foca na gestão de crises. E quando tudo dá errado? As crises  para a sua marca podem vir de todos os cantos, e mais uma vez, é  reforçado o monitoramento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dataviz: O desafio de transformar dados em conhecimento</strong><br />
Natalia Traldi – AgênciaClick / Bruno Canato – Cubocc</p>
<p style="text-align: justify;">Palestra maravilhosa. Os dois são muito  bons e estavam em boa sintonia. A @natraldi deu um show em análise de  dados. Com exemplos de gráficos e como passar para o cliente o que ele  precisa ouvir. O Bruno mandou bem na parte um pouco mais teórica do  assunto. Lembrando, o seu cliente, vai ler seu relatório gigantesco?  Vamos otimizar! Vamos mostrar simplesmente o que ele precisa e que  saber.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Social marketing – sua empresa já ganha dinheiro com ele? </strong><br />
Adilson Batista – ADBAT/TESLA</p>
<p style="text-align: justify;">O Adilson fez uma rápida análise do  cenário do mercado hoje. Segundo ele, o Social Media ainda tem muito  espaço para crescer, mas ainda está muito desorganizado no espaço. Todo  mundo quer aparecer, todo mundo quer seu lugar ao sol, e assim poucos  players se destacam no mercado encabeçando essa nova área, ainda muito  “criança” no Brasil. Foi ótima para fechar o evento e dar um pouco de  esperança pra quem acredita, como eu, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">E depois se quiser só dar uma olhada nos vídeos e em um pouco mais do evento, é só ir na página <a title="Vídeos do #smbr2012" href="http://desireelourenco.com/videos-do-smbr2012/" target="_blank">#smbr2012</a> e se divertir, compartilhar, comentar, rir…o que mais vocês quiserem!</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado! <img src="http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif?m=1129645325g" alt=";)" /></p>
<p style="text-align: justify;">*Desirée Lourenço é aluna da <a href="http://www.igec.com.br/pos-turma/1/42/gestao-estrategica-de-marketing-digital" target="_blank">9a turma de pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital</a><em><a href="http://www.igec.com.br/pos-turma/1/42/gestao-estrategica-de-marketing-digital" target="_blank"> (DIG9). </a></em></p>
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		<title>Por dentro da Festa de premiação do Campeonato Carioca 2012 no Vivo Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 06:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Carioca 2012]]></category>
		<category><![CDATA[FFERJ]]></category>
		<category><![CDATA[Flavio Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Vivo Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Flavio Dias* A festa de encerramento do campeonato carioca realizada na noite desta segunda-feira foi recheada de constatações. Uma que o Flamengo anda em baixa; o Fluminense foi o melhor time pelo investimento (até os ternos dos jogadores eram mais bonitos) e o Vasco não deve desanimar, afinal até o melhor torcedor foi um seu. Lotada de dirigentes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Flavio Dias*</p>
<p style="text-align: justify;">A festa de encerramento do campeonato carioca realizada na noite desta segunda-feira foi recheada de constatações. Uma que o Flamengo anda em baixa; o Fluminense foi o melhor time pelo investimento (até os ternos dos jogadores eram mais bonitos) e o Vasco não deve desanimar, afinal até o melhor torcedor foi um seu.</p>
<p style="text-align: justify;">Lotada de dirigentes e bicões, a festa da FFERJ mostrou que a entidade passa por uma austeridade financeira invejável, capaz de, de repente, ajudar times da segunda e terceira divisões do estado, que disputam uma competição deficitária e sem o mínimo de interesse. Será? Mas não é o caso agora. Vamos voltar a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O torcedor Hugo, menino cego vascaíno de coração e que foi homenageado pelo atacante do Vasco Alecsandro em uma comemoração de um gol no estadual, foi o melhor momento de uma festa meio fria, sem emoção em que Alex Escobar e Luis Roberto tiveram que botar o talento pra fora para tirar um sorriso do &#8220;animadíssimo e interativo&#8221; público.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a seleção, justiça no gol com Diego Cavalieri. Fágner esteve bem em algumas partidas e em outras não. Na esquerda, Carlinhos foi razoável. A zaga, tirando Dedé, o melhor do país, todos se equivaleram, incluindo um jovem do Madureira, que se empregou depois que ganhou o troféu. Precisava? Do meio pra frente nomes como Wágner Love (justíssimo) e Kléberson reforçaram o mau momento do Flamengo e um campeonato ruim, já que o clube foi pouco representado na festa. Do Botafogo, vice campeão, nomes como Renato e Loco Abreu também deram um caldo sem sal do que foi este estranho time no Estadual. Invicto, mas sem encantar.</p>
<p style="text-align: justify;">A parte boa foi guardada para o Vasco, que mesmo sem chegar foi premiado com alguns jogadores, artilheiro e até o torcedor. E o Fluminense, justo campeão como clube que mais investe e corre atrás para ter um time competitivo e capaz de ganhar títulos. Só não valeu pela gafe da falta do hino na chamada do time ao palco. E a falta de um capitão para receber o troféu. Cadê o Fred? Fred, o troféu vai te pegar!! No restante, só esperar que o carioca de 2013 mostre mais público, entusiasmo e acima de tudo respeito ao torcedor. Já teremos o nosso Maracanã e o frio Engenhão não fará parte desta engrenagem fria que é o estadual do Rio de Janeiro. Que chegue 2013! E sirvam o jantar. Opa, não teve. Acabou o milho, acabou a pipoca!</p>
<p>Abraço a turma toda!</p>
<p>Valeu, meu time.</p>
<p><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/34522.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2384" title="34522" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/34522-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" /></a><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/34521.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2385" title="34521" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/34521-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Flávio Dias</p>
<p>*Flavio Dias é professor de Assessoria Esportiva na p<a href="http://www.igec.com.br/pos-turma/3/112/jornalismo-esportivo-e-negocios-do-esporte" target="_blank">ós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte</a> e vai dar um <a href="http://www.igec.com.br/curso-turma/61/117/pratico-de-assessoria-esportiva" target="_blank">Curso Prático Assessoria Esportiva</a> à partir de 21/05.</p>
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		<title>Levi’s leva Juliana Paes para medir curvas de clientes</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Estratégica da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[características organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Customização de Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Piller]]></category>
		<category><![CDATA[Innovation Management]]></category>
