JENE 7 na Rádio Nacional
03/02/12
Agora foi a vez da Rádio Nacional receber a visita da JENE7 (7a turma de pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte), parte da aula de Radiojornalismo Esportivo do prof e Coordenador Ruy Fernando. Veja as fotos abaixo.
Veja e ouça
Vídeo 1 – http://www.youtube.com/watch?v=Sidx5Aegdx8&feature=share
Vídeo 2 – http://www.youtube.com/watch?v=fjtckthvzhg&feature=share
Vídeo 3 – http://www.youtube.com/watch?v=5iam_ZjiNc4&feature=share
Vídeo 4 – http://www.youtube.com/watch?v=HW_k79xNQnA&feature=share
Vídeo 5 – http://www.youtube.com/watch?v=1Qau6N1TOx0&feature=share
Panorama das redes sociais no Brasil
02/02/12
Por Patrícia Moura*
Parece muito cedo para se falar em rankings e panoramas das redes sociais em 2012, afinal, o ano nem bem começou. No entanto, dados de dezembro e janeiro dos institutos ComScore e SemioCast mostram que muitas coisas já mudaram desde o meu último post sobre as redes sociais mais acessadas pelos internautas no Brasil.
Quais são as novidades desde os últimos relatórios veiculados?
• Facebook ultrapassou Orkut em número de usuários, alcançando 36 milhões de usuários únicos em dezembro de 2011.
• Orkut alcançou um crescimento de 5% no ano passado, no entanto, manteve-se com 34 milhões de usuários únicos.
• E Twitter traz a grande novidade em janeiro de 2012, ultrapassando o Japão e se posicionando o Brasil como segundo país a mais utilizar a rede, perdendo apenas para os Estados Unidos. Fechou o mês de janeiro de 2012 com 33 milhões de contas no Brasil.
Detalhes importantes a serem questionados:
Como já dito anteriormente no blog, é preciso analisar dados da pesquisa e amostragem cuidadosamente antes de tirar conclusões precipitadas, como por exemplo:
1) A amostragem do ComScore não considera aferição em lan houses e sabemos que essas são responsáveis por boa parte do tráfego do Orkut o Brasil.
As lan houses são responsáveis por quase 50% dos acessos à internet no Brasil. No Nordeste, este dado chega a 70% dos acessos. Confira esse e outros dados no vídeo realizado pela FGV, Sebrae e Portal do Empreendedor:
2) O Facebook ultrapassa o Orkut somente na região Sudeste do país (que concentra maior quantitativo de acessos). No resto do país, o Orkut ainda é hegemônico.
3) Em dezembro de 2011, 76% dos usuários do Facebook também acessaram o Orkut, segundo a ComScore. O que significa que as plataformas estão sobrevivendo paralelamente.
4) O Twitter apontou uma tendência de crescimento importante, que pode ultrapassar o número de contas cadastradas do Orkut em pouco tempo.
Conclusões:
• Quando dizemos que o facebook é maior do que o Orkut, ainda entendemos que é uma ultrapassagem regional e não nacional, por mais que a região sudeste concentre usuários.
• Sem a aferição de lan houses jamais teremos certeza dos dados de acesso às plataformas sociais no Brasil, haja visto o quantitativo de usuários de lan houses no país.
• O Brasileiro vem se habituando a trocar informação em múltiplas plataformas, separando amigos por grupos ou interesses.
Fonte: http://www.missmoura.com/panorama-das-redes-sociais-no-brasil-parte-ii
*Patrícia Moura é professora de Redes Sociais do IGEC e ministrará o Curso Prático de Redes Sociais em março
Dica da semana, por Letícia Bade
01/02/12
Olá Pessoal,
Pensando no “antes tarde do que nunca”, estou enviando a dica da semana só hoje.
Muitas vezes queremos usar em nossas soluções a última das últimas novidades. Mas será que vale a pena? O estudo abaixo é americano, ou seja, um mercado mais maduro que o nosso , e mesmo assim encontrou surpresas interessantes no uso do QR Code.
Vejam só:
• Para maioria das pessoas o nome “QR code” não é familiar, ou seja, 79% dos consumidores nunca ouviram falar. Porém quando se trata da imagem, 81% dos entrevistados dizem já terem visto.