		<category><![CDATA[Levi´s]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[RWTH Aachen University]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamento da linha Curve ID tem também Mariana Ximenes e Sophie Charlote como representantes Leticia Muniz, do Comentários do Prof Claudio Moreira* &#160; Marca pretende incentivar consumidoras a se sentirem satisfeitas com seus corpos Rio de Janeiro &#8211; A Levi’s escolheu as atrizes Juliana Paes, Mariana Ximenes e Sophie Charlote para representarem os diferentes perfis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançamento da linha Curve ID tem também Mariana Ximenes e Sophie Charlote como representantes</p>
<div>
<div>Leticia Muniz, do<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/" target="blank"><img src="http://exame3.abrilm.com.br/assets/sources/15/content_logo_mundodomarketing.png?1290633634" alt="" /></a></div>
<div>Comentários do Prof Claudio Moreira*</div>
<div>
<div>
<div><a id="li_ui_li_gen_1337092423851_0-link"></a><img title="Levi's Curve ID" src="http://exame2.abrilm.com.br/assets/pictures/56354/size_590_?1337022978" alt="Levi's Curve ID" width="590" height="443" />&nbsp;</p>
<p>Marca pretende incentivar consumidoras a se sentirem satisfeitas com seus corpos</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>Rio de Janeiro &#8211; A Levi’s escolheu as atrizes Juliana Paes, Mariana  Ximenes e Sophie Charlote para representarem os diferentes perfis das  brasileiras e lançar mais uma coleção da linha Levi’s Curve ID. Com a  associação às três atrizes, a <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/marcas" target="_blank">marca </a></strong>pretende passar a imagem de mulheres confiantes e felizes com seus próprios corpos.</p>
<p>No último sábado, 12, as três atrizes estiveram na Neighborhood Store  da rua Oscar Freire, em São Paulo, medindo pessoalmente as clientes e  ajudando-as a encontrar o modelo de jeans que melhor se encaixa em suas  curvas.</p>
<p>A Curve ID utiliza um sistema de caimento customizado que foca na forma  e proporções da mulher, e não no seu tamanho. Foram estudadas imagens  de corpos de mais de 65 mil mulheres para desenvolver caimentos baseados  na diferença entre a medida do quadril e dos glúteos femininos.</p>
<p>Fonte: http://exame.abril.com.br</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">Comentário: Repetidos estudos revelam que nunca as pessoas gastaram tanto dinheiro com cosméticos, vestuário e tempo nos salões de beleza e com cirurgias plásticas como hoje e, ainda assim, continuam insatisfeitas consigo. Longe de retomar a discussão sobre a &#8220;ditadura da beleza&#8221;, já que a escolha das (belas) atrizes poderia sugerir que, &#8220;ok, eu não tenho o corpo da Juliana Paes nem da Sophie Charlote&#8221;, ou seja para o produto ajustar bem, a natureza deve dar um belo empurrão, mas pesquisando um pouco mais descobri que não é necessário ter as invejáveis curvas das globais para usufruir do produto</span></p>
<p><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/levisblog1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2377" title="levisblog" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/levisblog1-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/levisblog2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2378" title="levisblog2" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/levisblog2-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">Ainda não chegaram ao conceito de Customização de Massa como descrito por Frank Piller, Professor de Innovation Management na RWTH Aachen University, que para funcionar plenamente, deve possuir 3 características organizacionais importantes:</span></p>
<p><span style="color: #000080;">1. Projetar o produto em módulos independentes, para facilitar a montagem sem aumentar os custos</span></p>
<p><span style="color: #000080;">2. Layout de produção em módulos independentes para serem realocados com facilidade.</span></p>
<p><span style="color: #000080;">3. A cadeia de suprimentos: disponibilizar os produtos básicos de maneira efetiva racionalizando os custos. Flexibilidade para atender aos clientes desde o momento do pedido até a entrega do produto acabado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">A flexibilização chegou a tanto? Me parece que ainda não, mas o caminho traçado é muito interessante, faço votos que dê muito certo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">*Claudio Moreira é Coordenador Geral do IGEC e professor de Marketing de Serviços na pós-graduação de Gestão Estratégica da Comunicação</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Indiano prega &#8216;capitalismo consciente&#8217; contra a crise</title>
		<link>http://www.igec.com.br/blog/?p=2370</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Estratégica de Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Nepomuceno]]></category>
		<category><![CDATA[Rajendra Sisodia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Bentley]]></category>

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		<description><![CDATA[A abordagem está perfeita, mas parece que tal consciência é espontânea (opcional) e não movida a um movimento de empoderamento do consumidor/fornecedor/colaborador, via redes sociais (obrigatória) &#8211; a diferença entre uma macro abordagem (que analisa melhor o todo) para  uma micro (que sente, mas não vê o todo). Segue texto, recomendo leitura. Carlos Nepomuceno* Indiano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">A abordagem está perfeita, mas parece que tal consciência é espontânea (opcional) e não movida a um movimento de empoderamento do consumidor/fornecedor/colaborador, via redes sociais (obrigatória) &#8211; a diferença entre uma macro abordagem (que analisa melhor o todo) para  uma micro (que sente, mas não vê o todo).</span><br />
<span style="color: #000080;">Segue texto, recomendo leitura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"> Carlos Nepomuceno</span>*</p>
<h1 style="text-align: justify;">Indiano prega &#8216;capitalismo consciente&#8217; contra a crise</h1>
<p style="text-align: justify;">PUBLICIDADE</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ELEONORA DE LUCENA</strong><br />
DE SÃO PAULO</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/nepoindiano.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2371" title="nepoindiano" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/nepoindiano-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Criar uma rede harmônica entre clientes, trabalhadores, fornecedores. Pensar no objetivo maior da empresa. Com essas linhas, o indiano Rajendra Sisodia, 53, defende a implantação do &#8220;capitalismo consciente&#8221; nas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Professor de marketing e negócios da Universidade de Bentley (Boston, EUA), ele virou guru de empresários como Abilio Diniz. Para Sisodia, a ideia &#8220;pode soar romântica, mas é bem prática&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembra como o grave caso da exploração de trabalhadores da Foxconn, fornecedora da Apple, prejudicou a imagem da companhia norte-americana. Ele conversou com a <strong>Folha</strong> por telefone.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Folha &#8211; O que é o capitalismo consciente?</strong><br />
<strong>Rajendra Sisodia</strong> &#8211; É uma abordagem um pouco diferente da tradicional, que diz que o capitalismo é apenas sobre fazer dinheiro e ter lucros. É um conceito com propósitos mais profundos. Por que o seu negócio existe? O que o seu negócio está fazendo para o mundo ficar melhor? Grandes companhias têm grandes propósitos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como isso se traduz para empregados, clientes, fornecedores?</strong><br />