• O código se revelou efetivo para metade dos entrevistados, sendo que 50% deles afirmam já ter digitalizado algum. Entre essa metade de consumidores que já digitalizaram o código, 18% dizem que realizaram uma compra com o conteúdo oferecido pelo QR code.
• Outros pontos importantes revelados foram que 70% dos consumidores afirmam que a digitalização é uma ação fácil e 41% consideram os códigos ferramentas úteis. As razões para a digitalização são muitas, porém as mais citadas foram a curiosidade com 46% dos entrevistados e a procura por mais informações com 41%.
O estudo está disponível para download – após o cadastro em: http://blog.cmbinfo.com/qr-codes/
Já aviso que é pequeno…
Abraços e boa semana a todos.
Letícia
–
Letícia Bade é Coordenadora da pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Conexões Digitais aborda Gamificação. É neste sábado!
31/01/12
Você ligado em eventos do mundo digital e de comunicação e que sempre torce o nariz para dizer: “mas eles só acontecem em São Paulo”, esse post é para você. Vai acontecer no próximo sábado mais uma edição do Conexões Digitais, um ciclo de palestras inteiramente gratuito, capitaneado pela turma da FACHA-IGEC e pela amiga Letícia Bade.
Por lá você vai conferir a apresentação de casos de sucesso e conceitos inovadores. É também uma oportunidade para networking relevante. Conta com a participação dos principais nomes do mercado brasileiro de Internet.
Nesta edição, apresenta: Como a gamificação pode ajudar a alavancar seus resultados. As vagas são limitadas e você pode confirmar sua presença aqui.
Serviço
Data: 04 de Fevereiro (Sábado) às 09:00h
Local: Auditório da FACHA (Rua Muniz Barreto, 51 – Botafogo)
Palestras:
- Essa tal de Gamificação: O que é, para quê veio e porquê você deve se importar.
Por Thiago Fontes (@ThiagoFontes). - Gamification, muito além de pontos e medalhas.
Por Cayo Medeiros (@yogodoshi) - Gamification como ferramenta de branding para négocios.
Por Marcel Cohn (@MarcelMCohn). - Olá criatura de mil faces! Em que time você joga, no jogo da vida?
Por Graça Taguti (@uhuh)
Industria do Esporte no Brasil
30/01/12
- Movimenta em torno de R$31 bi anuais;
- 3,3% do PIB anuais;
- Valor gerado por atividades relacionadas ao esporte no Brasil em 2010: R$39 bi;
- Aprox. 80 milhões de pessoas praticam esportes no Brasil
Fonte: Pesquisa Deloitte Brasil
O mercado ligado ao esporte está aquecidíssimo, a cada dia surgem novos negócios ligados, novas mídias, novos periódicos, novas formas de acompanhar a prática esportiva. Para quem pensa que o jornalismo esportivo é só futebol, veja:
- Fitness: Mercado de 2 bilhões;
- Running: Mercado de 3 bilhões;
- Surf: Mercado de 5 bilhões.
- Investimentos no Golf superam 8 bilhões;
- O No de golfistas no Brasil cresceu mais de 550% passando de 3 mil para 24 mil nos últimos anos;
- A Fórmula Truck gera R$10 milhões por etapa, totalizando receita R$1000 milhões;
- Pouco difundido no país, o rugbi já conta co mais de 30 clubes. Em 2003 eram apenas 6 equipes brasileiras.
E para quem pensa que o mercado está aquecido apenas para os veículos de comunicação, seguem mais alguns dados:
- 19 agências de marketing esportivo foram abertas apenas no 1o semestre de 2010
- Fechamos 2010 com 199 agências ligadas a futebol (51%), running (11%), automobilismo (7%), esportes radicais (4,5%), vôlei (4%), tênis (3%), basquete (2%), golfe (2%) e esportes aquáticos (1%)
Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte, o mar está para peixe, mas para navegar neste oceano azul, é preciso conhecimento. pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte do IGEC/FACHA, matrículas abertas para a 8a turma.