É preciso reconhecer que há interdependência nos negócios. Todos os negócios têm fornecedores, clientes, empregados, comunidades, mas tendem a vê-los de forma separada, como forma de meios para um fim. O negócio consciente tentar reconhecer essa interligação. Se os empregados estão bem, felizes, geralmente os clientes também estão bem. Se os fornecedores não são bons parceiros, no longo prazo a empresa não será capaz de produzir bons produtos. Se qualquer uma dessas partes está infeliz ou está sendo maltratada, ao logo do tempo isso pode destruir o negócio inteiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que o sr. diz para as lideranças empresariais?</strong><br />
Precisamos de líderes empresariais que se importem com o propósito do negócio e com o impacto que ele causa nas pessoas. Que sejam dirigidos não tanto pelo poder ou pelo dinheiro. Líderes conscientes devem motivar, inspirar e desenvolver as pessoas. Eles são realmente apaixonados pelo propósito do negócio, não colocam os empregados no último nível de importância. É preciso ter a cultura do amor, da preocupação, da confiança e da transparência e da autenticidade. Uma cultura sustentável a longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como esse conceito interfere nos resultados das companhias?</strong><br />
É simplesmente a melhor maneira de fazer negócios. As pesquisas mostram que as empresas que adotam essa linha têm mais sucesso ao longo do tempo. Porque criam grande valor para os seus clientes, os empregados são altamente engajados no trabalho, altamente produtivos. No longo prazo, o desempenho da companhia tende a ser muito melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que lições tirar da atual crise capitalista? O que deu errado?</strong><br />
É ganância. O setor financeiro perdeu o sentido do seu propósito, que é prover investimentos para produção. 0 Simplesmente entraram numa especulação para fazer dinheiro para eles mesmos, sem agregar valor para a sociedade, para os clientes etc. Quando se separa a criação de valor do fazer dinheiro há problemas. Eles estavam ganhando dinheiro baseados na ignorância das outras pessoas, tentando tirar vantagem delas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que a crise pode mudar para os negócios?</strong><br />
O que queremos com o capitalismo consciente é que os empresários mudem de mentalidade e pensem nos seus negócios de uma forma diferente. A cada 10, 15 anos temos uma crise. Isso nos faz pensar o que foi feito de errado, pensar alternativas. Há muita discussão sobre o que precisa ser mudado no sistema. No Brasil e na Índia, empresas estão tentando seguir o modelo norte-americano. Mas os americanos estão se dando conta de que o seu modelo não funciona tão bem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Essa ideia do capitalismo consciente não pode ser tachada de romântica, já que o capitalismo é movido a lucro?</strong><br />
Sim, muitas pessoas pensam assim. Mas é uma ideia muito prática. As companhias que agem assim são mais bem-sucedidas na média. Elas estão fazendo dinheiro e lucros. Há um paradoxo. Se a empresa persegue o lucro como o primeiro objetivo, faz coisas que machucam sua habilidade de fazer negócios e ter lucros ao longo do tempo. Se ela quer maximizar os seus lucros e adota uma orientação de curto prazo espremendo os seus empregados, cortando benefícios, vai também espremer os seus fornecedores. Tudo isso pode prejudicar o negócio no longo prazo. Se a empresa tem os piores fornecedores, ou fornecedores de má qualidade, a qualidade não vai ser alta. Se os empregados não estão engajados e motivados, a qualidade também não vai ser alta. E os clientes também não vão ficar satisfeitos. As pessoas querem ser felizes. E são felizes quando fazem coisas que têm significado para elas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como o sr. analisa por exemplo o caso da Apple/Foxconn?</strong><br />
Companhias como a Apple e outras tiveram um comportamento distante dos fornecedores. Diziam algo como: não sabemos como vocês estão fazendo, mas é isso que queremos; o que nos importa é o produto e o preço. O que eles estão reconhecendo agora, com toda essa publicidade negativa para a Apple e para a Foxconn é que isso pode ser perigoso para eles no futuro. Funcionários cometem suicídio, têm péssimas condições de trabalho. A Apple está se movendo agora para criar mais transparência na sua cadeia de fornecedores, assegurando que as condições de trabalhão sejam adequadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas isso não provocará aumento nos custos?</strong><br />
Sim, provavelmente os custos vão aumentar e talvez eles devam aumentar. Os custos devem refletir os custos de fazer negócios. Custos justos devem ser absorvidos. Talvez devamos pagar 10% a mais sobre produtos eletrônicos apenas para refletir o justo custo. As companhias que operam assim têm funcionários que se tornam mais produtivos e mais engajados no seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como combinar essa filosofia com a ação dos sindicatos?</strong><br />
Se já existe um sindicato, a empresa deve tentar ter relação com ele. Se não há sindicato e se a empresa trata os seus funcionários muito bem, eles não vão sentir vontade de entrar num sindicato, não vão precisar de um.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O seu trabalho então é atuar para esvaziar os sindicatos?</strong><br />
Não. Se fizermos nosso trabalho como executivos e tratarmos as pessoas muito bem, eles não sentirão a necessidade de sindicatos. Os sindicatos estão competindo pelos corações e mentes dos empregados. E se o executivo faz um trabalho ruim, os empregados irão querer se sindicalizar. Se os empregados têm melhores condições de trabalho e melhores salários, melhores benefícios, eles não vão querer se sindicalizar. Os sindicatos muitas vezes tendem a provocar a divisão entre empregados e empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas não há necessariamente uma divisão entre eles? Não há luta de classes?</strong><br />
É uma forma antiga de pensar sobre negócios. É o pensamento marxista. Não existe luta entre trabalhadores e empregadores. Não é tudo sobre dinheiro. Eles tentam criar algo e fazer algo com significado no mundo, criar valor que todos dividem. E precisam trabalhar juntos em harmonia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas não há uma oposição entre essas duas partes, já que uns querem lucros e outros, salários?</strong><br />
Não. De onde vêm os salários? Vêm de um negócio que é capaz de ser lucrativo. Se um negócio não é lucrativo, não é capaz de pagar bem. O que acontece em algumas companhias é que os empregados se juntam aos sindicatos, negociam e conseguem dinheiro. Mas depois os negócios não podem sobreviver e competir. É claro que há investidores que são muito gananciosos e querem todo o dinheiro e espremem empregados e fornecedores, poluem o ambiente etc. Isso também prejudica os negócios, pois pensam apenas nos seus próprios interesses. É como um câncer, que pode começar em qualquer lugar do corpo e pode destruir o corpo inteiro, destruir a companhia inteira. É preciso manter a harmonia no negócio. O negocio é sobre criar mais valor. Assim há mais para dividir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem o sr. citaria como um grande empreendedor na história?</strong><br />