Agência NUVA, a inteligência continua
27/01/12
A tragédia do desabamento de 3 prédios comerciais no Centro do RJ vitimou, graças a Deus apenas com perdas materiais, membros da família IGEC. Guga Alves e José Telmo, da Agência NUVA que ficava num dos prédios, foram alunos da pós em Gestão Estratégica do Marketing Digital, Guga inclusive foi professor do curso Tudo Para WordPress. Todos no IGEC ficaram profundamente consternados com a perda, mas felizmente a internet mostra sua força, como pode ser visto na matéria abaixo:
Empresários tem ajuda de ‘vaquinha’
A empresa de Guga Alves e sócios tinham apenas cinco meses no edifício Liberdade, que desabou no Rio de Janeiro
Há apenas cinco meses, Guga Alves, de 28 anos, abriu a sua empresa de marketing digital, a Nuva, no edifício Liberdade, que na noite dessa quarta-feira desmoronou levando junto o sonho do jovem empreendedor.
Atônito, ele e os três sócios ainda não sabem o que fazer, se fecham ou continuam com o negócio. Mas os amigos resolveram ajudar e montaram uma “vaquinha” na internet. Até as 22h dessa quinta-feira, R$ 7.375 havia sido arrecadado e mais R$ 2.870 constavam como “a confirmar”.
A meta inicial é conseguir R$ 20 mil para reerguer a Nuva. “Se não fosse essa ajuda do pessoal não conseguiríamos nem pagar as dívidas. Tínhamos muito material que ainda estava sendo pago. Não teríamos dinheiro nem para continuar, nem para fechar a empresa”, explicou Guga.
O empresário contou que costumava ficar até mais tarde, mas como joga futebol toda quarta-feira, saiu do trabalho às 19h. Só ficou sabendo da tragédia no início da madrugada, quando chegou em casa e um amigo o avisou pela internet.
“Liguei a TV, vi que o prédio parecia com o meu e fui para o Centro. Foi estranho, fiquei parado ao ver que tudo que eu construí estava debaixo dos escombros… Não tive nenhuma reação, não sabia o que fazer”, relatou.
Apesar da perda, Guga comemora que ele, os sócios e os dois funcionários nasceram de novo. “Todos desceram alguns minutos antes da tragédia, menos o pai do nosso contador, que trabalhava no mesmo prédio”, lamentou.
Fonte: http://www.band.com.br
Os computadores se foram, mas a inteligência ficou, Guga, José Telmo e Pablo estão bem e produzindo. Quem puder contribuir com a vaquinha, será muito bem vindo
http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=120731
Outra excelente forma de ajudar a NUVA neste momento é conhecendo a competência de Guga & Cia, visite a fan page da NUVA no Facebook
http://pt-br.facebook.com/pages/Ag%C3%AAncia-Nuva/138455802915014
Força rapazes, estamos com vocês!
Cerveja Social Clube, o e-commerce descolado
26/01/12
Oferecer uma carta de cervejas selecionadas de diversos lugares do mundo, inclusive do Brasil, cervejas produzidas através de várias receitas que utilizam vários ingredientes além da cevada, trigo e lúpulo. Vender cerveja de qualidade, com preço justo para todo o Brasil. Está na rede o Cerveja Social Clube, o e-commerce dos ex-alunos da pós em Gestão Estratégica do Marketing Digital, Érika Cruz e Vinícius Costa.
No Cerveja Social Clube os apreciadores da loura (morena, ruiva, negra…) gelada poderão adquirir cervejas do Brasil, Alemanha, Bélgica, Russia, República Tcheca e onde mais se produzir cerveja de qualidade.
A idéia é excelente e nós brindamos essa iniciativa com uma cerveja bem gelada! Sucesso Érika e Vinícius, estamos orgulhosos de vocês!
Conheça a Cerveja Social Clube, http://cervejasocialclube.com.br
O tempo da Ciência 2.0
25/01/12
Por Carlos Nepomuceno*

Texto conceitual
Livre para republicação (coloque apenas o nome do autor e o link para este texto, pois pode ter uma versão mais nova)
Versão 1.0 (Rascunho) - 25/01/2012 - colabore na revisão!
Os artigos científicos passaram a ser nos últimos séculos o epicentro da Ciência, pela circulação em revistas científicas.
A Ciência – como toda a sociedade – foi fortemente moldada e condicionada nos últimos séculos pelo ambiente de circulação do papel impresso.