Não temos no mundo dos negócios líderes que combinem visão e liderança forte. Na política há Lincoln, Gandhi, Mandela. A maioria dos líderes de negócios não traz essa inspiração. Jack Welch operou um pouco assim, mas trazendo muito medo e estresse. Steve Jobs era um brilhante empreendedor, mas como ser humano era uma pessoa muito difícil. Não tratava as pessoas muito bem. Era um gênio em algumas coisas: criatividade, inovação, design de produtos, interface com clientes. Mas tinha uma personalidade muito difícil para tratar com pessoas. Não se preocupava com esse tipo de coisa [Foxconn] com os fornecedores. Queria criar produtos bonitos, com menor custo, competir. Era agressivo, focado, mas faltava essa dimensão humana. Ninguém é perfeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual é o seu autor predileto?</strong><br />
Peter Drucker. Falou de várias dessas coisas antes de todos. Estava à frente de seu tempo. É o mais influente e brilhante de todos os tempos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Depois do fordismo e do toyotismo, o que vem por aí?</strong><br />
Quando uma companhia passa a ser dirigida pelos números, começa a focar nos lucros e na fatia de mercado, ela começa a sofrer. A Toyota, até há alguns anos, não falava de fatia de mercado, de ser número um. Era focada em qualidade, em eficiência, em confiabilidade, em ser boa para o planeta. Era, de longe, a mais bem-sucedida montadora do mundo. Mas há alguns anos começaram a focar em fatia de mercado, em conquistar fatias das outras e começaram a colocar muita pressão em cima dos executivos para que eles conseguissem cumprir as metas. Então começamos a ver a queda na qualidade e os problemas de segurança. Por isso existem esses enormes recalls. A Mercedes-Benz também teve problemas assim. Quando se dão alguns objetivos numéricos para os executivos, eles serão atingidos. Mas eles podem fazer coisas que são prejudiciais no longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas as metas não servem de estímulo?</strong><br />
Sim, mas é preciso não estabelecer objetivos e metas tão difíceis. Anos atrás, a Ford estabeleceu o objetivo de ser a número um em vendas de carros nos EUA. No final do ano, os executivos estavam vendendo os carros por preços abaixo do custo, apenas para ter a fatia de mercado. Estavam agindo em função de uma meta de vendas, não em fazer um grande carro.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www1.folha.uol.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">Nepô (Carlos Nepomuceno) é professor de Conversão 2.0 na <a href="http://www.igec.com.br/pos-turma/1/123/gestao-estrategica-de-marketing-digital" target="_blank">pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital</a></p>
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		<title>Quer saber as &#8220;Últimas de Rebecca Porphírio&#8221;?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 07:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Estratégica de Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[O que fazem nossos alunos?]]></category>
		<category><![CDATA[Globo.com.]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Rebecca Porphírio]]></category>
		<category><![CDATA[TechTudo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Editora e repórter na Internet, Rebecca Porphírio é especialista em mídias sociais do TechTudo, site de tecnologia da Globo.com. Já foi assessora de imprensa na Oi, gestora de produto na Casa Civil do RJ, analista de mídias sociais e até organizadora de eventos de anime. Apesar da paixão por computadores e web, duas coisas que]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/rebecca-DIG6.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2366" title="rebecca DIG6" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/rebecca-DIG6.jpg" alt="" width="86" height="122" /></a>Editora e repórter na Internet, Rebecca Porphírio é especialista em  mídias sociais do TechTudo, site de tecnologia da Globo.com. Já foi  assessora de imprensa na Oi, gestora de produto na Casa Civil do RJ,  analista de mídias sociais e até organizadora de eventos de anime.</p>
<p>Apesar da paixão por computadores e web, duas coisas que não podem  faltar na vida dessa jornalista são mangás e videogames. Nerd de  carteirinha e gaúcha de coração, ela é também gremista por associação.</p>
<p>Rebecca foi aluna da 6a turma de <a href="http://www.igec.com.br/pos-turma/1/123/gestao-estrategica-de-marketing-digital" target="_blank">pós em Gestão Estratégica de Marketing Digital </a>(DIG6)</p>
<p>Veja as últimas da Rebecca abaixo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<h3><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/05/pensamos-no-digital-pois-esse-e-o-futuro-diz-gerente-do-guardian.html">&#8216;Pensamos no digital, pois esse é o futuro&#8217;, diz gerente do The Guardian</a></h3>
<div><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/05/pensamos-no-digital-pois-esse-e-o-futuro-diz-gerente-do-guardian.html"> <img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/220x138/2012/05/09/foto.jpg" alt="" width="220" height="138" /> </a></div>
<div>
<p>Pier Jones, gerente de produtos do The Guardian, explica a grande aposta do jornal no Facebook.</p>
<p><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/05/pensamos-no-digital-pois-esse-e-o-futuro-diz-gerente-do-guardian.html">leia mais</a></div>
</div>
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<div>Curiosidades |  			05 Mai 2012</div>
<h3><a href="http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/05/bombou-nas-redes-sociais-na-semana-de-27-de-abril-03-de-maio.html">Bombou nas redes sociais na semana de 27 de abril a 03 de maio</a></h3>
<div><a href="http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/05/bombou-nas-redes-sociais-na-semana-de-27-de-abril-03-de-maio.html"> <img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/220x138/2012/05/04/galaxy-s-iii-product-image-5_b-610x610.jpg" alt="" width="220" height="138" /> </a></div>
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<p>Confira o apanhado dessa semana! Veja a lista das matérias que foram mais acessadas no período de 27 de abril a 03 de maio.</p>
<p><a href="http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/05/bombou-nas-redes-sociais-na-semana-de-27-de-abril-03-de-maio.html">leia mais</a></div>
</div>
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<div>Artigos |  			03 Mai 2012</div>
<h3><a href="http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/05/galaxy-s-iii-nao-atende-expectativas-de-internautas.html">Galaxy S III não atende expectativas de internautas</a></h3>
<div><a href="http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/05/galaxy-s-iii-nao-atende-expectativas-de-internautas.html"> <img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/220x138/2012/05/03/galaxys3.jpg" alt="" width="220" height="138" /> </a></div>
<div>
<p>Fãs, jornalistas e especialistas em tecnologia do mundo todo  comentaram o lançamento do novo smartphone da Samsung, o Galaxy S III,  mas o saldo foi neutro para a sul-coreana nas midias sociais.</p>
<p><a href="http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/05/galaxy-s-iii-nao-atende-expectativas-de-internautas.html">leia mais</a></div>
</div>
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<div>Curiosidades |  			28 Abr 2012</div>
<h3><a href="http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/04/bombou-nas-redes-sociais-na-semana-de-20-26-de-abril.html">Bombou nas redes sociais na semana de 20 a 26 de abril</a></h3>
<div><a href="http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/04/bombou-nas-redes-sociais-na-semana-de-20-26-de-abril.html"> <img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/220x138/2012/04/25/defy-mini-dual.jpg" alt="" width="220" height="138" /> </a></div>
<div>
<p>Confira o apanhado dessa semana! Veja a lista das matérias que mais foram acessadas no período de 20 a 26 de abril.</p>
<p><a href="http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/04/bombou-nas-redes-sociais-na-semana-de-20-26-de-abril.html">leia mais</a></div>
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<div>Notícias |  			18 Abr 2012</div>
<h3><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/04/politicos-brasileiros-nao-sabem-usar-o-twitter-diz-consultoria.html">&#8216;Políticos brasileiros não sabem usar o Twitter&#8217;, diz consultoria</a></h3>
<div><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/04/politicos-brasileiros-nao-sabem-usar-o-twitter-diz-consultoria.html"> <img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/220x138/2012/04/17/triog20.jpg" alt="" width="220" height="138" /> </a></div>
<div>
<p>André Miranda, diretor de Public Affairs da B-M Brasil, diz que  faltam profissionais especializados em mídias digitais nas equipes de  comunicação dos políticos brasileiros.</p>
<p><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/04/politicos-brasileiros-nao-sabem-usar-o-twitter-diz-consultoria.html">leia mais</a></div>
</div>
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		<title>Odir de Souza &#8211; CBF, IGEC e Calçada da Fama</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 07:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[O que fazem nossos professores?]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[CREFITO]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina no Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Motricidade Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Odir de Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal aprender Medicina no Esporte com o Coordenador do departamento de Fisioterapia da Confederação Brasileira de Futebol (CBF)? Conheça Odir de Souza, professor da pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. Odir é Fisioterapeuta, Mestre em Ciência da Motricidade Humana, Fisioterapeuta da Seleção Brasileira de Futebol (Profissional), Fisioterapeuta do Comitê Paraolímpico Brasileiro e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/pan_odir_souza.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2359" title="pan_odir_souza" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/pan_odir_souza.jpg" alt="" width="75" height="88" /></a>Que tal aprender Medicina no Esporte com o Coordenador do departamento de Fisioterapia                            da Confederação Brasileira de Futebol (CBF)? Conheça Odir de Souza, <a href="http://www.igec.com.br/pos-turma/3/112/jornalismo-esportivo-e-negocios-do-esporte" target="_blank">professor da pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte</a>.</p>
<p>Odir é Fisioterapeuta, Mestre em Ciência da Motricidade                          Humana, Fisioterapeuta da Seleção Brasileira de Futebol (Profissional), Fisioterapeuta do Comitê Paraolímpico Brasileiro e Coordenador do Serviço de Fisioterapia das categorias de base da CBF.</p>
<p>Suas aulas são sempre animadas e práticas, trabalhando as lesões, os casos mais graves, as cirurgias, o convívio atleta/ médico, a recuperação, fisioterapia e a relação entre mídia e o médico.</p>
<p>Em Janeiro de 2010 Odir foi (justamente) homenageado na Calçada Mão da Fama do Crefito-SP, veja as fotos abaixo</p>
<p><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2360" title="Odir1" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2361" title="Odir2" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2362" title="Odir3" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2363" title="Odir4" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Odir4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente Odir está ministrando suas aulas na 8a turma (JENE8).</p>
<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 75px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;"><a href="http://www.crefito.com.br/admin/monta_templ1.asp?cd_templa=577">Odir                                      de Souza é homenageado na Calçada                                      Mão da Fama do Crefito-SP</a></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Campanha pede que mães &#8220;desapareçam&#8221; no dia 13 de maio</title>
		<link>http://www.igec.com.br/blog/?p=2353</link>
		<comments>http://www.igec.com.br/blog/?p=2353#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 07:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Estratégica da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica de Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Every Mother Counts]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.igec.com.br/blog/?p=2353</guid>
		<description><![CDATA[Celebridades como Jennifer Connelly, Kelly Rutherford e Debra Messing pedem boicote à data como apoio à instituição Every Mother Counts Cris Simon, de No Mothers Day: &#8220;no dia 13 de maio, não atendam ao telefone, não atualizem redes sociais ou respondam e-mails&#8221; São Paulo &#8211; Uma campanha chamada &#8220;No Mothers Day&#8221; (Não ao Dia das]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Celebridades como Jennifer Connelly, Kelly  Rutherford e Debra Messing pedem boicote à data como apoio à instituição  Every Mother Counts</h2>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<div><img src="http://exame2.abrilm.com.br/assets/pictures/20818/icon_cris-simon.jpg?1292339890" alt="Icon_cris-simon" width="55" height="45" /></div>
<div><a href="http://exame.abril.com.br/jornalistas/cris-simon">Cris Simon</a>, de <a href="http://exame.abril.com.br/" target="blank"><img src="http://exame0.abrilm.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></a></div>
</div>
<p><img title="Jennifer Connelly" src="http://exame1.abrilm.com.br/assets/pictures/55860/size_590_?1336419625" alt="Jennifer Connelly" /></p>
<p>No Mothers Day: &#8220;no dia 13 de maio, não atendam ao telefone, não atualizem redes sociais ou respondam e-mails&#8221;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">São Paulo &#8211; Uma campanha chamada &#8220;No Mothers Day&#8221; (Não ao Dia das Mães)  nos Estados Unidos pede o boicote à tradicional comemoração da data,  como forma de chamar a atenção para as mortes decorrentes de  complicações na gravidez e no parto, 90% delas, evitáveis. Hoje, a cada  90 segundos uma mulher morre durante o parto, de acordo com a  instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação foi criada pela agência CHI &amp; Partners de Nova York para a  Every Mother Counts (EMC), instituição liderada pela ativista Christy  Turlington Burns que busca melhorar a vida das mães mundialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um filme de dois minutos, personalidades como Jennifer Connelly,  Kelly Rutherford e Debra Messing se unem a mulheres desconhecidas para  pedir que, em vez de receber cartas e presentes, as mães &#8220;desapareçam&#8221; o  próximo dia 13 de maio: não atendam ao telefone, não atualizem redes  sociais ou respondam e-mails.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante um minuto, o final do filme, as mulheres permanecem em  silêncio, em solidariedade às 360 mil mães que morrem a cada ano no  mundo, por complicações durante a gravidez e o parto.</p>