A produção de documentos acadêmicos impressos (revistas e livros) seguia e ainda segue um processo de produção próprio inerente desse ambiente impresso.
Na seguinte ordem:
- Pesquisa;
- Redação;
- Submissão aos pares;
- Leitura/aprovação;
- Preparação para publicar;
- Publicação;
- Distribuição;
- Leitura pelos interessados;
- Possíveis críticas;
- Retorno à Pesquisa.

Há, assim, na produção acadêmica impressa um tempo “X” da circulação
de ideias dos itens 1 ao 10.
Baseado a experiência e não em dados, posso arriscar dizer que o tempo
da Ciência 1.0 – ou da Ciência baseada no processo de circulação de
ideias do papel impresso (dos itens acima de 1 ao 10) – gira hoje em
torno de 6 meses a um ano.
Esforços vêm sendo feito na migração da Ciência para o mundo digital,
para reduzir esse tempo claramente pouco dinâmico.
Inicialmente tais esforços vão na direção da subitituição da forma de
circulação das ideias, utilizando-se do meio digital.
Porém, na maioria dos casos, procura-se alterar o processo apenas nos
itens 5 ao 7, mas mantendo o mesmo processo nos demais, inclusive
mantendo muitas vezes periodicidade das publicações, quando o digital
não exige.
Uma Revolução Cognitiva como a atual, entretanto, nos condiciona a uma
nova cultura de circulação de ideias, mais dinâmica, alterando todos
os itens do processo.
E é quando há essa mudança cultural do próprio fazer da Ciência que
podemos diagnosticar que temos uma nova Ciência em uma nova cultura de
circulação de ideias.
A saber:
Pesquisa já coletiva;
Redação on-line;
Submissão aos pares on-line;
Leitura/aprovação é substituída por classificações dos leitores
(curtir, estrela, etc);
Preparação para publicar deixa de existir, pois é on-line;
Publicação automática;
Distribuição automática;
Leitura pelos interessados, ao longo da produção;
Possíveis críticas sâo feitas no rodapé documento, quando nâo feita no
próprio corpo em documentos wiki.
O tempo da Ciência 2.0 provoca a queda de 6 meses a um ano para a
divulgação perto do zero – on line.
É uma nova cultura científica mais adequada as necessidades de um
mundo super-populoso.
A passagem, entretanto, será demorada e bastante dolorosa.
Mas será inevitável.
Que dizes?
*Carlos Nepomuceno é professor de Conversão 2.0 na pós-graduação em Gestão Estratégica do Marketing Digital
Mais clientes = Mais faturamento
24/01/12
Por Claudio Moreira*
Um estudo do Instituto de Planejamento Estratégico de Cambridge, Massachusetts, em cooperação com a Escola de Administração de Harvard, o qual analisou três mil unidades empresariais estratégicas de 450 empresas revelou que:
“quando a percepção do cliente da qualidade de uma empresa se situou entre as 20% melhores daquele ramo, a companhia obteve um retorno de investimento bruto de, na média, 32% ao ano. Quando a qualidade percebida se situou entre as 40% piores, o retorno de investimento foi, em média, 14% menor. Trata-se de uma diferença considerável.”
Percepção de qualidade vs retorno do investimento. É simples, se o cliente avalia bem seu serviço, retorna, se avalia mal, não retorna. Menos clientes = menos faturamento o que pode ser fatal para a saúde financeira da empresa. Qualquer empresário sabe isso, claro, mas o que talvez passe despercebido são as 3 palavrinhas “percepção de qualidade“
Como assim? Um serviço é bem prestado ou não é?
A qualidade de serviços percebida depende diretamente da comparação entre o serviço esperado e o serviço percebido. Tudo depende da discrepância entre a expectativa de serviço e o serviço percebido.
Simples,
- Se o cliente espera muito e recebe muito – ok, cliente satisfeito
- Se o cliente espera pouco e recebe muito – cliente muito satisfeito
- Se o cliente espera muito e recebe pouco – problemas à vista
Mas quem administra essa relação? VOCÊ! veja como…
Pode existir uma discrepância entre a expectativa do cliente e sua percepção sobre estas expectativas.
Talvez seja a discrepância entre sua percepção gerencial sobre as expectativas e as especificações da qualidade do serviço.