<p style="text-align: justify;">A trilha foi escrita e gravada por Eddie Vedder, do Pearl Jam, especialmente para a instituição.</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/campanha-nos-eua-pede-que-maes-desaparecam-no-13-de-maio" target="_blank"><strong>Assista ao filme</strong></a></p>
<p>Fonte: http://exame.abril.com.br</p>
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		<title>O fator Hollande</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[François Hollande]]></category>
		<category><![CDATA[mercados financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[pacto fiscal]]></category>

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		<description><![CDATA[Celso Ming É natural que os mercados não tenham se exasperado na segunda-feira com a vitória do socialista François Hollande nas eleições presidenciais da França. O último que assumiu a presidência da França com discurso de esquerda foi François Mitterrand, em 1981. Levou um ano e meio para abandonar seus discursos e adotar reconhecidamente uma]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Celso Ming</p>
<p style="text-align: justify;">É natural que os mercados não tenham se exasperado na  segunda-feira com a vitória do socialista François Hollande nas eleições  presidenciais da França.</p>
<p style="text-align: justify;">O último que assumiu a presidência da França com discurso de esquerda  foi François Mitterrand, em 1981. Levou um ano e meio para abandonar  seus discursos e adotar reconhecidamente uma política econômica  ortodoxa. Teve todo esse prazo porque, à época, a França não era tão  desesperadamente dependente (e refém) dos bancos no financiamento do seu  déficit público.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/wp-content/blogs.dir/43/files/2012/05/HOLLANDE_GONZALO_FUENTES_REUTERS.JPG" border="0" alt="HOLLANDE_GONZALO_FUENTES_REUTERS.JPG" width="450" height="299" /><br />
<strong>Hollande.</strong> Chegou a hora de agir (<em>FOTO: GONZALO FUENTES/REUTERS</em>)</p>
<p style="text-align: justify;">Hollande não terá tanto tempo assim. Já nas primeiras semanas de  exercício do seu cargo, terá de explicar aos mercados com quantos paus  se fará a canoa do crescimento econômico defendido em seus discursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há somente uma semana, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel,  parecia reconhecer que a recuperação da área do euro não poderia se fiar  apenas na austeridade – como saíra no pacto fiscal de final de janeiro.  Tinha de ser apoiada também numa forte agenda de crescimento – conforme  defendia Hollande. Mas nesta segunda veio o recado de Berlim: “O pacto  fiscal é inegociável”.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que as concepções de crescimento econômico de Merkel e  Hollande não são exatamente as mesmas. Merkel defende a austeridade das  contas públicas como precondição do crescimento sustentável. Hollande  parece privilegiar o avanço das despesas públicas, financiadas com o  despejo de títulos públicos cujo principal comprador seria o Banco  Central Europeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a questão central não é fiscal. Ou seja, não é o desequilíbrio  das contas públicas, mas a baixa competitividade da França e de quase  todo o bloco do euro – como advertem, nisso com razão, os economistas  Paul Krugman e Joseph Stiglitz. Isso posto, ganhos de competitividade  terão de ser recuperados por meio de ajustes de renda (salários e  aposentadorias), processo no qual a Alemanha está bem mais avançada.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que o saneamento das contas públicas, o processo de  crescimento econômico e de ganhos de escala (aumento da produtividade)  terá de acontecer com reformas mais profundas – que, por vezes, são  mencionadas por eufemismos como <em>flexibilização das leis trabalhistas</em> e <em>novas condições previdenciárias</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal fator por trás da perda de competitividade e do avanço do  desemprego nos países avançados e, especialmente, na Europa é o enorme  processo mundial de redistribuição do trabalho, que vem incorporando  entre 40 milhões e 50 milhões de asiáticos por ano ao mercado de  trabalho (e de consumo). É a incorporação de mão de obra barata e o  crescente emprego de Tecnologia de Informação que produz o  impressionante barateamento dos produtos industriais, que vão alijando  do mercado global os sistemas produtivos incapazes de se atualizar.</p>
<p style="text-align: justify;">É daí que vem a enorme transferência da indústria e do setor  produtivo para a Ásia e para um punhado de países ainda em  desenvolvimento. A crise financeira somente escancarou as fragilidades  antes latentes dos países avançados. O principal concorrente da França e  da periferia da Europa não é a Alemanha, mas a China – verdade para a  qual o consumidor europeu mal-acostumado com as benesses do Estado de  bem-estar social se recusa a abrir os olhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONFIRA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/wp-content/blogs.dir/43/files/2012/05/Bolsas7maio.jpg" border="0" alt="Bolsas7maio.jpg" width="330" height="332" /></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira reação dos mercados financeiros à eleição do socialista  François Hollande à presidência da França foi de certa rejeição. Depois,  veio a tranquilidade. Essa sensação parece ter tomado corpo após as  declarações do governo da Alemanha: “O pacto fiscal é inegociável”.  Acima, o comportamento de sete bolsas de valores na segunda-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Blog do Ming (http://blogs.estadao.com.br/celso-ming)</p>
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		<title>Nova turma do Programa Pense Alto</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 14:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que fazem nossos professores?]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[IGEC]]></category>
		<category><![CDATA[Pense Alto]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Goecks]]></category>

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		<description><![CDATA[Começamos mais uma turma do Programa Pense Alto neste sábado (já são 5 anos!). Que alegria compartilhar este momento de pura energia positiva! São 35 jovens em risco social  que iniciam uma  nova fase conosco. Serão 4 meses de expansão de conhecimentos e, principalmente, de auto-estima. Neste sábado tivemos a aula inaugural e de integração]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos mais uma turma do Programa Pense Alto neste sábado (já são 5 anos!). Que alegria compartilhar este momento de pura energia positiva!</p>
<p>São 35 jovens em risco social  que iniciam uma  nova fase conosco. Serão 4 meses de expansão de conhecimentos e, principalmente, de auto-estima.</p>