Ou então uma discrepância entre especificação da organo que sua empresa anuncia e o que é realmente fornecido ao cliente.
Quem sabe seja a discrepância entre serviços oferecidos por você e aquilo que é comunicado ao cliente?
Ou ainda a discrepância entre serviços oferecidos e aquilo que é comunicado ao cliente.
Sentiu como em todos os casos abordados acima, tudo envolve, de alguma forma, a operação do seu negócio? Como proceder?
Isso eu conto para vocês numa próxima ocasião, ok?
Abraços,
Claudio Moreira
*Claudio Moreira é Coordenador Geral do IGEC e ministrará curso de Marketing de Serviços no IGEC em Março.
Dica da semana, por Letícia Bade
23/01/12
Como alguns poucos já sabem: estamos produzindo uma nova edição do Conexões Digitais.
O evento surgiu de alguns desejos:
1) Dar voz e vez a muita gente boa que temos no mercado do Rio.
2) Ter a oportunidade de encontrar pessoas que gostem de internet e tudo que orbita este universo e queiram falar, discutir, debater, enfim, estar neste mundo.
Pronto, o evento, que é gratuito estava criado. A primeira edição foi um sucesso e agora, estamos animados com a segunda: Como a gamificação pode alavancar seus resultados.
As inscrições são gratuitas mas as vagas limitadas. Por isso, tem que confirmar a presença: http://bit.ly/o69bSc
Quer saber mais sobre o que vai rolar?
—
Conexões Digitais é um evento gratuito para a apresentação de casos de sucesso e conceitos inovadores. É também uma oportunidade para networking relevante. Conta com a participação dos principais nomes do mercado brasileiro de Internet.
Nesta edição, apresenta: Como a gamificação pode alavancar seus resultados.
Data: 04 de Fevereiro (Sábado) às 09:00h
Local: Auditório da FACHA (Rua Muniz Barreto, 51 – Botafogo)
Confirme sua presença: http://bit.ly/o69bSc
Entrada Gratuita, mas vagas limitadas !!!
PALESTRAS:
:: Essa tal de Gamificação: O que é, para quê veio e porquê você deve se importar.
Por Thiago Fontes (@ThiagoFontes).
Thiago Fontes é sociólogo, formado e mestrado pela University of Surrey (UK), Thiago tem 10 anos de experiência com inovação e design estratégico, na Europa e no Brasil. Empreendendo desde 2009, foi co-fundador da plataforma de financiamento colaborativo movere.me e desde 2011 se dedica à Kioos (@Kioos).
:: Gamification, muito além de pontos e medalhas.
Por Cayo Medeiros (@yogodoshi)
Gamificação não é tão simples quanto parece. Aprenda como aplicar gamificação da maneira correta em qualquer produto ou serviço através de princípios de game design, cases e fails.
Cayo Medeiros, é desenvolvedor front-end com foco em UX, formado em Design Gráfico Digital, agora está se tornando empreendedor ao fundar o Estou Jogando (www.estoujogando.com.br), uma rede social para gamers baseada em crowdsourcing e gamificação.
:: Gamification como ferramenta de branding para négocios.
Por Marcel Cohn (@MarcelMCohn).
Como a gamificação pode ser utilizada para alavancar novos negócios e ser um grande captador de publicidade e engajamento com seu público-alvo.
Marcel Cohn é especialista em Marketing e Comunicação Digital participando ativamente na construção do cenário de serviços online baseados em geolocalização no país. À frente de diversos projetos na área digital, palestrante de eventos como Rio Info e Encontro ESPM de Comunicação e Marketing, atualmente desenvolve estratégias para empresas aplicando a gamificação como elemento facilitador e agregador nos negócios.
:: Olá criatura de mil faces! Em que time você joga, no jogo da vida?
Por Graça Taguti (@uhuh)
O perfil do ser humano hoje: o que ele quer, como age e como se relaciona nas jogadas do cotidiano.
Graça Taguti é Jornalista, Publicitária, Palestrante, Mestre em Comunicação (em Novas Tecnologias da Comunicação e Cultura) pela UERJ e professora de Criação Publicitária, Mídias Digitais, entre outras.
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CONEXÕES DIGITAIS, NÃO PERCA!










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