<p>Neste sábado tivemos a aula inaugural e de integração na parte da manhã com as voluntárias Ticiane Barros do Espaço IGEC e Ariana e, na parte da tarde, nosso voluntário Flávio Cordeiro  (sócio da agência de propaganda Binder F+C) compartilhou com o grupo uma introdução do mundo empresarial.</p>
<p>Para os que querem conhecer de perto, o Pense Alto está no RJ, o local tem uma ótima infraestrutura, é super seguro, com estacionamento ao lado (Supermercado Vienense, Av Brasil passarela 9).</p>
<p>O IGEC apoia o Pense Alto desde a 1a turma, alguns de nossos professores são voluntários do Programa, entre eles Rodrigo Goecks e Claudio Moreira</p>
<p>Veja as fotos do início da 5a turma</p>
<p><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma51.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2347" title="turma5" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma51-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma5_11.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2348" title="turma5_1" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma5_11-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma5_2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2349" title="turma5_2" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma5_2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma5_41.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2350" title="turma5_4" src="http://www.igec.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/turma5_41-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link do Pense Alto: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=I-P2tlwfJDI">http://www.youtube.com/watch?v=I-P2tlwfJDI</a></p>
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		<title>O dilema da sala de aula (mais) colaborativa</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Estratégica de Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[aulas colaborativas]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Nepomuceno]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[IGEC]]></category>

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		<description><![CDATA[O dilema da sala de aula (mais) colaborativa Por Carlos Nepomuceno* “O meste ajuda os discípulos a se encontrarem e, nas horas de depressão, são os discípulos que ajudam o meste a se reencontrar. O mestre inflama as almas dos discípulos; e eles o rodeiam e iluminam. O discípulo pergunta e, pela forma de sua]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h1>O dilema da sala de aula (mais) colaborativa</h1>
<p>Por Carlos Nepomuceno*</p></div>
<div>
<blockquote><p><em>“O meste  ajuda os discípulos a se encontrarem e, nas horas de depressão, são os  discípulos que ajudam o meste a se reencontrar. O mestre inflama as  almas dos discípulos; e eles o rodeiam e iluminam. O discípulo pergunta  e, pela forma de sua pergunta, evoca, sem o saber, uma resposta no  espírito do mestre, a qual não teria nascido sem essa pergunta” – <strong>Martin Buber;</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Versão 1.1</strong> &#8211; 04 de maio de 2012<br />
<strong>Rascunho</strong> &#8211; colabore na revisão.<br />
<strong>Replicar:</strong> pode distribuir, basta apenas citar o autor,  colocar um link para o blog e avisar que novas versões podem ser vistas  no atual link.</p>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_aKA17gb84L0/THrBLkqvw3I/AAAAAAAAAJw/JPXnDjtSufs/s1600/razao.jpg" alt="" width="557" height="604" /></p>
<p>Venho há mais de cinco anos experimentado um modelo participativo/colaborativo em sala de aula.</p>
<p>Não uso mais PPTs e procuro desenvolver um <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=di%C3%A1logos%20honestos%20nep%C3%B4st&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCIQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2010%2F09%2F21%2Fdebates-honestos%2F&amp;ei=E36iT9evOo2c8gSXv_XdCA&amp;usg=AFQjCNF7TL2kvymhu5-Pe2GpVZe0dXsWSA">debate honesto</a> com os alunos.</p>
<p>Trabalhamos em roda, discutindo hipóteses e não verdades, em torno do  tema da aula: como a Internet (ou a Revolução Cognitiva que ela  provoca) tem condicionado o nosso mundo e o que temos que fazer para nos  alinhar com ela, reduzindo riscos e ampliando oportunidades?</p>
<p>Não parto apenas do que quero dizer, mas o que eles querem ouvir, na  ordem que, naturalmente, as variações sobre o problema vão surgindo.</p>
<p>É um fluxo de conversa, na qual há um guia que procuro seguir.</p>
<p>Geralmente, falo 20 minutos e reservo um período para que discutam as provocações.</p>
<blockquote><p><em>A avaliação dos alunos é sempre muito positiva, pois eles sentem a presença do professor, a abertura para a conversa e <strong>a  percepção que estão entrando dentro de um fluxo de debates que eles  gostariam de fazer parte, no qual o professor é um participante ativo  com um pouco mais de tempo de discussão, apenas isso.</strong></em></p></blockquote>
<p>Sempre me pergunto: será que é possível estender essa metodologia  para qualquer curso ou tema? E ainda: seria um modismo ou tendência?</p>
<p>Acredito, logo de pronto, que quanto menos consolidado estiver o  estágio de solução de um dado problema, mais colaborativo e especulativo  tem que ser o curso e vice-versa.</p>
<p>Imagino que um curso para ensinar a fazer manutenção de plataforma de  petróleo – que exige passar informações e dar dicas de segurança – será  menos participativo de um que falará sobre marketing digital ou  implantação de redes sociais nas empresas – que são temas bem abertos,  novos e com diferentes abordagens.</p>
<p><img src="http://ictmagic.files.wordpress.com/2011/04/school-2-0.jpg" alt="" width="425" height="340" /></p>
<p>Ambos podem ser participativos, mas, acredito, com taxas diferentes.</p>
<p>Ou seja, existem contextos que vão variar a taxa de colaboração, o  que deve nos tirar de dogmas. Cada caso é um caso, porém, é preciso,  mesmo nos temas mais árduos, procurar vem que espaços o problema pode  discutido, através do diálogo.</p>
<blockquote><p><em>Espanta-me ver as pessoas apresentando conceitos  novos com regras, modelos, apresentações super-preparadas para temas que  ainda estamos em fase de consolidação!</em></p></blockquote>
<p>A outra pergunta que me faço se nesse mundo muito mais líquido e  conectado é: as verdades vão durar o mesmo tempo que no passado?</p>
<blockquote><p><em>Não estaríamos saindo das verdades impressas autorais  para as hipóteses temporárias coletivas – sempre em movimento no oceano  digital?</em></p></blockquote>
<p>E, por consequência, nos perguntamos: como vamos preparar cursos que  não são sólidos, mas que preparem as pessoas para entrar na corrente do  debate e não sair de lá com a impressão que ele está pronto, parado e  consolidado?</p>
<p>Isso é um desafio para as escolas, que hoje são sólidas, com  conteúdos empedrados, com professores conteudistas – repassadores de  conhecimento e não pesquisadores coletivos.</p>
<p><img src="http://s4.images.drive2.ru/user.blog.photos/x3/4400/000/000/14d/3be/88cd6e20707cd9f0-large.jpg" alt="" width="677" height="761" /></p>
<p>Muitos vão dizer.</p>
<p><em>Opa, se a escola já é assim há tanto tempo isso não seria mais um modismo?</em></p>
<p>Vou defender que um mundo mais colaborativo é uma tendência  irreversível e vou tentar mostrar a lógica que regerá a nova Escola mais  colaborativa (ou 2.0) na nova Era Cognitiva Digital.</p>
<p>Para isso, temos que contextualizar que a atual escola que estudamos e nossos filhos ainda estudam, é descendente direta da <strong>Era Cognitiva do livro impresso</strong>,  que criou um ambiente de aprendizado específico, que se baseou nos  registros do conhecimento em suportes de papel impresso para poder nos  tirar da imprecisão do mundo oral ou do papel manuscrito (a era  cognitiva anterior).</p>
<p>A escola mais sólida e vertical é filha desse ambiente do livro  impresso (depois da mídia de massa, que o expandiu)  que prestou um  grande serviço à civilização, mas o seu tempo passou, pois a população  cresceu e o que funcionava antes, já não mais agora.</p>
<blockquote><p><em>Hoje, somos 7 bilhões de habitantes com problemas  muito mais complexos. Tal população não nos permitem mais manter um  tempo de aprendizagem e inovação de séculos passados! A complexidade de  um mundo mais habitado está batendo na porta e cobrando seu preço! E  pede uma escola mais ágil e viva!</em></p></blockquote>
<p>Tal dificuldade de inovar tem nos levado à decadência civilizatória atual, com suas respectivas crises em diversos setores.</p>
<p>Podemos, assim, dizer que a escola sempre vai variar, conforme a  maneira que conhecimento é compartilhado na sociedade, ou a Era  Cognitiva da vez. Quanto mais esse for mutante e ágil, mais a escola  terá que acompanhar o ritmo!</p>
<blockquote><p><em>Não se trata assim de adotar novas tecnologias, mas  uma nova forma de pensar o conhecimento para repassá-lo. Precisamos  criar novos métodos para ajudar os alunos do presente e futuro a   conviverem com esse novo modus-pensante. </em></p></blockquote>
<p><img src="http://www.qxxx.fx.edu.sh.cn/files/scFile/wytp/sw/bpic/sw0145.jpg" alt="" width="674" height="505" /></p>
<p>Há uma mudança, agora,  do ambiente cognitivo que nos cerca que é a  água invisivel do “aquário cognitivo que nos enreda” (nosso ambiente  cognitivo) no qual todos nadamos para conhecer, aprender, nos informar,  nos relacionar, produzir, consumir…</p>
<p>Estamos entrando na Era Cognitiva digital, que nos leva, nessa  primeira fase, a um mundo mais colaborativo que o passado para resolver  velhos e novos problemas com novas formas de comunicação a distância,  principalmente.</p>
<p>Note que rede não é nova, a colaboração não é nova.</p>
<blockquote><p><em>O que é novo é a possibilidade global, ao mesmo  tempo, da chegada rápida de novas topologias de rede, através de novos  recursos técnicos, que nos permitem estabelecer novas formas de  colaboração, trocas de ideias, produção, mais baratas e eficientes para  resolver problemas cada vez mais complexos. Hoje, via rede digital,  conseguimos fazer mais com menos!</em></p></blockquote>
<p>Assim sendo, estamos diante de uma tendência e não modismo, não só na escola, mas em toda sociedade.</p>
<p><img src="http://flogvip.net/fotos/hd1/j/o/s/josuepoeta/f/20111107190918367.jpg" alt="" width="500" height="356" /></p>
<p>Temos como tendência no cenário global:</p>
<ul>
<li>Aumento da diversidade de opinião e divulgação de cada vez mais pontos de vista sobre o mesmo problema;</li>
<li>Velocidade das mudanças e premência cada vez maior da inovação, mais de hipóteses do que verdades;</li>
<li>Publicação das ideias em meios muito mais fluidos e passíveis de alteração;</li>
<li>Mudança de hábito do aluno/cidadão/consumidor de passivo a ativo, todos querem interferir de alguma forma na mensagem.</li>
</ul>
<p>Assim, se essa é a tendência qual será o principal problema de conseguirmos uma sala de aula colaborativa?</p>
<p>Não basta, a meu ver, querer implantar a metodologia, pois muitos já  tentaram e esbarraram nos impasses da Era Cognitiva passada (vide Paulo  Freire e um conjunto de educadores que defendem tudo isso que está sendo  proposto hoje).</p>
<p>Estamos diante de uma mudança mais ampla, filosófica cognitiva,  diria, que nos impõe agora essa mudança, tanto do professor quanto do  aluno.</p>
<blockquote><p><em>A base da mudança é a maneira de se pensar o próprio  conhecimento e não apenas como repassá-lo. O conhecimento deixa, nessa  fase da Revolução Cognitiva, ser algo que se controla, se domina, no  qual estão embutidas verdades, mas se assume o que ele sempre foi:   mutante e líquido, que </em><em>mais a intoxicação da era passada e o ritmo de atualização não deixavam ver!</em></p></blockquote>
<p>Vivemos a passagem de um conhecimento mais sólido <a href="http://nepo.com.br/2011/03/26/o-conhecimento-liquido/">para um mais líquido!</a></p>
<p><img src="http://www.videonasaldeias.org.br/admin/gui/files_upload/videos/1229653919.jpg" alt="" width="500" height="408" /></p>
<p>Temos que alterar a relação de poder entre as partes (quem produz e  consome o conhecimento), aumentando a responsabilidade do aluno e  tirando o professor de um pedestal, colocando-o como um “aluno mais  velho e experiente”, responsável para reduzir ruídos individuais, sempre  em prol do coletivo.</p>
<p>Dessa maneira:</p>
<ul>
<li>As aulas mais colaborativas têm que passar a lidar com  problemas/dilemas e não assuntos, já que problemas são dinâmicos,  multidisciplinares. Já assuntos são cumulativos, estáticos e pouco  eficientes (<a href="http://nepo.com.br/2012/04/12/aulas-sobre-assuntos-sao-autoritarias/">ver mais aqui sobre isso).</a></li>
<li>Há uma mudança cultural de professor (incluindo seu ego controlador)  de dono do saber (ordenhador de vaca) para o articulador do saber  (apicultor) (<a href="http://nepo.com.br/2008/10/22/dos-ordenhadores-de-vaca-a-apicultores/">ver mais aqui</a>)</li>
<li>O professor tem que passar a ser um pesquisador curioso do problema  que levará para o debate. Isso implica em um forte interesse de conhecer  como os alunos pensam, pois isso deve fazer parte de sua pesquisa, na  luta contra o senso comum sobre o problema-foco;</li>
<li>Cada turma tem um contexto, uma idade, uma composição e é na interação que a melhor forma de se abrir o debate vai ocorrer;</li>
<li>O professor/pesquisador/apicultor deve ver a profissão do ensino  como um dos principais atividades da carreira, (e não um bico) fazendo  da didática e metodologia mais uma área de interesse de aperfeiçoamento,  fazendo parte de sua curiosidade – e a sociedade terá que investir  nesse modelo;</li>
<li>O ego deixa de se agarrar nos conceitos, nas teorias, torna-se  também mais líquidos, trabalhando com hipóteses, que devem ser  constantemente melhoradas, é um professor aberto ao novo e não fechado  para ele!;</li>
<li>E que todo o material didático seja versionado (como softwares) e  que possam ir sendo mudados pelo coletivo da escola, conforme os debates  em sala de aula vão ocorrendo e sendo coletivamente registrados em  ambientes digitais colaborativos.</li>
</ul>
<div>Ou seja, a escola não é mais uma repassadora de conhecimento, mas  produtora coletiva do mesmo, a partir da colaboração dentro e fora da  sala de aula!</div>
<p><em>É fato: estamos saindo da escola mais sólida para uma mais líquida!</em></p>
<div>É isso.</div>
<p>Que dizes?</p>
</div>
<p>*Carlos Nepomuceno é professor de Conversão 2.0 na <a href="http://www.igec.com.br/pos-turma/1/123/gestao-estrategica-de-marketing-digital" target="_blank">pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital</a></p>
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